Débora Umbelino – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:44:27 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Débora Umbelino – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [DESTAQUE] ANTWERPEN – Disco de Estreia de SURMA já Disponível https://branmorrighan.com/2017/10/destaque-antwerpen-disco-de-estreia-de.html https://branmorrighan.com/2017/10/destaque-antwerpen-disco-de-estreia-de.html#respond Fri, 13 Oct 2017 09:05:00 +0000

O disco da minha querida SURMA está finalmente disponível em todas as plataformas digitais. Também está disponível para compra em CD no bandcamp! A partir de dia 26, haverá vinis para os mais aficcionados ou coleccionadores, já que está um vinil semi-transparente bem bonito!

Antwerpen acaba por ser o resultado de uma dedicação e entrega incríveis e incansáveis. A sua inspiração no silêncio e a harmonia que encontrou com a Casota Collective, que a ajudou a produzir o disco, têm como resultado um disco que certamente irá surpreender todos os seus fãs pela frescura, ousadia e irreverência com que expressa as suas emoções através de composições que são pautadas pelo desafio de não seguirem uma estrutura bem definida ou o formato tradicional de canções. A Débora assume-se, claramente, como produtora e não há como não sentir um orgulho enorme e um coração cheio cheio de admiração! Mas pronto, eu sou a suspeita do costume 🙂

Deixo-vos com as informações oficiais!

Dia 13 de Outubro de 2017, marca o dia em que SURMA lança o seu disco de estreia – Antwerpen. Marca também o anúncio oficial da sua presença na edição de 2018 de um dos maiores festivais do mundo – South By Shouthwest (SXSW).

Em dois anos e meio, Débora Umbelino levou o seu projecto solitário de exploração de sons, Surma, até sete países em mais de 150 concertos. Tinha apenas o single “Maasai” quando começou a gravar o disco de estreia e todo o caminho traçado até aquela altura lhe parecia um período zero que a tinha deixado apenas com vontade de avançar ainda mais numa demanda cada vez mais sua. Enquanto one woman band que domina teclas, voz, cordas, pedais e botões, e não se deixa ficar num ou noutro género musical, Surma preparou o seu registo de estreia “Antwerpen” como se estivesse num laboratório, observando cada reacção sonora de cada nota e de cada instrumento, criando a partir daí. Em colaboração com a Casota Collective, que integra elementos dos First Breath After Coma, construiu uma renovada identidade sonora e visual, da qual “Hemma” foi o primeiro cartão de visita.

Antwerpen é hoje lançado em versão CD e digital, pela Omnichord Records. O vinil colorido chega a dia 26 de Outubro.

SURMA já começou a sua digressão de apresentação e não vai abrandar tão cedo. São mais de trinta datas entre Portugal, Espanha e França (onde estará já na próxima semana no MaMA Festival). Para 2018, tem já garantida a sua participação no festival norte-americano SXSW, em Austin (Texas), a ter lugar na segunda quinzena de Março, em Austin (Texas).

All tracks by Surma, Rui Gaspar, Telmo Soares and Pedro Sincopado, except “Saag”, by Surma and Rui Gaspar.“Voyager” contains a sample from “Nomathemba” by Ladysmith Black Mambazo. Additional vocals in “Plass”, “Voyager” and “Nyika” by Rui Gaspar. Additional instruments and vocals in “Uppruni” by Joana Guerra. Additional instruments in “Kismet” by Milena Kolovska. Produced by Rui Gaspar, Telmo Soares and Pedro Sincopado @ Casota Collective Mixed by Rui Gaspar and Paulo Mouta Pereira  Mastering by Paulo Mouta Pereira. Cover sculpture and artwork by Sal Nunkachov. Layout by João Diogo.

]]>
https://branmorrighan.com/2017/10/destaque-antwerpen-disco-de-estreia-de.html/feed 0
[Diário de Bordo] Surma, na Galeria Zé dos Bois https://branmorrighan.com/2016/10/diario-de-bordo-surma-na-galeria-ze-dos.html https://branmorrighan.com/2016/10/diario-de-bordo-surma-na-galeria-ze-dos.html#comments Tue, 25 Oct 2016 15:54:00 +0000

Fotografias de Nuno Capela, excepto as dos matraquilhos (parede preta riscada) que são da Vera Marmelo com a máquina do Nuno Capela, eheheh

Que a Débora, desde que vestiu o papel de Surma, não tem parado, ninguém pode negar. Tem viajado pelo país inteiro, já passou por Espanha e Alemanha, está prestes a ir a França e certamente muitos outros destinos não lhe faltarão. Mas pouco serão como a Galeria Zé dos Bois, onde na passada Sexta-feira abriu para Alex Cameron. Foi a minha primeira vez na ZdB, é verdade. Um crime hediondo porque apesar de acompanhar de perto a actividade do espaço cultural, nunca tinha ido. Fiquei completamente apaixonada. A P A I X O N A D A! E tendo feito parte dos bastidores de uma actuação, fiquei completamente encantada com o carinho, simpatia, familiaridade e boa disposição com que aquelas horas pré-concerto foram passadas. A equipa foi a mesma de outras vezes: a Débora, a Joana, eu e o Capela. E bom bom, foi termos a Vera Marmelo connosco, cujo trabalho já divulguei aqui no blogue e que é uma pessoa daquelas raras, que é mesmo bom termos por perto! 

O concerto foi lindo e a Débora tem a capacidade de me surpreender de cada vez que a vejo ao vivo. Dado que já a vi dezenas de vezes, acho que dizer isto é muito. Ela está a crescer a um ritmo que me comove e que me orgulha. Sempre tão genuína, tão cândida e ao mesmo tempo atrevida. É um mix que lhe assenta que nem uma luva e que espero que ela possa manter esta inocência o máximo de tempo possível. E é isto! Foi uma Sexta-feira mesmo, mesmo boa! Desculpem qualquer trapalhada no texto, foi escrito meio à pressa, mas de coração! 

]]>
https://branmorrighan.com/2016/10/diario-de-bordo-surma-na-galeria-ze-dos.html/feed 1
[Diário de Bordo Fotográfico] O dia em que a Surma se estreou nos Grandes Festivais – Super Bock Super Rock https://branmorrighan.com/2016/07/diario-de-bordo-fotografico-o-dia-em.html https://branmorrighan.com/2016/07/diario-de-bordo-fotografico-o-dia-em.html#respond Sat, 16 Jul 2016 20:04:00 +0000

Fotografias por Nuno Capela

Já várias vezes escrevi sobre a Débora e o seu percurso na música desde que a conheci há uns anos atrás. Penso que pouco mais posso dizer a não ser que Surma é uma promessa que está a ser cumprida. É um orgulho trabalhar com esta miúda, acompanhá-la e vê-la crescer. Pelas fotos que poderão ver aqui, uma amostra que deve corresponder a um milésimo do que foi registado na passada Quinta-feira, é fácil constatar que a boa disposição, o empenho e dedicação estiveram sempre presentes. Está a ser uma aventura para a Débora enquanto se vai destacando e crescendo nos meios de comunicação social, mas também está a ser uma aprendizagem para mim, que depois do NOS Alive com os Whales, também eu tomei conta deste dia enquanto “road manager”. Acho que poucas vezes na minha vida tenho ficado tão nervosa. Não que não saiba que os “meus” artistas vão partir tudo em palco, mas pela responsabilidade que também é certificar-me de que tudo vai correr bem. E nada disto seria possível, e sei que posso falar por mim e pela Débora, sem a equipa fantástica que se fez acompanhar. Técnicos, roadies, fotógrafos, amigos, jornalistas, todos, todos ajudaram a que a festa se fizesse em grande e a verdade é que dificilmente podia ter corrido melhor. Antes de me despedir tenho que deixar novo agradecimento ao Hugo Ferreira, mentor da Omnichord Records e que tanto tem feito por estes artistas – obrigada por me teres convidado a fazer parte disto! 

Outro agradecimento bem especial vai para o Nuno Capela, que mais do que um amigo tem sido um companheiro e um apoiante tremendo nos meus desafios. Obrigada pelo registo destes momentos tão especiais. O último vai para o Nuno Santos, cujo trabalho visual vai ser apresentado ou amanhã ou durante a semana! É ficarem atentos que este rapaz também sabe bem o que faz. 

Mil beijos e obrigada por estarem desse lado e ser possível partilhar estas belas recordações convosco!

Seguir a Surma é aqui: https://www.facebook.com/surmaee/

]]>
https://branmorrighan.com/2016/07/diario-de-bordo-fotografico-o-dia-em.html/feed 0
Entrevista a Débora Umbelino (Surma), Artista Portuguesa https://branmorrighan.com/2015/11/entrevista-debora-umbelino-surma.html https://branmorrighan.com/2015/11/entrevista-debora-umbelino-surma.html#respond Thu, 05 Nov 2015 19:35:00 +0000 Quando eu conheci a Débora ela ainda tinha o cabelo comprido e fazia parte de uma banda – os Backwater and the Screaming Fantasy. Hoje em dia usa o cabelo curto, tem um projecto a solo e já não sei se já faz dois anos ou coisa parecida, mas o que é certo é que acompanhar o seu percurso na música tem sido uma espécie de expectativa e deslumbramento. Primeiro em banda, na minha opinião, ela era uma das vocalistas/baixistas mais fixes do universo. Agora sozinha, com o seu projecto Surma, a Débora vem mostrar um outro lado seu enquanto artista que não vê igual no nosso país. A sua multiplicidade no que toca a tocar instrumentos e a experimentar sonoridades não cansam, pelo contrário, fazem-nos pedir-lhe mais. A maior frustração tem sido o tempo – não vejo a hora de ela ter o seu primeiro trabalho cá fora. Mas está a caminhar para lá – lentamente, mas de forma consistente num crescimento pautado pela descoberta e afirmação do seu espaço no universo musical português. Ela hoje vai dar um concerto aqui em Lisboa, no The Decadente Bar (Príncipe Real), e aceitou responder a umas perguntas muito rapidamente. No final ficam com alguns mimos! É ler e ouvir! 

Fotografia Ricardo Graça



Débora, antes de mais nada conta-nos: qual é o teu segredo para seres tão fixe? (risos)

Hmmm és só tu que achas que sou fixe ahah :b porque afinal de contas sou uma outsider que aqui anda ahah!

Qual outsider! (Acreditem, esta miúda é a maior) Brincadeiras à parte, fala-nos um pouco sobre a tua paixão pela música. Como é que surge e quando é que descobriste que era isto que querias fazer a nível criativo?

Bem a música sempre esteve muito presente na minha vida e tenho a agradecer isso aos meus pais. O meu Pai sempre me deu a ouvir coisas novas desde miúda de vários géneros musicais e possui uma colecção de CD’s e vinis incríveis. Passava dias e dias a cuscar as coisas que ele tinha por lá! E acho que foi isso que me influenciou a ouvir mais e mais e mais e a entrar neste mundo. Acho que desde sempre que me vejo neste mundo. Sempre foi “aquela cena” para mim. 

Estiveste nos Backwater & The Screaming Fantasy. Aliás, tinhas vindo com eles tocar ao Musicbox quando te conheci! Como é que correu essa experiência? 

A banda para mim era tudo, já tocávamos há bastante tempo juntos e tínhamos uma relação muito boa uns com os outros tanto em palco como fora do palco. Foi uma experiência muito muito boa, ajudou-me a crescer imenso como pessoa e como música mas às vezes tem que se tomar decisões tramadas na vida. E deixar a banda foi uma dessas decisões, teve que ser!

O que é que te levou então a criar o teu próprio projecto a solo- Surma? 

Bem como já tinha mencionado na pergunta anterior, às vezes tem que se tomar decisões tramadas na vida. E deixar a banda foi uma dessas decisões. Com a escola em Lisboa e com as poucas vezes que ia a Leiria era complicado ensaiar e decidi deixar a banda. Mais vale sair e eles continuarem na deles do que estar lá a prejudicá-los. Já tinha umas ideias em mente gravadas no telemóvel, uns riffs de sintetizador, outros de guitarra, umas melodias assim perdidas e resolvi atirar-me um bocado de cabeça. Comecei a agarrar-me mais a sério ao projecto e lancei a página no facebook mesmo com low expectations e assim foi! Tenho tido uma adesão mesmo muito boa e só tenho a agradecer ao pessoal que me tem apoiado desde o início. 


As sonoridades são completamente diferentes e não há dúvida que passaste de uma banda para uma one-woman-band! É teclas, é baixo, é guitarra, basicamente é o que for preciso. Como é passar da partilha em palco para a construção solitária? 

É totalmente diferente, não vou dizer que não tenho saudades de ter uma banda atrás porque tenho. Com banda não te sentes tão nervosa (pelo menos eu), tens mais pessoas no mesmo barco do que tu e sendo one-woman-band estás só tu em palco e tens que te desenrascar em qualquer situação. No que toca ao processo criativo também acaba por ser totalmente diferente, sendo sozinha sinto-me mais livre de mandar coisas cá para fora, não te sentes limitada. Não tens que estar dependente das opiniões dos teus colegas. Se gostas gostas, se não gostas não pões. E não prejudicas ninguém no que toca a ensaios. Estás por ti! Ensaias quando podes, prejudicas-te a ti mesma!

Fotografia Ricardo Graça

Falando do teu processo criativo, de onde é que surgem as ideias, as texturas e a imagética com que pontuas todo o universo Surma? 

As ideias surgem de uma maneira totalmente random. Posso estar na sala de ensaios e começar a brincar um bocado com o sintetizador depois junto baixo, outras vezes vice versa e junto guitarra, é brincar com tudo o que vês à frente basicamente. Bem, às vezes tenho umas ideias de umas melodias no meio da rua e gravo no telemóvel para não me esquecer ahah e assim que chego a casa complemento com os instrumentos que acho que são essenciais para tal. Quero que Surma chegue às pessoas como se fosse um outro mundo envolvente para elas, quero que se sintam numa outra atmosfera.





Das tuas influências e daquilo que mais ouves, o que é que nos podes contar?

As minhas referências são a Annie Clark (st.vincent), Grouper, Agnes Obel! 

Mas tento fugir sempre das inspirações, nunca ouço nada antes dos ensaios. Ando a ouvir muita coisa ao mesmo tempo, mas talvez ande a ouvir mais Nanome. É génia mesmo!!

Tu própria categorizas Surma como sendo Noise e Experimental. Para quem não percebe nada disto, mas até gostava de te conhecer melhor, o que é que é isso ao certo? Como é que podes caracterizar a música que fazes?

Não gosto de labelizar a música, pus esse nome porque nem eu sei ao certo de que género a minha música é. Está na fase experimental ainda sim porque ainda estou à procura de uns certos sons e como posso pôr mais coisas a funcionar dentro dela. É o que sai fica :b

Ainda não tens músicas gravadas, mas já vamos podendo ver alguns vídeos. Quais são os teus planos para o futuro próximo?

Os meus planos para o futuro…ora bem primeiro de tudo gravar um bandcamp para ter cá fora e só depois então um EPzito 🙂 e acima de tudo muiiiiitos concertos hehehe


FACEBOOK

https://www.facebook.com/surmapt

Surma no Musicbox Lisboa

http://www.branmorrighan.com/2015/06/fotografia-surma-twin-transistors-les.html



PS: Uma das minhas covers preferidas da música “Archangel” do Chet Faker continua a ser a que é cantada pela Débora, nos Backwater and the Screaming Fantasy. Ouvi-a ao vivo quando a tocaram em Lisboa e fiquei só apaixonada! Podem relembrar as fotos aqui: http://www.branmorrighan.com/2014/06/foto-reportagem-backwater-and-screaming.html

]]>
https://branmorrighan.com/2015/11/entrevista-debora-umbelino-surma.html/feed 0
[Playlist da Quinzena] 16 a 31 de Outubro de 2015 – As Escolhas de Débora Umbelino (Surma) https://branmorrighan.com/2015/10/playlist-da-quinzena-16-31-de-outubro-3.html https://branmorrighan.com/2015/10/playlist-da-quinzena-16-31-de-outubro-3.html#comments Fri, 16 Oct 2015 10:59:00 +0000

A Débora Umbelino é capaz de ser das pessoas mais maravilhosas que eu conheço. Aliás, posso afirmar sem qualquer possibilidade de cair em falácia que é das pessoas que conheci através do blogue que me são mais queridas. Desde o ser humano incrível que é ao seu talento artístico, a Débora conquista quem a conhece muito facilmente. Fez parte dos Backwater and the screaming fantasy, mas a sua vinda para Lisboa para estudar acabou por resultar na criação de um projecto a solo – Surma. Acredito que se ainda não se cruzaram com este nome brevemente irá acontecer. O crescimento tem sido a olhos vistos, a sua originalidade e capacidade criativa têm surpreendido e também a estética cuidada e coerente ajuda a que não seja apenas mais um projecto musical, mas algo com credibilidade para crescer e ser mais do que um mero início experimental. Aqui ficam as escolhas dela, mas também espero que a possam ir seguindo e às suas aventuras aqui: https://www.facebook.com/Surma-1601535196742110/

Querida Débora, és a maior, admiro-te daqui até à lua!

Chet Baker – Alone Together

Bem o Jazz sempre me acompanhou na minha Vida, desde pequena que este género musical me tem seguido e nunca me canso de ouvir umas belas horas seguidas. Por isso vou mencionar aqui o Sir. Chet Baker que foi sempre das minhas preferências jazzisticas.

Angel Olsen – Half Way Home

Dos meus álbuns preferidos. Esta miúda é a mais querida que há, voz, letras, TUDO. E pronto…

Grouper – Holding

Das minhas aquisições mais recentes. Assim que descobri Grouper fiquei com uma paixoneta imensa por ela. É uma génia!

Para descontrair e entrar numa atmosfera completamente diferente é com ela que vou ter.

St. Vincent – Human Racing

Annie Clark…It’s my woman. Sou obcecada por esta Senhora desde os meus 16 anos. Minha influência máxima não só como música mas também pela pessoa que é. Concerto monstruoso que deu no Mexefest (arrepios desde o início).

Tem uma presença única em palco, aquela voz, aquelas roupas, quando ela toca na guitarra…não há palavras mesmo. Será sempre a minha Annie!

Nanome – Empty House

Descobri-a há pouco tempo e foi WOW. Vídeos fantásticos e as músicas desta menina são de outro mundo. Aconselho vivamente a ouvir.

KVB – From Afar

Dos melhores concertos que já vi até hoje. Já gostava imenso deles mas quando os vi ao vivo fiquei ainda mais caidinha por eles. Energia máxima!!

Agnes Obel – Dorian

A mais fofinha!

Balam Acab – Big Boy

Para mim dos prodígios da electrónica.

Run The Jewels – DDFH

Sem rap não sou nada. Preciso de uns Run The Jewels para me levantar o ego hehehe.

]]>
https://branmorrighan.com/2015/10/playlist-da-quinzena-16-31-de-outubro-3.html/feed 1