Cinema – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:59:38 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Cinema – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Jazz em Agosto 2018 volta a apostar no cinema, por João Morales https://branmorrighan.com/2018/03/jazz-em-agosto-2018-volta-apostar-no.html https://branmorrighan.com/2018/03/jazz-em-agosto-2018-volta-apostar-no.html#respond Wed, 28 Mar 2018 10:29:00 +0000

Nesta edição, o Jazz em Agosto volta a fazer uma aposta considerável no cinema. Logo no dia 29 de Julho, pelas 18h 30m, poderemos ver John Zorn (2016 – 2018), de Mathieu Amalric. Um documentário que não renega a dimensão humana do músico, cuja projecção contará com a presença do realizador. 

Bhima Swarga, de Ikue Mori

Ikue Mori traz-nos dois exemplos da sua ligação ao cinema. No dia 31 de Julho, à mesma hora, Pomegranate Seeds, um filme-concerto de Ikue Mori. Composição em tempo real para acompanhar um espetáculo concebido a partir de um dos contos de Tanglewood Tales, livro em que o escritor norte-americano Nathaniel Hawthorne abordou a Mitologia grega, num registo destinado ao público infantil. No dia 2 de Agosto, às 17h, Bhima Swarga, uma animação que nasceu das pinturas tradicionais do tecto do templo de Kertha Gosa, em Bali.

Between Science and Garbage

Dia 3 de Agosto, igualmente às 17h, John Zorn The Book of Heads – 35 Études for Solo Guitar Performed by James Moore. Realizado por Stephen Taylor, oferece-nos uma amostragem deste trabalho desenvolvido por Zorn entre 1976 e 1978, hoje uma referência na guitarra contemporânea.

Dia 4 de Agosto, às 17h, chega-nos Celestial Subway Lines & Salvating noise, um filme de Ken Jacobs, que resulta de uma colaboração com John Zorn e Ikue Mori. Um documento concebido a partir de uma série de performances multimédia, apresentadas no Anthology Film Archives em 2004.

Dia 5 de Agosto, às 17h, Between Science and Garbage, de Pierre Hébert, assenta numa colaboração com nome maior da electrónica experimental, Bob Ostertag, que acompanha este trabalho de animação.

João Morales

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[CINEMA] ESTREIA A 24 DE AGOSTO: Como Cães Selvagens, de Paul Schrader https://branmorrighan.com/2017/08/cinema-estreia-24-de-agosto-como-caes.html https://branmorrighan.com/2017/08/cinema-estreia-24-de-agosto-como-caes.html#respond Thu, 10 Aug 2017 10:30:00 +0000

Do Criador de TOURO ENRAIVECIDO e TÁXI DRIVER

Baseado no livro de Dog Eat Dog  de Edward Bunker

★★★★

The Guardian

Troy procura uma vida limpa e sem complicações, mas não consegue deixar de lado o ódio pelo sistema. Diesel perde a cada dia o interesse na rotina suburbana e na esposa. Mad Dog, o mais insatisfeito, planeia um crime perfeito que será a salvação de todos.

Titulo Original: Dog Eat Dog

Elenco: Nicolas Cage, Willem Dafoe,  Christopher Matthew Cook

Género: Thriller, Comédia, Crime

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[Cinema] Opinião: Manhattan Nocturne, de Brian DeCubellis https://branmorrighan.com/2017/07/cinema-opiniao-manhattan-nocturne-de.html https://branmorrighan.com/2017/07/cinema-opiniao-manhattan-nocturne-de.html#respond Tue, 11 Jul 2017 12:07:00 +0000

SINOPSE

Porter Wren (Adrien Brody), é um jornalista de tablóides nova-iorquino com um apetite por escândalos. Ele vende morte, tragédia e qualquer coisa que passe por verdade. Em casa é um homem modelo, dedicado à esposa (Jennifer Beals). Mas quando uma estranha sedutora (Yvonne Strahovski) lhe pede para investigar o homicídio não solucionado do seu marido, Porter não consegue resistir.

ELENCO: Adrien Brody (O Pianista, Budapest Hotel) | Yvonne Strahovski (Dexter) | Campbell Scott (Spiderman)

REALIZADOR: Brian DeCubellis

GÉNERO: Crime, Drama, Mistério

OPINIÃO

Manhattan Nocturne é um filem baseado no livro Manhattan Night, considerado um dos melhores livros do ano, em 1996, pelo New York Times. Em Portugal, estreia a 13 de Julho e graças à Films4you, pude assistir com antecedência ao mesmo.  

Confesso, tenho um fraquinho pelo Adrian Brody. Já não sei bem qual foi o primeiro filme dele que vi, mas perto de há quinze anos atrás, quando vi O Pianista, houve algo na sua interpretação que me fez, durante algum tempo, procurar toda a sua filmografia. Depois a febre passou e há uns anos que não via nenhuma interpretação sua. Quando reparei que era um dos protagonistas deste filme, e como gosto de uma boa história de drama e mistério, fiquei muito curiosa. O toque noir sempre ficou bem a Brody e o filme, apesar de não ser brilhante, não desiludiu.

Não vou afirmar que Manhattan Nocturne é um dos melhores filmes que já vi, não tem o enredo mais genial, mas é estranhamente viciante. Passados os primeiros minutos de alguma expectativa sobre que rumo o protagonista, Porter, iria tomar, dei por mim vidrada nas possibilidades que cada um dos personagens poderia trazer para a história. Tudo começa com uma troca de olhares sedutores, quando Porter Wren é obrigado a ir a esta festa que celebra a compra do jornal onde trabalha por outras grande empresa, liderada pelo magnata Hobbs. Wren e Caroline Crowley trocam um magnetismo tão grande que se torna previsível que algo de dramático irá sair dali. Tal como se torna inevitável pensar que Hobbs ainda terá algum papel malicioso ali pelo meio, mas isso deixo para vocês, não quero colocar aqui nenhum spoiler.

Penso que o realizador conseguiu juntar ao drama e ao mistério uma componente psicológica muito interessante. Para além das dinâmicas de amor, paixão e traição, através do falecido marido de Crowley (um realizador cinematográfico), explora também dinâmicas algo psicóticas e controladoras, senão abusivas, entre o casal Crowley. Tudo através de repetidas gravações que o realizador fazia questão de manter, mesmo que os presentes não tivessem noção de que estavam a ser filmados. A única excepção era a da própria Carolina que chegou a aceitar um desafio insólito que acabou por se transformar no cerne de todo o plot do filme.

Apesar de todos estes pontos positivos, e desta camada psicológica atractiva que se entranha pouco depois do filme começar, senti que faltou algo mais para sentir um real impacto do filme em mim. Mesmo quando este está prestes a terminar e nos são revelados os segredos finais, dada a aproximação ao estilo noir, senti falta de uma maior intensidade tanto na estética como no fatalismo. Ainda assim, como disse anteriormente e reforçando esse ponto de vista, foi um filme que fluiu bastante bem e que não aborreceu, de todo. Gostei.

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[Cinema] Opinião: AGNUS DEI – As Inocentes, de Anne Fontaine https://branmorrighan.com/2016/10/cinema-opiniao-agnus-dei-as-inocentes.html https://branmorrighan.com/2016/10/cinema-opiniao-agnus-dei-as-inocentes.html#respond Mon, 24 Oct 2016 10:02:00 +0000

SINOPSE

Polónia, 1945. Mathilde, uma jovem médica da Cruz Vermelha francesa, está numa missão para ajudar sobreviventes da guerra. Quando uma freira lhe pede auxílio, é levada até um convento onde se escondem várias religiosas grávidas e incapazes de conciliar a sua fé com o estado em que se encontram. Mathilde transforma-se na última esperança daquelas mulheres.

OPINIÃO

Vi este filme há pouco mais de uma semana, curiosamente tinha terminado o livro “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher”, de Svetlana Alexievich. O que é que têm em comum? Ambas as obras, filme e livro, têm mulheres como protagonistas e mostram uma outra face da Segunda Guerra Mundial. Enquanto o livro mostra o papel da mulher soviética na guerra, AGNUS DEI – As Inocentes é baseado no diário de uma médica francesa, Madeleine Pauliac, e passa-se no pós-guerra, na Polónia, logo após a libertação, em 1945. 

O filme começa com uma freira desesperada à procura de um médico que não seja russo nem alemão. Encontra um posto francês da Cruz Vermelha e decide pedir ajuda a Mathilde, que primeiro lhe nega, para os colegas não se aperceberem, mas depois vai ter com ela e decide ajudá-la. Quando Mathilde chega ao convento, depara-se com um cenário surpreendente – uma freira contorce-se na cama, grávida. O bebé não está na posição correcta para nascer e ela tem de fazer, de imediato, uma cesariana. A madre superior do convento contorce as expressões, obviamente contrariada e repugnada com a gravidez. É outra freira, a irmã Maria, quem vai ter um papel bastante determinante na narrativa e que acaba por ajudar Mathilde.

Segundo o diário real de Madeleine Pauliac, naquele convento 25 freiras foram violadas pelos soviéticos, 20 foram mortas, e 5 ficaram grávidas. Um cenário macabro, que pouco enaltece a face soviética da guerra e ao que parece esta história tem sido abafada ao longo do tempo. No filme, a narrativa decorre sempre com uma espécie de suspensão da respiração. São temas demasiado delicados. A maior luta é a interior, dentro do convento. Freiras que não conseguem aceitar a gravidez não só pela violação como também pela contradição que é com a sua fé. Este é um combate travado constantemente e que põe em causa a devoção à religião. Como é que é possível que após todos os terríveis acontecimentos elas mantenham a fé? Mas a verdade é que a grande maioria mantém e a sua força é inspiradora. O mesmo não se pode dizer da madre superior. 

Mathilde é uma mulher extraordinária. Destemida e persistente. É a ajudar e a salvar pessoas que vê um propósito na sua vida e vai fazer o que for necessário para tal. Arrisca a sua vida várias vezes pelas freiras e salva-as de outra nova possível violação. Uma protagonista e uma actriz, Lou de Laâge, à altura do papel esperado, muito bem desempenhado. Quem também faz um papel imenso é a madre superior do convento. Novamente temos outra interpretação de fé que distorce o que seria de esperar. A reviravolta dá-se lentamente, mas firme. 

Gostei muito do filme. Não tem uma acção fervilhante, antes compassada ao ritmo cardíaco de quem está numa expectativa latente. Pelo meio temos momentos que nos atemorizam, que nos comovem, que nos revoltam, mas que em última instância nos deixam com um sorriso no rosto, quanto mais não seja pela bravura que testemunhamos naquelas mulheres. Um filme necessário para mostrar outro lado da guerra, outro lado da fé, outro lado da esperança. 

O filme vai estrear nas salas de cinema a 3 de Novembro e já ganhou o PRÉMIO DO PÚBLICO – PRÉMIO RTP, na 17ª Festa do Cinema Francês que decorreu no Cinema São Jorge. Com este prémio, depois da sua comercialização, AGNUS DEI – As Inocentes tem passagem assegurada na televisão  pública nacional, a RTP.

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[Diário de Bordo] The Man Who Knew Infinity https://branmorrighan.com/2016/08/diario-de-bordo-man-who-knew-infinity.html https://branmorrighan.com/2016/08/diario-de-bordo-man-who-knew-infinity.html#respond Fri, 26 Aug 2016 18:11:00 +0000

Raramente tenho tempo para ver filmes. Ou melhor, verdade seja dita, raramente tenho disponibilidade mental para me sentar durante duas horas, quieta e sem fazer mais nada, a ver um filme. Chamem-lhe hiperactividade ou estupidez, mas são raros os momentos em que encontro alguma paz de espírito para o poder fazer. Inesperadamente, ontem acabei por ver este – The Man Who Knew Infinity. Foi um impulso. Vi que era Biografia/Drama, o que normalmente só vejo em casos especiais porque para drama já temos muitas vezes a vida real, mas ainda assim avancei com o mesmo. Srinivasa Aiyangar Ramanujan é o protagonista, um matemático oriundo da Índia que fez descobertas importantíssimas para o mundo em que vivemos hoje. Aliás, um dos seus manuscritos encontrados post mortem está a ser usado para estudos sobre os buracos negros. E daí talvez tenha sido essa a razão pela qual acabei por ver este filme. Talvez por ser sobre um matemático. Talvez por ser sobre a luta de quebrar fronteiras e mostrar que o conhecimento pode vir de qualquer lugar e que deve ser respeitado. Talvez por ser sobre tudo ter um preço, às vezes demasiado elevado. Ou então foi apenas porque sim. 

Não é que seja um filme genial, afinal acaba por cair em imensos lugares comuns da maior parte das biografias dramáticas, mas acho que a sequência narrativa está muito cativante. Gostava de ter sabido mais sobre o próprio matemático em si, em vez de ao de leve ir tocando na sua história pessoal. O filme desenrola-se mais sob a perspectiva do contraste entre culturas e a não aceitação, até que por fim, pelo meio de eventos dramáticos, se vêem obrigados a reconhecer a genialidade de Ramanujan, mas talvez tarde demais. Os planos de imagem e o trabalho fotográfico estão muito bem captados, de tal forma que a emoção é uma constante e até eu, que sou assim meio pedra, deitei umas boas lágrimas. Há ali qualquer coisa na caracterização de Ramanujan que me tocou profundamente. E não tem a ver com o facto de ter deixado a mulher na Índia, e com isso sofrer pela sua ausência, nem tem bem a ver com o facto de não ser aceite logo pela comunidade científica britânica. Penso que a ligação pode estar na dificuldade que ele mostra em expressar de onde é que a maior parte das suas ideias vêm, na vontade louca de ver o seu trabalho concluído e reconhecido, o detestar desenvolver aquelas longas provas matemáticas. Ahahah. Sim, normalmente deixo as provas matemáticas para o meu orientador enquanto eu me dedico à aplicação prática das nossas ideias. 

Acho que qualquer investigador científico de qualquer área se pode de alguma maneira ligar a esta narrativa. Ou não. E apenas o filme teve sorte em apanhar-me num dia mais sensível. Ainda assim, é um filme que se vê bastante bem e que não é perda de tempo nenhum. 

DESCRIÇÃO PÚBLICO

Srinivasa Aiyangar Ramanujan (Dev Patel) nasceu na índia, em 1887. Já na infância, a sua inteligência excepcional deixa todos à sua volta impressionados. Por causa disso, ganha uma bolsa para o Liceu de Kumbakonam, onde desperta a admiração dos professores. Na adolescência começou, por auto-recriação, a estudar séries aritméticas e séries geométricas e com apenas 15 anos conseguiu encontrar soluções de polinómios de terceiro e quarto grau. Com essa idade teve acesso a um livro que marcou a sua vida: “Synopsis of Elementary Results on Pure Mathematics”, a obra de George Shoobridge Carr, um professor da Universidade de Cambridge (Inglaterra). O livro apresenta cerca de seis mil teoremas e fórmulas com poucas demonstrações, o que influenciou a maneira de Ramanujan interpretar a Matemática. Aos 16 anos fracassou nos exames de inglês e perdeu a bolsa de estudos. Sem desistir, continuou as suas pesquisas de forma autodidacta. Estudando e trabalhando sozinho, recria tudo o que já fora feito em Matemática. Mais tarde, decidiu frequentar uma universidade local como ouvinte. Os professores, percebendo as suas qualidades, aconselharam-no a enviar os resultados dos seus trabalhos para o grande matemático inglês G. H. Hardy (Jeremy Irons). Em 1913, impressionado com o seu intelecto, Hardy convida-o para ir para Cambridge (Inglaterra). Ali, apesar de todas as dificuldades de adaptação e de algum cepticismo do corpo docente, ele tornou-se professor no Trinity College (Cambridge) e foi agraciado com o ingresso na Royal Society de Ciências. Em 1919, adoeceu com tuberculose e voltou para a Índia…

Com realização e argumento de Matt Brown (“Ropewalk”), “O Homem Que Viu o Infinito” conta a história verídica de Srinivasa Aiyangar Ramanujan (1887 – 1920), um dos mais influentes génios matemáticos do século XX. PÚBLICO

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Roman Polanski adapta ao cinema «A Partir de Uma História Verdadeira», de Delphine de Vigan https://branmorrighan.com/2016/07/roman-polanski-adapta-ao-cinema-partir.html https://branmorrighan.com/2016/07/roman-polanski-adapta-ao-cinema-partir.html#respond Tue, 26 Jul 2016 14:59:00 +0000

O realizador Roman Polanski vai adaptar ao cinema o mais recente romance da escritora francesa — e também realizadora — Delphine de Vigan, A Partir de Uma História Verdadeira, publicado em Portugal pela Quetzal Editores, em maio de 2016. Olivier Assayas será o argumentista e estima-se que o filme chegue às salas de cinema em 2018. 

Esta não é a primeira obra de Delphine de Vigan a ser adaptada ao grande ecrã. Obras anteriores como No et Moi ou À Coup Sûr são exemplo disso. 

A Partir de Uma História Verdadeira conta a inquietante história – que se suspeita que seja autobiográfica – da luta de uma escritora em começar um novo livro e a relação perigosa que mantém com uma fã obcecada. 

“Sim L. entrou na minha vida e perturbou-a profunda, lenta, segura e insidiosamente. L. entrou na minha vida como num palco de teatro, a meio da representação, como se um encenador se tivesse esforçado por esbater tudo à sua volta para lhe dar destaque, como se L. fosse planeada para revelar a sua importância, para que naquele preciso momento o espectador e as outras personagens presentes na cena (eu, neste caso) só tivessem olhos para ela, para que tudo, à nossa volta, ficasse em suspenso, e que a voz dela se ouvisse no fundo da sala, enfim para que ela pudesse sobressair.» 

A Partir de Uma História Verdadeira foi galardoado com os prémios Renaudot 2015 e Goncourt des Lycéens 2015 e encontra-se disponível para compra nas livrarias portuguesas bem como online.

A Sinopse e Opinião desta obra podem ser lidas aqui: 

http://www.branmorrighan.com/2016/07/opiniao-partir-de-uma-historia.html

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Vencedores do Passatempo Convergente: 5 Bilhetes Individuais em Sorteio! https://branmorrighan.com/2016/03/vencedores-do-passatempo-convergente-5.html https://branmorrighan.com/2016/03/vencedores-do-passatempo-convergente-5.html#respond Wed, 23 Mar 2016 08:06:00 +0000

Bom dia! O passatempo para os cinco bilhetes individuais para o filme Convergente, no Cinema da Villa Cascais, já terminou e aqui estão os vencedores escolhidos através do random.org:

Patrícia Alexandra Henriques da Silva

Tiago Emanuel Pereira Duarte

Ana Claudia Pacheco de Carvalho

Hélder André Grais dos Santos Lima

Joelma Cesaltina Temporario Guerreiro Moniz

Muitos parabéns! Vão receber um mail para indicarem a que sessão pretendem assistir! Bons filmes!

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Passatempo Convergente: 5 Bilhetes Individuais em Sorteio! https://branmorrighan.com/2016/03/passatempo-convergente-5-bilhetes.html https://branmorrighan.com/2016/03/passatempo-convergente-5-bilhetes.html#respond Thu, 10 Mar 2016 15:54:00 +0000

O Mundo nunca mais vai ser o mesmo.

O terceiro filme é a adaptação do livro de Verónica Roth, Allegiant, a iteração final desta trilogia de ação. Precede os acontecimentos de Insurgente, com Tris a escapar com Four para lá do muro que envolve Chicago, descobrindo o que há para lá dele.

Site: http://ocinemadavilla.pt/movies/serie-divergente-convergente/

Estão em sorteio 5 bilhete individuais, para O Cinema da Villa Cascais até às 10h do dia 20 de Março. Para participarem apenas têm de preencher correctamente o formulário. Os vencedores poderão escolher uma sessão à escolha, das que forem possíveis no link acima disponibilizado. Boa sorte!

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Vencedor do Passatempo Especial: Ganha 1 Bilhete Duplo para o filme Difret, coproduzido por Angelina Jolie https://branmorrighan.com/2016/03/vencedor-do-passatempo-especial-ganha-1.html https://branmorrighan.com/2016/03/vencedor-do-passatempo-especial-ganha-1.html#respond Tue, 08 Mar 2016 10:37:00 +0000

Bom dia! Muito obrigada a todos os que participaram neste passatempo! Como estava definido, terminou pelas 10h e já está conhecido o vencedor que foi escolhido através do random.org:

Rui Miguel Costa

Parabéns, Rui! O teu nome constará na lista (com +1) de convidados. A antestreia é amanhã, pelas 21h30, no Cinema da Villa Cascais. Bom filme!

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Passatempo Especial: Ganha 1 Bilhete Duplo para o filme Difret, coproduzido por Angelina Jolie https://branmorrighan.com/2016/03/passatempo-especial-ganha-1-bilhete.html https://branmorrighan.com/2016/03/passatempo-especial-ganha-1-bilhete.html#respond Sat, 05 Mar 2016 10:11:00 +0000

O filme etíope “Difret” faz-nos descobrir um país inimaginável: além das planícies africanas altas e verdejantes, há também mulheres, na Etiópia, que resistem, face à ordem estabelecida.

Hirut tem 14 anos e vive a três horas de carro de Addis Abeba. A caminho da escola, é raptada.

Na Etiópia o rapto pré-nupcial é uma tradição. A ação passa-se há vinte anos. Hirut não quer tornar-se esposa tão nova e resiste. É violada e finalmente consegue escapar e mata o raptor. Ao ser acusada de assassínio, uma advogada de Addis Abeba decide ajudá-la. É o encontro entre dois mundos.

É a primeira obra de Zeresenay Mehari e foi coproduzido por Angelina Jolie. 

O filme brilha pela simplicidade, pelo tom justo e pelo trabalho dos atores. Em língua amárica, a língua oficial da Etiópia, “Difret“significa “coragem”.

O filme tem ganho imensos prémios e foi coproduzido por Angelina Jolie e baseado numa história verídica.

link do site do filme | http://www.difret.com

A anestreia do filme no Cinema da Villa Cascais é a 9 de Março e o BranMorrighan tem o prazer de sortear um convite duplo para o mesmo. Para o ganharem basta que preencham correctamente o formulário até às 10h de dia 8 de Março. Obrigada e Boa Sorte! 

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