Aquisições – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 06:06:00 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Aquisições – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [Diário de Bordo] My Weekend is All Booked! https://branmorrighan.com/2016/11/diario-de-bordo-my-weekend-is-all-booked.html https://branmorrighan.com/2016/11/diario-de-bordo-my-weekend-is-all-booked.html#respond Sat, 19 Nov 2016 19:33:00 +0000

Quem me dera que ali o título fosse verdade e que não tivesse mais nada para fazer se não ler! Recentemente chegaram estes livrinhos cá a casa e nem tenho mãos, olhos ou atenção, a medir para eles. Estou sensivelmente a um terço d’A Célula Adormecida, de Nuno Nepomuceno, e que bela leitura está a ser! Já tinha gostado da trilogia Freelancer, mas confesso que o salto que o autor deu na maturidade da sua escrita é palpável. O do Valter Hugo Mãe é o que se segue! Já li os primeiros capítulos e o coração já se aperta com a emoção. E quem diria que eu um dia iria voltar a ler Stephenie Meyer? Acho que no fundo nunca acreditei que ela voltasse a escrever muito mais, depois da tão badalada, e quase esquecida (afinal estamos num mundo de fenómenos rápidos e intensos que tão são a melhor/pior coisa do mundo como a seguir puff! E isto passa-se em todas as vertentes artísticas) saga Twilight! Mas estou curiosa, e claro que vou ler. Cassadra Clare, minha querida! Que saudades tinha tuas! Ainda tenho ali as Crónicas de Bane para ler, mas acho que ele vai ter que esperar mais um bocadinho! O Projeto Rosie e Tudo Tudo e Nós vou ler graças ao entusiasmo que tenho visto pelos mesmos. São duas novidades recentes da Editorial Presença e parecem-me o estilo de leitura que iria adorar num qualquer momento mais relaxado. Cem Anos de Solidão é um livro que, inacreditavelmente, nunca li. Estou também muito curiosa com o novo de J. Rentes de Carvalho que, mesmo com a idade avançada que tem, nunca pára de surpreender. O Livro das Coisas Boas é um pequeno livro ideal para se oferecer como prenda de Natal a qualquer pessoa, mas acredito que as mulheres, de qualquer idade, terão um pouco mais de queda para ele. Juan José Millas é um autor que nunca li, mas que tenho ouvido falar bem, por isso também está nesta pilha de próximos a ler! Falta aqui o livro As Raparigas, editado pela Porto Editora, que foi emprestado, mas que quando voltar será lido e opinado também. Fica a nota para o Mindfulness, um livro que também já comecei a folhear principalmente pela curiosidade e por ter casos próximos que desconfiava poderem beneficiar de uma aproximação guiada à meditação. Descobri que os princípios básicos desta abordagem ao que nos rodeia e a nós próprios é algo que já faço naturalmente (mais coisa menos coisa) há um bom tempo. Giro! 

E pronto, era bom, não era? Fim-de-semana só a ler…! Só que não 🙂 

Tenho dois trabalhos da faculdade para carburar a bom ritmo, em que ainda há muita coisa por fazer, fora, claro, as lides da casa, visitar a família boa e também tirar aquele tempo necessário para mim. Afinal todos precisamos do nosso tempo e mimos. Ficam aqui as últimas aquisições e assim que os vá lendo vocês serão os primeiros a saber o que achei. Bom fim-de-semana! 

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Aquisições de Agosto/Setembro de 2015 https://branmorrighan.com/2015/10/aquisicoes-de-agostosetembro-de-2015.html https://branmorrighan.com/2015/10/aquisicoes-de-agostosetembro-de-2015.html#comments Sun, 04 Oct 2015 14:11:00 +0000

Um belo dia, Josef K., um bem-sucedido gerente bancário, é subitamente preso no seu próprio quarto, sem saber porquê nem por quem. Vê-se então envolvido num labiríntico e absurdo processo que decorre secretamente em obscuras secretarias instaladas em sótãos, conduzido por juízes menores que têm a mera incumbência de o inquirir. Concebido em 1914, o romance O Processo constitui para Kafka a forma ideal para expressar a fragmentação do mundo e da realidade em que vive o homem moderno.

Em 1945, no rescaldo do fim da Guerra e da libertação dos campos de concentração pelas forças aliadas, o exército soviético pediu a Primo Levi e a Leonardo de Benedetti, seu companheiro de campo, que redigissem uma relação detalhada das condições de vida nos Lager. O resultado foi um dos primeiros relatórios alguma vez realizados sobre os campos de extermínio. Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário daquela que viria a ser uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre o Holocausto. Assim foi Auschwitz recolhe esse relatório e vários outros textos de Primo Levi – inéditos até hoje – sobre a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões críticas de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Segunda Guerra, como no tempo em que foram escritos.

Jody Varner, filho do grande proprietário do Velho Domínio do Francês, está a cortar corda no armazém quando vê chegar um homem baixo, de chapéu de abas largas e casaco demasiado grande. «O meu nome é Snopes. Ouvi dizer que tem uma quinta para alugar.» Sobre os Snopes correm histórias de um passado sombrio, com indícios criminosos que à primeira vista os tornam vítimas fáceis em jogos de poder. Mas rapidamente a enigmática família de jornaleiros dá provas de que a sua presença naquela aldeia do sul dos Estados Unidos será tudo menos passiva. Numa sucessão de incidentes assustadores contados com humor retorcido, A Aldeia marca o arranque da trilogia construída por William Faulkner em torno da família Snopes. Um romance surpreendente e um empolgante predecessor de A Cidade, o segundo momento da saga.

Fraser é uma criança autista de três anos, tensa e ansiosa, com acessos de raiva tão súbitos quanto incontroláveis. A vida dos Booth, numa pequena casa na herdade de Balmoral, a residência de verão da rainha de Inglaterra, é dura e muitas vezes desesperante. Para Louise, a mãe de Fraser, o futuro parece pouco animador. É então que o filho conhece Billy, um gato cinzento e branco, e a amizade que nasce entre os dois irá mudar para sempre as suas vidas. Os dois tornam-se inseparáveis e, com a ajuda do seu novo amigo de quatro patas, Fraser começa a fazer progressos: pequenas coisas que, somadas, dão vida a um verdadeiro milagre.

A história de Fraser e Billy, narrada pela mãe, fará o leitor rir, chorar e, em última instância, reconhecer a força da amizade entre um menino e o seu gato de estimação.

Há uma saga que ainda não foi contada sobre a Segunda Guerra Mundial: a história de duas irmãs portuguesas, Olívia e Clarice. Olívia casa-se com um português e vai para o Brasil. Clarice casa-se com um alemão judeu e vai morar em Antuérpia, na Bélgica. Ambas vivem felizes, com maridos e filhos, até que a guerra começa e a Bélgica é invadida.

Para escapar da sombra nazi que vai devorando a Europa, a família de Clarice conta com a ajuda de Aristides de Sousa Mendes, o cônsul que salvou milhares de vidas emitindo vistos para Portugal, em 1940, enquanto atuou em Bordéus, França.

A família recebe o visto mas, ao chegar à fronteira de Portugal,um destino trágico a espera… Destino que vai mudar e marcar a vida das irmãs para sempre, por causa de um segredo que só será revelado sessenta anos depois.

Os Números Que Venceram os Nomes, Samuel Pimenta consegue, com uma destreza literária que nos prende do início ao fim, contar uma história empolgante, que, embora passando-se num futuro imaginário, questiona muitos dos problemas das sociedades contemporâneas – a substituição estéril de um mundo espiritual por uma realidade puramente material. 

Num futuro distante, comprovada matematicamente a existência de Deus, os homens são obrigados a trocar os seus nomes por números. Ergue-se uma ditadura global, em que todos são controlados e descaracterizados, uma sociedade de uma única religião, em que os algarismos definem tudo – pessoas, países, ruas, animais -, em detrimento da essência de cada um. 

O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.

Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate – uma rebelião dos Vermelhos – mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.

UMA CORRIDA VERTIGINOSA CONTRA O TEMPO E UM INIMIGO IMPLACÁVEL. 

Uma jovem mulher brutalmente assassinada num hotel barato de Manhattan. 

Um pai decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita. 

Os olhos de um homem roubados do seu corpo ainda vivo.

Restos humanos ardendo em fogo lento na montanha de uma cordilheira no Afeganistão.

Uma conspiração para levar a cabo um crime terrível contra a Humanidade. 

E um único homem para descobrir o ponto preciso onde estas histórias se cruzam: Peregrino.

Lysandra Keates está a ficar sem opções. O pai morreu, a mãe está doente, e os seus esforços para encontrar um emprego respeitável redundaram em fracasso. Com as parcas poupanças a chegarem ao fim, ela engole o orgulho e o medo e pede a Vivien Manning, uma cortesã infame, para a juntar a um protetor rico.

Durante anos, o visconde Andrew Callis levou uma existência monástica na sua propriedade rural, endurecendo o corpo e o coração contra o sofrimento pela morte da mulher e do filho recém-nascido. Quando Vivien lhe pede para passar um mês a treinar uma jovem nas artes do amor, a sua mente resiste… mas o seu corpo responde com um desejo que ele julgara morto há muito tempo.

À medida que começa os seus ensinamentos, Andrew dá por si a deixar-se enfeitiçar pelos encantos inocentes de Lysandra. E quando eles dão lugar a uma fome voraz, a última coisa que Andrew esperava, ou queria, surge entre eles. Uma ligação emocional que pode levá-los bem para lá do período de treino… se ao menos Andrew conseguir abrir o seu coração à possibilidade de amar.

Katja Petrowskaja cresceu no seio de uma família judia de Kiev, na Ucrânia, nos anos 1970. Da sua infância ficou-lhe um estranho sentimento de falta. O que é que não terá sido dito à mesa das refeições em família? Em que reentrâncias da História terão ficado retidos os seus antepassados, cujos nomes não se pronunciavam? Talvez Esther é o resultado dessa procura das origens. Ficaremos a saber que um tio-bisavô – autor de um atentado contra um embaixador alemão – poderá ter desencadeado a Segunda Guerra Mundial; que um avô prisioneiro de guerra reapareceu 40 anos mais tarde; ou que uma bisavó, que talvez se chamasse Esther, em Kiev, em 1941, se dirigiu sozinha à ravina de Babi Yar, onde os ocupantes nazis eliminaram em massa todos os habitantes judeus da cidade, e não só.  

Através da história das suas personagens – que se desenrola entre Kiev, Mauthausen, Varsóvia e Auschwitz –, Petrowskaja traça os contornos de uma Mitteleuropa desaparecida e faz uma história do século XX, em que se alternam o claro e o escuro, a força e a fragilidade, a glória e a derrota.   

Polónia, 1940. Os nazis isolam milhares de judeus num pequeno gueto em Varsóvia. Erik Cohen, um velho psiquiatra judeu, vê-se obrigado a partilhar um pequeno apartamento com a sobrinha e o adorado sobrinho-neto de nove anos, Adam. Certo dia, porém, Adam desaparece e o seu corpo, estranhamente mutilado, só é encontrado na manhã seguinte, no arame farpado sobre o muro que rodeia o gueto. Quando um segundo cadáver aparece em circunstâncias muito similares – desta vez o de uma rapariga judia –, Erik e o seu velho amigo Izzy tentam obter respostas, lançando-se numa investigação tão sinistra quanto perigosa. O mistério adensa-se e as dúvidas também. Serão os próprios nazis responsáveis por aquelas mortes ou estará um traidor judeu envolvido nos crimes? Neste thriller histórico comovente e arrepiante, Richard Zimler conduz o leitor aos recantos mais sombrios de Varsóvia, num périplo pela própria alma humana.

Passado num lugar onde a memória colectiva desapareceu e o passado é um território perigoso, que não deve ser visitado e de que não se deve falar, J é uma história de amor estranha e inventiva, terna e aterradora.

Kevern não sabe por que razão o seu pai levava dois dedos aos lábios sempre que dizia uma palavra começada por jota. Não era o tempo nem o lugar certos, e continuam a não ser, para se fazer perguntas. Ailinn também cresceu sem saber quem era ou de onde vinha. Quando se conhecem, Kevern sente-se imediatamente atraído por ela e, apesar de desconfiados por natureza, aquilo que os une é de tal forma poderoso que parecem ter sido feitos um para ou outro.

Juntos, formam um refúgio contra a brutalidade corriqueira deixada por uma catástrofe histórica envolta em desconfiança e negação, conhecida simplesmente como AQUILO QUE ACONTECEU, SE É QUE ACONTECEU. À medida que as ações do casal os vão aproximando cada vez mais do perigo, há uma força desconhecida que os quer manter juntos, custe o que custar. Mas a história de amor que os une pode ter consequências devastadoras para a espécie humana.

Ao fim de um ano tumultuoso, a relação de Sophie Scaife com o namorado e dominador, o multimilionário Neil Elwood, está mais escaldante e feliz do que nunca.

O lado dominador de Neil transporta Sophie para novos e desafiadores níveis de submissão e exploração erótica. Mas quando o casamento da filha e a celebração dos seus cinquenta anos desencadeiam uma mudança nos planos de vida de Neil, Sophie vê-se perante um futuro muito diferente do que imaginara.

Encurralada num conflito entre a sua nova posição e o desejo por independência, teme ter-se tornado apenas mais uma esposa-troféu da Quinta Avenida. Com o fim da sua carreira no jornalismo, e não muito inspirada na tentativa como escritora, Sophie tem de se esforçar mais do que nunca para provar as suas intenções à família e amigos de Neil. Sophie não é a única com dificuldades em adaptar-se ao novo estilo de vida. Quando aviões privados e marcas caras ameaçam a ligação com Holli, Sophie dá por si a percorrer a fronteira entre o mundo que agora habita e o passado que teme ter deixado para trás. Depois de uma chocante revelação dividir o seu sentido de lealdade, Sophie corre o risco de perder a melhor amiga ou quebrar a confiança do homem que ama.

Para pôr fim ao Império Final e restaurar a harmonia e a liberdade, Vin matou o Senhor Soberano. Mas, infelizmente, isso não significou que o equilíbrio fosse restituído às terras de Luthadel. A sombra simplesmente tomou outras formas, e a Humanidade parece amaldiçoada para sempre.

O poder divino escondido no mítico Poço da Ascensão foi libertado após Elend e Vin terem sido ludibriados. As correntes que aprisionavam essa força destrutiva  foram quebradas e as brumas, agora mais do que nunca, envolvem o mundo, assassinando pessoas na escuridão. Cinzas caem constantemente do céu e terramotos brutais abalam o mundo. O espírito maléfico libertado infiltra-se subtilmente no exército do Imperador Elend e os seus oponentes. Cabe à alomante Vin e a Elend descobrir uma forma de o destruir e assim salvar o mundo. Que escolhas irão ser ambos forçados a tomar para sobreviver?

Nathan consegue finalmente escapar do cativeiro. Depois de encontrar o seu pai e de este lhe oferecer um dom poderosíssimo, completando assim os três dons que o confirmam como bruxo adulto, o jovem sabe, contudo, que ainda não se encontra a salvo e que tem de continuar a fugir. Porque de um lado estão os Bruxos Negros que o odeiam e do outro, os Bruxos Brancos que desejam a sua captura. No meio deste conflito, Nathan tem de conseguir encontrar o seu amigo Gabriel e resgatar Annalise, a jovem que ama e que está prisioneira do temível bruxo negro, Mercury. Mas para ser bem-sucedido, Nathan sabe que terá de aprender a controlar o seu próprio poder…

Half Wild é a continuação do livro Half Bad  ̶  Entre o Bem e o Mal, aclamado internacionalmente pela crítica e pelo público.

Como herdeira dos Plantageneta, Margarida é vista pela mãe do rei, a Rainha Vermelha, como uma rival para a reivindicação dos Tudor ao trono. Margarida está relegada num casamento insignificante com Richard Pole, um leal apoiante dos Tudor, governador de Gales e guardião de Artur, o jovem príncipe de Gales, e da sua bela noiva, Catarina de Aragão. Mas o destino de Margarida, como prima da Princesa Branca, é não viver uma vida nas sombras. A tragédia lança-a na pobreza, mas uma morte real restitui-a a ocupar o seu lugar na corte do jovem Henrique VIII, onde se torna dama de companhia da rainha Catarina. Na corte, observa a influência da rainha espanhola sobre o marido e assiste ao seu trágico declínio. No centro da rápida deterioração da corte dos Tudor, Margarida terá de decidir se a sua lealdade é para com o cada vez mais tirânico Henrique VIII ou para a sua amada rainha. Aprisionada na corte, Margarida terá de escolher o seu caminho e esconder a todo o custo o seu conhecimento de uma antiga maldição sobre os Tudor, que lentamente se torna realidade… 

O mundo anda faminto de qualquer coisa que não sabe o que é. Mãos estendidas, estômagos vazios, gente que morre à espera. Há Sempre Tempo Para Mais Nada é uma história de perda colectiva e individual, pombos e pilotos suicidas, mosquitos assassinos, macacos raivosos, e rostos sem corpo. A extinção pessoal de um viúvo, embalado numa dança de miséria irresistível que faz da distância um pormenor. Uma viagem de Lisboa a Varanasi, na Índia, terra de morte definitiva num tempo em que nem todas o são, onde o viúvo espera consumar, afundada no rio Ganges, a mais triste das despedidas.

Não, realmente, o termo «islamofobia» é mal escolhido se quisermos falar do ódio que alguns loucos têm aos muçulmanos. Não só mal escolhido: é perigoso. […] Lutar contra o racismo é lutar contra todas as formas de racismo; lutar contra a islamofobia significa lutar contra o quê? Contra a crítica de uma religião, ou ódio contra pessoas que praticam esta religião por serem de outro país? Charb, uma das figuras principais da Charlie Hebdo, forte defensor da igualdade de direitos, reflete a sua preocupação em ver a luta antirracismo ser substituída por uma luta pela proteção e promoção de uma religião. 

Porque o termo «islamofobia» sugere que é mais grave para detestar o Islão, isto é, uma corrente de pensamento perfeitamente criticável, do que os muçulmanos. E, se criticar uma religião não é um crime, discriminar alguém por causa da sua afiliação religiosa é-o, inquestionavelmente. Um opúsculo salutar que serve para mostrar que a palavra «islamofobia» só agrada os racistas, islamitas radicais, políticos demagogos e jornalistas preguiçosos.

«Num mundo cada vez mais difícil, é altura de as pessoas agarrarem a vida pelas rédeas, sem esperarem indefinidamente por soluções milagrosas. Gandhi, Steve Jobs, Buda ou Picasso: são muitos os que se libertaram de determinismos e ideologias, decidindo o seu destino e mudando o mundo. Hoje, milhares de trajetórias humanas, famosas ou anónimas, dão o sinal de um novo Renascimento. Todas elas incentivam à reflexão sobre o caminho a seguir, de modo a escolher e a triunfar na vida. Quantos mais não se resignarem, mais profunda será a democracia, mais energia existirá, mais riqueza se criará. Onde quer que esteja, seja quem for: aja como se nada lhe fosse impossível. Tenha a coragem de agir. Assuma o controlo sobre a sua vida!» – J.A. Jacques Attali, ex-conselheiro especial de François Mitterrand e presidente da PlaNet Finance, além de autor de numerosas obras, convoca cada um de nós a não esperar e a fazer a sua própria revolução. Em Decida a Sua Vida, oferece-nos os passos a seguir para lá chegarmos. Temos tudo a ganhar.

Segredos e dicas para uma comunicação eficaz.

Campeão de vendas na área de interesse geral da Editora Saraiva, o clássico consagrado pelo público, sempre presente nas listas dos mais vendidos em todo o país, vem recebendo desde o seu lançamento elogios de prestigiados órgãos da imprensa. Autor de 21 livros sobre a arte de falar em público, Reinaldo Polito expõe nesta obra ampliada, de maneira clara, simples e didática, toda a sua experiência de décadas a ensinar executivos e profissionais liberais a apresentarem-se com desembaraço e sem inibições. Cada capítulo é uma verdadeira aula que oferece passo a passo todas as técnicas para se tornar um comunicador excecional.

O leitor aprenderá a controlar o medo de falar em público, a falar de improviso, a conquistar ouvintes hostis e indiferentes, a preparar e a fazer palestras, a evitar as brancas, a ordenar o raciocínio, a ampliar o vocabulário, a melhorar a voz, a corrigir a postura e a gesticulação, a fazer saudações e despedidas, a apresentar oradores, a usar o microfone, a participar em reuniões e a desenvolver todos os aspectos Reinaldo Polito é formado em Administração de da boa comunicação.

Longas filas de videiras estendem-se pelas colinas suaves de Borgofranco. Há dois séculos que a família Brugliani é proprietária daquele antigo burgo e das vinhas, tratadas com paciência para delas extrair vinhos preciosos e únicos. Aos 35 anos, Angelica é a herdeira da tradição e do património familiar. Mãe, esposa, empresária de sucesso: tudo parece perfeito na sua vida. Só ela sabe que por detrás daquela fachada se esconde um mundo sombrio, feita de mentiras – as do marido – e de sonhos pueris.

Uma noite, em que conduzia sua moto e sentindo-se dominada pela amargura e pelas lágrimas, Angelica não se apercebe de que o carro à sua frente está a travar. O choque é violento, mas felizmente sem consequências graves, quer para ela, quer para o condutor do automóvel, Tancredi D’Azaro. Angelica não sabe ainda que aquele homem é um dos chefs mais aclamados em todo o mundo. E ambos ignoram que, depois daquele encontro fugaz, o destino voltará a entrelaçar os seus caminhos, suscitando a tentação de um novo começo. É então tempo de fazer escolhas, tendo em conta o peso do passado e as responsabilidades do presente – porque a vida é feita de sonhos e paixões.

Um rei assassinado pelo seu mais antigo inimigo. Um império dominado por um povo austero e intolerante. Quatro príncipes exilados determinados a cumprir um destino. Recuperar o trono de Acácia poderá ter consequências devastadoras.

A luta apocalíptica contra os Mein terminou. Uma vitoriosa Corinn Akaran reina no Império Acaciano do Mundo Conhecido. Apoiada no seu conhecimento de artes mágicas do livro «A Canção de Elenet», ela reina com mão de ferro. E reconstruir um império desgastado pela guerra não é fácil. Das misteriosas Outras Terras, chegam à corte notícias inquietantes, e Corinn envia o seu irmão, Dariel, como emissário pelos mares tempestuosos das Encostas Cinzentas.

Ao chegar àquele distante continente, este antigo pirata é apanhado numa rede de velhas rivalidades, ressentimentos, intrigas e uma crescente deslealdade. A sua chegada provoca um tal tumulto que o Mundo Conhecido é de novo ameaçado pela possibilidade de invasão — algo que tornaria os anteriores perigos numa brincadeira de crianças. Sem aparentes obstáculos, um novo ciclo de acontecimentos que irá arruinar e remodelar o mundo está prestes a começar…

“Purgatorial” é todos os ecos de fogo e cinzas dentro da alma humana. É as feridas e as cicatrizes – os golpes na pele crua a arder de tinta fresca. Fernando Ribeiro revela a amplitude do seu fogo interior, dilacerando palavras no papel branco: um fogo escultor de poemas de sangue e de granito.

Século XVIII. Reina D. José, governa o Marquês de Pombal. O irrequieto conde de Fróis é desterrado para a longínqua praça de S. Gens. Declara-se a guerra entre Portugal e os exércitos coligados de Espanha e França. O jovem conde tudo fará para defender a insignificante fortaleza, indo muito para além do que lhe é exigível. Instala-se uma guerra de cerco feroz e movimentada, com grande aparato e violência. Mas a vontade popular é fátua e inconstante. E até os mais próximos e insuspeitos optam pela sua conveniência pessoal. Em todas as muralhas há uma porta da traição.

Almada Negreiros por quem o conheceu de perto.

Nas palavras da sua autora, esta é uma kind of biography — uma magnífica viagem pela vida e obra de Almada Negreiros onde somos conduzidos por alguém que o conheceu de perto e teve acesso a material até aqui desconhecido. Como diz Maria José Almada Negreiros, «[…] não estava a fazer uma biografia morosa mas, em contrapartida, apareceu tanta coisa nova que foi como se fosse. Todo aquele vazio de Paris, e a sua vida entre 1920 e 1930, que não eram públicos, são novidades. Novidades — tanto tempo guardadas em caixas de cartão, em prateleiras de armários onde não se mexe.»

Este romance é sobre um processo histórico único no mundo e uma das mais solitárias guerras de libertação nacional. Neste período, a FRETILIN travou contra o invasor indonésio uma guerra de independência e uma guerra social numa metade de uma ilha isolada do resto do mundo pelo invasor e sem qualquer espécie de retaguarda para se refugiar ou para se abastecer. Na sua terra invadida, a pátria estava na presença social, física e sentimental dos seus guerrilheiros liderados por Nicolau Lobato. 

Os homens e mulheres das FALINTIL deixaram de existir no presente para se continuar no futuro. Eram homens e mulheres de coração poderoso cujos olhos pareciam olhar para o fundo do futuro, homens e mulheres que permaneciam livres mesmo na prisão e que mesmo nus morriam de pé. O testemunho dos sobreviventes desta etapa que vai de 1973 a 1980, repõe a memória concreta dos episódios então vividos pela nação timorense mas nada nos é revelado da vida dos seus heróis e heroínas. Até à restauração da independência a 20 de Maio de 2002, a morte é a paisagem que absorve os elementos humanos e a vida material dos seus guerrilheiros e de toda a nação. 

O que impressionou vivamente a escritora Joana Ruas foi essa experiência ao mesmo tempo religiosa e laica que através do cimento do seu sonho de liberdade colectiva, da sua fé e da força da linguagem venceu a angústia da morte e a certeza da destruição.

«É preciso que o leitor saiba que, ao escolher este livro, acertou em cheio. Este é um livro que desfaz a nossa falta dele. É um livro que torna próximo, reunido e nítido o que até agora estava distante, disperso e desfocado. É um livro que, 55 anos depois, restitui à voz de Almada o seu som escrito mais sonoro, mais sucinto, mais sucessivo (“alto e bom som”, gostava ele de dizer). É um livro atravessado por uma estrada que passa em todos os lugares onde aquele para quem a arte era um todo e o artista um tudo firmou a sua soberania, a sua sabedoria, o seu saque. É um livro de palavras que procuram uma verdade que não é o contrário de uma mentira, mas o oposto de uma outra verdade. É um livro por onde o tempo corre para acompanhar a sua fuga: garrafa arrebatada ao mar fundo do passado, lança atirada à terra seca do presente, nave apontada ao céu alto do futuro (“Até hoje fui sempre futuro”, Almada). É um livro (documento, depoimento e testemunho) que fala da geometria que fala — que fala da geometria que “assim fala”».

José Manuel dos Santos, no Prefácio a esta edição.

No Beco das Sardinheiras tudo pode acontecer. O que está em cima é igual ao que está em baixo, o que é estreito pode ser largo, o que é pequeno é grande também. É uma permanente alegria – olhem os desenhos de Pierre Pratt – de uma rua em festa que entende que nunca, mas nunca, se deve confundir género humano com Manuel Germano.

Tudo começa na Primavera de 1833. Profundamente abalado por um desgosto de amor, o doutor Vasco Lacerda decide abandonar Lisboa para tentar curar o coração ao sol de uma nova vida, nos trópicos. Contudo, no decurso da sua viagem, vê-se arrastado, contra vontade, para o mundo da escravatura e toma contacto directo com realidades de que já ouvira falar, mas que nunca tinha sentido e percebido na sua verdadeira natureza. E trava, também, conhecimento com a gente que, para o melhor e o pior, povoa esse bárbaro mundo: Tarquínio Torcato, o cruel negreiro; Gaspar, o negro que odeia negros; Sara, a escrava que acende o desejo em todos os homens; Quisama, a pretinha que tudo quer aprender; Januário Paraíso, o velho cocheiro que canta canções de amor; e muitos outros e outras que enchem de afectos e de vida um universo de horrível desumanidade.

“Do Outro Lado do Mar” leva-nos numa viagem emocionante por esse universo, dos sertões de Angola às fazendas do Brasil, do ventre do navio negreiro à fábrica de açúcar, e mostra-nos como mesmo nos sítios mais improváveis e nas situações mais extremas podem nascer e crescer a solidariedade, a abnegação e fortíssimas relações de amor.

Romance, biografia, argumento cinematográfico: “O Selvagem da Ópera” é tudo isto, pela pena brilhante de Rubem Fonseca. Tem como protagonista o compositor Antônio Carlos Gomes, autor de O guarani e de outras óperas outrora famosas e hoje esquecidas, como “Fosca”, “Salvator Rosa”, “Maria Tudor” e “Il Schiavo”.

Ao relatar a trajetória do músico brasileiro – a sua partida do Rio de Janeiro imperial, sob os auspícios do imperador D. Pedro II, a sua ida para Milão, os seus inúmeros casos amorosos, o reconhecimento da sua arte pelos maiores nomes da ópera de então, compositores, maestros e cantores, garantindo o seu lugar num mundo em que circulam Verdi, Puccini, Ponchielli e Wagner, e os difíceis anos finais marcados por tragédias familiares e esterilidade criativa –, Rubem Fonseca faz-nos entrar no extraordinário panorama do mundo operático do final do século XIX e descreve as vicissitudes da vida de um grande artista que, tal como nas grandes óperas dramáticas, tocou os extremos do êxito e da tragédia.

Vencedor do prestigiado Prémio PT Literatura 2014, no género poesia, com o livro Observação do Verão seguido de Fogo, Gastão Cruz é o autor de uma vasta obra e um dos nossos mais notáveis poetas contemporâneos. Óxido é o seu mais recente livro de poesia

«L de Lisboa» é o primeiro livro de poesia a solo que Ana Marques Gastão publica na Assírio & Alvim, após a sua estreia no catálogo da editora em 2001 com o livro «Três Vezes Deus», em co-autoria com Armando Silva Carvalho e António Rego Chaves. E embora a cidade de Lisboa esteja aqui omnipresente este é um livro que transcende largamente essa unidade temática. Portugal, História e identidade, os tempos presentes, o impuro e a beleza. «Lisboa sim ou talvez não.»

Fred, o Estranhão, está de volta com novas e inesperadas peripécias. Desta vez, enfrenta o pior pesadelo de qualquer filho: uma avaria da mãe; ajuda a avó a decifrar o Grande Mistério (da vida depois da morte); foge para uma ilha deserta sem sair do quintal; e envolve-se num caso policial – o estranho caso da orelha cortada. E ele que só queria ter uma vida normal, sem sobressaltos…

Mas isso não é tarefa fácil para um Estranhão. Pois não?

Os animais do Natal também têm as suas histórias: inesperadas, aventurosas, ternas e divertidas.

O burro tem pouco de burro. A vaca sonhadora também é capaz de lutar com lobos. E até os camelos, nas suas andanças, descobrem o mundo e… o amor!

Com estas histórias originais, bem-humoradas e ternurentas poderás conhecer melhor estas personagens, fora da imobilidade do presépio, onde foram parar.

O que acontece quando um admirador secreto persistente e intrigante tenta uma senhora virtuosa?

Sophie sabe que não deve sucumbir à tentação, mas quando descobre que o admirador que lhe envia presentes e bilhetes escandalosos é o jovem e delicioso visconde Breton, não pode deixar de se sentir lisonjeada e considera uma ligação. Ninguém saberá, porque essa será a oferta proposta.

Julius Valacourt pode ter má fama, mas a mulher dos seus sonhos é ardilosa e está determinado a mudar a sua maneira de pensar. Quando sente que ela está na dúvida, intensifica a corte e concorda com todos os termos. Tudo parece correr de feição até que Sophie acaba com as suas fantasias.

Um caso secreto, apaixonado, que pode terminar em desastre social ou revelar-se uma extraordinária história de amor…

O segundo livro de uma das séries de maior êxito da autora: A Casa de Trent.

Lukas Hawkins, o segundo filho e libertino da problemática Casa de Trent, está empenhado numa missão: encontrar a mãe desaparecida. Emma Curtis conhece a reputação de libertino de lorde Lukas… e espera usá-la em seu proveito. Uma grande história de amor nascerá entre os dois. Um romance de sedução, intriga e traição, mas acima de tudo de amor.

Pilar Eyre, uma jornalista madura e ainda tomada por uma grande paixão pela vida, conhece Sébastien, um correspondente de guerra francês muito atraente. Entre ambos nasce um amor inesperado, que os leva a viver três dias de uma intensa relação erótica e sentimental. Esta não é uma bela história de amor crepuscular, esta é uma bela história de amor entre uma mulher que se atreve a chegar até ao limite e um homem sequestrado por uns sentimentos imprevistos.

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Miminhos Acabados de Chegar das Edições Saída de Emergência! https://branmorrighan.com/2015/09/miminhos-acabados-de-chegar-das-edicoes.html https://branmorrighan.com/2015/09/miminhos-acabados-de-chegar-das-edicoes.html#respond Thu, 24 Sep 2015 19:20:00 +0000

Chegaram ontem a casa estas três obras editadas pelas Edições Saída de Emergência. Começando pelo centro, desde que soube que Rainha Vermelha ia ser lançado em Portugal que queria pegar nele e eis que finalmente tenho essa oportunidade! Podem ler mais sobre o livro aqui e participar no passatempo, se ainda não o fizeram, aqui. Passo para a série Acácia, da qual ainda só li os dois primeiros livros e cujas opiniões estão publicadas aqui. O terceiro, mas primeiro ali na imagem, é um romance histórico passado no tempo da Segunda Guerra Mundial e conta a história de duas irmãs que a guerra separou e o terrível segredo que deixaram para trás! Outras informações aqui

Gostaram destas aquisições? Existem alguma em particular que gostassem de ler?

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Coisas Boas que Chegaram Ontem a Casa https://branmorrighan.com/2015/09/coisas-boas-que-chegaram-ontem-casa.html https://branmorrighan.com/2015/09/coisas-boas-que-chegaram-ontem-casa.html#respond Fri, 11 Sep 2015 11:05:00 +0000

Ontem cheguei a casa e tinha uns envelopes bem bons à minha espera! A foto não tem muita qualidade, eu sei, o meu telemóvel não é assim tão bom, mas vou deixar-vos aqui as informações fundamentais sobre cada uma destas relíquias.

Começando ali pela primeira capa com o disco, esta é a tão aguardada Antologia da ZigurArtists. Já aqui falei sobre ela, mas acho que o que interessa mesmo é ouvir – podem crer que já está a rodar no carro, pena as colunas não serem muito boas – e por isso deixo-vos já aqui o link para tal: https://zigurartists.bandcamp.com/album/antologia

Assim Foi Auschwitz, de Primo Levi com Leonardo de Benedetti, é um documento inédito sobre as condições de vida nos Lager, durante a Segunda Guerra Mundial.

A Vinha do Anjo é o mais recente livro publicado pela Porto Editora da autora de sucesso Sveva Casati Modignani. A Vinha do Anjo conta-nos a história envolvente de uma família e de uma tradição milenar. Traça também o retrato de uma protagonista – Angelica – fascinante no qual se reveem muitas das mulheres empreendedoras e corajosas que anonimamente constroem as nossas sociedades. 

E é isto! Gostaram de ouvir a antologia? Desejam ler algum destes livros? Contem-me coisas. Beijos!

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Aquisições de Julho de 2015 https://branmorrighan.com/2015/08/aquisicoes-de-julho-de-2015.html https://branmorrighan.com/2015/08/aquisicoes-de-julho-de-2015.html#respond Thu, 06 Aug 2015 11:15:00 +0000 OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/08/opiniao-guerreiro-dos-sonhos-predadores.html

Filho de deuses violentos, Cratus passa os tempos da sua eternidade a lutar em nome dos deuses antigos que o trouxeram à vida. Ele é a morte personificada a quem quer que se atravesse no seu caminho. Até ao dia em que baixou os braços e simplesmente não lutou mais, impondo um auto exílio. É então que um antigo inimigo liberta as suas forças e usa os sonhos humanos como campo de batalha. A única esperança da humanidade reside precisamente naquele que se recusa continuar a lutar: Cratus.

Sendo uma Caçadora de Sonhos, Delphine passou a eternidade a combater os predadores que se alimentam do nosso estado inconsciente. Mas os seus aliados voltam-lhe as costas e ela sabe que, para sobreviver, os Caçadores de Sonhos precisam de um novo líder: alguém que os oriente e ensine a lutar contra os novos inimigos. Cratus é a sua única esperança. No entanto, é Delphine a amarga recordação que fez Cratus baixar os braços…

Era uma Vez em Angola é o primeiro romance de Guilherme Valadão (nascido em Angola em 1940). Conta a história de um rapaz que foge de casa aos dez anos, escapando a um pai violento. Durante a puberdade e adolescência, João Botelho enfrenta todos os riscos de viver na rua até chegar finalmente ao seu destino. Enfrentando os perigos da selva, seguia o seu sonho de tornar-se homem num ambiente seguro. Uma narrativa herdeira do Mogli de Kipling, que acompanha o crescimento de uma criança em Angola nos anos 50.

Dois mundos estão à beira de uma guerra cruel. Através de um assombroso ardil, Karou assumiu o controlo da rebelião das quimeras e tem a intenção de as desviar do caminho da vingança extrema. O futuro depende dela.

Quando o brutal imperador serafim traz o seu exército para o mundo humano, Karou e Akiva estão finalmente juntos – se não no amor, ao menos numa aliança provisória contra um inimigo comum. É uma versão alterada do seu antigo sonho, mas ambos começam a ter esperança de que será possível forjar um destino alternativo para os seus povos, e, talvez, para si próprios.

Porém, com ameaças ainda maiores a desenharem-se, serão Karou e Akiva fortes o suficiente para se erguerem entre anjos e demónios?

Das cavernas dos Kirin às ruas de Roma, humanos, quimeras e serafins lutam, amam e morrem num cenário épico que transcende o bem e o mal, nesta impressionante conclusão da trilogia bestseller Entre Mundos.

Publicado originalmente em 1942, O Estrangeiro foi o primeiro romance de Albert Camus e, a 23 de julho, chega às livrarias portuguesas numa nova edição da Livros do Brasil, revista de acordo com o texto fixado pelo autor, e com prefácio de António Mega Ferreira.

Sendo indubitavelmente uma das obras-primas da literatura francesa do século xx, foi traduzida em mais de quarenta línguas e adaptada para o cinema por Luchino Visconti em 1967. Nesta história, o protagonista Meursault recebe, um dia, um telegrama informando-o de que a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia – até que ocorre um homicídio. Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, em O Estrangeiro joga-se o destino de um homem perante o absurdo e questiona-se o sentido da existência.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-o-mar-infinito-5-vaga-2-de-rick.html

Segundo volume da trilogia A 5.ª Vaga. Com a espécie humana quase extinta e com a quinta vaga em marcha, Cassie Sullivan e os seus companheiros têm de tomar uma decisão crucial: enfrentar o duro inverno e ficar à espera que Evan Walter, que nem tão-pouco sabem se ainda está vivo, regresse ou partir à procura de mais sobreviventes, porque o próximo ataque de os Outros é mais do que possível, é inevitável…

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-na-presenca-de-um-palhaco-de.html

O cientista Marcos Trelles prepara-se para publicar um artigo numa importante revista da especialidade, mas terá de anexar uma curta biografia de trezentas palavras. Nas duas semanas de que dispõe para a escrever, viaja com a esposa até à casa da sogra, falecida um ano antes, para resolver de vez o problema da herança.

Na mesma altura, regressa a Espanha Abel, o cunhado, que pretende vender a casa da mãe e desfazer-se da última coisa que o liga ao país onde nasceu. Célebre comediante já reformado, foi ele quem, anos antes, empreendeu uma campanha política que elegesse um manequim para o Congresso, como forma de desmascarar o teatro político que nos subjuga.

Quem sou eu? Esta interrogação desafia Marcos a encontrar, no caos do nosso quotidiano de austeridade e desemprego, uma possibilidade de ordem dentro de sim, mas igualmente dentro de um país despedaçado. Neste romance,  a prosa limpa de Andrés Barba esconde a navalha com que se escalpeliza o espetáculo da política.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-doce-tortura-de-rebecca-james.html

Tim encontra um quarto para alugar, mas há uma condição para que o possa arrendar: Terá de fazer todos os recados à dona do quarto, uma mulher muito reservada e pouco amistosa, que nunca abandona a casa. Começam a acontecer coisas estranhas na casa e, ao mesmo tempo que o desconforto de Tim vai aumentando, crescem também os seus sentimentos pela bela e misteriosa dona da casa. Que tipo de pessoa será: alguém que merece compaixão, alguém para amar ou alguém para temer?

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-o-lago-dos-sonhos-blackthorne.html

Em troca de ajuda para escapar a um longo e injusto encarceramento, a amarga curandeira mágica Blackthorn jurou pôr de lado o seu desejo de vingança contra o homem que destruiu tudo o que lhe era querido. 

Seguida por um companheiro de clausura, um homem grande e silencioso chamado Grim, ela viaja para o norte, rumo a Dalriada. Aqui, viverá na orla de uma misteriosa floresta e terá de cumprir, durante sete anos, a promessa que fez ao seu libertador: aceder a todos os pedidos de socorro que lhe forem dirigidos. Oran, príncipe herdeiro do trono de Dalriada, esperou com ansiedade a chegada da sua noiva, Lady Flidais. Conhece-a apenas por via de um retrato e da poética correspondência que trocaram entre si e que um dia o convenceu de que Flidais era o seu verdadeiro amor.

Oran descobre, porém, que as cartas também mentem, pois, embora igual em aparência à imagem no retrato, a sua noiva vem a revelar-se uma mulher muito diferente da criatura sensível e sonhadora que escreveu aquelas cartas. Nas vésperas do seu casamento, o príncipe não vê saída para a o seu dilema. Mas corre o rumor de que Blackthorn possui um dom extraordinário para a resolução de problemas espinhosos, e ele pede a sua ajuda. Para salvar Oran das suas insidiosas núpcias, Blackthorn e Grim vão precisar de todos os seus recursos: coragem, engenho, astúcia e talvez até um pouco de magia. 

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/08/opiniao-lugares-escuros-de-gillian-flynn.html

Passados vinte e cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela.

O Kill Ckub da Matança é uma macabra sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários. Quando localizam Libby e lhe tentam sacar os pormenores (provas que esperam vir a libertar Ben), Libby engendra um plano para vir a lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada maquia, estabelecerá contacto com os intervenientes daquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido.

À medida que a busca de Libby a leva de clubes de striptease manhosos no Missouri a cidadezinhas turísticas de Oklahoma agora abandonadas, a narrativa vai voltando atrás, à noite de 2 de janeiro de 1985. Os acontecimentos desse dia são recontados aos olhos dos membros condenados da família de Libby, incluindo Ben, um miúdo solitário cuja raiva pelo pai indolente e pela quinta degradada o leva a uma amizade inquietante com a rapariga acabada de chegar à cidade

Peça a peça, a verdade inimaginável começa a vir ao de cima e Libby dá por si no ponto onde começara: a fugir de um assassino.

Uma terrível tragédia familiar leva Jacob, um jovem de 16 anos, a uma ilha remota na costa do País de Gales, onde vai encontrar as ruínas do lar para crianças peculiares, criado pela senhora Peregrine.

Ao explorar os quartos e corredores abandonados, apercebe-se de que as crianças do lar eram mais do que apenas peculiares; podiam também ser perigosas. É possível que tenham sido mantidas enclausuradas numa ilha quase deserta por um bom motivo. E, por incrível que pareça, podem ainda estar vivas…

Um romance arrepiante, ilustrado com fantasmagóricas fotografias vintage, que fará as delícias de adultos, jovens e todos aqueles que apreciam o suspense.

Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, começa a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não conduzem a lado nenhum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu há anos se quiser sobreviver a este regresso a casa.

Passaram três semanas desde que Ethan Burke chegou a Wayward Pines. Os residentes desta cidade não comandam as suas vidas. Mas Ethan descobriu o surpreendente segredo do que existe além da cerca eletrificada que rodeia Wayward Pines e que a protege do assustador mundo exterior. O último volume da trilogia Wayward Pines – agora também série de sucesso na Fox – vai mantê-lo preso até à última página.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/08/opiniao-rooftoppers-os-vagabundos-dos.html

Sophie é resgatada por Charles Maxim das águas do Canal da Mancha, após o barco em que viajava ter sofrido um naufrágio. Sozinha no mundo, a criança não terá mais de um ano e fica a viver em Londres sob a tutela provisória de Charles, que a ama e educa como uma filha de verdade. Sophie cresce na esperança de vir encontrar a mãe, perdida no naufrágio. Mas cresce também num misto de felicidade e angústia, pelo receio de um dia ser forçada a ir para um orfanato. E é naquela esperança, que no amor funde a irracionalidade da crença com a audácia e a astúcia da vontade, que chegado esse dia, Charles e Sophie decidem que há só uma saída: fugir de Londres e ir para Paris, à “caça” da mãe. É aqui que Sophie conhece os vagabundos dos telhados e os torna cúmplices leais da sua aventura. É uma história de amor e de afetos, de laços de amizade e cumplicidade, de medos, angústias, sacrifícios, de hesitações e coragem, de argúcia e destreza. Dá voz aos mais pequenos e aos ignorados e marginalizados da sociedade. Os atos mais simples são os mais generosos, e a bondade é uma virtude relembrada a cada som que a música, sempre a música de um violoncelo, vai ecoando ao longo das páginas, por cima dos telhados. E é uma história sobre a mãe. E sobre a filha. E sobre um homem que, não sendo pai, foi o melhor pai de sempre. “Talvez seja, pensou ela, o que amor faz. Não existe para te fazer sentir especial. Mas para te dar coragem. Era como uma ração para o deserto, como uma caixa de fósforos num bosque escuro. (…) Era o que a mãe sempre tinha sido para ela. Um lugar para repousar o coração. Um refúgio para recuperar o fôlego. Um conjunto de estrelas e mapas.” – K. Rundell, Os Vagabundos dos Telhados.

No verão de 1553, Brendan Prescott é chamado à corte inglesa dos Tudor para se tornar escudeiro de Robert Dudley. Na mesma noite em que chega à corte, Lorde Robert encarrega-o de entregar secretamente um anel à princesa Isabel. Frente a frente com a emblemática princesa, e depois de ela se recusar a aceitar a joia, o jovem escudeiro percebe que se encontra no meio de uma trama de conspirações e mentiras. Os Dudley planeiam uma traição mortal contra o rei Eduardo VI e as suas duas irmãs Maria e Isabel com um único fim: chegar ao trono. Destemido e convicto de que o que vai fazer é o melhor para Inglaterra, Brendan Prescott alia-se a Isabel e aos seus protetores. Torna-se assim um agente duplo em defesa da coroa, contra a ambição desmedida dos Dudley. Num enredo misterioso envolto em intrigas, perseguições, assassínios e corrupção, Prescott acaba por descobrir também as suas verdadeiras origens e a sua própria história. Uma história que esconde um segredo muito mais perigoso e mortal do que ele alguma vez poderia imaginar.

Quando Ana nasceu, o mundo mudou. Durante cinco mil anos, o mesmo milhão de almas renasceu uma e outra vez, guardando consigo a memória das experiências vividas e de tudo o que aprenderam. Mas Ana é nova. Não é nenhuma das almas que todos conhecem desde o princípio de tudo e, por isso, a sua existência é, para muitos, perturbadora.Temida ou desprezada pela maioria, incluindo a sua própria mãe, Ana quer apenas descobrir quem é e porque nasceu. São essas as razões que a levam a partir em busca de respostas. Mas a perigosa jornada até a cidade Coração é apenas o início da aventura e, contando apenas com a proteção de um amigo inesperado, Ana está longe de imaginar que o seu mistério se prende com o coração da própria cidade.

Em vésperas do seu 40.º aniversário, Sara Léon, uma espanhola emigrante em Londres, dá-se conta de que não é uma mulher feliz. O trabalho na empresa já não a entusiasma. A relação com Joáquin está próxima do fim. Em Espanha, a crise económica afeta de forma irreversível a sua família. E como se isto não bastasse eis que entra na sua vida, através de uma janela, Sibila, uma elegante e misteriosa gata abissínia falante que prova conhecer mais sobre a vida de Sara do que a própria. De olhar penetrante, um sentido de humor peculiar e uma sabedoria milenar, Sibila dispõe-se a ajudar Sara a enfrentar os desafios e a acreditar novamente nos seus sonhos. Contudo, há um problema: Sara receia que Sibila não seja mais do que um sintoma precoce de perturbação mental. Desde quando é que os gatos falam? Há muitos caminhos para chegar à felicidade, mas os gatos conhecem todos os atalhos.

Confessa que não confias em ninguém.Eis Tandy Angel. O primeiro caso que conseguiu resolver foi o da morte dos seus pais ricos e famosos. Agora tenta ilibar o seu irmão da acusação de ter matado a namorada grávida. Mas Tandy também está em perigo. Confessa que não te sentes segura.Jovens raparigas dos colégios mais exclusivos de Nova Iorque estão a aparecer assassinadas, e a polícia está longe de descobrir o culpado. Confessa que é demais para ti.Uma das vítimas era colega de Tandy na mesma escola de elite que esta frequenta. Tandy suspeita de um assassino em série, mas a polícia não lhe dá ouvidos. Tandy também não consegue ignorar que ela própria se encaixa no perfil das vítimas.Conseguirá ela descobrir o assassino antes de se tornar o próximo alvo?

Mistério, enigmas, intriga, paixão, erotismo… e muito suspense num fascinante thriller histórico, baseado em factos reais, que nos transporta até à Grécia Antiga e à vida de Pitágoras, uma figura incontornável que muito contribuiu para o avanço da humanidade. Corre o ano de 510 a. C. em Crotona, uma das colónias da Magna Grécia, no mar Jónico. Pitágoras, com 70 anos, está prestes a escolher oseu sucessor entre os melhores dos seus discípulos quando, de súbito, estes começam a ser assassinados… Para resolver o caso, Pitágoras contrata os serviços de Akenon, um famoso investigador egípcio e, juntamente com a filha mais nova de Pitágoras, Ariadna, vão tentar descobrir a identidade e a motivação do misterioso assassino que ameaça toda a comunidade pitagórica e a vida do seu próprio mestre.

A sequela do best-seller internacional “O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares”. Jacob Portman chegou ao Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares em busca de respostas para a misteriosa morte do seu avô – mas encontrou ainda mais mistérios… Depois de viajar no tempo até 1940, Jacob conhece as crianças peculiares – rapazes e raparigas com poderes sobrenaturais -, e a senhora Peregrine, que toma conta delas e as protege das perigosas criaturas que parecem determinadas a exterminá-las. Quando o lar é destruído e a senhora Peregrine fica em perigo, Jacob, com os seus recém-descobertos poderes, junta-se aos seus novos amigos para tentarem salvá-la. Contudo, as ruas de Londres durante a Segunda Guerra Mundial não são nada seguras para um grupo de crianças sozinhas…A aventura d’ “O Lar da Senhora Peregrine Para Crianças Peculiares” continua em Cidade sem Alma, onde Jacob e os seus amigos têm de enfrentar desafios inimagináveis para se salvarem.

Meg é uma profetisa de sangue. Sempre que a sua pele é cortada, ela tem uma visão do futuro – um dom que mais lhe parece uma maldição. O Controlador de Meg mantém-na aprisionada de forma a ter acesso total às suas visões. Quando finalmente ela consegue escapar, o único sítio seguro para se esconder é no Pátio de Lakeside – uma zona controlada pelos Outros.

O metamorfo Simon Wolfgard sente alguma relutância em contratar a estranha que lhe pede trabalho. Sente que ela esconde algo e, para além disso, ela não lhe cheira a uma presa humana. Algo no seu íntimo leva-o a contratá-la, mas ao descobrir quem a jovem realmente é e que o governo a procura, ele terá de tomar uma decisão. Será que proteger Meg é mais importante do que evitar o confronto que se avizinha entre humanos e Outros?

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Aquisições de Junho de 2015 https://branmorrighan.com/2015/07/aquisicoes-de-junho-de-2015.html https://branmorrighan.com/2015/07/aquisicoes-de-junho-de-2015.html#respond Mon, 06 Jul 2015 16:45:00 +0000 OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/06/opiniao-fusao-de-julianna-baggott.html

Em Fusão, voltamos a encontrar Pressia, a jovem determinada a descobrir os segredos do passado; Lyda, a guerreira; Bradwell, o revolucionário; El Capitan, o guarda e por fim Partridge, um Puro. Juntos organizam um grupo de guerrilha para pôr termo a um plano secreto e diabólico que está a ser arquitetado pela elite científica da Cúpula. Se conseguirem vencer milhares de vidas poderão ser salvas, mas se não, a humanidade corre um grave perigo… 

Este segundo volume da trilogia, iniciada com o volume Puros, é o relato de uma aventura épica mas é também uma história de amor inesquecível.

OPINIÃO: http://www.branmorrighan.com/2015/06/opiniao-para-alem-da-meia-noite-raca-da.html

Aos dezoito anos, Corinne Bishop era uma jovem bela e cheia de vida, com uma existência privilegiada como filha adotiva de uma família com dinheiro. O seu mundo mudou no instante em que foi raptada e mantida prisioneira pelo malévolo vampiro Dragos. Despois de muitos anos de cativeiro e tormento, Corinne é salva pela Ordem, um grupo de guerreiros vampiros envolvidos numa guerra contra Dragos e os seus seguidores. Para além de a terem despojado da sua inocência, Corinne perdeu também parte do seu coração… a única coisa que lhe dava esperança durante o seu calvário e a única que lhe interessa agora que é livre. 

O guerreiro Hunter é incumbido de proteger Corinne durante o seu regresso a casa. Um dos assassinos mais letais de Dragos, Hunter trabalha agora para a Ordem, e está empenhado em fazer com que Dragos pague pelos seus muitos pecados. Ligado a Corinne pelo seu mútuo desejo, Hunter terá de decidir até onde está disposto a chegar para acabar com o reinado de maldade de Dragos… mesmo que concluir a sua missão signifique despedaçar o terno coração de Corinne.

O que farão os adultos se milhares de crianças saírem à rua para reclamar os sonhos que eles se esqueceram de continuar a sonhar, de pedir a justiça em que há muito deixaram de acreditar? Continuaremos a ignorar estes cruzados com o mesmo cinismo, descrença ou inércia com que tantas vezes olhamos para o mundo que nos rodeia? Ou terá chegado a hora de darmos ouvidos aos sonhos das crianças?

Este livro reúne várias novelas do Ciclo dos Demónios que podem ser lidas como histórias independentes, mesmo por quem não conhece a obra de Peter V. Brett. Cada uma é a sua própria entrada para um mundo terrível em que os demónios deambulam pela noite, à caça de seres humanos. No entanto, para aqueles já familiarizados com o mundo do Ciclo dos Demónios, estas novelas serão um mimo especial, pois acrescentam profundidade e textura ao universo da série.

As duas primeiras, O Ouro de Brayan e O Grande Bazar, têm lugar a meio dos acontecimentos de O Homem Pintado, contando histórias sobre as aventuras de Mensageiro de Arlen Bales, antes de ele se tornar o Homem Pintado. O Ouro de Brayan fala da primeira viagem a solo de Arlen como Mensageiro, uma viagem perigosa em que ele leva explosivos para uma remota cidade mineira de montanha. O Grande Bazar foi escrito para preencher a lacuna entre O Homem Pintado e A Lança do Deserto, dando uma nova perspetiva sobre a forma como Arlen encontrou a mítica Lança de Kaji.

A terceira novela, O Legado de Mensageiro, abrange uma década, apresentando algumas personagens conhecidas e introduzindo uma nova que irá desempenhar um papel central no livro 4 do Ciclo dos Demónios: O Trono dos Crânios.

Noite de Verão em Amsterdão: dois casais encontram-se para jantar num restaurante sofisticado. A trivialidade da conversa, sobre férias e trabalho, entre garfadas satisfeitas e sorrisos educados, deixa adivinhar um jantar aparentemente normal. Aparentemente.

É quando chega o prato principal que descobrimos que os casais não se juntaram para jantar pelo prazer da refeição e da companhia, mas para discutir um acto de violência ignóbil cometido pelos filhos de ambos. Aliás, não para discutir o acto em si, mas para decidir como deverão as famílias agir face ao crime. 

Entre status e família, vamos descobrindo até onde estão as pessoas dispostas a ir para defender o que é seu e impedir o seu pequeno mundo de cair por terra. 

À medida que a refeição avança e se precipita a revelação de segredos e traições, a tensão crescente entre os casais encaminha-se para um final dramático. 

Todos têm algo a perder e ninguém pode clamar inocência. 

A natureza do mal exposta à mesa de jantar e a subtileza (i)moral da narrativa fazem desta uma história provocadora, controversa, tensa e brilhante. Um romance que conquistou a crítica e arrasou as tabelas de livros mais vendidos, com perto de um milhão de exemplares em todo o mundo.

A história de uma plebeia de grande beleza, que ascende à realeza, servindo-se dos seus trunfos e que casa com o rei Eduardo IV. Embora de origens humildes, ela mostra estar à altura da sua elevada posição social e que luta tenazmente pelo êxito da sua família. Uma mulher cujos filhos estarão no âmago de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o misterioso desaparecimento dos dois príncipes encarcerados na Torre. Através da sua visão única, Philippa Gregory explora o maior mistério por resolver, baseando-se numa investigação rigorosa e recorrendo ao seu inimitável talento como contadora de histórias.

Sophie Scaife quase tinha fugido ao destino, quando trocou o bilhete que a levaria para a faculdade por um bilhete para Tóquio. Mas um atraso no voo e um encontro escaldante com um desconhecido fê-la mudar de ideias, colocando-a no bom caminho para alcançar um ambicionado emprego numa revista de moda em Nova Iorque. 

Quando o irresistível desconhecido daquela noite extraordinária se revela como o novo chefe, o milionário magnata da comunicação Neil Elwood, Sophie não resiste à oportunidade para reacender a chama entre os dois… e a oportunidade para explorar o seu lado submisso com o homem mais dominador que alguma vez conheceu.

Neil é o único homem que compreendeu a sua necessidade de se submeter sexualmente, o único homem que conseguiu satisfazer esses desejos. Quando a sua relação tórrida e descomprometida se transforma em algo mais, Sophie terá de escolher entre a carreira e o coração… ou arriscar-se a perder ambas as coisas.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-segredos-obscuros-sebastian.html

Sebastian Bergman é um homem à deriva. 

Psicólogo de formação, trabalhava como profiler para a polícia e era um dos grandes especialistas do país em serial killers. Perdeu tudo quando o tsunami no continente indiano lhe levou a mulher e a filha. 

Tudo muda com uma chamada para a polícia. 

Um rapaz de dezasseis anos, Roger Eriksson, desapareceu na cidade de Västerås. Organiza-se uma busca e um grupo de jovens escuteiros faz uma descoberta macabra no meio de um pântano: Roger está morto e falta-lhe o coração.

É o momento de Sebastian se confrontar com um mundo que conhece demasiado bem.

O Departamento de Investigação Criminal pede ajuda a Sebastian. Os modos bruscos e revoltados do psicólogo não impedem a investigação de avançar. E as descobertas sobre a escola que Roger frequentava são aterradoras.

A herdeira Louisa Stratton está de regresso a casa em Rosemont de férias, e, a pedido da família, leva o marido, Maximillian Norwich, conhecedor de arte e amante astuto, o homem que lhes descreveu como deslumbrante. Só que há um problema: ele não existe. Louisa precisa de um falso marido para causar uma boa impressão. 

Charles Cooper, capitão da Guerra Bóer, tem um passado de origem humilde e fica desconcertado com o acordo que Louisa lhe propõe. Mas são só trinta dias e não até que a morte os separe. Onde está a dificuldade em personificar um marido, mesmo que não saiba nada sobre Rembrandt?

A verdadeira dificuldade é manter as mãos longe de Louisa, acrescido ao pequeno problema que alguém em Rosemont o tenta matar. Tentando manter a sanidade e ao mesmo tempo proteger Louisa, recupera a honra que pensara perdida no campo de batalha. Mas quando Louisa o tenta proteger, Charles descobre que encontrou uma maneira de enfrentar o seu futuro, nos braços da sua herdeira.

Com apenas uma lágrima, Eureka inundou o mundo e iniciou a ascensão de Atlântida. Se verter mais duas, nada parará o maléfico rei Atlas.

Herdeira da Linhagem da Lágrima, é a única pessoa capaz de o deter, mas para o conseguir terá de atravessar o oceano para descobrir Solon, um Semeador em fuga, que sabe como enfrentar o rei. Mas a revelação do amor entre Ander e Eureka faz com que Solon envelheça rapidamente e se senta incapaz de vencer Atlas. Se continuarem juntos, Solon morrerá em breve. Eureka precisa de se reconciliar consigo mesma e com o que o seu sofrimento causou ao mundo.

Um segredo sobre a Linhagem da Lágrima mudará tudo, passado, presente e futuro. Eureka tem uma visão de uma lagoa encantada que revela um segredo esmagador. Com esse conhecimento, será capaz de conseguir a chave para derrotar Atlas. Mas o seu coração partido poderá deitar tudo a perder.

Em A Cascata do Amor, Eureka tem a oportunidade de salvar o mundo. Mas terá de desistir de tudo, até mesmo do amor. 

Agora que o marido desapareceu e a filha cresceu, Alice precisa desesperadamente de uma nova vida. Graças a alguma tinta para o cabelo e a uns jeans justos, conquista um homem mais jovem e o trabalho que tinha antes de se converter numa mãe a tempo inteiro. Pela primeira vez, Alice, ao lado do jovem Josh e com o trabalho na editora, sente-se verdadeira e que a vida lhe está a oferecer muitas possibilidades.

Mélanie acaba de se converter ao Islão quando conhece pelo Facebook o líder de uma brigada islamita. Mélanie é, na verdade, Anna Erelle, pseudónimo de uma jovem jornalista francesa que criou um perfil falso para investigar a rede de recrutamento do Estado Islâmico. Uma história chocante que nos mostra o verdadeiro rosto dos terroristas no Estado Islâmico.

Aninhada entre montanhas perfeitas, a idílica cidade de Wayward Pines é um paraíso… se esquecermos a vedação electrificada e o arame farpado, os franco-atiradores que vigiam tudo permanentemente e a vigilância atenta que detecta cada palavra e cada gesto. Ethan Burke viu o mundo do outro lado. Ele é o xerife da comunidade e um dos poucos que conhecem a verdade.

«És puta e drogada. Achas que a polícia vai acreditar em ti ou em mim, um empresário de sucesso?» Há um negócio que sempre prospera, ilegal, imune à austeridade. Da Turquia ao Japão, da Palestina ao Camboja, do Reino Unido ao México, o tráfico humano atravessa o mundo inteiro, invisível aos cidadãos e ignorado por políticos que fingem não ver — ou que dele também dependem.Estima-se que cerca de 80 por cento das vítimas do tráfico são entregues à prostituição. Num trabalho de investigação excecional que se prolongou por vários anos, Lydia Cacho desmascara os criminosos e acompanha o rasto das vidas por eles destroçadas. Em Escravas do Poder, falam na primeira pessoa traficantes de droga e de armas, mafiosos e proxenetas, além das próprias cativas que conseguiram escapar ao carrossel do tráfico.Relato desassombrado das ligações tentaculares do tráfico sexual a um sem-número de indústrias — o turismo, a pornografia, o contrabando, a venda de órgãos e o terrorismo —, tudo depende desta rede global e sem lei, e todos pagamos sem saber o preço destas vidas. «Lydia Cacho tem medo? A pergunta pode ser óbvia, mas a resposta não.»The Guardian «Um corajoso trabalho de investigação.»The Washington Post

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Aquisições de Maio de 2015 https://branmorrighan.com/2015/06/aquisicoes-de-maio-de-2015.html https://branmorrighan.com/2015/06/aquisicoes-de-maio-de-2015.html#respond Wed, 03 Jun 2015 12:00:00 +0000 OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/05/opiniao-espia-do-oriente-freelancer-2.html

De férias na região, um investigador norte-americano é raptado do hotel onde se encontrava instalado. Uma nova pista sobre um antigo projecto de manipulação genética é descoberta e a Dark Star, uma organização terrorista internacional, está decidida a utilizar os conhecimentos deste cientista para ganhar vantagem.

Contudo, de regresso à Europa, uma das suas operacionais resolve trair o sindicato do crime e oferece-se para trabalhar como agente dupla ao serviço da inteligência britânica. O mistério adensa-se quando esta mulher, de nome de código China Girl, impõe como única condição colaborar com André Marques-Smith, o director do Gabinete de Informação e Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros português e espião ocasional.

Obrigados a trabalhar juntos para evitarem um atentado a uma importante líder europeia, uma atmosfera tensa, de suspeição e desconfiança, instala-se de imediato entre os dois. Mas que segredos esconderá esta mulher, cujo próprio nome é uma incógnita? Serão as suas intenções autênticas? Será o espião português capaz de resistir à sua invulgar e exótica beleza?

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/05/opiniao-rapariga-no-comboio-de-paula.html

Todos os dias, Rachel apanha o comboio…

No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.

Até que um dia… 

Rachel assiste a algo errado com o casal… É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afectando as vidas de todos os envolvidos.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-eterna-demanda-de-pearl-s-buck.html

«Sou suficientemente americana, talvez, para querer casar-me contigo passando por cima de tudo aquilo que sou, mas, ai de mim, chinesa que baste para saber que devo ponderar.» Que pode o conhecimento dos livros contra a experiência íntima da vida? Randolph, jovem de extraordinária criatividade, parece ter um destino traçado para o êxito. Nascido nos Estados Unidos, parte pela Europa e Ásia com o desejo de descobrir o mundo vivendo-o, numa sede interminável de sabedoria. Numa estadia em Paris, o seu caminho cruza-se com o de Stephanie. Filha de pai chinês e mãe norte-americana, também ela procura compreender e encontrar um lugar que seja seu, dividindo-se entre duas culturas aparentemente opostas. Separados durante longos intervalos e assim entregues aos seus fantasmas pessoais, preparam-se os dois para descobrir que se pode conciliar o conhecimento e a experiência, bem como as heranças ocidental e oriental, mas isso terá um preço…Décadas depois da sua morte, em 1973, a recente descoberta do manuscrito de “A Eterna Demanda”, agora editado, revela-nos aquele que talvez seja o trabalho mais pessoal de Pearl S. Buck, nesta sua derradeira obra, uma comovente exploração da identidade que forjamos para nós próprios e para os outros. O romance perdido, agora redescoberto, de uma das mais amadas escritoras norte-americanas.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-lorde-de-joao-gilberto-noll.html

«Uma bandeira do reino unido, que lembrava ter notado do quarto, agora se mostrava apenas certa mancha indistinta, flutuante. Fui para a outra janela ao lado: o mesmo. Pergunteime se o mundo daqui agora era esse, embaçado.»

Um escritor brasileiro de cinquenta anos, autor de sete livros reconhecidos e premiados pela crítica, recebe um misterioso convite de emprego de uma instituição britânica.

Depois de desembarcar em Londres e de se instalar num apartamento nos subúrbios, percebe que pode haver um contrato, mas haverá pouco mais. Sem dinheiro nem pátria, vagueia ao sabor de encontros fortuitos, alimentado pelo desejo de viver fora das páginas das suas obras, de esquecer quem é.

Lorde parte da experiência do próprio João Gilberto Noll em 2004, como escritor residente no King’s College. Nele desenha-se um retrato inquietante, herdeiro da tradição de Beckett, sobre quem somos e o que somos quando consumidos pela cultura mediática, num romance que a cada instante desfaz, como Karl Ove Knausgard, a fronteira entre a ficção e a vida.

Simultaneamente um thriller gótico, um romance apaixonado e um conto de advertência sobre os perigos da ciência, Frankenstein conta a história do estudante de ciências Victor Frankenstein. Obcecado em descobrir a origem da vida e conseguindo animar matéria inerte, Frankenstein monta um ser humano a partir de partes do corpo roubadas; porém, ao trazê-lo à vida, recua horrorizado ante a fealdade da criatura. Atormentada pelo isolamento e pela solidão, a criatura outrora inocente vira-se para o mal e desencadeia uma campanha de vingança assassina contra o seu criador, Frankenstein.

Frankenstein, um best-seller instantâneo e um antepassado importante do terror e da ficção científica, não só conta uma história aterrorizante, como também suscita perguntas profundas e perturbadoras sobre a própria natureza da vida e o lugar da humanidade no cosmos: o que significa ser humano? Quais são as responsabilidades que temos uns com os outros? Até onde podemos ir na manipulação da Natureza? Na nossa época, cheia de notícias sobre a engenharia genética, doação de órgãos e bioterrorismo, estas questões são mais relevantes do que nunca.

Na agreste paisagem islandesa, Hannah Kent traz à luz dos nossos dias a história de Agnes que, acusada do brutal assassínio do seu anterior amo, é enviada para uma quinta isolada enquanto aguarda a sua hora final. Apavorados com a perspetiva de virem a albergar uma assassina, a família que a acolhe evita Agnes nas primeiras abordagens. Apenas Tóti, um padre designado para acompanhar Agnes nesta última caminhada e ser o seu guardião espiritual, procura compreendê-la. Mas assim que a data da morte de Agnes se avizinha, a mulher e filhas do lavrador descobrem que há uma segunda versão para a história brutal que ouviram. Fascinante e lírica, “Útimos Ritos” evoca uma existência dramática num tempo e espaço distantes, dirigindo-nos a enigmática pergunta: como pode uma mulher suportar a mágoa e a injustiça quando a sua vida depende das histórias contadas pelos outros?

Desejo de Chocolate conta-nos a vida de três mulheres, que são as narradoras das histórias, e que têm em comum duas coisas: terem vivido em Barcelona e serem donas de uma chocolateira de porcelana branca, cuja inscrição na base tem uma peculiaridade: só cabe nela o conteúdo para três taças.

Sara: vive no presente e pertence a uma família de grande tradição chocolateira. Seguindo a carreira dos pais consegue que a chocolateira se expanda e orgulha-se de fabricar o melhor chocolate de Barcelona.

Aurora: vive no século o XIX. Filha ilegítima de uma criada que morreu ao dar à luz, foi acolhida pela família burguesa onde a mãe trabalhava, para servir a filha da família que nasceu ao mesmo tempo que ela. Para esta família, o chocolate era um produto proibido.

Mariana: vive no século XVIII. O marido é fabricante do chocolate mais famoso da cidade, é ele que abastece a corte francesa e inventou uma prodigiosa máquina para fazer o chocolate que todos cobiçam.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/06/opiniao-toda-luz-que-nao-podemos-ver-de.html

Marie-Laure é uma jovem cega que vive com o pai, o encarregado das chaves do Museu Nacional de História Natural em Paris. Quando as tropas de Hitler ocupam a França, pai e filha refugiam-se na cidade fortificada de Saint-Malo, levando com eles uma joia valiosíssima do museu, que carrega uma maldição. Werner Pfenning é um órfão alemão com um fascínio por rádios, talento que não passou despercebido à temida escola militar da Juventude Hitleriana. Seguindo o exército alemão por uma Europa em guerra, Werner chega a Saint-Malo na véspera do Dia D, onde, inevitavelmente, o seu destino se cruza com o de Marie-Laure, numa comovente combinação de amizade, inocência e humanidade num tempo de ódio e de trevas.

Rita Redshoes sonha. Pode sonhar com Obama ou Maria Callas, com Passos Coelho ou António Costa, pode sonhar com uma orquestra de animais, uma chuva de balas, uma valente chapada. Rita sonha e lembra-se de tudo. Para cada sonho fez uma ilustração. 40 ilustrações, 40 sonhos: era destes sonhos que queríamos ser feitos.

«Nem queria acreditar: estava grávida, com uma barriga avantajada e era Verão. Estava na antiga casa dos meus pais a conversar com a minha mãe, o meu irmão e a prima Mafalda. «É que não faço ideia como é que fiquei tão grávida de repente!», de um sonho de Rita Redshoes

Oferta do download de música inédita, criada por Rita Redshoes para dormir e sonhar.

Richard e Kahlan conseguiram finalmente vencer o poderoso Darken Rahl. Contra todas as probabilidades, encontram também uma forma de viver algo que julgavam impossível: o seu amor.

No entanto, o que parecia ser o início de um longo idílio é bruscamente interrompido: o véu para o mundo inferior foi rasgado. Darken Rahl, agora no reino dos mortos, é colocado ao serviço de um poder ainda mais sinistro, pior do que qualquer outro: o Guardião do mundo inferior pretende governar também os vivos, aprisionando-os num limbo eterno. O único capaz de o deter é Richard, o homem que nasceu para a verdade e que foi marcado pela morte.

Guerra, sofrimento, tortura e mentiras envolvem nas suas teias o seeker e a Madre Confessora. Um destino de morte violenta – ou uma existência condenada ao calvário perpétuo – parece certo, a menos que a sua coragem e fé, e um pouco de sorte, os conduzam à chave que pode circunscrever o poder do Guardião: a Pedra das Lágrimas.

De certo modo ligado a uma ocorrência criminal no início dos anos 60, Jean tenta clarificar as circunstâncias que o levaram a conviver com o grupo do Hotel Unic, em Montparnasse, e com uma certa Dannie, por quem estava apaixonado.

Juntando os seus fragmentos de memória com as peças soltas de um dossier da Brigada de Costumes, ele reabre um inquérito há muito arquivado, de que é, no fundo, a última testemunha.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/06/opiniao-arquipelago-de-joel-neto.html

No último paraíso do Planeta, a meio caminho entre o Velho e o Novo Mundo, as ventanias preparam a sua ofensiva. Ardem vulcões e terramotos, e é contra a morte que o povo dos Açores festeja, eufórico, como se em todo o caso o fim estivesse próximo. De regresso às ilhas após trinta e cinco anos de ausência, José Artur Drumonde colecciona afectos e perplexidades.

Há Elias Mão-de-Ferro, um velho endurecido pela vida no mato e pela culpa. Há Maria Rosa, uma pequena maria-rapaz, loira como só aos oito anos, conhecedora das raças de vaca e da natureza humana. Há Cabrinha, taberneiro e manipulador da consciência colectiva; há La Salete, a sua filha cozinheira e sábia; há Luísa Bretão, mulher de beleza e silêncios, a quem o regressado demorará tempo de mais a declarar-se.

A sua viagem não é a de um vencedor. Com a carreira na universidade onde ensina em risco, José Artur voltou em busca de vestígios da Atlântida, a utopia há tanto procurada por arqueólogos e historiadores, e provavelmente também da memória de José Guilherme, o avô de cuja vida de adulto a sua própria existência fora, décadas antes, uma reprodução em ponto pequeno.

A terra não treme sob os seus pés: nem o maior o terramoto o seu corpo será capaz detectar, no que constituirá o mais evidente sinal da incompletude da sua pessoa. Na autenticidade da vida do campo, na repetição dos gestos dos seus antepassados – aí se encontrará, talvez, a redenção.

Mas as entranhas da velha casa familiar escondem um segredo: os ossos de Elisabete, a criança desprovida de um braço e dotada de força sobre-humana cujo desaparecimento, quase quarenta anos antes, coincidira com o fim da sua própria infância.

Cosmogonias são textos antigos presentes em todas as civilizações. Pretendem explicar a origem do mundo, com ou sem a intervenção de deuses, em escritos de natureza mitológica ou filosófica que descrevem tempos históricos incertos das civilizações a que pertencem.

O presente livro é uma pequena coleção desses textos cosmogónicos que compreendem um período de quatro mil anos, desde a Suméria até aos Evangelhos, passando pelas cosmogonias gregas e pelo canto da criação védico. O objetivo é oferecer ao leitor português um conjunto suficientemente abrangente de textos – todos eles traduzidos das línguas originais pelo autor.

Sob a Universidade há um lugar escuro. Poucas pessoas sabem da sua existência: uma rede descontínua de túneis antigos, corredores serpenteantes e salas abandonadas. Ali, no meio desse local esquecido, situado no coração dos Subterrâneos, vive uma jovem.

O seu nome é Auri, e é uma jovem cheia de segredos.

A Música do Silêncio é um vislumbre breve e agridoce da sua vida, uma pequena aventura só dela. Ao mesmo tempo alegre e inquietante, esta história oferece-nos a oportunidade de ver o mundo pelos olhos de Auri. E dá-nos a oportunidade de conhecer algumas coisas que só ela sabe… Neste livro, Patrick Rothfuss leva-nos ao mundo de uma das personagens mais enigmáticas da série «A Crónica do Regicida». Repleto de segredos e mistérios, A Música do Silêncio é uma narrativa sobre uma jovem ferida a tentar viver num mundo destruído.

É incrivelmente rico, de uma beleza pecaminosa, e consegue levá-la a píncaros de prazer como nunca conheceu. Para Livy, é impossível voltar atrás. Está decidida a ser a luz que rompe as trevas da vida de Miller. Mas esta nova vida exige um preço alto

Um condomínio, no Porto, que deveria guardar nas suas raízes a memória de uma casa e os fantasmas dos habitantes e das grandes árvores que daí foram arrancados.  

Uma mulher que se foi tornando um fantasma de si mesma desde que as últimas árvores desse jardim tombaram. Duas irmãs gémeas que não sabem da existência uma da outra: uma parisiense, outra portuense. Um português, dono de um cinema de bairro em Paris, amigo de Laura, que vê o seu cinema arder e vai parar ao hospital, gravemente queimado. Um agente da PIDE que segue, nos anos 60, os movimentos dos habitantes e frequentadores da Casa Azul, produzindo relatórios sobre eles para as chefias. Um dossier que escapa às chamas e uma herança de cartas nunca lidas. A mãe da irmã que vive em Portugal, Rita, internada num lar, após uma tentativa de suicídio: uma tristeza profunda desde que teve de vender a casa de família, no Porto – a Casa Azul – e o seu magnífico jardim. Uma história de amor e paixão que não pode morrer, porque nasceu em Paris, no único mês de Maio em que tudo foi possível. Quatro personagens que precisam de encontrar-se para formarem um universo com sentido.

Na turbulenta Barcelona dos anos de 1920, um jovem escritor obcecado com um amor impossível recebe a proposta de um misterioso editor para escrever um livro como nunca existiu, em troca de uma fortuna e, talvez, de muito mais.

Com um estilo deslumbrante e impecável precisão narrativa, o autor de A Sombra do Vento transporta-nos de novo à Barcelona de o Cemitério dos Livros Esquecidos para nos oferecer uma aventura de intriga, romance e tragédia, através de um labirinto de segredos, onde o encantamento dos livros, a paixão e a amizade se conjugam num romance magistral.

Se me restasse apenas uma hora para viver, só uma, exactamente, que faria? Que acções empreenderia? O que pensaria? Quais seriam os meus desejos? Que marca deixaria eu? Imaginem: 3600 segundos, nada mais… Um texto inspirador, radical; uma brilhante lição de filosofia.

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Aquisições de Abril de 2015 https://branmorrighan.com/2015/05/aquisicoes-de-abril-de-2015.html https://branmorrighan.com/2015/05/aquisicoes-de-abril-de-2015.html#respond Wed, 06 May 2015 09:30:00 +0000 OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/05/opiniao-o-luto-de-elias-gro-de-joao.html

Numa pequena ilha perdida no Atlântico, um homem procura a solidão e o esquecimento, mas acaba por encontrar muito mais. A ilha alberga criaturas singulares: um padre sonhador, de nome Elias Gro; uma menina de onze anos perita em anatomia; Alma, uma senhora com um coração maior do que a ilha; Norbert, um velho louco que tem por hábito vaguear na noite; e o fantasma de um escritor, cuja casa foi engolida pelo mar. O narrador, lacerado pelo passado, luta com os seus demónios no local que escolheu para se isolar: um farol abandonado, à mercê dos caprichos da natureza – e dos outros habitantes da ilha. Com o vagar com que mudam as estações, o homem vai, passo a passo, emergindo do seu esconderijo, fazendo o seu luto, e descobrindo, numa travessia de alegria e dor, a medida certa do amor. “O Luto de Elias Gro” é o romance mais atmosférico e intimista de João Tordo, um mergulho na alma humana, no que ela tem de mais obscuro e luminoso.

Livy repara nele no momento em que entra no café.

Ele é deslumbrante, imponente, com uns olhos azuis tão penetrantes que ela mal dá conta do pedido. Quando sai pensa que nunca mais voltará a vê-lo. Até que descobre a nota que deixou no guardanapo, assinado «M».

Tudo o que ele quer é uma noite para a amar.

Sem ressentimentos, sem compromissos, apenas prazer sem limites. Olivia e Miller. São tão diferentes como o dia da noite. O desejo entre eles é inegável.

Ele é distante, agradável e misterioso:

sabe sempre o que quer e o quer é Livy. Ela é doce e atenta, uma jovem dos dias de hoje. Deseja ser feliz e amada, mas quando Miller entra na sua vida apercebe-se que perdeu o controlo sobre si própria e sucumbe à paixão desenfreada.

Livy deve ouvir o coração ou a razão?

Ela sabe que para o ter de corpo e alma terá de enfrentar os segredos obscuros de Miller, mas também receia que isso lhe traga consequências devastadoras.

O corpo de um homem é encontrado numa casa vazia. O seu coração foi arrancado e entregue à família.  A detetive Helen Grace sabe que esta não será a última vítima de um assassino em série. Os media chamam-lhe Jack, o Estripador, mas ao contrário: este mata homens de família que vivem vidas duplas e enganam as suas mulheres.

Helen consegue pressentir a fúria por detrás de cada assassínio. Mas o que ela nunca conseguirá prever é quão volátil na realidade este assassino é. Nem o que a aguarda no final desta caça ao homem.

Um jovem adulto com síndrome de Down foi condenado por fogo posto nas instalações do lar de cuidados continuados em que vivia, provocando um incêndio que causou cinco mortos. Agora, um dos que com ele partilha a ala psiquiátrica de segurança em que está internado vai contratar Thóra para provar que Jakob está inocente. Mas, então, se não foi Jakob o autor do crime, quem o será? E de que forma é que o múltiplo homicídio estará ligado à morte de uma jovem por atropelamento e fuga? 

Elena Rossini, herdeira de uma tradição familiar da arte dos aromas, não confia em ninguém, não tem nenhuma certeza e deixou de acreditar no amor. Só se sente segura quando cria novos perfumes. Os aromas são o seu caminho para chegar ao coração das pessoas. Falam dos pensamentos mais profundos, das esperanças mais íntimas: a íris oferece confiança, a mimosa dá felicidade, a baunilha protege… E Elena sempre aprendeu a ser forte. Desde o dia em que a mãe partiu, abandonando-a quando ela era apenas uma criança à procura de amor e carinho, fechou as portas à emoção e conta apenas consigo. 

Agora o destino volta a pôr Elena à prova: terá de começar do zero em Paris, a capital do perfume. Em pouco tempo consegue provar que tem um talento único para criar o perfume exacto para qualquer ocasião: reconquistar um amor perdido, superar a timidez, encontrar a serenidade. 

Será em Paris que Elena conseguirá também abrir-se às suas emoções e seguir o caminho do amor?

1539, a corte de Henrique VII teme cada vez mais as constantes mudanças de humor do rei envelhecido e doente. Apenas com um bebé, como herdeiro, o rei tem de encontrar outra esposa e o perigoso prémio da coroa de Inglaterra é ganho por Ana de Cléves.

Apesar de se mudar para um país onde os costumes e a língua são estranhos, Ana tem as suas razões para aceitar o casamento com um homem com idade para ser seu pai. 

Apesar de se sentir deslumbrada por tudo o que a rodeia, sente que uma armadilha está a ser entretecida à sua volta. A sua aia Catarina tem a certeza de que conseguirá seguir os passos da prima Ana Bolena até ao trono, mas Joana Bolena, cunhada de Ana, ensombrada pelo passado, sabe que o caminho de Ana Bolena a levou à Torre e à morte.

Annabeth está aterrorizada; quando pensava juntar-se de novo a Percy após seis meses de separação, graças a Hera, eis que o Campo Júpiter se prepara para a guerra.

Enquanto voa com os amigos Jasão, Piper e Leo no Argo II, a jovem não culpa os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma grega. Com o dragão fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece nada amigável.

Annabeth tem esperança de que a visão do pretor Jasão no tombadilho convença os romanos de que os visitantes do Campo dos Bastardos vêm em paz. Mas trata-se apenas de uma das suas preocupações.

Annabeth transporta consigo um presente da mãe com uma exigência enervante: Segue a Marca de Atena. Vinga-me. A jovem já se sente pressionada pela profecia que envia sete semideuses numa demanda para encontrar – e fechar – as Portas da Morte. Que mais quer Atena dela?

O maior medo de Annabeth, porém, é que Percy possa ter mudado, que se tenha aproximado demasiado dos romanos! O rapaz ainda precisará dos velhos amigos?

Como filha da deusa da guerra e da sabedoria a jovem sabe que nasceu para comandar, mas não quer continuar a viver sem ele. 

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-ultima-danca-de-charlot-de.html

Na noite de natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. Charlie propõe-lhe que volte no ano seguinte em troca de uma experiência desconhecida pela indesejada inimiga: a diversão. Com o intuito de ver crescer o seu filho mais novo Charlie vai assim ao longo dos anos tentando fazê-la rir, alternando a sua espera por mais um natal com uma carta de despedida ao filho.

Tal como uma vidente previu, na noite de Natal dos seus 82 anos, a morte vai ao encontro de Charlie Chaplin para o levar consigo. Mas o seu filho mais novo, Christopher, ainda é muito pequeno e o ator quer vê-lo crescer mais num pouco. Faz então um pacto com a Morte: se conseguir fazê-la rir, viverá mais um ano.

Na sua longa carta de despedida ao filho, enquanto espera por mais um Natal, Chaplin vai contando a surpreendente história da sua vida e das figuras improváveis com quem se cruzou.

Das suas origens humildes em Londres, passando pelo abandono do pai, a doença mental da mãe e o primeiro emprego no circo, até à chegada à América. Ardina, tipógrafo, pugilista, realizador de cinema, cada passo contribui para o nascimento de Charlot.

«Há diários importantes e os que são apenas interessantes. Há-os íntimos, alguns dolorosamente francos, outros mascarados. Os que são escritos para ferir e os que são escritos para recordar. Este, suponho eu, cabe mal nas categorias acima, pois menos que uma anotação de factos e pensamentos, o vejo sobretudo como um desejo de conversa.»

«Aonde pertencerei? De verdade e por inteiro, a parte nenhuma. A terra onde nasci tornou-se-me estranha como um teatro, quando estou nela tenho a ideia de que represento um papel. A outra, onde vivo há mais de meio século, dá-me por vezes a ideia de um navio que se afasta e me deixou no cais. Procurar outro poiso? Nem a idade o permite nem as amarras o deixariam. Porque é isso: não pertenço, mas é muito e forte o que me prende.»

“A Noite Sonhada” é uma história tocante sobre a busca da felicidade. O leitor vai descobrir neste romance que a viagem mais intensa da vida é aquela que nos leva em direção ao amor. Mais do que o segredo guardado por um menino durante anos sobre o que aconteceu numa noite há muitos anos, que mudou drasticamente a vida da sua família, este é um livro sobre laços familiares profundos e um amor sem igual.

Uma terrível escuridão ameaça a Europa. À medida que Hitler implementa a «solução final», um judeu e um pastor protestante precisam de confiar nas suas capacidades e num Deus que já não sabem se existe ou não, a fim de escapar aos horrores de Auschwitz. Inspirado em relatos reais de presos e deportados e nas histórias dos poucos que conseguiram escapar aos campos de extermínio, “A Fuga de Auschwitz” é uma obra impressionante que depressa se tornou bestseller internacional. Nele encontramos os horrores escondidos por trás dos muros dos campos de concentração, a luta diária dos sobreviventes e a coragem de todos aqueles que tentaram escapar aos nazis.

Numa escola de Londres um misterioso e viciante jogo de computador circula entre os estudantes, mas ninguém fala disso abertamente. As regras do jogo são extremamente rígidas. Cada jogador tem apenas uma oportunidade e se perder nunca mais pode entrar no jogo; deve estar sempre sozinho e não pode falar a ninguém sobre o seu jogo. Quem violar estas instruções é também eliminado. O jogo é inteligente e interage com o jogador como se o vigiasse constantemente. As missões atribuídas devem ser concretizadas no mundo real. Quando Nick Dunmore começa a jogar, sente-se de imediato absorvido, aprende as regras e avança rapidamente; contudo, vê-se forçado a questionar as implicações deste jogo perigoso. Qual o verdadeiro objetivo? E que segredo esconde? Um livro que os apreciadores de fantasia, jogos de computador, lendas urbanas, distopias, não devem perder.

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Aquisições de Março de 2015 https://branmorrighan.com/2015/04/aquisicoes-de-marco-de-2015.html https://branmorrighan.com/2015/04/aquisicoes-de-marco-de-2015.html#respond Thu, 02 Apr 2015 18:11:00 +0000 OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/03/opiniao-xerazade-de-manuela-gonzaga.html

Xerazade – A Última Noite leva-nos aos meandros de uma fascinante tapeçaria narrativa, onde podemos encontrar referências díspares, quer de mitos clássicos ou pré-clássicos, quer ainda de histórias de encantar, juntamente com «memórias» soltas como «um colar de pérolas» desatadas, que a narradora, Xerazade, tenta reconstruir para confortar o amante que, inconformado, se recusa a deixá-la ir embora.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2013/05/opiniao-o-espiao-portugues-de-nuno.html

Quando André Marques-Smith, o jovem director do Gabinete de Informação e Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros português é enviado à capital sueca, está longe de imaginar que aquele será um ponto de viragem na sua vida.

Ao serviço da Cadmo, a agência de espionagem semigovernamental para a qual secretamente trabalha, recupera a primeira parte de um grupo de documentos pertencentes a um cientista russo já falecido. Mas quando regressa a Portugal, tudo muda. Uma nova força obteve a segunda parte do projecto e, de uma forma violenta e aterrorizadora, resolveu mostrar ao mundo que está na corrida pelos estudos do cientista.

Por entre cenários reais de cidades como Estocolmo, Roma, Viena, Londres e Lisboa, a luta pelo inovador projecto começa, os disfarces sucedem-se, as missões multiplicam-se. E, enquanto é forçado a lidar com os condicionalismos de uma vida dupla, André vê-se inesperadamente envolvido num mundo de mentiras e traições, o mesmo que o levará a fazer uma descoberta que poderá mudar toda a Humanidade.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/04/opiniao-quando-o-sol-brilha-de-rui.html

Felismino, a quem alcunharam de Jardins, vive uma vida feliz até encontrar a mulher, morta, na horta de casa. Amava-a muito. A sua perda aprisiona-o, passando a habitar num mundo de sonho e imaginação.

O seu filho Edmundo é um simples operário. Mas tem um segredo que esconde às pessoas da sua aldeia: gosta de ler livros. E ama o seu pai, mesmo doente e ausente de tudo. 

Um dia, Edmundo tem um terrível acidente. Preocupada com a sua ausência, a mulher sai com a filha, ainda pequena, à sua procura. Mas o dia estava frio e tempestuoso e a menina apanha uma pneumonia. Morre dias mais tarde. O mundo de Edmundo entra em colapso. Sente-se culpado da morte da filha, que tanto amava. 

No lugar mais inesperado de todos, vislumbra o sentido de todas as coisas e compreende o verdadeiro valor do amor, da vida e da amizade. 

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/04/opiniao-o-que-nao-pode-ser-salvo-de.html

Um triângulo amoroso que liga França, o Norte rural português, Lisboa e a margem sul. Uma jovem francesa, filha de emigrantes portugueses, que vem viver para a terra a que não pertence; um rapaz que luta para sair do meio devorador em que nasceu; um miúdo burguês, canhestro, com uma família de fachada; e um quarto elemento que completa o elenco de uma tragédia contemporânea de ressonâncias clássicas: história de amor, racismo, ciúme, traição, vingança e inquietação, qual Otelo de Shakespeare e de fancaria na era do rap, do Facebook e do call center. O Que Não Pode Ser Salvo é também o retrato dos males sociais e culturais que afligem um país enfraquecido pela crise económica e pela falência dos valores.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-quatro-de-veronica-roth.html

Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.

Agora conhecido como “Quatro”, Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro – e o futuro de todo o sistema de fações.

Para os fãs da saga Divergente, pela autora bestseller do New York Times Veronica Roth, surge Quatro, um volume complementar que inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente – todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/07/opiniao-quimera-de-praga-entre-mundos-1.html

Pelos quatro cantos do mundo, marcas de mãos negras começam a aparecer nas portas, gravadas a fogo por estranhos seres alados, saídos de uma fenda no céu.

Numa loja escura e empoeirada, o abastecimento de dentes humanos de um demónio começa a ficar perigosamente reduzido. E nas ruelas labirínticas de Praga, uma jovem está prestes a embarcar numa jornada sem retorno. 

O seu nome é Karou. Karou não sabe quem é, nem porque vive dividida entre o mundo humano e a sua família de demónios, mas crê que as respostas podem estar para lá de uma porta nos recantos sombrios de uma loja, ou no confronto com um completo desconhecido, de olhar abrasador e aparência divina – o anjo que queimou as entradas para o seu mundo, deixando-a só.

Em 2009, o jovem Jackson Meyer é um rapaz normal de 19 anos: estuda, tem uma namorada… e consegue viajar no tempo. Mas não é como no cinema – durante os seus «saltos» para o passado, nada muda no presente – tudo não passa de uma diversão inofensiva.

Isto é, até Jackson e a sua namorada, Holly, serem atacados por desconhecidos e Holly morrer com um tiro. Em pânico, Jackson recua acidentalmente no tempo dois anos, mas aquele não é como os seus saltos temporais anteriores. Jackson descobre que ficou preso no passado e não consegue voltar ao futuro.

Desesperado por voltar e salvar Holly, mas incapaz de regressar ao ano certo, Jackson resolve continuar a sua vida em 2007, tentar descobrir o que puder sobre as suas capacidades e conhece Holly… de novo. Em breve descobre que nada na sua vida é o que parece ser, incluindo o seu próprio pai.

Não muito tempo depois, as pessoas que dispararam sobre Holly, membros de um grupo apelidado pela CIA de «Inimigos do Tempo», vêm a sua procura para recrutá-lo… ou matá-lo.

Com tudo aquilo a acontecer e ainda a tentar encontrar pistas sobre as origens da sua família para descobrir mais sobre as suas capacidades, Jackson tem de decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly… e possivelmente o mundo.

Dois anos após uma assustadora vaga de suicídios entre adolescentes, a vila remota de Radcote começa a retomar a normalidade. A inspetora Lorraine Fisher acaba de chegar para visitar a família, e o que encontra é uma atmosfera tensa e preocupante. A comunidade vê-se a braços com novas mortes misteriosas e até o seu sobrinho adolescente, Freddie, parece estar a afundar-se em pesadelos do passado.

Quando Freddie desaparece, Lorraine sabe que tem de agir rapidamente… antes que seja tarde demais.

Holder é um adolescente em busca da sua melhor amiga, Hope, a quem voltou costas um dia, há treze anos. O mesmo dia em que ela foi raptada e levada para sempre. Quando uma tragédia envolve a irmã gémea de Holder, Less, a necessidade de encontrar Hope torna-se mais forte do que nunca. Holder sente-se diariamente perseguido por fortes sentimentos de culpa, e os remorsos que sente por não ter conseguido ajudar nem a sua irmã, nem Hope, são devastadores.

Quando um dia, inesperadamente, se cruza com uma rapariga que se parece com Hope, Holder vai fazer tudo para se aproximar dela a fim de reencontrar a paz de que tanto necessita. Mas porque insiste Hope em dizer que se chama Sky e que não o conhece? E, por outro lado, porque sente Holder que esta rapariga, que o rejeita e se tenta afastar, precisa tanto dele quanto ele precisa dela?

Uma Nova Esperança (Hope) narra pela voz de Holder um reencontro que trará memórias há muito esquecidas e que revelará verdades que poderão doer demasiado. Para alcançarem a paz e a felicidade, Holder e Hope terão de encarar a mais dolorosa e íntima das memórias. Conseguirão ambos traçar um caminho juntos após desenterrarem um passado tão difícil? E será o amor de Hope a chave para uma nova esperança na vida de Holder?

Neste terceiro livro de Marissa Meyer, Cinder e o capitão Thorne estão escondidos com Scarlet e Wolf. Juntos, conspiram para derrubar a rainha Levana e impedir o seu exército de invadir a Terra.

A sua melhor esperança é Cress, uma jovem presa num satélite desde a infância e que apenas tem os netscreens como companhia. Todo este tempo passado a olhar para os ecrãs fez dela uma excelente hacker. Mas infelizmente, é obrigada a trabalhar para a rainha Levana, e recebeu ordens para localizar Cinder e o seu bonito cúmplice.

Quando o ousado resgate de Cress corre mal, o grupo desmembra-se. Cress obtém por fim a liberdade, mas com um preço mais elevado do que jamais pensou.

Entretanto, a rainha Levana não vai deixar nada impedir o seu casamento com o imperador Kai. Cress, Scarlet, e Cinder podem não ter sido designadas para salvar o mundo, mas são a única esperança do mundo.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/04/opiniao-alvorada-vermelha-de-pierce.html

Alvorada Vermelha é o primeiro volume de uma trilogia que tem tudo para conquistar a legião de fãs de Os Jogos da Fome. Passa-se numa altura em que a humanidade começou a colonizar outros planetas, como Marte. Darrow é um jovem de 19 anos que pertence à casta mais baixa da Sociedade, os Vermelhos, uma comunidade que vive e trabalha no subsolo marciano com a missão de preparar a superfície do planeta para que futuras gerações de humanos possam lá viver. No entanto, em breve Darrow irá descobrir que ele e os seus companheiros foram enganados pelas castas superiores. Inspirado pelo desejo de justiça, Darrow irá sacrificar tudo para se infiltrar na casta dos Dourados… e aniquilá-los! Vingança, guerra e luta pelo poder num romance de estreia empolgante.

Para Gideon, eu sou um anjo, mas ele é o verdadeiro milagre na minha vida: é o meu guerreiro, arrebatador e ferido, tão determinado em acabar com os meus demónios como hesitante em enfrentar os seus. Os votos que trocámos deviam ter-nos unido mais do que tudo, mas, em vez disso, abriram feridas antigas, expuseram dores e inseguranças, e tiraram da sombra velhos inimigos. Sinto que ele me está a escapar; os meus maiores medos começam a tornar-se reais; o meu amor é testado de formas que nunca julguei conseguir suportar. No melhor momento das nossas vidas, as sombras do passado invadiram e ameaçaram tudo aquilo por que tanto lutámos. Enfrentámos então uma escolha terrível: a familiar segurança das vidas que tínhamos antes de nos apaixonarmos ou a luta por um futuro que, de repente, parecia um sonho impossível e sem esperança.

Sergio Buarque de Holanda, reputado historiador e crítico literário, pai de Chico, vivera na Alemanha entre 1929 e 1930, enquanto correspondente de um jornal. A efervescente Berlim dos anos 30 serviu de cenário a um romance com uma mulher alemã, de quem teve um filho que nunca chegou a conhecer. Chamava-se Sergio Ernst.

Quase cinco décadas depois da descoberta, Chico Buarque decidiu fazer da existência desse irmão – e do silêncio em torno dele –a matéria do seu próximo romance. Mas antes precisava de saber exactamente o que lhe acontecera.

Dessa busca nasce este romance. Magistralmente conduzida por um narrador obsessivo, delirante, megalómano e profundamente solitário sem o querer ser, a narrativa enreda o leitor numa trama em que realidade e devaneio se confundem permanentemente. A páginas tantas, a busca de narrador e autor passa a pertencer igualmente ao leitor, também ele desesperadamente procurando esse irmão desconhecido.

Quando Judd encontra a esposa na cama com o seu chefe e começava a pensar que as coisas não podiam piorar, recebe a notícia da morte do pai, cuja última vontade é que os filhos cumpram uma tradição que pretende juntar toda a família durante sete dias. Algumas famílias podem-se tornar tóxicas quando expostas a uma exposição prolongada e a família Foxman em particular pode atingir um nível de toxicidade letal…

nsulares é uma obra onde a poesia e a fotografia de Ozias Filho se encontram na sua máxima simplicidade. Um livro que explora a poética minimalista e depurada e ilustra a sua mensagem através do sensacional trabalho fotográfico do autor. Insulares oferece uma leitura de “inquietação, rarefação, até chegar, em determinados momentos, na angústia, porém nunca explícita, mas sim provocada por um vazio que o poeta parece incapaz de explicar”.

Ketojin – o negociante de amor é uma obra que junta a poesia de A. Miyajima com o trabalho de ilustração A. Mimura. Um livro que desvenda a paixão de um poeta por uma ninfeta no Oriente distante através de uma poética que percorre um caminho de depuração entre a poesia rigidamente estruturada e a poesia minimalista, haiku.

Um grupo de caçadores mata um urso nos bosques perto de Kiruna. Quando abrem a barriga do animal, encontram restos humanos entre as vísceras.

Corrupção na política e nos media, movidos pelos interesses dos grandes grupos económicos: uma realidade que reconhecemos como podendo muito bem ser a nossa. Desde a operação em curso às ramificações do fundamentalismo islâmico que actua em Portugal, à «toupeira» a que é preciso dar caça dentro dos próprios Serviços de Segurança e Informação, o Velho é posto à prova em várias direcções.

Este livro tem o objetivo de esclarecer temas e assuntos da História portuguesa que são popularmente alvo de erros, de preconceitos e de equívocos na sua interpretação comum. Não se pretende desfazer alegadas falsidades forjadas pelos historiadores por motivos tenebrosos, mas antes repor os factos tal como são (à luz dos atuais conhecimentos historiográficos) desfazendo mitos vulgares, que popularmente sobre eles ainda pendem.

Lady Isobel Maitland não se pode dar ao luxo de ser apanhada fazendo qualquer coisa, mesmo remotamente, escandalosa, ou corre o risco de perder tudo o que tem de mais querido. Mas uma noite, num jardim escuro num baile de máscaras, Isobel cede à tentação e permite que um namorisco inocente com o marquês de Blackwood se transforme em paixão.

Cinco amigos cariocas, velhos, vêem o fim aproximar-se a passos largos. Quase a cortar a meta da vida, recordam paixões e traições antigas, cobardias e vergonhas, manias e inibições. Mais de 100 mil exemplares vendidos no Brasil Romance elogiado pela crítica; representante do Brasil na Feira do Livro de Paris.

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Aquisições de Fevereiro de 2015 https://branmorrighan.com/2015/03/aquisicoes-de-fevereiro-de-2015.html https://branmorrighan.com/2015/03/aquisicoes-de-fevereiro-de-2015.html#comments Sat, 07 Mar 2015 11:42:00 +0000 OPINIÃO: http://www.branmorrighan.com/2015/03/opiniao-fome-de-fogo-as-faces-de.html

Os esforços de Jeanette Kihlberg para solucionar os casos dos meninos mortos são cerceados quando um homem de negócios é assassinado em Estocolmo, naquilo que parece ser uma morte ritualística. Alguns pormenores sugerem um ato de vingança. Mas vingança de quê? 

Entretanto, Jeanette continua à procura da desaparecida Victoria Bergman e as suas investigações levam-na a um colégio interno de elite, bem como à Dinamarca e a acontecimentos do seu próprio passado. Por seu turno, a psicoterapeuta Sofia Zetterlund tenta encontrar-se a si própria. À semelhança do primeiro livro desta trilogia, somos confrontados com voltas e reviravoltas e um final absolutamente inesperado.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/05/opiniao-as-instrucoes-da-pitonisa-as.html

A arrebatadora conclusão da trilogia que explora os recantos mais negros da mente humana.

Prémio Especial da Academia Sueca de Escritores de Crime.

Um carro é devorado pelas chamas em Tantoberget. No interior, estão os corpos carbonizados de duas mulheres, as principais suspeitas dos homicídios em série das antigas alunas do internato de Sigtuna que Victoria Bergman frequentou.

Na posse de uma delas, a polícia encontrou várias polaroides das vítimas rodeadas por túlipas amarelas. A detetive Jeanette Kihlberg compreende que, sob a aparência de suicídio, a febre da morte prossegue o seu caminho.

Sofia Zetterlund mantém as sessões de autoterapia para tentar, finalmente, compreender quem realmente é, ao passo que Victoria Bergman se recusa a ser dominada e ameaça continuar.

Entretanto Madeleine pensa na sua próxima vítima. É tempo de pagar.

Após o incidente provocado por uma ex-amante de Dylan, Yanira e ele celebram o seu ansiado casamento. A vida de recém-casados é uma contínua lua-de-mel.

Ambos são duas feras do sexo e gostam do mórbido, das fantasias e de experimentar coisas novas.

Juntos inventam um jogo chamado Adivinha Quem Sou Esta Noite, repleto de luxúria, possessão e sensações, onde os limites são estabelecidos por eles.

Tudo caminha às mil maravilhas até que Yanira regressa aos espectáculos. O que para ela é um sonho tornado realidade, para Dylan será o ponto de partida para muitos problemas, desconfianças, ciúmes e rupturas, que se multiplicam com as invenções da imprensa.

Yanira e Dylan não conseguirão evitar que as suas vidas se descontrolem de uma forma inimaginável.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2013/05/opiniao-o-espiao-portugues-de-nuno.html

Quando André Marques-Smith, o jovem director do Gabinete de Informação e Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros português é enviado à capital sueca, está longe de imaginar que aquele será um ponto de viragem na sua vida.

Ao serviço da Cadmo, a agência de espionagem semigovernamental para a qual secretamente trabalha, recupera a primeira parte de um grupo de documentos pertencentes a um cientista russo já falecido. Mas quando regressa a Portugal, tudo muda. Uma nova força obteve a segunda parte do projecto e, de uma forma violenta e aterrorizadora, resolveu mostrar ao mundo que está na corrida pelos estudos do cientista.

Por entre cenários reais de cidades como Estocolmo, Roma, Viena, Londres e Lisboa, a luta pelo inovador projecto começa, os disfarces sucedem-se, as missões multiplicam-se. E, enquanto é forçado a lidar com os condicionalismos de uma vida dupla, André vê-se inesperadamente envolvido num mundo de mentiras e traições, o mesmo que o levará a fazer uma descoberta que poderá mudar toda a Humanidade.

«A morte é o fim… ou apenas o princípio?»

Ethan Wate passou a maior parte da vida a desejar fugir da sufocante pequena cidade de Gatlin. Nunca pensou que iria conhecer a rapariga dos seus sonhos, Lena Duchannes, que lhe revelou um lado secreto, poderoso e amaldiçoado da cidade, escondido à vista de todos. E nunca teria esperado ser forçado a deixar para trás toda a gente e tudo aquilo que é importante. Então, quando Ethan acorda depois dos acontecimentos horripilantes de Caos Maravilhoso, tem apenas um objetivo: arranjar forma de voltar para Lena e para aqueles que ama.

Em Gatlin, Lena está a trabalhar para o regresso de Ethan, prometendo fazer o que for preciso – mesmo que isso signifique confiar em velhos inimigos ou arriscar a vida da família e dos amigos que Ethan abandonou para proteger.

Em mundos diferentes, Ethan e Lena devem voltar a trabalhar juntos para reescrever o seu destino neste final deslumbrante da série «Criaturas Maravilhosas».

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/02/opiniao-cada-dia-de-david-levithan.html

«A cada dia um novo corpo. A cada dia uma nova vida. A cada dia o mesmo amor pela mesma rapariga. A cada dia, A acorda no corpo de uma pessoa diferente. Nunca sabe quem será nem onde estará. A já se conformou com a sua sorte e criou regras para a sua vida: Nunca se apegar muito. Evitar ser notado. Não interferir.

Tudo corre bem até que A acorda no corpo de Justin e conhece Rhiannon, a namorada de Justin. A partir desse momento, as regras de vida de A não mais se aplicam. Porque, finalmente, A encontrou alguém com quem quer estar a cada dia, todos os dias.»

OPINIÃO: http://www.branmorrighan.com/2015/03/opiniao-o-monstro-de-monsanto-de-pedro.html

“Uma rapariga encontrada morta na floresta de Monsanto. Um delicado vestido azul a cobrir o corpo. O cabelo cuidadosamente penteado. Uma máscara de papel branco com um poema de Florbela Espanca sobre o rosto. É este o cenário que Isabel Lage, inspetora da Brigada de Homicídios da Polícia Judiciária, encontra no local do crime. A primeira vítima de um serial killer que não deixa pistas, que habilmente se move pela floresta e que parece conhecer todos os passos da polícia. Isabel está apostada em resolver este mistério e fazer justiça em nome das mulheres que morrem às mãos de um assassino frio e calculista. Mas todas as pistas levam a João, o seu antigo companheiro de patrulha, e com quem partilhou mais do que aventuras profissionais. Pedro Jardim, chefe de polícia com experiência em investigação criminal, traz-nos no seu romance de estreia um thriller empolgante e arrebatador que nos prende até à última página. Pode haver um monstro em qualquer um de nós…”

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2015/05/opiniao-o-poco-da-ascencao-saga.html

Alcançaram o impossível: o mal que governara o mundo pela força do terror foi derrotado. Mas alguns dos heróis que lideraram esse triunfo não sobreviveram, e eis que surge uma nova tarefa de proporções igualmente gigantescas: reconstruir um novo mundo. Vin é agora a mais talentosa na arte e técnica da Alomância e decide reunir forças com os outros membros do bando de Kelsier para ascender das ruínas de um passado vil. 

Venerada ou perseguida, Vin sente-se desconfortável com o peso que carrega sobre os ombros. A cidade de Luthadel não se governa sozinha, e Vin e os outros membros do bando de Kelsier aprendem estratégia e diplomacia política enquanto lidam com invasões iminentes à cidade. 

Enquanto o cerco a Luthadel se torna cada vez mais apertado, uma lenda antiga parece oferecer um brilho de esperança: o Poço da Ascensão. Mas mesmo que exista, ninguém sabe onde se encontra nem o poder que contém… Resta a Vin e aos seus amigos agarrar esta fonte de esperança e conseguir garantir o seu futuro e futuro de Luthadel, cumprindo os seus sonhos e os sonhos de Kelsier.

Leonor, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna – nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. 

Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. 

Marquesa de Alorna, Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.

O Hugo Saturninho é um rapaz de 11 anos, curioso e aventureiro. Utilizando o tempómetro do pai, embarca na primeira viagem ao tempo passado. Tem uma missão: recuperar um anel com poderes que pertencia aos seus antepassados da família Saturninho e que ficou algures perdido na História. Só não se sabe em que tempo nem onde… Nesta primeira aventura, o Hugo viaja até muito longe, a uma época em que Portugal ainda não tinha nascido. Irá passar momentos incríveis, com muitas descobertas e encontros inesquecíveis, como o que teve com Viriato, o líder dos Lusitanos. Mas… será que o Hugo vai conseguir voltar para sua casa – no século XXI – na Hora H?

O Hugo Saturninho é um rapaz de 11 anos, curioso e aventureiro. Utilizando o tempómetro do pai, embarca na primeira viagem ao tempo passado. Tem uma missão: recuperar um anel com poderes que pertencia aos seus antepassados da família Saturninho e que ficou algures perdido na História. Só não se sabe em que tempo nem onde… Nesta segunda aventura, o Hugo participa cheio de orgulho – no nascimento de Portugal. Irá passar momentos incríveis, com muitas descobertas e encontros inesquecíveis, como o que teve com D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei.

Mas… será que o Hugo vai conseguir voltar para sua casa – no século XXI – na Hora H?

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