Comentários em: [Crónica Filipe Faria] Mais Palavrões https://branmorrighan.com/2015/01/cronica-filipe-faria-mais-palavroes.html Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 04:31:49 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 Por: Anónimo https://branmorrighan.com/2015/01/cronica-filipe-faria-mais-palavroes.html#comment-556 Tue, 20 Jan 2015 23:28:48 +0000 #comment-556 Acho sempre enriquecedor quando me ensinam uma palavra nova, seja ele o senhor Filipe Faria ou outro escritor português qualquer (As traduções são mais difíceis de nos trazer este tipo de conhecimentos…).

O que me chateia às vezes é sentir tanto desconhecimento face à língua que falo, nomeadamente desde que peguei nos livros do Filipe Faria (boa surpresa neste sentido) e dei comigo a passar a usar palavras como cenóbio e cenobitas. O que me enraiva por vezes é consultar um dicionário priberam ou aqueles verdes que se dizem universais e não encontrar essas palavras… como é possível?

Tive um professor de faculdade que dizia que um aluno só se eleva se o orador o elevar. Ou seja, passando para a literatura, se nos detivermos apenas a ler literatura oriunda de guiões de filmes não evoluímos; mas se tivermos a oportunidade de lermos alguma literatura boa com palavras novas devemos aprender e evoluirmos.

Claro que toda a gente tem uma rinalgia de vez em quando, nem que seja só por coçar e ficar-lhe a doer o nariz de não perceber o que está a ler.

Porém, o importante é deixar as palavras fluírem dentro do contexto, sejam elas pobres palavras comuns enriquecidas ou palavras excelsas empobrecidas.

Claro que continuo a preferir beijar uma mulher do que osculá-la , mas cada um frecha a escrita como consegue e mais gosta…

Bom Post!
Abraço
Francisco Fernandes

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Por: Rui Bastos https://branmorrighan.com/2015/01/cronica-filipe-faria-mais-palavroes.html#comment-555 Sun, 18 Jan 2015 22:47:58 +0000 #comment-555 Eu cá sou fã destes palavrões… Nunca me esquecer das "gavinhas de sombra" nem do que é um "barbacã"! Mas é fácil cair no exagero, quando essa escrita não é completamente natural ao autor. Consegue-se perceber que é artificial, e nessas alturas, por muito pouco pretensioso que o autor seja, e por muito boas que as suas intenções tenham sido… A ideia com que o leitor fica é a de pretensiosismo!

É o tal equilíbrio que é preciso encontrar.

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