Chet Faker – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:37:03 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Chet Faker – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Nick Murphy (Chet Faker) confirmado no Vodafone Paredes de Coura https://branmorrighan.com/2017/02/nick-murphy-chet-faker-confirmado-no.html https://branmorrighan.com/2017/02/nick-murphy-chet-faker-confirmado-no.html#respond Tue, 07 Feb 2017 11:26:00 +0000

Durante mais de meia década, Chet Faker fundiu soul e pop numa atmosfera muito própria até sentir que tinha chegado o momento para uma evolução na sua música. Despedir-se de Chet Faker e adoptar Nick Murphy – o seu nome verdadeiro – foi a forma de renovação que encontrou e que, segundo o próprio, lhe permitiu uma abordagem mais fluída à música.

Crescer entre compilações de chillout e álbuns de jazz do pai fez o artista australiano combinar as duas sonoridades e lançar a sua carreira com uma cover de “No Diggity”, música que publicou na internet, em 2011, como Chet Faker. Depois da versão se tornar viral, chegaram “Thinking in Textures” e “Lockjaw EP”, trabalhos que antecederam o calmo e sereno “Built on Glass” álbum de estreia, de 2014, que chegou a platina.

A ascensão foi rápida. De trabalhador anónimo de uma livraria na cidade natal, Murphy passou a ter de saber lidar com o reconhecimento público e tours constantes e acabou por sentir necessidade de encontrar um novo rumo. A precisar de escrever mais que nunca, e pondo assim de parte a hipótese de fazer uma pausa, a solução que encontrou foi marcar um ponto de viragem que lhe permitisse concentrar-se no mais importante: fazer algo mais próximo daquilo que ele próprio é, algo novo e inspirador para si e para todos os que ouvem.

O resultado é Nick Murphy, um exemplo de fluidez de identidade, uma evolução para algo mais seguro. Um estado mental renovado que gerou duas das músicas mais dinâmicas do artista, singles de um novo trabalho a lançar este ano. “Fear Less” e “Stop Me (Stop You)” já são conhecidas e qualquer que seja o nome usado, a voz do australiano continua a evocar experiências emocionais que o fazem distinguir-se do material comum. Uma viagem aberta a todos os que se queiram juntar e que tem paragem marcada no Vodafone Paredes de Coura.

O 25ª edição do festival está de regresso às margens da Praia Fluvial do Taboão, de 16 a 19 de Agosto, por onde vão passar os já confirmados Foals, At the Drive-In, Future Islands, Beach House, Benjamin Clementine, BadBadNotGood, Ty Segall, !!! (Chk Chk Chk) e Car Seat Headrest.

Os passes gerais para a 25ª edição do festival podem ser adquiridos no site oficial do festival e ainda em BOL.pt, Ticketea, Festicket e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés, Worten,…) pelo preço de 90€.

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Novas Confirmações para o Optimus Alive – MGMT, Chet Faker, Poliça https://branmorrighan.com/2013/12/novas-confirmacoes-para-o-optimus-alive.html https://branmorrighan.com/2013/12/novas-confirmacoes-para-o-optimus-alive.html#respond Tue, 17 Dec 2013 13:10:00 +0000

Óptima notícia logo de manhã para os fãs de MGMT! Para quem, como eu, anda ansioso por vê-los ao vivo, parece que dia 11 de Julho no Palco Optimus poderá ter essa oportunidade! Esta banda já com oito anos de existência, deverá apresentar o novo álbum “MGMT” e ainda, espero eu, relembrar algumas mais antigas, mas que para os fãs já são imprescindíveis.

Outras confirmações dos últimos dias foram os norte-americanos Polica, também para o dia 11 e Chet Faker para o dia 12 de Julho. 

Ambos no Palco Heineken.

Confesso que não sou ouvinte assídua de Poliça e por isso talvez aproveite para descobrir mais sobre a sua música, Chet Faker também descobri não há muito tempo, confesso, mas estou super curiosa por vê-lo ao vivo. 

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