Contraponto – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 06:06:24 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Contraponto – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Em Janeiro, pela Contraponto: Vida Lixo Zero, de Ana Milhazes https://branmorrighan.com/2019/12/em-janeiro-pela-contraponto-vida-lixo.html https://branmorrighan.com/2019/12/em-janeiro-pela-contraponto-vida-lixo.html#respond Thu, 19 Dec 2019 11:23:00 +0000

Vida Lixo Zero

Ana Milhazes

Género: Desenvolvimento Pessoal / Autoajuda| Formato: 15 x 23,5 cm| No de páginas: 224 | PVP: 16,60 €| ISBN: 978989666236 | Data de publicação: 17 de janeiro de 2020

Livro de Ana Milhazes é impresso em papel 100% reciclado e a capa não é plastificada

“Sustentabilidade” lidera a votação para Palavra do Ano em Portugal, no âmbito da já tradicional iniciativa promovida pela Porto Editora, e a Contraponto prepara-se para publicar um livro justamente sobre essa temática. Da autoria de Ana Milhazes – socióloga, formadora, instrutora de yoga, reconhecida ativista ambiental e a figura que lidera o movimento Lixo Zero no nosso país –, o livro chama-se Vida Lixo Zero e, no momento presente, constitui um guia essencial para um leitor consciente e informado. Mas esta aposta da Contraponto não é só extremamente atual, é também responsável: o livro é produzido em papel 100% reciclado e a capa, por vontade da autora e da editora, não foi plastificada, como é habitual na grande maioria dos livros que se publicam.

Vida Lixo Zero estará disponível nas livrarias a partir de 17 de janeiro de 2020.

LIVRO 

Ana Milhazes adorava o seu trabalho na área das tecnologias de informação e era viciada em compras. Até que começou a deixar de sentir prazer naquilo que fazia, a sentir-se muito cansada e desmotivada. Acabou por adoecer: entrou em burnout e foi-lhe diagnosticada uma depressão. Nessa altura, decidiu mudar de vida. E mudou mesmo.

Depois de se despedir, optou por abrandar e simplificar ainda mais a sua vida, vivendo inteiramente de acordo com aquilo em que acreditava.

Hoje, é autora do blogue Ana, Go Slowly, instrutora de yoga, embaixadora do movimento Lixo Zero Portugal, oradora e formadora nas áreas do minimalismo e da sustentabilidade e sente-se verdadeiramente feliz.

Neste livro inspirador, e partindo do seu próprio exemplo, Ana Milhazes mostra-nos como podemos ser mais felizes com menos e dá-nos dicas para facilitar e transformar a nossa vida: do consumo sustentável à tecnologia, passando pelos meios de ransporte, pela organização e limpeza da casa, pela higiene, o desperdício zero na cozinha e a economia de partilha. A autora aborda ainda os desafios sociais, os mitos em torno da sustentabilidade e partilha algumas ideias para o futuro.

Vida Lixo Zero é um livro feito em papel reciclado e sem plastificação, porque mudar e fazer diferente está nas nossas mãos. E a mudança começa agora.

AUTORA 

Ana Milhazes tem 35 anos, é socióloga, formadora, ativista ambiental, instrutora de yoga, autora do blogue Ana, Go Slowly e fundadora do movimento Lixo Zero Portugal. Despediu-se, em 2017, depois de vários anos a trabalhar na área das tecnologias de informação, após lhe terem sido diagnosticados burnout e depressão.

Vive com a missão diária de viver mais devagar e de fazer o mínimo de lixo possível, de partilhar os desafios que enfrenta e de inspirar a mudança. Já realizou mais de 150 palestras e workshops.

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[Divulgação] A Realidade Não é o Que Parece, de Carlo Rovelli https://branmorrighan.com/2019/11/divulgacao-realidade-nao-e-o-que-parece.html https://branmorrighan.com/2019/11/divulgacao-realidade-nao-e-o-que-parece.html#respond Thu, 07 Nov 2019 15:48:00 +0000

A Realidade Não é o Que Parece

Carlo Rovelli

Género: Ciências Exatas e Naturais / Física

Formato: 15 x 23,5 cm

No de páginas: 264

PVP: 16,60 €

ISBN: 9789896661977

Carlo Rovelli, um dos pensadores mais influentes do mundo, lança pela Contraponto o livro A Realidade Não é o Que Parece

A obra fundamental daquele é considerado o novo Stephen Hawking, sobre o tempo, o espaço e a matéria, está disponível nas livrarias a partir de hoje. Conta com prefácio de Afonso Cruz e tradução de José Colaço Barreiros.

Carlo Rovelli é considerado um dos 100 pensadores mais influentes do mundo, está traduzido em mais de 40 países e é considerado o novo Stephen Hawking. Com prefácio de Afonso Cruz e tradução de José Colaço Barreiros (tradutor de Umberto Eco ou Italo Calvino), chega às livrarias através da Contraponto o livro A Realidade Não é o Que Parece, no qual Rovelli conduz o leitor ao longo de uma extraordinária viagem, de Demócrito a Einstein, de Michael Faraday às ondas gravitacionais e da física clássica à gravidade quântica. Esta é uma obra fundamental sobre tempo, espaço, matéria e sobre como a ideia de realidade evoluiu ao longo do tempo.

A 16 de novembro, o autor estará em Lisboa para uma conferência sobre Ciência e Universo a convite da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

LIVRO

Quais são os ingredientes elementares do mundo? O tempo e o espaço existem? E o que é exatamente a realidade? O físico teórico Carlo Rovelli tem passado a vida a explorar estas questões e, neste livro fascinante, conta como a nossa compreensão da realidade mudou ao longo dos séculos e como os físicos encaram a estrutura do universo nos dias de hoje.

Com uma prosa elegante e acessível, Rovelli conduz o leitor ao longo de uma extraordinária viagem, de Demócrito a Einstein, de Michael Faraday às ondas gravitacionais e da física clássica ao seu próprio trabalho em gravidade quântica.

Em A Realidade Não é o Que Parece, percebemos de que forma a ideia de realidade evoluiu ao longo do tempo, mas este notável livro convida-nos também a imaginarmos um mundo maravilhoso, no qual o espaço se fragmenta em minúsculos grãos, o tempo desaparece nas menores escalas e os buracos negros esperam para explodir – um vasto universo ainda em grande parte por descobrir. A obra fundamental de Rovelli sobre tempo, espaço e matéria. Em tempos de grande sofisticação tecnológica, este livro dá a conhecer os preceitos e os comportamentos corretos em ocasiões e contextos aos quais a etiqueta clássica não sabia dar resposta. Dos princípios gerais da etiqueta moderna, passando pelos eventos, pelo emprego, pelo estar à mesa, por receções em casa ou por viagens para outros países, este livro é o melhor aliado de quem pretende apresentar sempre a melhor versão de si mesmo.

AUTOR

Carlo Rovelli nasceu em Itália, em 1956, é físico teórico, professor universitário e investigador, bem como autor de vários livros traduzidos em mais de quarenta países. Depois de ter trabalhado no seu país e nos Estados Unidos, radicou-se em França. Tem-se dedicado à gravidade quântica, mas também à história e à filosofia da ciência. Colabora com vários meios de comunicação social, incluindo o Corriere della Sera e o La Repubblica. Em 2019, foi incluído pela revista Foreign Policy numa lista dos 100 pensadores mais influentes do mundo.

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Em Junho, pela Contraponto: Arte de Viver Sozinha e Adorar, de Jane Mathews https://branmorrighan.com/2019/06/em-junho-pela-contraponto-arte-de-viver.html https://branmorrighan.com/2019/06/em-junho-pela-contraponto-arte-de-viver.html#respond Wed, 26 Jun 2019 16:42:00 +0000

A Arte de Viver Sozinha e Adorar – Um guia inspirador para uma vida plena e feliz

Jane Mathews

Género: Desenv. Pessoal e Espiritual / Autoajuda | Formato: 15 x 23,5 cm| No de páginas: 272 | PVP: 16,60 €| ISBN: 9789896662134 | Data de saída: 21 de junho de 2019

Um livro que ensina a não ficar presa no polvo da solidão e a andar com a cabeça levantada numa sociedade em que viver sozinha é visto (conscientemente ou não) como sinónimo de derrota: o prémio do segundo lugar. Depois de lê-lo, verá que é possível viver uma vida relevante e gratificante com alegria, mesmo estando sozinha

LIVRO

Independentemente de sentir que viver sozinha é um ato de conformismo ou o maior dos luxos, quem se encontra nesta situação tem de enfrentar os desafios diários, tais como cozinhar para uma só pessoa, organizar as férias, fazer malabarismos financeiros ou tentar não sucumbir ao canto da sereia do vinho, dos chinelos e da Netflix. E ainda há outros testes menos palpáveis, como não se deixar enredar no polvo da solidão e andar de cabeça erguida numa sociedade em que uma vida a solo é vista (conscientemente ou não) como prémio de consolação.

A autora Jane Mathews acredita que, para se ser verdadeiramente feliz a viver sozinha, há que examinar todos os aspetos da sua vida – relacionamentos, saúde, lar, finanças, interesses e espiritualidade – e depois agir.

Seja qual for a situação em particular, este livro oferece uma inspiração. Jane Mathews fornece o mapa e a leitora escolhe qual o melhor caminho para uma vida mais feliz e completa.

AUTORA

Durante o dia, a britânica Jane Mathews é uma especialista em marketing, que ajuda as empresas a perceberem aquilo que mexe com os consumidores. À noite, desfruta da sua própria companhia e aperfeiçoa os seus dotes culinários. Vive em Sydney, na Austrália, com o seu cão Rory.

www.janemathews.com.au

IMPRENSA

«Estamos cada vez mais contactáveis, seja via telemóvel ou através das redes sociais. Então porque é que a solidão não desaparece?» Saber Viver

«A solidão é considerada uma «epidemia», já há Ministérios dedicados ao assunto, e até Madonna se queixa de que está sem amigos. Mas viver só não tem de ser um estigma: encontrámos quem tenha aprendido a viver muito bem… consigo própria.» Activa

«Viver só deixou de ser sinónimo de solidão e isolamento para se tornar símbolo de sucesso e distinção social. Estima-se que quase 300 milhões de pessoas vivam sozinhas e as campeãs são as mulheres.» Observador

«O número de portugueses que não divide casa já representa mais de 20% dos agregados. E o mercado adapta-se: há viagens só para eles e cada vez mais unidoses nos supermercados.» Sábado

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Em Novembro, pela Contraponto: O Amor É, de Júlio Machado Vaz e Inês Meneses https://branmorrighan.com/2018/10/em-novembro-pela-contraponto-o-amor-e.html https://branmorrighan.com/2018/10/em-novembro-pela-contraponto-o-amor-e.html#respond Sat, 27 Oct 2018 10:49:00 +0000

O Amor É

Júlio Machado Vaz e Inês Meneses 

Género: Saúde e Bem-estar/Vida Sexual

Formato: 15 x 23,5 cm

N.º de páginas: 248 

PVP: 16,60 €

ISBN: 9789896661946

Do programa de sucesso da Antena 1, chega-nos O Amor É, de Júlio Machado Vaz e Inês Meneses

Nas livrarias a 2 de novembro. Lançamento a 9 de novembro, pelas 18h30, no El Corte Inglés de Lisboa

É a 2 de novembro que chega o livro O Amor É, de Júlio Machado Vaz e Inês Meneses. Uma obra que resulta do programa da Antena 1 com o mesmo nome, um dos mais antigos da rádio portuguesa e que está há 15 anos no ar. Júlio Machado Vaz é um psiquiatra de grande prestígio, reconhecido por ter sido o primeiro especialista a abordar de forma clara e consistente temas ligados à sexualidade na comunicação social, em programas míticos, como O Sexo dos Anjos e Sexualidades. A comunicadora Inês Meneses é uma das radialistas de maior notoriedade no país e, além de ser voz da Radar, colabora com meios importantes, como a Antena 1, o Expresso ou a SIC Radical. A obra tem prefácio de Manuel Sobrinho Simões, reconhecido em 2015 como o mais influente patologista do mundo. 

Agenda:

– O lançamento está marcado para o dia 9 de novembro, pelas 18h30, no El Corte Inglés de Lisboa. O livro vai ser apresentado por Rui Pêgo, diretor da Antena 1.

– No dia 10, às 16h00, Júlio Machado Vaz e Inês Meneses protagonizam uma conversa sobre o livro no Open Mag, organizado pela revista Saber Viver.

– A 24 de novembro, às 17h00, a obra é apresentada no Porto de Encontro, da Porto Editora, numa sessão que contará não só com os autores, mas também com o prefaciador, Manuel Sobrinho Simões. Acontece na Biblioteca Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal.

LIVRO

O que une Carlos Tê, Jacques Brel, Rui Reininho, Sérgio Godinho, Fausto, Leonard Cohen, Amalia Bautista, Hanif Kureishi, Serge Reggiani e Samuel Úria? Neste livro, canções e poemas de todos eles servem de mote a conversas inéditas – feitas propositadamente para memória futura – entre Júlio Machado Vaz e Inês Meneses, ao estilo do icónico programa de rádio que há dez anos partilham na Antena 1. Neste O Amor É, com o imprescindível suporte da comunicadora Inês Meneses, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, o grande desconstrutor dos tabus em torno da sexualidade em Portugal, conduz o leitor por temas que a todos nos interessam e apaixonam: as paixões adolescentes, os amores adiados, os eficazes e os impossíveis, o alargamento da adolescência, a nostalgia da paixão, a inversão dos estereótipos culturais, a obsessão pela infância e pela morte, a omnipotência do teclado, as recordações amargas, a culpa judaico-cristã, os homens sós que hoje cozinham, a apologia do engate, a monogamia, as implicações da internet nas relações, as pessoas certas e as pessoas erradas (que por vezes se buscam), as separações e os divórcios, a ligação com os filhos, as compensações, os equilíbrios e as asneiras, a maturidade sexual dos homens, a disfunção erétil, o pecado de ser mulher, a homossexualidade hoje e na Roma Antiga, a coabitação que não garante o amor, a casa própria que não o nega, os lutos das relações passadas, entre muitos outros. Um livro imperdível, sobre muito do que o amor é.

Sobre Júlio Machado Vaz:

Nasceu no Porto, em 1949. Médico psiquiatra, professor universitário e autor de quase vinte livros, colabora há várias décadas com a imprensa, a rádio e a televisão. De entre os livros que publicou, destaca-se Era uma Vez um Professor; na rádio, marcou gerações com O Sexo dos Anjos; e, na televisão, ninguém esquece Sexualidades.

Sobre Inês Meneses:

Nasceu em Lisboa, em 1971, mas cresceu em Mindelo. Estreou-se em rádio em Vila do Conde, esteve doze anos na TSF e está na Radar há treze. Colabora com a Antena 1 e com o Expresso. Assinou na imprensa a crónica O Sexo e a Cidália durante mais de dez anos. Publicou recentemente o livro Amores Impossíveis. 

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Em Outubro, pela Contraponto: Até ao Mar Azul – As Páginas do Presidente, de Jorge Nuno Pinto da Costa https://branmorrighan.com/2018/10/em-outubro-pela-contraponto-ate-ao-mar.html https://branmorrighan.com/2018/10/em-outubro-pela-contraponto-ate-ao-mar.html#respond Wed, 17 Oct 2018 09:23:00 +0000

Até ao Mar Azul – As Páginas do Presidente

Jorge Nuno Pinto da Costa

Género: Literatura e Crónicas| Formato: 15 x 23,5 cm| N.º de páginas: 248 | PVP: 18,80 €| ISBN: 9789896662004

Até ao Mar Azul, novo livro de Pinto da Costa

Publicado pela Contraponto, livro reúne textos escritos pelo Presidente do FC Porto nos últimos cinco anos

Jorge Nuno Pinto da Costa publicou vários livros, de entre os quais se destaca o enorme sucesso Largos Dias Têm 100 Anos, de 2004, do qual se venderam mais de 80 mil exemplares. Agora, em 2018, e assinalando os 125 anos do Futebol Clube do Porto e a conquista do campeonato de futebol, aquele que é o presidente com mais títulos da história do futebol mundial lança um novo livro, intitulado Até ao Mar Azul – As Páginas do Presidente. A obra tem chancela da Contraponto e chega às livrarias no dia 26 de outubro. 

LIVRO

Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões – farol da mística portista desde 1986 – com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas – as «Páginas do Presidente» – que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.

AUTOR

Jorge Nuno Pinto da Costa, nascido no Porto, em 1937, é o trigésimo terceiro presidente do Futebol Clube do Porto, instituição com 125 anos e da qual é figura absolutamente indissociável. Sócio do clube desde 1953, seccionista desde 1958, diretor desde 1968, presidente desde 1982 e, no contexto do futebol mundial, aquele que tem maior longevidade e mais títulos – assim se resume de forma breve um percurso longo e de incomparável êxito e prestígio, tanto a nível doméstico como internacional. 

Excerto do prefácio:

A saga do FC Porto, que há décadas Pinto da Costa protagoniza com paixão, tenacidade, lucidez e dedicação ímpares e que nos transportou da antiga modéstia à dimensão nacional e planetária de que justamente gozamos, teve nele o providencial visionário. Devemos-lhe o orgulho do nosso portismo, a certeza da continuidade como o maior de todos do nosso centenário clube, o «brasão abençoado», na feliz expressão de um dos nossos mais ilustres cronistas. O repositório das últimas cinco épocas (e do início deste novo ano futebolístico), condensado em Até ao Mar Azul, documenta os estados de alma de um homem que devotou inteiramente a sua vida ao clube da sua terra, bem como do intelectual que, por mimetismo, sabe chegar ao coração do mais modesto dos adeptos. Como diria Zeca Afonso, ainda que noutro contexto, «venham mais cinco»! Do prefácio de José Manuel de Matos Fernandes, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Futebol Clube doPorto.

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Em Outubro, pela Contraponto: A Economia das Coisas, de Paulo Pinto https://branmorrighan.com/2018/10/em-outubro-pela-contraponto-economia.html https://branmorrighan.com/2018/10/em-outubro-pela-contraponto-economia.html#respond Wed, 17 Oct 2018 08:34:00 +0000

A Economia das Coisas

Paulo Pinto

Género: Economia | Formato: 15 x 23,5 cm | Nº de páginas: 184 | PVP: 15,50 € | ISBN: 9789896661922

Com prefácio do economista Francisco Louçã e posfácio da jornalista de economia Helena Garrido, A Economia das Coisas é um livro que não tem a pretensão de discorrer sobre a História da Economia, mas sim a ambição – e consegue-o com sucesso e de forma muito clara – de desconstruir a ciência e teoria económicas sobre as coisas. Mas que coisas? As coisas de que nos rodeamos no dia-a-dia. Para Paulo Pinto, autor deste livro, «não há temas impossíveis ou inexplicáveis, e a Economia não pode nem deve fugir à regra». Então: Pode o dinheiro comprar felicidade? Deve o rendimento ser a única medida para avaliar o bem-estar de um indivíduo? A felicidade tem uma relação direta com a prosperidade de um país? De onde vem a expressão «não há almoços grátis»? A famosa afirmação de que «a mãe tem sempre razão» tem de facto algum fundo de verdade em termos económicos? De que forma é que o Estado fixa os impostos? Paulo Pinto pode ter chumbado a Economia no primeiro ano da licenciatura em Ciências da Comunicação, mas a sua vontade e curiosidade em perceber como funciona a economia das coisas levou-o a uma pós-graduação em Investimentos e Mercados Financeiros e mais tarde a um mestrado em Economia e Políticas Públicas, conhecimentos esses que lhe permitiram criar o programa de rádio A Economia das Coisas, na Renascença. Agora, esse conhecimento resulta num livro, onde se pode ler e reler todas as curiosidades e explicações sobre como funciona a Economia e qual o impacto que tem nas nossas vidas.

LIVRO

O autor deste livro reprovou à disciplina de Economia no primeiro ano de faculdade, no curso de Ciências da Comunicação. Hoje, porém, é jornalista especializado em Economia, tem uma pós-graduação em Investimento e Mercados Financeiros e um mestrado em Economia e Políticas Públicas. O que terá motivado tamanha reviravolta nos interesses de Paulo Pinto? Que visão distinta da Economia tê-lo-á motivado? Provavelmente, o mesmo que o poderá entusiasmar a si e que pode encontrar neste livro. Em A Economia das Coisas, Paulo Pinto apresenta ideias e conceitos económicos presentes no dia-a-dia e explica-os de forma simples, através de pequenas histórias e curiosidades. Sabe o que é que uma vaga de frio pode fazer ao preço dos ingredientes da sua sopa? Que em Inglaterra já houve um imposto sobre as janelas como exemplo de equidade fiscal e que esse imposto causou centenas de mortes? E ainda que, hoje, nesse mesmo país, o estado recorre à psicologia para incentivar os contribuintes a pagarem os seus impostos? Ou que a invenção dos contentores é considerada mais importante do que muitos tratados internacionais? Que há uma teoria económica chamada Teoria dos Jogos, que tem aplicação tanto na crise dos mísseis de Cuba como no atravessar da Ponte 25 de Abril? Que as trufas não podem ser cultivadas, tendo de ser procuradas com a ajuda de porcos, ou que são exemplos daquilo a que a economia chama «elasticidade rígida» e que o chef Ljubomir Stanisic, em 2016, comprou a maior e mais cara do mundo para a comer com os amigos? A outro nível, já pensou porque é que o preço dos bilhetes dos concertos não aumenta quando estão prestes a esgotar? E sabia que quando Adam Smith, o pai da economia moderna, escreveu a sua obra de referência, A Riqueza das Nações, o termo «economia» nem existia? Sabe a origem da expressão «não há almoços grátis»? E a origem das Black Fridays? Conhece a relação entre produto interno bruto e felicidade interna bruta? E quanto estaria disposto a pagar por um litro de água no deserto do Saara? Através destas e de outras histórias, Paulo Pinto ensina Economia mesmo a quem não percebe nada de Economia.

AUTOR

Paulo Pinto nasceu na aldeia transmontana de Quintã de Jales, em 1977. Licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e frequentou mais tarde a Pós-Graduação em Investimentos e Mercados Financeiros, no Instituto Superior de Gestão Bancária. É mestre em Economia e Políticas Públicas, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. Começou a carreira de jornalista na Rádio Renascença, onde esteve perto de 18anos, sendo autor da rubrica semanal «Economia das Coisas». Foi investigador do Observatór io da Comunicação. Atualmente é jornalista do Dinheiro Vivo na área de Macroeconomia.

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Em Junho, pela Contraponto: O Meu Coração Só Tem Uma Cor, de Joana Marques https://branmorrighan.com/2018/06/em-junho-pela-contraponto-o-meu-coracao.html https://branmorrighan.com/2018/06/em-junho-pela-contraponto-o-meu-coracao.html#respond Thu, 14 Jun 2018 16:44:00 +0000

O Meu Coração Só Tem Uma Cor

Joana Marques

Género: Humor | Formato: 15 x 23,5 cm| N.º de páginas: 296 | PVP: €16,60| I

De portista para portistas, eis o livro de um grande talento do humor português

“O Meu Coração Só Tem Uma Cor”, de Joana Marques, tem prefácio de Pinto da Costa e revisita toda a história do clube até à vitória no último campeonato

O lançamento do livro acontecerá no Museu do Futebol Clube do Porto, a 21 de junho, às 18h30, com participação de vários notáveis portistas, como Francisco José Viegas ou Manuel Serrão, entre outros nomes a anunciar brevemente.

LIVRO

Tornaram-se famosas as suas participações nas galas de atribuição dos Dragões de Ouro, do Futebol Clube do Porto. Numa delas, em Outubro de 2017, talvez antecipando a alegria da conquista do campeonato, fez Sérgio Conceição chorar de tanto rir. O humor portista de Joana Marques dá agora origem a um livro, intitulado O Meu Coração Só Tem Uma Cor, que aborda os grandes momentos da história do clube, até à conquista do último campeonato, e chega às livrarias a 22 de junho, com chancela da Contraponto.

O prefácio é de Pinto da Costa e o presidente do clube elogia-lhe não só o bom gosto e o talento, mas chama-lhe também dragona e «uma espécie de Rui Barros», por não ter «estatura para um combate muito físico», mas ser capaz de reagir «sempre em grande velocidade e com muito humor, o que também define e distingue os mais inteligentes».

Joana Marques é indiscutivelmente um dos grandes talentos do humor português e o seu portismo é inversamente proporcional ao seu tamanho. Neste livro que parece um jogo, ilustrado pelo também portista Pedro Vieira, Joana Marques vai do primeiro ao nonagésimo segundo minuto – aquele em que os jogos se decidem a favor dos dragões – jogando sempre à Porto. Fazem parte da sua equipa nomes incontornáveis da história do clube – de João Pinto a Vítor Baía, passando por Domingos Paciência, José Maria Pedroto, Jardel, Hulk, Madjer, José Mourinho, Fernando Gomes, André Villas-Boas, Rui Barros, Sérgio Conceição e, claro, o inevitável Marega, sem esquecer craques como Iván Kaviedes ou Lucas Mareque. E é com eles que Joana Marques revisita de forma divertida grandes momentos da história do clube – das vitórias na Liga dos Campeões e na Taça Intercontinental, passando pelo Penta e pelo inevitável 28.º título de campeão nacional, conquistado no sofá, a 5 de Maio de 2018. Um livro que pode ler-se como quem vê um jogo de futebol, mas com menos nervos, porque está garantido que nele, em todas as páginas, o Porto vence.

Excerto do Prefácio de Pinto da Costa:

«Este é um livro de uma adepta que nos conta histórias, uma por minuto, dos 90 minutos – ou mais – de um jogo de futebol. Aqui cabem alguns dos grandes momentos da história do F.C. Porto, contados naquele registo que nos faz sorrir quase permanentemente. Mas não pensem que este é um livro exclusivamente para portistas. Não, este é um livro para gente bem-disposta, independentemente de partilharem ou não o bom gosto da Joana Marques. Até porque para ela o destinatário de uma boa piada pode ter qualquer cor. Se não soubermos rir de nós próprios também não sabemos rir de mais nada. De qualquer forma, se é um dos nossos, não se preocupe, que há adversários sempre prontos a inspirar a autora…»

AUTORA

Joana Marques nasceu em 1986. Aprendeu a escrever seis anos mais tarde. E nunca mais parou. É guionista desde 2007, tendo já escrito para Herman José, Maria Rueff ou Ana Bola, entre muitos outros. Faz parte da equipa das «Manhãs da 3», na Antena 3, com uma rubrica em nome próprio, Extremamente Desagradável. Foi autora e apresentadora, com Daniel Leitão, do programa Altos & Baixos, e também da sua versão ao vivo. O seu coração só tem uma cor: azul e branco.

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Em Fevereiro, pela Contraponto: Novo Manual de Investigação, de Gabriel Mithá Ribeiro – Do rigor à originalidade, como fazer uma tese no século XXI https://branmorrighan.com/2018/02/em-fevereiro-pela-contraponto-novo.html https://branmorrighan.com/2018/02/em-fevereiro-pela-contraponto-novo.html#respond Tue, 20 Feb 2018 18:51:00 +0000

Novo Manual de Investigação

Gabriel Mithá Ribeiro

Género: Ciências Sociais e Humanas / História e Metodologia Científica 

Formato: 15 x 23,5 cm 

N.º de páginas: 192

PVP: € 15,50 

ISBN: 978-989-666-174-8

Imprescindível para alunos, investigadores e professores – Do rigor à originalidade, como fazer uma tese no século XXI

As obras de referência em Portugal para escrever teses têm sido Como se faz uma tese, de Umberto Eco, e Manual de investigação em ciências sociais, de Raymond Quivy e Luc van Campenhoudt, de 1977 e 1988, respetivamente. Mais de 30 anos depois, em plena era digital, a Contraponto publica uma obra que propõe uma atualização das orientações-chave em termos metodológicos: Novo Manual de Investigação, de Gabriel Mithá Ribeiro. Assim, para a elaboração de qualquer tese, seja no âmbito de uma licenciatura, de um mestrado ou de um doutoramento, nas áreas que compõem as ciências sociais – ciência política, relações internacionais, direito, antropologia, teoria, sociologia, criminologia, línguas e literatura, história, empiria, economia, psicologia social, estudos militares ou jornalismo – este livro constituirá uma nova e imprescindível referência. Novo Manual de Investigação, que chegará às livrarias na sexta-feira, dia 23 de fevereiro, surge como a atualização fundamental das melhores orientações em termos de métodos e técnicas de investigação, ensinando a aliar rigor científico e originalidade do olhar. Em suma, ensina como fazer uma tese no século XXI.

LIVRO

Os trabalhos e as teses das várias áreas que compõem as ciências sociais continuam tutelados por obras da época pré-digital, como as de Umberto Eco (Como se faz uma tese, 1977) e sobretudo de Raymond Quivy e Luc van Campenhoudt (Manual de investigação em ciências sociais, 1988). Mais de 30 anos depois, é necessário adequar à realidade de hoje as orientações-chave a oferecer a quem pretende fazer uma tese de mestrado ou doutoramento de forma eficaz e rigorosa. Este livro surge como a atualização fundamental das melhores orientações em termos de métodos e técnicas de investigação e constitui, por isso, a ferramenta essencial para quem pretende os melhores resultados. Com vários quadros-síntese, é imprescindível também para professores e para todos os estudantes que encararam com exigência e ambição os cursos de licenciatura. Este Novo Manual de Investigação, de Gabriel Mithá Ribeiro, ensina a aliar rigor científico e originalidade do olhar, os dois atributos que garantem a qualidade de trabalhos e dissertações académicos.

AUTOR

Gabriel Mithá Ribeiro nasceu em Moçambique e vive em Portugal. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e tornou-se docente do ensino secundário. Posteriormente concluiu o mestrado e o doutoramento em Estudos Africanos, pelo ISCTE-IUL. Foi bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e é atualmente investigador integrado do CIEP, o Centro de Investigação do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa (IEP-UCP). Lecionou as cadeiras de África Pós-colonial: Sociedade e Política e Métodos e Técnicas [de Investigação] na licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais (IEP-UCP). Tem publicado livros e textos científicos, ensaios e ficção e colaborado na imprensa. É colunista do Observador. 

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Em Junho, pela Contraponto: “Salvador Sobral: Coração de Herói”, um livro sobre o fenómeno Salvador e o seu impacto na afectividade dos portugueses https://branmorrighan.com/2017/06/em-junho-pela-contraponto-salvador.html https://branmorrighan.com/2017/06/em-junho-pela-contraponto-salvador.html#respond Fri, 30 Jun 2017 02:42:00 +0000

SALVADOR SOBRAL – Coração de Herói

Maria Milene Tavares

Prefácio de Bruno Vieira Amaral

N.º de páginas: 168 páginas

Capa: Capa mole 

PVP: 15,50€

Salvador Sobral é o herói do momento em Portugal e uma figura que dificilmente será esquecida durante as próximas décadas. Este é o primeiro livro sobre o cantor, muito completo, com excelentes fotos e uma abordagem de qualidade literária. Um livro sobre o fenómeno Salvador e o seu impacto na afectividade dos portugueses.

Publicado no próximo dia 30 de Junho pela Contraponto, Salvador Sobral: Coração de Herói é um livro sobre a vida e o percurso de um cantor que dificilmente deixará de marcar a música portuguesa durante as próximas décadas. 

Esta obra acompanha a jornada de Salvador Sobral no Festival da Canção e, depois, em Kiev, no Eurofestival. Parte de episódios da infância, passa pelo período que passou em Espanha, e culmina, naturalmente, na primeira vitória de Portugal no Festival da Eurovisão. É um livro sobre o fenómeno Salvador e respetivo impacto na afetividade dos portugueses.

Prefaciado pelo romancista Bruno Vieira Amaral (Prémio José Saramago 2015), um apaixonado pelo Festival da Canção, e autor de obras como As Primeiras Coisas (2013) e Hoje Estarás Comigo no Paraíso (2017), Salvador Sobral: Coração de Herói é o primeiro livro  – e muito completo, com fotografias de grande qualidade – sobre o músico português. Uma obra dedicada aos momentos que antecederam a glória e os que consagraram o novo herói de Portugal.

LIVRO

Um conto de fadas da vida real! Nada menos do que isso. A vitória de Salvador Sobral no festival da Eurovisão, em Kiev, foi uma vitória à revelia de tudo aquilo em que o evento se transformou nos últimos anos. Como nos contos de fadas em que só um rapaz de coração puro pode obter o tesouro ou salvar a princesa, aqui também foi a autenticidade a sobrepor- se às aparências. Sem truques ou correrias, sem espalhafato ou macacadas, Salvador chegou só com a força de uma melodia lindíssima e o poder de uma interpretação sentida. Foi o suficiente para toda a Europa (e o mundo) se render ao novo herói dos portugueses.

Salvador nunca se coibiu de dizer tudo o que pensa. Num estilo descontraído e desconcertante, surpreendeu tudo e todos. Com a sua personalidade genuína, a sua crença de que o que importa éa música e não o embrulho, expôs a superficialidade do mundo de estrelas instantâneas que desaparecem numa questão de meses. Salvador Sobral é um músico a sério que leva a música a sério.

A vitória ocorreu num dia especial para os crentes católicos, o 13 de maio, mas Salvador não precisou de um milagre. Um milagre, e uma grande injustiça, teria sido se ele não ganhasse. Só que desta vez, no final, as lágrimas portuguesas foram todas de alegria.

Como escreveu Miguel Esteves Cardoso: «Viva Salvador Sobral! Que nunca mais pare quieto.»

AUTORA

Nasceu em Lisboa, em 1975, e é consultora de comunicação. Vive em Loures, com o marido, os dois filhos e o gato Francis. Embora se trate da sua primeira obra, a autora surpreendeu os editores pela qualidade literária da sua proposta e pela abordagem elogiosa a um dos principais fenómenos da música portuguesa contemporânea.

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Opinião: O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs https://branmorrighan.com/2015/09/opiniao-o-lar-da-senhora-peregrine-para.html https://branmorrighan.com/2015/09/opiniao-o-lar-da-senhora-peregrine-para.html#respond Sun, 13 Sep 2015 21:41:00 +0000

O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares

Random Riggs

Editora: Contraponto/Bertrand Editora

Sinopse: Uma terrível tragédia familiar leva Jacob, um jovem de 16 anos, a uma ilha remota na costa do País de Gales, onde vai encontrar as ruínas do lar para crianças peculiares, criado pela senhora Peregrine.

Ao explorar os quartos e corredores abandonados, apercebe-se de que as crianças do lar eram mais do que apenas peculiares; podiam também ser perigosas. É possível que tenham sido mantidas enclausuradas numa ilha quase deserta por um bom motivo. E, por incrível que pareça, podem ainda estar vivas…

Um romance arrepiante, ilustrado com fantasmagóricas fotografias vintage, que fará as delícias de adultos, jovens e todos aqueles que apreciam o suspense.

Opinião: Andava com imensa vontade de ler este livro há algum tempo. Desde que saiu que a sua grafia e temática me despertaram o interesse, mas confesso que a saída do segundo livro e o anúncio do filme a realizar pelo Tim Burton foram decisivos na decisão de finalmente pegar nele. E ainda bem que assim foi, pois estava a perder uma bela história que desafia a nossa imaginação e até a nossa realidade. O ambiente está muito bem criado e desenvolvido, as personagens são extremamente cativantes, sendo que a empatia com o nosso protagonista é criado desde o início. Afinal quem é que nunca foi uma criança que em tempos acreditou em histórias extraordinárias, mas que com o crescimento perdeu qualquer crença nessas fantasias? Soa-vos familiar? Acredito que à maioria sim, mas no caso de Jacob ele chega à derradeira conclusão que afinal há coisas que são bem mais reais do que aquilo que alguma vez achou possível serem.

Quer se queira quer não, a parte gráfica de um livro consegue muitas vezes ser tão apaixonante quanto a literatura inserida nele. Ransom Riggs conseguiu aqui um equilíbrio perfeito e complementar no que toca a adornar a sua excelente escrita com imagens que só podiam aumentar ainda mais a curiosidade do leitor. Não faz diferença que estejamos a incorporar a voz de um pequeno adolescente, o adulto que há em nós agradece o descanso e regala-se com a oportunidade de poder voltar a ver o mundo com uma certa inocência, mas também com um alerta renovado, experiente. Podem perguntar-me se este não será um livro mais indicado para crianças/jovens/jovens-adultos, mas na verdade não vos saberei responder com exactidão. Penso que depende do quão receptivo ao desconhecido e ao diferente poderá estar quem pegar neste livro. No meu caso estou sempre disposta a ler algo que possa fugir ao convencional. Mais, se o Tim Burton vai fazer um filme do livro, por alguma razão é! 

Abordando um pouco a história, mas pouco porque acho que a devem descobrir no meio das suas páginas, temos Jacob que cresceu a ouvir as histórias de infância do seu avô, dos seus amigos especiais e da sua tutora, a Senhora Peregrine. Cada um deles tinha uma particularidade muito especial, desde serem invisíveis, a flutuarem, a terem uma força abismal… Havia quase um pouco de tudo, mas o melhor eram as fotografias de aspecto antigo que tornavam tudo tão real, mas que Jacob, no fundo, dizia para si mesmo não passarem de manipulações. Só que não o eram e quando o avô morre e lhe sussurra uma certa mensagem, o pequeno vê-se perdido e sem saber no que acreditar. É então que começa a ir a um psicólogo e este apoia uma viagem à ilha onde o avô cresceu e da qual lhe falou. Essa viagem será um ponto sem retorno na sua vida e todo o caminho é uma incerteza. 

Não é um livro de terror, não daqueles convencionais, mas a narrativa é apaixonada e a violência cresce à medida que esta avança. O fim deixa-nos num certo impasse, num misto de tristeza e apreensão, mas a boa notícia é que Cidade Sem Alma já está nas livrarias e eu já tenho o meu exemplar, pronto a matar a minha sede de saber mais sobre o destino destas crianças peculiares. Entre viagens no tempo, características invulgares e um sentido de humor muito singular, considero que foi uma boa leitura e que vale como um todo pelo artefacto que é – texto e belíssimas fotografias.

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