Chiado Editora – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 06:04:42 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Chiado Editora – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [Divulgação] O Labirinto dos Nove Pecados, de Francisco Miguens Neto https://branmorrighan.com/2015/10/divulgacao-o-labirinto-dos-nove-pecados.html https://branmorrighan.com/2015/10/divulgacao-o-labirinto-dos-nove-pecados.html#respond Wed, 14 Oct 2015 11:16:00 +0000

O Labirinto dos Nove Pecados

Autor: Francisco Miguens Neto

Data de publicação: Março de 2015

Número de páginas: 322

ISBN: 978-989-51-3130-3

Colecção: Mundo Fantástico

Género: Literatura Fantástica

LIVRO

Sobre as cinzas de uma guerra eterna que devorou todo o planeta, permaneceram dois territórios distintos: o Oriente e a Nova América. O Oriente, apoiante da paz, acolheu sobreviventes de todo o mundo. Ao invés, a Nova América, destruiu toda a liberdade que sobrou da guerra, consumindo-se numa monarquia absoluta.

No berço deste mundo, surgiu a comunidade Rey. Nesta, Lana, a rapariga diferente de todos os outros, junta-se aos seus amigos para procurar Alice, a sua amiga desaparecida. No entanto, acaba apenas por encontrar um mundo diferente daquele que sempre conheceu.

AUTOR

Francisco Neto nasceu a 30 de Dezembro de 1996 e estuda Marketing e Publicidade na Universidade Criativa IADE-U. Começou a escrever pequenos contos aos 14 anos, sendo O Labirinto Dos Nove Pecados o seu primeiro manuscrito terminado.

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Depois de O Novo Membro, Bruno Franco prepara-se para lançar Contagem Decrescente! https://branmorrighan.com/2014/09/depois-de-o-novo-membro-bruno-franco.html https://branmorrighan.com/2014/09/depois-de-o-novo-membro-bruno-franco.html#respond Sat, 06 Sep 2014 12:19:00 +0000

Lembram-se do Bruno Franco? Foi em 2010 que entrei em contacto consigo e com a sua obra e é agora, passados quatro anos, que finalmente começamos a ver a continuação da mesma. O Novo Membro, um policial dinâmico cuja opinião no blogue está disponível aqui, vê agora o seu sucessor – Contagem Decrescente – que será publicado através da Chiado Editora. O autor mantém um blogue onde vai actualizando o estado do processo de publicação e podem acompanhá-lo aqui: http://brunomiguelfranco.blogspot.pt/

A primeira entrevista, ainda curta e, de certa forma, ingénua, pode ser lida aqui: http://www.branmorrighan.com/2010/05/entrevista-bruno-franco-escritor.html

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Opinião: Branco de Alberto Silva https://branmorrighan.com/2013/02/opiniao-branco-de-alberto-silva.html https://branmorrighan.com/2013/02/opiniao-branco-de-alberto-silva.html#respond Mon, 11 Feb 2013 14:45:00 +0000

Branco

Alberto Silva

Editora: Chiado Editora

Sinopse: Viaja-se aos desígnios da mente humana, sem propósito de as desbravar, mas antes espreitar, como quem vigia o buraco da fechadura.

Daí até ao fim da classe política foi um pequeno passo.

Fazem- se contas no final, entre dementes passagens carregadas de emoção, em ambientes mágicos, trágicos – talvez.

Talvez seja assim, este livro.

Ou talvez não.

“Estou rodeado de branco. Paredes brancas, cama branca, lençóis brancos. Tudo é branco. Perfeitamente branco. Não de um branco qualquer. De branco branco.”

“Sinto-me vazio, seco de mim. Empresto-me memórias passadas, minhas, vividas. Relembro episódios idos de tempos mortos. Encosto-me, velho, na lateral desta cama, esquecendo o lugar, olvidando o presente. Enfio, em mim mesmo, vontades de fuga, de escape. Ternura não tenho, nem jeitos de carinho. Se os tivesse, não teria a quem os deixar.”

Opinião: Após me ter estreado com Alberto Silva através da sua poesia em Labirinto de Nós, eis que com Branco descobri a sua prosa. Esta é, sem dúvida, uma obra com uma carga emocional e psicológica muito forte; faz-nos navegar pelos locais mais sombrios da nossa mente levando-nos às nossas próprias divagações enquanto assistimos aos episódios do personagem principal.

Branco começa com um homem que se vê de repente sem consciência de onde se encontra ou do que o rodeia e porquê. Aos poucos, vai entrando em estados de alguma inconsciência onde delira com o seu passado e com as decisões que o levaram àquele lugar inóspito.

Penso que a sinopse dá um belo cheirinho do tipo de temáticas que encontramos neste livro. A escrita do autor é impiedosa e confesso que por vezes me perdi, eu mesma, nos meus próprios devaneios. Nessas alturas, foi engraçado, tinha que obrigar-me a focar-me novamente na leitura.

Achei o fim um pouco surpreendente. Gostei bastante da forma como toda a acção se desenrolou, mas o final feliz deixou-me um travo amargo na boca. Não sei bem porquê; normalmente o leitor gosta de finais felizes, mas dada a intensidade emocional ao longo da história, achei que se tivesse acabado sem aquelas duas últimas páginas de narrativa, tinha acabado bem. Mas e daí, é apenas a minha opinião.

A cereja no topo do bolo nesta obra é o facto de após termos terminado a narrativa o autor nos presentear com alguns poemas que acabam por reflectir bastante do que foi a leitura.Deixo-vos aqui um pequeno excerto que fotografei do livro do autor e de que gostei particularmente:

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Opinião: ‘Os Escolhidos’ (Apocalipse #1) de Pedro Pereira https://branmorrighan.com/2012/01/opiniao-os-escolhidos-apocalipse-1-de.html https://branmorrighan.com/2012/01/opiniao-os-escolhidos-apocalipse-1-de.html#comments Thu, 12 Jan 2012 16:33:00 +0000

Os Escolhidos (Apocalipse #1)

Pedro Pereira

Editora: Chiado Editora

Sinopse: “Tinham-se passado talvez mais de duzentos anos desde que Samuel R. Hawkins escrevera a sua famosa carta ao filho, encarregando-o de procurar os Escolhidos. Desde então, a carta passara de geração em geração, juntamente com a missão a que esta se referia. Com o passar do tempo, a carta escrita por volta do ano de 2050 acabou por chegar às mãos de Roger. De quarenta e sete anos, tratava-se de um homem inteligente e culto, e procurava os Escolhidos há já duas décadas.

Num futuro próximo, o mundo será habitado por demónios que serão libertados na Terra. Sendo incapaz de combater os seres demoníacos, a humanidade viu-se obrigada a começar a viver em bunkers, uma vez que as suas vilas e cidades eram constantemente arrasadas por demónios e as populações brutalmente chacinadas. É neste cenário apocalíptico – uma civilização humana quase destruída e um clima de terror – que se desenrola a acção. Roger Hawkins, um estudioso inglês de quarenta e sete anos, tem como missão encontrar os quatro Escolhidos, os únicos capazes de salvar a humanidade da morte certa e livrar o mundo dos demónios.

Opinião: ‘Os Escolhidos’ é o livro de estreia de Pedro Pereira no mundo literário. A história passa-se num ambiente pós-apocalíptico em que os habitantes vivem em bunkers e não existe segurança nenhuma à superfície.

Roger Hawkins, o último descendente encarregue de encontrar os Escolhidos, sente-se cansado de andar às voltas em pensamentos e manuscritos sem nunca conseguir descobrir uma única pista sobre eles. É então que é visitado por um ser luminoso, que lhe cita uma frase enigmática com supostas pistas sobre o paradeiro destes.

Os Escolhidos são quatro e representam os quatro elementos da vida: Terra, Ar, Fogo e Água. E é através de acontecimentos imprevistos que estes se vão juntando a Roger e vão tentando combater os demónios que existem. Sobre a história não vou falar mais, até porque o livro é pequenino, mas gostei da forma como o autor concebeu a estrutura da história e de certa forma ‘brincou’ com os elementos da natureza. É um ponto bastante positivo.

Quanto à escrita do Pedro, gostei. É bastante simples, mas correcta, embora por vezes peque na mistura da terceira pessoa com a primeira a meio de um parágrafo. Talvez se tivesse colocado em itálico alguns dos pensamentos, talvez fosse menos confuso. Sinceramente é de uma leitura bastante fácil o que faz com que o autor não se canse.

Em relação à história, já falei um pouco sobre ela e, apesar de ter gostado da ideia e da estrutura, achei que se o livro tivesse o dobro das páginas (só tem 95) não lhe tinha feito mal nenhum. Há acontecimentos que se passam demasiado depressa, batalhas que duram meia dúzia de linhas e, dado ter tanto por onde pegar por haver tantas lutas entre Elementos da Natureza, era de esperar que o autor desenvolvesse mais e fizesse com que o desenrolar da história ficasse mais sólido. Os acontecimentos finais passam-se num ápice! Não chegamos a tremer pelas nossas personagens porque fica demasiado previsível o que vai acontecer, dado o tratamento que o autor deu aos eventos passados.

Sou da opinião que o Pedro tem muito por onde evoluir. Basta ter um pouco mais de calma no ritmo da sua história. Não acho que deva ‘encher chouriços’ só para ter mais páginas, mas pode, sem dúvida, expandir mais algumas partes para criar mais suspense e assim prender muito mais o leitor. Penso que mesmo assim é um bom ponto de partida. Em breve lerei o segundo livro ‘O Despertar’.

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Apresentação – “Viagem ao Templo dos Espíritos” https://branmorrighan.com/2010/11/apresentacao-viagem-ao-templo-dos.html https://branmorrighan.com/2010/11/apresentacao-viagem-ao-templo-dos.html#respond Wed, 24 Nov 2010 13:43:00 +0000

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Divulgação/Convite – “Viagem ao Templo dos Espíritos” de Carla Andrade https://branmorrighan.com/2010/09/divulgacaoconvite-viagem-ao-templo-dos.html https://branmorrighan.com/2010/09/divulgacaoconvite-viagem-ao-templo-dos.html#respond Thu, 23 Sep 2010 09:08:00 +0000

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Divulgação – “Viagem ao Templo dos Espíritos” de Carla Andrade https://branmorrighan.com/2010/09/divulgacao-viagem-ao-templo-dos.html https://branmorrighan.com/2010/09/divulgacao-viagem-ao-templo-dos.html#comments Thu, 02 Sep 2010 09:39:00 +0000

Viagem ao Templo dos Espíritos

Carla Andrade

Sinopse: Leonor adapta-se ainda a uma nova vida em Ferney, quando a morte lhe leva a sua melhor amiga Erica.

Destroçada com a sua perda, fecha-se no seu sofrimento e sem se dar conta o seu espírito desvenda-lhe o segredo mais bem guardado. Entre o medo e o fascínio, Leonor descobre o sagrado Templo dos Espíritos e sem conseguir impedir, apaixona-se perdidamente por Gabriel…

Assim nasce um proibido amor entre dois espíritos, onde apenas um deles é livre.

Numa batalha eterna as Trevas e a Luz, este amor torna-se cada vez mais perigoso, deixando como únicas hipóteses a eterna prisão ao Demónio das Trevas, ou a dolorosa despedida…

Descobri o amor, descobri o desejo…

Mas que forma tão estranha de descoberta.

Que doce loucura vivia em meus sonhos e me extraía da vida

puxando-me ao desconhecido infinito

O manto frio e branco que resguardava a misteriosa noite,

silenciava o caminhar da dor que com doridos toques me seduzia.

Acreditei que poderia ser feliz, estava disposta a sacrificar a minha vida enquanto esta já jazia…

Palavras de amor eterno ficaram perdidas num tempo

que por mim jamais será esquecido…

Num tempo que a morte levou, cruelmente,

junto com o meu coração perdido.

Os meus olhos olhavam agora a vida sem vida no olhar.

Sem esperança nem rumo, continuei a acreditar…

Lançamento do Livro Viagem ao Templo dos Espíritos, previsto para dia 02 de Outubro no Bar Livraria Les Enfants Terribles – Cinema King – Saldanha Residence. – Editora Chiado

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Opinião: A Vingança do Lobo de Vitor Frazão https://branmorrighan.com/2010/05/opiniao-vinganca-do-lobo-de-vitor.html https://branmorrighan.com/2010/05/opiniao-vinganca-do-lobo-de-vitor.html#comments Sun, 23 May 2010 11:08:00 +0000 A Vingança do Lobo
Vitor Frazão

Editora: Chiado Editora
Nº de Páginas: 447

Sinopse: No Parque Nacional de Olympic, sobre um crepúsculo enublado, dois campistas são atacados.

Dias depois, em pleno Parque Central de Nova York, três corpos aparecem mutilados, alimentando a imaginação dos media. O que eles não sabem é que ambos os crimes são mais do que aparentam…

Dez anos após ter desertado do seu clã, Lance “Meia-Raça” Fenrison, um lobisomem híbrido, volta à cidade Nova York para se vingar do homem que lhe matou a mulher e a filha. No outro lado do espectro está Isabel Martínez, uma agente da polícia, que ao encontrar-se acidental com Lance é atirada de cabeça para uma realidade que nem sonhara existir, levando-a a duvidar da própria sanidade.

O mero regresso de Lance à Grande Maçã acaba por ter mais repercussões do que este poderia imaginar e, sem dar por isso, o licantropo vê-se alvo não só dos Obliteradores, uma sociedade dedicada ao extermínio de todas as criaturas paranormais, como do seu próprio clã. Vale-lhe uma inesperada e invulgar aliada, Eleanora “Lâmina Sangrenta” Reeve, uma vampira atípica, que tem uma única e ambiciosa missão: unir todas as divergentes espécies de Ocultos, o nome colectivo dados aos seres sobrenaturais, contra os Obliteradores que insistem em caçá-los.

Obliteradores obcecados e inflexíveis; lobisomens belicosos e tribalistas; vampiros inteligentes e intriguistas; feiticeiros poderosos e vulgares humanos que vivem as suas vidas, ignorando que em plena Nova York do século XXI o sobrenatural continua tão forte como em qualquer supersticioso e atrasado canto do mundo medieval.

Opinião: Escrever sobre a leitura deste livro não é uma tarefa fácil. Por razões bastante diferentes, amei ler este livro e por outro lado irritei-me ao longo da sua leitura. Mas já lá vamos.

A Vingança do Lobo, o primeiro livro das Crónicas Obscuras, apresenta-nos Nova Iorque nos dias de hoje, mas com seres sobrenaturais a fazerem parte do quotidiano. Esses seres sobrenaturais, denominados os Ocultos, englobam várias espécies. Vou apresentar-vos de forma breve cada um deles:
– Lincantropos: Os lincantropos são lobisomens. Dentro desta classe dos lincantropos podemos encontrar várias hierarquias e vários tipos de lobisomens. Desde primordias a infectados, até ao geneticamente manipulado meia-raça, Lance. Lance é uma das personagens centrais do livro.
– Vampiros: Sensíveis à luz do dia, só morrem se lhes arrancarem a cabeça, são seres bastante curiosos. Utilizam os humanos como servos, alimentam-se deles e há mesmo humanos que se oferecem para servir de alimento até à morte quando estão prestes a morrer. Aqui, encontramos Eleanora Reeve “Lâmina Sangrenta” que deseja juntar todos os ocultos na luta contra os Obliteradores.
– Fazedores de magia: desde bruxas a feiticeiros. Aqui encontramos Carol, amiga de Isabel, a humana que é atacada no parque central logo no início do livro. Irmã da mulher de Lance.
– Fantasmas, espíritos, etc etc etc.

Para combater estes Ocultos, existe uma organização a que se denominam Obliteradores. O seu objectivo é eliminar todos os ocultos, sejam de que tipo forem, da face da Terra. Para eles, todos os ocultos são nocivos e vis e por isso devem ser erradicados.

Feitas as apresentações, vou falar um pouco da história.
Lance “Meia-Raça” vivia com a sua mulher e filha, ambas humanas, num amor perfeito onde ela o aceitava como ele era. A casa onde eles viviam, continha até uma câmara de transformação para nas noites de Lua Cheia ele poder ficar isolado. Tudo corria bem até que uma equipa de Obliteradores ataca a sua casa e no frenesim de mortes, apenas Lance e Logan (um obliterador) sobrevivem. Quando Lance vê a filha morrer nos seus braços, é como se o matassem por dentro. Dada a crença dos lincantropos, que o entes queridos só descansam em paz depois de serem vingados, Lance jura vingar as suas mortes matando Logan.

E basicamente a história anda à volta disto. Lance ataca humanos no central parque para chamar a atenção dos midea e assim encontrar o homem que lhe matou a mulher e a filha. No meio desta demanda, arranja uma aleada inesperada Eleanora Reeve, uma vampira.

O livro é cheio de acção, batalhas curtas, mas intensas, sempre tudo muito prático mas que faz o leitor querer mais e mais. Um livro que me apaixonou muito pela sua história que é bastante envolvente. São muitas as personagens e muitas são as suas histórias e o seu passado. A certa altura, pensei que o autor não ia conseguir colocar tudo de forma organizada, que dadas tantas personagens, alguma iria escapar. Nada. Penso que este é um dos pontos fortes do livro, nenhuma história fica em falta, não acho que tenha ficado algures um buraco. Claro que há histórias que podiam ter sido mais exploradas, mas dado que este é um primeiro volume, acho que ficou bastante bom.
Este livro acelerou-me a pulsação, fez-me rir um pouco, emocionou-me outras tantas vezes, um mix bastante saudável na leitura de um livro deste género.

Agora a parte má que me deixou triste. Mesmo com uma história tão agradável, são inadmissíveis algumas falhas. E a grande falha deste livro é a quantidade de erros ortográficos. A conjugação no pretérito imperfeito está quase sempre mal escrita, não existem virgulas antes da palavra mas, e às vezes troca-se o plurar com o singular, feminino com masculino. Para além de não ter havido um revisor a pegar neste livro, penso que no que toca a erros de português, a falha acaba por ser também do autor. Há coisas que aprendemos desde cedo na escola e que no mínino, num livro destes, devem estar bem escritas.

Confesso também que, caso o autor venha a lançar os próximos livros da saga Crónicas Obscuras, não é por causa destes erros que vou deixar de lê-los. Certa ou errada, eu gostei mesmo de ler o livro e só espero que o autor venha a melhorar estas pequenas coisas que às vezes tornam a leitura um pouco mais dolorosa.

Assim, Vitor, entende isto como uma crítica que só quer que tu melhores porque acredito nos teus livros. Acredito que tens aqui uma história em condições e com bases para teres sucesso, assim não existam aqueles erros.

Resumindo e concluindo, gostei, gostei mesmo, mas há muito trabalho a ser feito pelo autor para melhorar aqueles erros. Nem é a sua escrita, achei o livro super bem estruturado e não mudava nada nesse aspecto. É só mesmo o português… Força Vitor.

Link do blog do autor

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