Fast Eddie Nelson – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:34:49 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Fast Eddie Nelson – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Fevereiro, mês de Winter Folk Tour com Fast Eddie Nelson + WBTM + Tio Rex https://branmorrighan.com/2017/01/fevereiro-mes-de-winter-folk-tour-com.html https://branmorrighan.com/2017/01/fevereiro-mes-de-winter-folk-tour-com.html#respond Thu, 19 Jan 2017 16:53:00 +0000

Oh Lee Music apresenta:

Winter Folk Tour – PT & ESP

FAST EDDIE NELSON + WE BLESS THIS MESS + TIO REX

Três artistas e um Folk Collective

A Winter Folk Tour começa dia 10 de Fevereiro

Juntos para uma tour de Inverno, a decorrer durante o mês de Fevereiro, Fast Eddie Nelson (Nelson Oliveira), We Bless This Mess (Nelson Graf Reis) e Tio Rex (Miguel Reis), fazem-se à estrada para duas datas em Portugal e três datas em Espanha.

Não é difícil entender o conceito e a energia presente em torno destes concertos. “Do It Ourselves”, que significa exatamente “façamos nós mesmos”, é o que a Oh Lee Music, sob a bandeira de um The Folk Collective, coloca em prática com a maior das alegrias.

À semelhança de uma “Revival Tour” (USA) ou de uma “Restless Tour” (PT), os três artistas, num setlist em uníssono, interpretam as canções uns dos outros, sendo que o cantor “líder” é rotativo consoante o tema em causa. Em Setúbal, dia 10 de Fevereiro, The Fellow Man é o convidado especial. 

Lembre-se que Portugal, o país em foco na edição deste ano do Festival Eurosonic, teve na sua comitiva o artista We Bless This Mess que, por sua vez, convidou o músico Fast Eddie Nelson para subir ao palco na sua atuação do dia 12 de Janeiro. Seja em bares ou em festivais, o espírito colaborativo mantém-se. 

Estão assim reunidos todos os ingredientes para uma terceira tour coletiva em que se celebra a amizade e a paixão pela música.

EVENTOhttps://www.facebook.com/events/131520707347532/

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[Balanço] Os Artistas Portugueses no Vodafone Paredes de Coura VIII – Fast Eddie Nelson https://branmorrighan.com/2014/09/balanco-os-artistas-portugueses-no.html https://branmorrighan.com/2014/09/balanco-os-artistas-portugueses-no.html#respond Thu, 04 Sep 2014 17:30:00 +0000 Fotografia por Hugo Lima

Desafiei as bandas portuguesas que estiveram em Paredes de Coura a responderem a seis perguntas. Os nossos rockeiros sem espinhas de Fast Eddie Nelson já responderam!

1.Qual é a sensação de tocar no Vodafone Paredes de Coura? Existe algo que, para vocês, o diferencie de todos os outros locais de concertos?

Para mim é só o sítio mais bonito onde já tive o privilégio de tocar. Vindo de uma cidade industrial como o Barreiro tocar no Minho é sempre uma oportunidade de lavar a vista, em Paredes de Coura mais ainda porque a morfologia do local ainda o torna mais encantador. Por outro lado é dos festivais que oferece consistentemente os cartazes que mais me interessam ver. Acho que sai fora da esfera habitual dos festivais de verão em Portugal e ainda bem.

2.O que pensam da hora que vos atribuíram? Sentiram-se satisfeitos ou já começa a ser cansativo a filosofia de serem os portugueses sempre a abrirem os palcos?

Acho a melhor hora, muito sinceramente. Podemos tocar e depois ir ver as outras actuações descansados sem estarmos preocupados com a nossa. Acho mais importante fazer parte das coisas do que tocar a esta ou aquela hora.

3.Porque é que acham que isso ainda acontece?

O público é que decide o que é que tem mais interesse em ver, os festivais alinham as actuações de acordo com essa expectativa, baseados em vendas de discos e bilhetes vendidos em outros concertos, parece-me.


4.Que passo será necessário dar para que isso mude?

Acho que as mudanças a ocorrer neste e em qualquer outro tipo de espectáculos ao vivo depende sempre da vontade do público e da sua capacidade de transmitir isso a quem de direito. Mas como disse, esse assunto não me ocupa muito a cabeça. Se eu organizar um festival faço o alinhamento que quiser e as pessoas ou vão ou não vão.

5.Conseguiram usufruir do festival enquanto meros espectadores? 

Infelizmente tive que me pirar no dia a seguir à minha actuação. Ainda vi em palco o Seasick Steve e o Thurston Moore. Perdi os The Oh Sees, para grande infelicidade minha. São excelentes.

6.No fim, que balanço é que fazem deste Vodafone Paredes de Coura? Querem voltar?

O balanço só pode ser o melhor. Correu tudo bem e diverti-me bastante. Faço questão de voltar, ao festival e a Paredes de Coura que é um sítio fabuloso.

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[Os Artistas Portugueses no Vodafone Paredes de Coura II] – Dia 2 – Fast Eddie Nelson e White Haus https://branmorrighan.com/2014/08/os-artistas-portugueses-no-vodafone_22.html https://branmorrighan.com/2014/08/os-artistas-portugueses-no-vodafone_22.html#respond Fri, 22 Aug 2014 17:12:00 +0000 Fotografia por Hugo Lima

Mais um dia de Vodafone Paredes de Coura e mais duas presenças nacionais de destaque. Ao contrário do que é o habitual, as bandas portuguesas sempre a abrir, desta vez fugiu-se um bocadinho à regra e tivemos uma a abrir o palco Vodafone.fm e a outra a fechá-lo! Ou melhor, para mim, a noite acabou depois de White Haus! 

Mas comecemos com Fast Eddie Nelson, o concerto de abertura deste dia 21 de Agosto. Foi a primeira vez que vi ao vivo e foi uma agradável surpresa, quanto mais não seja pela completa despretensão e o enorme à vontade em palco, num tom rock puro, sem artifícios ou paninhos quentes. Originário do Barreira, foi a primeira vez que veio a Paredes de Coura «e ainda por cima pagaram-me para o fazer!». É neste tom descontraído e “sem merdas” que a actuação se desenrolou, havendo espaço para fazer piadas sobre o Barreiro e ainda umas quantas interacções com o público – que obviamente tinha gente conhecida da banda e que a certa altura tomou contornos cómicos. Para um início de tarde e primeiro concerto do dia, a quantidade de público foi razoável e o resultado foi então uma boa amostra do que Fast Eddie Nelson tem para dar. 

Fotografia por Hugo Lima

Existem projectos que nos enchem de orgulho e White Haus é um deles. Iniciado por João Vieira, dos, agora em pausa, X-Wife, White Haus apresenta-nos um som fresco, de disco que é bem mais do que isso, e que faz corar qualquer projecto do género, internacional ou não. Em banda, o músico faz-se acompanhar por André Simão e Graciela Coelho (Dear Telephone), e por Nuno Sarafa (We Trust, Best Youth) – desconfio que não podia haver combinação melhor. Quatro pessoas que exalam a sua paixão pela música, influenciando de forma incontornável quem os assiste. 

Já conhecendo o trabalho de White Haus, e já tendo visto outros dois concertos, não posso deixar de referir que este foi o meu preferido. Todo o espectáculo de luzes com a projecção visual, o convidado de energia inesgotável a dançar e a participação do baixista dos X-Wife, culminaram num grande concerto com as voz inconfundível de João Vieira e com a postura sempre sensual da Graciela. E se há coisa que adoro quando vejo estes quatro a tocarem juntos, são as caras de entrega de André Simão e Nuno Sarafa. Quatro grandes músicos e um fechar de noite fantástico. 

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