Alyson Noel – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 04:55:53 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Alyson Noel – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Opinião: Eternidade de Alyson Noel https://branmorrighan.com/2010/05/opiniao-eternidade-de-alyson-noel.html https://branmorrighan.com/2010/05/opiniao-eternidade-de-alyson-noel.html#comments Thu, 27 May 2010 15:44:00 +0000 Eternidade – Saga dos Imortais (I)

Alyson Noel

Editora: Gailivro

Nº de Páginas: 297

Sinopse: O primeiro livro da extraordinária nova série Os Imortais de Alyson Noël.

Entrem num mundo encantador onde o verdadeiro amor nunca morre…

Depois de um terrível acidente que lhe matou a família, Ever Bloom, de dezasseis anos, consegue ver as auras das pessoas que a rodeiam, ouvir os seus pensamentos e conhecer a histór…ia da vida de qualquer pessoa através de um simples toque. Desviando-se, sempre que possível, no sentido de evitar qualquer contacto humano e de esconder esses dons, Ever é vista como uma anormal na escola secundária à qual regressa.

Mas tudo muda, quando conhece Damen Auguste.

Damen é encantador, exótico e rico. E é a única pessoa que consegue silenciar o ruído e as manifestações de energia que invadem a cabeça de Ever. Ele transporta uma magia tão intensa que parece conseguir ler a alma de Ever.

À medida que Ever é arrastada para o sedutor mundo de Damen, onde abundam os segredos e os mistérios, começam a surgir-lhe mais perguntas do que respostas. Além de que não faz ideia de quem realmente é… ou daquilo que é. Apenas sabe que se está a apaixonar desesperadamente.

“Eternidade” – Um amor assim não tem fim.

Opinião: Para quem tem acompanhado as últimas novidades dentro do género “romance sobrenatural”, que muitas vezes é confundido com o fantástico, sabe que fomos inundados de histórias de vampiros, lobisomens e amores impossíveis entre humanos e esses seres sobrenaturais nas suas mais variadas formas.

Eternidade, é mais um romance sobrenatural. Desta, a personagem principal, uma humana, ficou com poderes psíquicos depois do acidente que causou a morte dos seus pais e irmã. A antiga Ever, sempre animada e com alta auto-estima, transforma-se numa rapariga soturna que anda sempre com sweat-shirts larguíssima e de phones. E tal como diz na sinopse, tudo muda quando ela decide olhar para Damen, o seu novo colega.

Depois de já se ter lido muito do que tem andado por aí deste género, é inevitável não associar algumas cenas às de outros livros. Semelhanças com o Crepúsculo, Crónicas Vampíricas e outros do género, acabam por abundar durante grande parte da estória, como a forma como as personagens se conhecem, o desenvolvimento das suas relações, entre outros. Com uma narrativa fluída, tenho pena que em 2/3 do livro os princípais mistérios tenham sido tão pouco desenvolvidos (dando mais importância à vida de Ever) e depois, no último 1/3, parece que tudo nos começa a ser revelado, umas coisas atrás das outras.

No entanto, Eternidade acaba por marcar a diferença no tipo de personagens presentes e nas suas características. Eternidade não é um livro de vampíros, é um livro onde conhecemos um conceito de imortal, baseado nas teorias/práticas alquimistas. Outro conceito que aprendemos é o significado de certas flores quando oferecidas a alguém. Neste caso, a túlipa vermelha – amor eterno – é fundamental até grande parte da estória nos ser revelada.

Com uma linguagem bastante simples, por vezes até um pouco simples demais, chegando a roçar o infantil, é uma leitura bastante leve e envolvente que nos leva a ler linha atrás de linha sucessivamente. Gostei bastante do novo conceito de imortal e penso que poderá vir a ser uma saga bastante interessante. É sem dúvida, um livro para um público jovem.

Para quem gostar de romances sobrenaturais, vai conseguir apreciar bastante este livro com os seus novos conceitos. Quanto a mim, fiquei bastante curiosa com o que possa vir nos próximos livros, embora este não me tenha deslumbrado muito.

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