Concertos – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:44:25 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Concertos – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [Foto Reportagem] Concertos Why Portugal – Dia 9 – We Bless This Mess, Neev e Holy Nothing https://branmorrighan.com/2016/11/foto-reportagem-concertos-why-portugal.html https://branmorrighan.com/2016/11/foto-reportagem-concertos-why-portugal.html#respond Thu, 10 Nov 2016 16:14:00 +0000

Fotografias André Reis

Foi ontem a primeira noite de concertos Why Portugal em antecipação ao EUROSONIC! Os artistas presentes foram We Bless This Mess + Fast Eddie Nelson, Neev e Holy Nothing! O André Reis esteve lá e tirou este belo registo fotográfico. Hoje há mais com Surma, We Bless This Mess (solo) e DJ Ride! 

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[DESTAQUE] 17 Concertos, Editora Foco em França, presença em Inglaterra, tudo com a Omnichord Records https://branmorrighan.com/2016/11/destaque-17-concertos-editora-foco-em.html https://branmorrighan.com/2016/11/destaque-17-concertos-editora-foco-em.html#respond Fri, 04 Nov 2016 12:00:00 +0000

Omnichord Records é Editora em Foco em França

A emissora francesa Euroradionantes (projecto pioneiro dedicado à música, cultura e informação de países europeus) acabou de nomear a Omnichord Records como “Editora em Foco” e reforçou a sua programação com vários temas de First Breath After Coma, Nice Weather For Ducks, Surma, Les Crazy Coconuts, Twin Transistors, Whales, Few Fingers, André Barros, Bússola e Born a Lion. Esta iniciativa de “Editora em Foco” começou em 2013 e nas edições anteriores estiveram selos como a Bella Union, Fat Cat, PIAS, Acuarela, Chemikal Underground ou Mute Records. Pela primeira vez temos em destaque uma editora portuguesa. Será também em Nantes que, a 12 de Novembro no Stereolux, subirão ao palco Surma e Les Crazy Coconuts.

First Breath After Coma convidados por José James para abrir os seus concertos no Misty Fest no Porto,Leiria, Lisboa e Braga.

Depois da tour por Madrid, Paris e várias cidades na Alemanha, e antes de rumarem ao Reino Unido, os First Breath After Coma voltam a casa e sobem aos bonitos palcos da Casa da Música, do Teatro José Lúcio da Silva, do CCB e do Theatro Circo onde, de 9 a 12 de Novembro, abrem as datas de José James no Misty Fest.

Dois vinis a lançar em Londres no Independent Label Market

No dia 26 de Novembro, o típico Old Spitalfields Market recebe mais uma edição de Natal da Independent Label Market (uma das maiores feiras de discos com quase cem editoras independentes seleccionadas). De Portugal vai, pela primeira vez, a Omnichord Records, e lança lá duas edições em vinil colorido. Uma dupla que reúne os dois discos dos First Breath After Coma – “The Misadventures Of Anthony Knivet” e “Drifter” – e outra que recupera o trabalho de estreia dos Few Fingers – “Burning Hands”.   

No dia anterior, 25 de Novembro, First Breath After Coma e Few Fingers actuam no club britânico Dress Paper Vintage, fazendo a estreia em  palcos britânicos. 

AGENDA


A agenda do mês começa já com os Nice Weather For Ducks a espelharem amor em Ponte da Barca. Este sábado, dia 5.

Os First Breath After Coma abrem os concertos de José James, lançam um vinil e estreiam-se em Londres

Festival Why Portugal / Bathstage / Web Summit / Nantes / Vila Real / Ermesinde. Novembro é Surma.

Os Les Crazy Coconuts estreiam-se em palcos Franceses e no dia 12 actuam no Stereolux, em Nantes.

Os ingleses gabaram-lhes a pronúncia e a música. Os Few Fingers estreiam-se em Londres e lançam o seu disco em vinil.

Os Whales  continuam a testar material novo ao vivo e, no dia 17 de Novembro, actuam no ACERT em  Tondela.

Há já muito que se pedia que os Twin Transisitors voltassem a tocar perto de casa. Dia 12 há rock no Texas! 

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[Diário de Bordo] 65daysofstatic no Musicbox – um dos melhores concertos deste nosso 2016 https://branmorrighan.com/2016/10/diario-de-bordo-65daysofstatic-no.html https://branmorrighan.com/2016/10/diario-de-bordo-65daysofstatic-no.html#respond Sun, 30 Oct 2016 20:09:00 +0000

Fotografias Alípio Padilha

Já não me lembro bem em que altura comecei a ouvir 65daysofstatic. Lembro-me que foi com a Radio Protector, por isso pode fazer muito bem 10 anos, já que o disco é dessa altura. E faz sentido. O que não fazia sentido para mim era eles não passarem por Portugal. O post-rock é o género de música que mais mexe comigo a vários níveis, mas principalmente aos níveis sensoriais e emocionais. Sempre que uma banda, que seja uma referência para mim, vem ao nosso país, faço todos os esforços e mais alguns para a poder ver. Infelizmente, muitos me têm passado ao lado, mas miraculosamente este foi possível. E todo aquele dia 27 de Outubro foi qualquer coisa de fascinante. O dia não correu muito bem, eram 19h e já estava tão cansada, tão nas últimas, que imaginar-me a ir para o Cais do Sodré, sabendo que depois só chegaria a casa sabe-se lá a que horas (afinal moro fora de Lisboa), me parecia uma missão impossível. Mas bora lá, jantar no papo, sorriso no rosto, e lá desci a Avenida da Liberdade de fones nos ouvidos, noite amena, caminhada de quase uma hora para limpar a cabeça, e quando cheguei ao Musicbox a disposição já era outra. Encontrei uma fila considerável, da qual fui salva por estar na guestlist (obrigada Musicbox!), e não tardou muito até os Thought Forms abrirem a noite. Confesso que não fiquei deslumbrada, mas penso que isso se deveu ao facto de eles parecerem cansados e pouco à vontade logo desde o início. Com o decorrer do concerto isso melhorou e fiquei com vontade de saber mais sobre eles e ouvir mais coisas. Está na todo list

Mas passemos ao que interessa. Caramba, 65daysofstatic, que concerto do car**ho! Do carago! É isso!, já que vocês vinham do Porto do dia anterior. Sou da opinião que a música tem um poder transformador, um poder de nos elevar e transportar para locais únicos, privados, que podem ou não ser partilhados. Esta viagem fiz sozinha. A maior parte das vezes sou egoísta nisto, no que sinto e vivo durante um concerto. E depois há a questão do Musicbox, com a sua arquitectura, ser um sítio que facilmente se pode tornar mágico, assim se reúnam condições para tal e estavam lá todas. O quarteto em cima do palco tinha uma energia tão única, tão visceral, que havia músicas em que claramente éramos atingidos como que por uma onda electromagnética fortíssima, que nos acorda e revitaliza. A qualidade do som, óptima!, ajudou a criar essa atmosfera electrizante. O concerto começou com uma componente electrónica bastante forte, passeando depois por composições mais orgânicas. Na verdade, o jogo que fazem entre uma vertente e outra traz um equilíbrio que os destaca das demais bandas de post-rock. E nem vou falar na maquinaria toda que levaram, na quantidade de pedais e sintetizadores, tudo! Claro que também tenho que destacar o guitarrista principal, era completamente encantador nas suas interacções com o público e também na forma como interagia com os seus colegas. Já o outro guitarrista/teclista, era mais do estilo observador/provocador. Mas caramba, quando as suas mãos começaram a Radio Protector, não só me vieram as lágrimas aos olhos como não pude deixar de admirar a força, a paixão, a entrega dada à exigência daquela música. Ao vivo não é nada fácil de ser tocada e, estando eu ainda por cima de frente para ele, consegui assistir a uma autêntica prova de esforço e resistência. E foi lindo. Dez anos depois tive a oportunidade de os ver ao vivo e foi do caraças. Tivemos direito a encore, a uma nova explosão de energia e, quando terminou, a sensação dominante foi que esta é uma banda em que claramente coloca os seus discos a um canto quando sobem ao palco. Não é que os discos não sejam bons, aliás, sonoramente têm muito mais componentes presentes do que ao vivo, mas a magia que operam enquanto os vemos a tocar é impossível de reproduzir sem essa presença física, sem essa troca entre o músico e o ouvinte. 

E pronto, é isto. Há momentos na nossa vida em que as coisas fazem sentido, o universo alinha-se e a beleza toma lugar. Este concerto foi um desses momentos, em que a beleza cósmica se fez sentir em plenitude e eu senti-me uma pessoa melhor por causa disso. A semana acabou por ser atribulada, o doutoramento está a carregar com tudo o que tem, mas é bom voltar a escrever sobre estas experiências! Quero deixar um grande obrigada ao Alípio Padilha, fotógrafo do Musicbox, por me ceder as suas belas fotografias! És um porreiro! 

Já agora, no dia anterior fui ver Tindersticks ao Teatro Tivoli, pelo Música em DX! Podem ler o meu texto aqui: http://www.musicaemdx.pt/2016/10/30/uma-viagem-cinematografica-sala-espera-tindersticks/

Beijos e até breve!

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[Entrevista] X-Wife com concerto no CCBeat dia 28 de Outubro https://branmorrighan.com/2016/10/entrevista-x-wife-com-concerto-no.html https://branmorrighan.com/2016/10/entrevista-x-wife-com-concerto-no.html#respond Thu, 13 Oct 2016 09:04:00 +0000

Há quase um ano atrás entrevistei os X-Wife a propósito do seu regresso, tinham acabado de lançar o single “Movin’up”. Pode ler essa mesma entrevista, aqui: http://www.branmorrighan.com/2015/11/o-regresso-dos-x-wife-em-entrevista.html

Com o regresso aos concertos em Lisboa, dia 28 de Outubro no CCBeat, decidi fazer umas perguntas complementares à mesma, tendo como mote a curiosidade do balanço que fazem desde que regressaram e do que é que podemos esperar do próximo concerto e do futuro próximo. Aqui fica.

Que balanço fazem deste último ano?

Foi um ano em que estivemos mais dedicados à sala de ensaios e composição. Os concertos que decidimos fazer foram normalmente em grandes festivais e alguns convites especiais que surgiram.

Na altura tinham dito que ainda não estavam a pensar em disco, mas em editar canções. Teremos algum single para breve? 

Temos umas quantas músicas prontas na fase final de produção, não temos datas planeadas mas provavelmente no inicio do próximo ano.

O disco é uma possibilidade para breve? 

Sim, planeamos ter algo cá fora no próximo ano, apesar de não termos ainda pensado no formato do mesmo.

O concerto do CCB vai marcar o início de alguma coisa nova? Terá convidados? O que é que os fãs poderão esperar desse concerto? 

É um regresso a Lisboa numa sala mais intimista o que já não acontece à algum tempo. Penso que marca mais o fechar deste ciclo de concertos onde temos abordado aquilo que consideramos serem os nossos temas mais fortes.

E depois, o que se segue? 

Preparar um novo ciclo, estamos entusiasmados para ver o que surge.

https://www.facebook.com/xwiferocks

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[DESTAQUE] HOJE – Twin Transistors apresentam Sun of Wolves, no Sabotage https://branmorrighan.com/2016/05/destaque-hoje-twin-transistors.html https://branmorrighan.com/2016/05/destaque-hoje-twin-transistors.html#respond Fri, 20 May 2016 08:42:00 +0000

Uma das bandas mais incríveis que já conheci e que me posso gabar de ter colocado a tocar em Lisboa ainda antes de terem o primeiro disco cá fora e ainda antes de mergulhar nas minhas novas responsabilidades na Omnichord Records. São os Twin Transistors e apresentam hoje o seu belíssimo Sun of Wolves no Sabotage Lisboa. Não há desculpas, a única hipótese é ir 🙂 

Já agora, deixo-vos com a crítica da querida Eliana, da fantástica equipa Música em DX à qual também pertenço, aqui: http://www.musicaemdx.pt/2016/05/18/twin-transistors-sun-of-wolves/

“Estes gajos são uma locomotiva em movimento. Veloz e feroz. Um rolo compressor. Motorik alimentado a rajadas psicadélicas. Experimentalismo tornado canção. Com peso, densidade e potência. OsTwin Transistors não brincam em serviço e “All In” está aí para o provar.” – VICE PORTUGAL


Assim foi lançado o mote para Sun of Wolves, o primeiro disco dos Twin Transistors, cuja apresentação desce à capital no próximo dia 20 de Maio, pelas 23h, no Sabotage, com primeira parte de Serushiô! 


Se inicialmente a sonoridade dos Twin Transistors era caracterizada por sintetizadores e teclados e influenciado por Sonic Boom/Spectrum, LCD Soundsystem, com algumas nuances de experimentalismo, actualmente caminham para um psicadelismo em formato canção, com influências de Spacemen 3, Spiritualized ou Brian Jonestown Massacre.


Produzidos, gravados e misturados por João Santos (membro dos The Allstar Project e produtor de Born A Lion, First Breath After Coma e Nice Weather For Ducks), os Twin Transistors transpiram rock, groove e alma. O video para esta “All In” foi realizado, filmado e montado por KID RICHARDS, e Sun of Wolves, o disco longa-duração, já se encontra disponível para audição e compra nas plataformas digitais.

https://twintransistors.bandcamp.com/

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[HOJE] First Breath After Coma apresentam “Drifter” no CCB com Noiserv e André Barros https://branmorrighan.com/2016/05/hoje-first-breath-after-coma-apresentam.html https://branmorrighan.com/2016/05/hoje-first-breath-after-coma-apresentam.html#respond Sat, 07 May 2016 10:29:00 +0000

Ontem foi lançado o disco de regresso dos First Breath After Coma que apresentaram um novo video para a sua colaboração com Noiserv no tema “Umbrae”. O videoclip foi idealizado, gravado e montado por músicos da própria banda (Rui Gaspar e Telmo Soares) e é protagonizado por Rui Paixão, o clown português que recentemente passou a fazer parte do elenco do Cirque du Soleil.

HOJE é chegado o dia de levar parte do novo disco, com músicas do disco anterior, ao CCB, através do CCBeat. Levam consigo os convidados especiais que participaram no novo trabalho (Noiserv, André Barros e uma secção de metais) e a pedido de vários fãs, que não conseguiram bilhete para a pré-apresentação lotadíssima em Leiria, a banda viaja de Leiria para Lisboa num autocarro em comitiva conjunta com fãs e amigos.  

Recordando

Salty Eyes: 

http://www.branmorrighan.com/2016/05/queres-e-letra-especial-exclusivo-first.html

Umbrae (ft Noiserv)

http://www.branmorrighan.com/2016/05/queres-e-letra-especial-exclusivo-first_6.html

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[DESTAQUE] HOJE – First Breath After Coma apresenta Drifter no Hard Club https://branmorrighan.com/2016/04/destaque-hoje-first-breath-after-coma.html https://branmorrighan.com/2016/04/destaque-hoje-first-breath-after-coma.html#respond Fri, 29 Apr 2016 08:35:00 +0000

https://www.facebook.com/events/1684966485101704/

É caso para dizer que quem não for vai perder um dos concertos da sua vida! 🙂 Confiem, já ouvi Drifter e é sem dúvida dos discos mais lindos! A apresentação em Lisboa será no CCB, dia 7 de Maio e contará com a presença de André Barros e noiserv, que participam também no disco. Mil beijos e vejo-vos logo no Porto, sim? 

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AMBAR com novas datas em Abril – “No entanto, ela move-se” https://branmorrighan.com/2016/04/ambar-com-novas-datas-em-abril-no.html https://branmorrighan.com/2016/04/ambar-com-novas-datas-em-abril-no.html#respond Wed, 20 Apr 2016 15:06:00 +0000

Nascendo das influências dos seus membros, tão díspares como o Norte do Sul, AMBAR é uma banda de rock cuja estrela do norte é a palavra em língua portuguesa. Com a premissa de que é na melodia e na harmonia que todos se entendem, os AMBAR gravaram o seu primeiro álbum, “No entanto, ela move-se”, que foi editado a 28 Janeiro de 2016.

https://www.facebook.com/ambar.lisboa.rock/

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3º Aniversário Sabotage Rock Club com Birds Are Indie, Filho da Mãe & Ricardo Martins, The Japanese Girl, A Boy Named Sue e muito mais https://branmorrighan.com/2016/04/3-aniversario-sabotage-rock-club-com.html https://branmorrighan.com/2016/04/3-aniversario-sabotage-rock-club-com.html#respond Wed, 20 Apr 2016 07:37:00 +0000


3º ANIVERSÁRIO

12, 13 e 14 de Maio

Em Maio, o Sabotage Club comemora o 3º Aniversário. Três anos de concertos, festas, festivais. Três anos de uma programação intensa que aposta em projectos emergentes, mas que também é casa de bandas consagradas. Três anos de música à flor da pele. Vamos celebrar! Durante três dias – 12, 13 e 14 de Maio –, fazemos a festa com 8 bandas e outros tantos DJs. Um cartaz eclético, composto por alguns dos mais interessantes projectos, a nível nacional e internacional.

Birds Are Indie

Os Soviet Soviet são os primeiros forasteiros a aterrar no palco do Sabotage, no dia 12. O trio post-punk, oriundo de Pesaro, Itália, regressa (esteve connosco em 2015) no ano em que a editora norte-americana Felte edita “Nice” e “Summer, Jesus” – duas colectâneas que reúnem temas dispersos em EPs e material inédito da banda. Ainda no primeiro dia, ao início da noite, egbo traz-nos viagens no tempo e no espaço, disparadas por beats lo-fi de hip-hop, e registadas no seu novo LP “yesterday you said tomorrow”, com selo Revolve/Tsuno. Depois, as canções eléctricas das Clementine (Shelley Barradas e Helena Fagundes), imbuídas do espírito do it yourself e de anos de experiência em projectos post-punk e garage.

Filho da Mãe & Ricardo Martins

Filho da Mãe & Ricardo Martins chegam ao segundo dia, a 13, com “Tormenta”, trabalho onde a guitarra de Rui Carvalho e a bateria de Ricardo Martins – dois dos músicos mais criativos que por aqui andam – se desafiam mutuamente. Antes, recebemos o trio conimbricense Birds Are Indie, que acaba de lançar o terceiro disco, “Let’s pretend the world has stopped”. E ainda os Evols, de Vila do Conde, prova de que o rock não só não está morto como pode soar a algo fresco, acabado de nascer.

A 14, os veteranos do surf-garage rock Messer Chups (São Petersburgo, Rússia) atiram os foguetes, apanham as canas e o diabo a quatro, naquele que será o concerto de encerramento dos três dias de festa. Não sei antes subirem ao palco os portuenses The Japanese Girl, que voltam ao Sabotage para mais uma descarga sonora, algures entre o garage rock e o psych lo-fi, depois de aqui terem apresentado “Sonic-Shaped Life” (Munster Records, 2015).

The Japanese Girl

Ao longo dos três dias, depois dos concertos, passam pela cabine de DJ do Sabotage os incríveis A Boy Named Sue, David Polido, Altamont, Tiago Castro, Mr. Groovie, Nunchuck e Marla Singer.

Os bilhetes são diários e custam 10€. Serão postos à venda em breve.

LINE-UP

Quinta – 12 de Maio

SOVIET SOVIET (Itália)

CLEMENTINE

EGBO

DJs: NUNCHUCK + DAVID POLIDO

Sexta – 13 de Maio

FILHO DA MÃE & RICARDO MARTINS

EVOLS

BIRDS ARE INDIE

DJs: ALTAMONT + TIAGO CASTRO + MARLA SINGER

Sábado – 13 de Maio

MESSER CHUPS (Rússia)

JAPANESE GIRL

DJs: A BOY NAMED SUE + MR. GROOVIE + DAVID POLIDO

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[DESTAQUE] Salty Eyes é o single de avanço do novo disco dos First Breath After Coma – Drifter https://branmorrighan.com/2016/04/destaque-salty-eyes-e-o-single-de.html https://branmorrighan.com/2016/04/destaque-salty-eyes-e-o-single-de.html#respond Sat, 16 Apr 2016 09:55:00 +0000 Fotografia Telmo Soares

Os First Breath After Coma lançaram o seu primeiro disco em 2013. The Misadventures of Anthony Knivet, marcou o início de um percurso que desde cedo mostrou que estamos perante uma banda que sabe aquilo que quer e que, apesar de ainda serem bastante jovens, chegou para conquistar. Foram milhares os que se renderam ao primeiro disco, basta visitar a página de Facebook para perceber que para uma banda portuguesa com apenas um disco, a quantidade de interacções (e não falo só de likes, esses muitas vezes significam pouco) e o apoio mostrado é notável. Fecharam-se durante meses para construir o segundo disco – Drifter – e obtiveram novamente um apoio brutal dos seus fãs através da campanha de crowdfunding que foi feita. O resultado está à vista:  gravaram sons de quase tudo o que os rodeava, perderam-se nas discografias da evolução do rock e da música electrónica, e o disco mostra o ADN dos First Breath After Coma, mas aponta ainda mais caminhos para o presente e para o futuro.

O de Drifter lançamento está agendado para 6 de Maio pela Omnichord Records e inclui colaborações de André Barros e Noiserv, e conta com produção da própria banda e de Filipe Rocha (Sean Riley & The Slowriders, The Allstar Project, Phase), com a ajuda de Paulo Mouta Pereira na mistura e na masterização. O primeiro single e vídeo já está cá fora. “Salty Eyes” é o cartão de visita de Drifter, e o vídeo de Vasco Mendes (Batida, Glockenwise, Norton, peixe : avião, WE TRUST, White Haus) explora a relação de contemplação com a natureza e a vontade de lhe devolver ou entregar o que nos torna menos humanos.

Deixo-vos com os concertos de apresentação e com o vídeo. Tenho a dizer que é uma honra estar a fazer parte do processo de lançamento deste disco através da minha colaboração com a Omnichord Records. Sem dúvida que está a ser um ano excelente, mas que ainda agora começou. Vamos ter também disco de Twin Transistors, Nice Weather For Ducks e mais umas quantas surpresas. Fiquem atentos!

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