First Breath After Coma – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:44:23 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.3 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png First Breath After Coma – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [Queres é (a) Letra!] First Breath After Coma – NU – Feathers and Wax https://branmorrighan.com/2019/09/queres-e-letra-first-breath-after-coma_17.html https://branmorrighan.com/2019/09/queres-e-letra-first-breath-after-coma_17.html#respond Tue, 17 Sep 2019 22:37:00 +0000 OUVIR NU: https://open.spotify.com/album/7oytBaM6yb5hKBOdlbA9CU?si=8AZqw0X_Tketc95ZuqYFlg

Viram o meu último post? Pois bem, acabei de me mudar para o outro lado do mundo, para Bloomington, no estado de Indiana, nos Estados Unidos da América. E se por vezes existem músicas que parecem fazer sentido num determinado momento, não me perguntem ao certo porquês, mas Feathers and Wax é para mim um hino a tudo o que se tem passado na minha vida ultimamente. Existe uma mensagem tão visceral nesta canção, tão emotiva e ao mesmo tempo tão crua que toma forma no nosso peito à medida que a ouvimos. Toda a composição sonora ganha vida em texturas palpáveis, em dimensões de memórias que vamos atravessando, tendo o pico numa espécie de revolução emocional seguida de uma redenção urgente e a busca por um pouco de luz, força e abnegação. Entreguem-se a Feathers and Wax.



He said: I’ll build you wings out of feathers and wax

We will escape this maze, leave Crete and don’t look back

Flew so high, too close to the sun

Fell out of the sky, sunk into the ocean


He didn’t fly too high

Should’ve learned to dive

Enjoy the fall


Let it teach you how to trust

It’s a path of mistakes, but there’s a way out

When darkness arrives, leave a breach for your own light

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[Queres é (a) Letra!] First Breath After Coma – NU – Howling for a Chance https://branmorrighan.com/2019/09/queres-e-letra-first-breath-after-coma.html https://branmorrighan.com/2019/09/queres-e-letra-first-breath-after-coma.html#respond Thu, 05 Sep 2019 14:12:00 +0000 OUVIR NU: https://open.spotify.com/album/7oytBaM6yb5hKBOdlbA9CU?si=8AZqw0X_Tketc95ZuqYFlg

Com saudades dos First Breath After Coma? Que pergunta! Claro que sim, eu sei. E este disco, NU, deixa-nos sempre com uma sensação de precisarmos de mais, de querermos mais. Nesta música, Howling for a Chance, por exemplo, existem tonalidades tão sedutoras como redentoras. Há uma entrega e uma intimidade tão grande reflectidas na sonoridade que sou capaz de dizer que este é, para mim, um dos temas que melhor exprime a capa do disco. Esta nova faceta dos First Breath After Coma, tão visceral e sincera, desarma-nos. Resta-nos a contemplação. Ou a acção. Dependendo se estamos preparados para isso ou não. 

Don’t hold that burden, leave it all to me 

I’ll cross the land for a final plea

So get out of your skin and talk to me 

Part of us will be eternal

I’m howling for a chance, baby

I’m begging for a chance, trust me

I wanna strip your soul

I wanna strip your soul

To caress your pretty soul

I wanna strip your soul

(God damn I fucking want ya)

I wanna strip your soul

(Me and your brain so alone)

I wanna strip your soul

To caress your pretty soul

(God damn I fucking want ya)

I wanna strip your soul

(Me and your brain so alone

God damn I fucking love ya)

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[Queres é (a) Letra!] First Breath After Coma – NU – Please, don’t leave https://branmorrighan.com/2019/08/queres-e-letra-first-breath-after-coma_11.html https://branmorrighan.com/2019/08/queres-e-letra-first-breath-after-coma_11.html#respond Sun, 11 Aug 2019 12:41:00 +0000 OUVIR NU: https://open.spotify.com/album/7oytBaM6yb5hKBOdlbA9CU?si=8AZqw0X_Tketc95ZuqYFlg

Continuamos a caminhar por NU, que nos deixa, literalmente, de alma despida, com “Please Don’t Leave”. Esta é mais uma música que nos mostra novas paisagens sonoras exploradas pela banda. A mistura da electrónica com o orgânico resulta numa mescla de texturas que, juntamente com as vozes e a poderosa letra, se infiltra na nossa mente e nos inflama as emoções de memórias mais ou menos dolorosas, mais ou menos saudosistas. Os rapazes cresceram e nós crescemos com eles.

E se vos passou ao lado, existe um filme premiado à espera de ser descoberto e admirado por todos nós: https://www.youtube.com/watch?v=1B-RIqivHZM 

We were floating high while laying down

Wheighing a ton, the scent of you

I’m crawling on my knees (please don’t leave)

You’re like heroin for the soul

Keep all those little burning poems

As they sing our own song

We can go hide, no return

Delaying a goodbye is the only truth

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[Queres é (a) Letra!] First Breath After Coma – NU – The Upsetters https://branmorrighan.com/2019/08/queres-e-letra-first-breath-after-coma-2.html https://branmorrighan.com/2019/08/queres-e-letra-first-breath-after-coma-2.html#respond Tue, 06 Aug 2019 10:43:00 +0000 OUVIR NU: https://open.spotify.com/album/7oytBaM6yb5hKBOdlbA9CU?si=8AZqw0X_Tketc95ZuqYFlg

NU, o terceiro disco dos First Breath After Coma, saiu a 1 de Março deste ano, 2019. Eu sei, já venho um pouco tarde com estas partilhas, mas só agora começo a ter algum tempo livre. Em tom de redenção, vou partilhar nos próximos dias todas as letras deste disco, já que eles estão prestes a arrebatar esta segunda metade do Verão. Já na próxima Sexta-feira tocarão no Bons Sons e na semana seguinte no Paredes de Coura. Outros concertos se seguirão, portanto é estarem atentos à sua página: https://www.facebook.com/firstbreathaftercoma12/

Deixando o meu cunho em relação a esta música, a verdade é que é impossível não nos arrepiarmos com praticamente todo o disco. Os First Breath After Coma crescem a olhos vistos, revelando novas facetas a cada disco que compõem. Ao entrarmos em “The Upsetters” sabemos que estamos perante trilhos nunca antes explorados. Existe uma intensidade e uma maturidade tanto no som explorado como nas letras criadas. E essa conjugação atinge-nos de formas, por vezes, inesperadas. Está tudo explorado ao pormenor, o que faz com que muitas vezes só nos apercebamos deles à segunda ou terceira audição. Mas o disco é tão bom que tê-lo em repeat está longe de ser cansativo. 

E se vos passou ao lado, até um filme premiado existe: https://www.youtube.com/watch?v=1B-RIqivHZM 

Preparem-se esses coraçõezinhos e deixem-se levar por todas estas dimensões! 🙂  



It’s hard to be, but we can’t find better

Since the dawn of time, we’ve been the upsetters

Cease to keep all inside

Leave your heart to bleed for something better

Fallen tears of helplessness cutting through flesh

Dry skin under rain, tissues drained of true love

An endless dark undertone keeps on taking over

All you ever want will turn to blind you of all you ever need


Hold your loved ones, hurry 

Hold’em tight

Restless death is counting time


Like a second skin, I will shield your maze 

I will take the punch, I will take the blame 

I will feel your pain

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[Queres é (a) Letra!] First Breath After Coma – NU – Change https://branmorrighan.com/2019/01/queres-e-letra-first-breath-after-coma-3.html https://branmorrighan.com/2019/01/queres-e-letra-first-breath-after-coma-3.html#respond Tue, 29 Jan 2019 08:59:00 +0000

É caso para dizer “Sê a mudança que queres ver no mundo.” O First Breath After Coma revelam novo tema do disco NU, a sair em Março de 2019.

“Change” reflecte, na sua essência, o momento de partilha, sonho e criação dos First Breath After Coma, que desde há largos meses recuperaram uma habitação e passaram a viver juntos no espaço de criação comum onde actualmente trabalham criadores de diversas areas ( música, pintura, design, fotografia, video, moda) num novo modelo de criação partilhada, nas instalações de um complexo industrial bem junto à nascente do rio Lis. É lá que vivem e foi lá que criaram, exploraram e gravaram “NU”.


“NU” é uma peça audiovisual onde os First Breath After Coma e os Casota Collective constroem uma história através do som e da imagem, explorando o processo de tradução de emoções e de experiências a partir da música para o ecrã.


Ao invés de fazer uma banda-sonora para um filme, os First Breath After Coma fizeram o contrário e traduziram as histórias das suas canções e do seu disco em imagens. “NU” é apenas isso. Sem narrador, nem diálogos. O som do filme é o álbum, cada canção é uma cena, e o conjunto das cenas é “NU”. O álbum passa a ser um filme de cerca de 40 minutos. A duração de um vinil. A duração de uma série televisiva.


Os First Breath After Coma foram anunciados no cartaz oficial do Vodafone Paredes de Coura e atuam no Festival a 16 de agosto de 2019. Antes disso apresentam “NU” numa digressão nacional já com 4 datas confirmadas (Leiria, Lisboa, Porto e Coimbra) e em mais de 20 concertos internacionais em países como a Alemanha, Espanha e Holanda. Brevemente serão anunciadas mais datas na “NU” Tour 2019.


“NU” é editado na sua versão fisíca a 1 de março de 2019.



Ficha técnica vídeo:

Diretor de Fotografia: Telmo Soares

Produtores: João Marques, Miguel Ferraz, Pedro Marques e Roberto Caetano

Operador de câmera: Telmo Soares

Assistente de câmera: Rui Gaspar

Montagem e Color Grading: Telmo Soares

Assistente de produção: Diana Figueiredo

We’re holding the yolk before it slips

Through our bruised hands

We’ve built this home,

Where half the floor is sunk

Just half the ceiling still holding on

Our heart is calling for a change

Oh father, we’re hoping for that change


Might get loud

We’re hoping for a change

It’s time now

People are changing

Might get loud

We’re calling for a change

Don’t rest now


Flaming words bursting through the chest

Kept for so long

Moldy souls finally unchained

Rushing through the pores, entwined

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[Queres é (a) Letra!] First Breath After Coma – NU – Heavy https://branmorrighan.com/2018/12/queres-e-letra-first-breath-after-coma-4.html https://branmorrighan.com/2018/12/queres-e-letra-first-breath-after-coma-4.html#respond Sat, 22 Dec 2018 15:21:00 +0000 Pintura “Tinder” de Kenne Gregoire

Se nestes 10 anos de blogue BranMorrighan me orgulho de alguma coisa é da decisão que tomei ao sair do nicho da literatura portuguesa para abranger também o nicho da música independente. Quando o fiz, a primeira editora independente que descobri e pela qual imediatamente me apaixonei foi a Omnichord Records. A primeira banda que vi ao vivo foi os First Breath After Coma na FNAC Chiado, em 2013. Cinco anos passados desde o início desta aventura é com um certo abismo, fascínio e admiração que agora olho para estes cinco rapazes. Lembro-me tão bem de, já naquela tarde,  me sentir algo intimidada. Cinco rapazes tão novos e já com uma capacidade de arrepiar única. Entretanto, pois o universo lá se encarrega de nos brindar de vez em quando, quis o destino que me viesse mesmo a juntar à família Omnichord Records, dando-me assim a oportunidade de acompanhar de perto a evolução dos seus artistas. 

Focando-me nos FBAC, pois é sobre eles de que este artigo se trata, a evolução tem sido tão brutal que chega a ser difícil arranjar palavras para descrever o caminho que têm percorrido. Deixaram de ser rapazes acabados de entrar na faculdade para se tornarem homens com um olhar aguçado sobre o mundo físico e emocional. A metamorfose a que temos assistido deixa-nos algo petrificados e deslumbrados. Quem já assistiu a um concerto dos FBAC pode confirmar que eles são muito mais do que os discos que compõem. Crescem em palco, tornam-se avassaladores nas suas abordagens aos instrumentos e às vozes, deixando-nos numa comoção desarmante. Drifter, o segundo disco, foi a confirmação deste quinteto leiriense, tanto a nível nacional como internacional. E quando se tem um disco que parece quase definir o sucesso de uma banda, o que fazer a seguir? Para onde ir a seguir? 

Os FBAC respondem mostrando que para eles não há limites na música. Não existem caixas ou etiquetas que lhes possam colocar. Tal como dois dias nunca são iguais, para eles o universo sonoro parece ter uma infinitude de possibilidades. “Heavy” vem provar isso mesmo. O disco, NU, vem provar isso e muito mais. Como se não bastasse todo o tumulto interior que sentimos ao ouvir as suas músicas, os FBAC decidiram agora confrontar-nos com uma imagética e uma estética que aprofundam ainda mais os temas que abordam. NU, o terceiro disco que irá sair a 1 de Março de 2019, será muito mais do que apenas um disco musical. A acompanhar, haverá um filme que dará imagem a cada um dos temas. Os vídeos dos FBAC, os mais recentes produzidos pela CASOTA Collective que conta com membros da própria banda, têm tido sempre uma forte mensagem conceptual. O que se dirá agora do filme de NU em que tantas barreiras são quebradas? 

Deixo-vos com as informações oficiais sobre o single e com o vídeo e letra. Maravilhem-se. 

Depois da nomeação para melhor álbum independente europeu com “Drifter” (2016), os First Breath After Coma apresentam o single “Heavy”, canção e cena de lançamento do novo disco e filme “NU”, a ser editado a 1 de março de 2019.  “Heavy”, não é o começo nem ponto de partida de “NU”, mas é a primeira e a melhor pista que os First Breath After Coma podem mostrar para introduzir todo o conceito metafórico e labiríntico do universo deste novo disco/filme. “NU” (palavra em portuguesa com uma dicção muito semelhante à palavra inglesa para novo: “new”) é uma peça audiovisual onde os First Breath After Coma e os Casota Collective (um coletivo de produção de vídeo da própria banda) constroem uma história através do som e da imagem, explorando novas formas de tradução de emoções e de experiências, da música para o ecrã. Segundo a banda, “‘NU’ começou como um álbum musical conceptual, mas rapidamente nos apercebermos que o próprio conceito de álbum precisa de uma reinvenção, de ser atualizado”. Ao invés de fazer um soundtrack ou uma banda-sonora para um filme, os First Breath After Coma fizeram o contrário e traduziram as histórias das suas canções e do seu disco em imagens. “NU” é apenas isso. Sem narrador, nem diálogos. O som do filme é o álbum, cada cena é uma canção, e o conjunto das cenas é “NU”. O álbum é um filme de 40 minutos. A duração de um vinil. A duração de uma série televisiva. Lançando 3 vídeos antes da edição do álbum, o filme, que conta com o ator Rui Paixão como protagonista, será visto na sua totalidade em Festivais de Cinema, depois da edição do disco “NU” em março do mesmo ano. “NU” é um disco com a chancela da Omnichord Records e é editado em CD, Vinil e digital a 1 de março de 2019.

What does she do?

To leave me motionless

Blinding me

How can I enclose myself in a bottle?

I cried

The truth to find out how to keep my faith

What does she do?

To leave me passionless

Blinding me

Her bones turn into a fetish

Suddenly ready for me to tear apart

I apologize for everything you hold

Every arm I take

I’ve realized that every shallow moment quickly disappears

I won’t hide

And hope that all has changed

I’ll stay home today

I cried

The truth to find out how to keep my faith

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[DESTAQUE] CASOTA Collective, Produtora Audiovisual https://branmorrighan.com/2017/07/destaque-casota-collective-produtora.html https://branmorrighan.com/2017/07/destaque-casota-collective-produtora.html#respond Mon, 31 Jul 2017 10:07:00 +0000

Não me recordo bem quando é que trouxe a música para o blogue, penso que foi no final de 2013, com maior actividade a partir de 2014, mas o que é certo é eu foi das melhores decisões que tomei. Graças a essa coragem, acreditem que é preciso alguma para saírem do ecrã e começarem a falar com os artistas que admiram e que sempre viram como estando num pedestal, tenho conhecido gente incrível. O post de hoje é prova disso mesmo. É sobre a CASOTA Collective, uma jovem produtora audiovisual. E tinha de a trazer para aqui porque é um daqueles projectos nos quais tenho um orgulho enorme, por variadíssimas razões. A CASOTA Collective é a prova viva do que a paixão pela música pode originar. Três dos elementos são músicos já nossos conhecidos, dos First Breath After Coma, mas no que toca à paixão pela música o Miguel também não lhe fica nada atrás, não os acompanhasse ele também desde sempre. Desde que saiu o vídeo Umbrae, música dos FBAC com a participação do Noiserv, que tive a certeza que aquele era apenas o início, e um início brutal. Não basta ser-se melómano ou aficcionado por música (eu sou e tenho creatividade zero), é preciso ir-se além do que se ouve e dar forma a essas ondas sonoras que tantas vezes tocam e mudam vidas. O que mais me tem fascinado nos vídeos da CASOTA é precisamente o contraste entre a sensibilidade e a agressividade sempre presentes, numa harmonia e equilíbrio que desafiam conceptualmente quaisquer barreiras ou limites para o espectro da transformação de um áudio em vídeo. Mas a CASOTA não produz só vídeos. Longe disso. O caminho ainda é curto, mas já é rico, pois para além dos vídeos produzidos para First Breath After Coma, Nice Weather For Ducks, Surma e Whales, encontram-se também a produzir o primeiro disco da Surma, uma das maiores promessas/certezas da música portuguesa da actualidade. E foi precisamente sobre este percurso, tão recente a nível temporal, mas tão soberbo a nível de qualidade, que os desafiei a falarem um pouco. Fiquem atentos, isto ainda agora começou e é apenas uma gota de um imenso oceano por desvendar.

PS: Brevemente serão publicados posts sobre cada um dos vídeos produzidos pela CASOTA.

SOBRE A CASOTA E OS SEUS MEMBROS

A CASOTA é uma produtora de conteúdo audiovisual formada por 4 amigos de longa data. Fundámos o projeto em meados de Setembro de 2016, depois de muitas noites, ao longo de vários meses, pelo meio de muitos copos, a discutir ideias e a expressar o que cada um gostava de fazer. Já havia uma vontade antiga de um dia vir a gravar e produzir álbuns para outras bandas. Com o passar do tempo, o Rui e o Telmo licenciaram-se em “Som e Imagem” e “Audiovisual e Multimédia”, respetivamente. Começou, então, o bichinho de querer começar a fazer uns videoclipes diferentes, com as nossas próprias ideias. Afinal de contas, o know-how já estava adquirido, por isso só faltava a motivação para começar. Assim foi. 

QUANDO SURGIU

A CASOTA Collective surge num momento em que os 4 integrantes concluíram os respetivos estudos. O Pedro Marques acabou formação musical no Hot Club de Portugal, o Telmo Soares Audiovisual e Multimédia, o Rui Gaspar Som e Imagem e o Miguel Ferraz Gestão. Apercebemo-nos que tínhamos as qualidades técnicas necessárias para cobrir, numa fase inicial, todos as áreas que a CASOTA necessitava (desde a criatividade, à composição, execução técnica e a parte da gestão de todo o projeto). No fundo, tínhamos muita vontade de criar algo que nos apaixonasse e com o qual nos identificássemos, com as nossas próprias ideias e vontades.

O PRIMEIRO VÍDEO… E OS SEGUINTES

A experiência era pouca e começámos por produzir um videoclipe de forma interna (First Breath After Coma ft. Noiserv – Umbrae). O resultado do vídeo excedeu todas as nossas expetativas e a vontade de querer fazer mais cresceu. Ficámos cheios de pica! É nesta fase que nasce a CASOTA, englobando a produção e gravação áudio e a produção e realização de vídeo. Tínhamos pouca experiência, mas com muitas ideias e vontade, por isso sugerimos aos nossos amigos Patos (Nice Weather For Ducks) produzir o próximo vídeo deles. Eles aceitaram logo e, assim, surgiu o videoclipe para a “On The Sand By The Sea”. Mais uma vez, excedeu as nossas expetativas, e as críticas foram muito positivas, o que nos fez ver que estávamos num bom caminho. Seguiu-se mais um vídeo para a música “Nagmani”, composta e produzida pelos FBAC e pelo André Barros. E, de seguida, tivemos o “luxo” de poder produzir o primeiro álbum da Surma e respetivo videoclipe para o primeiro single, “Hemma“. Recentemente lançámos vídeos para o single dos Whales – “How Long” – e também para outro single dos Grandfather’s House – “You Got Nothing To Lose“.

PRODUÇÃO DO PRIMEIRO DISCO DA SURMA

Produzir e gravar o primeiro álbum de uma Artista tão talentosa e com tanto potencial como a Débora revelou-se uma grande desafio, mas uma responsabilidade muito agradável. Sabendo de antemão que o seu álbum era há já muito esperado por tantas pessoas, decidimos avançar com o enorme apoio e vontade por parte da Débora em fazer este caminho connosco. Muitas horas passadas no nosso estúdio, muitas noitadas, muitas pizzas e bolachas, mas sempre com muito ânimo e descontração de que aquilo que estávamos a produzir, poderia demorar um pouco mais do que o normal, mas com a certeza que teria de assim ser para resultar no fantástico “Antwerpen”.

PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DA CASOTA

No áudio, executamos desde a “simples” gravação, até à produção criativa e conjunta com os Artistas.

Relativamente ao vídeo, estamos a começar pelos videoclipes para Artistas, não só pela proximidade que temos com vários autores em Leiria, mas também, pela paixão e desejo de fazer vídeos que façam jus à qualidade musical, oferecendo-lhe uma imagem sonora apelativa.

FUTURO

A ideia da CASOTA é funcionar como um estúdio multidisciplinar, onde se produzem discos, vídeos, fotografia e artwork. Gostamos de desafios e de sair da nossa zona de conforto, portanto os planos para o futuro estão em aberto, sendo certo que queremos desafiar-nos constantemente!


FACEBOOK CASOTA COLLECTIVE

https://www.facebook.com/casotacollective/

VIMEO

https://vimeo.com/casota

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[DESTAQUE] First Breath After Coma com novo vídeo – Nagmani – e nova tour pela Europa https://branmorrighan.com/2017/05/destaque-first-breath-after-coma-com.html https://branmorrighan.com/2017/05/destaque-first-breath-after-coma-com.html#respond Sat, 13 May 2017 10:27:00 +0000

Estreou ontem, no It’s All Indie, o novo e belíssimo vídeo dos First Breath After Coma, produzido pela Casota Collective.

A água como milagre e mistério da vida sempre foi o mote para uma composição maior dos First Breath After Coma.

Recebe agora uma identidade visual, num filme produzido e gravado pelos próprios elementos da banda, que recentemente montaram a sua própria produtora audiovisual.

Entre a electrónica e o ambiente onírico e sofisticado dos First Breath After Coma, “Nagmani” é o resultado de uma parceria com o compositor e pianista André Barros, que torna a viagem de “Drifter” ainda mais épica.

Nagmani é também o nome da tour que arranca amanhã em Tondela e, ao longo de 14 etapas, passa por cinco países em pouco mais de um mês e por palcos como o NOS PRIMAVERA SOUND ou o 100 CLUB em Londres.

Em Julho regressam os concertos por Portugal e, em Agosto e Setembro, voltam à Europa com mais de 15 datas já marcadas em países como França, Suiça, Alemanha e Espanha.

Letrahttp://www.branmorrighan.com/2016/06/queres-e-letra-first-breath-after-coma_14.html

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[Diário de Bordo] A Noite dos Oito Anos Sonhadores, Electrizantes e Inacreditáveis https://branmorrighan.com/2017/01/diario-de-bordo-noite-dos-oito-anos.html https://branmorrighan.com/2017/01/diario-de-bordo-noite-dos-oito-anos.html#respond Sat, 14 Jan 2017 21:37:00 +0000

«A música não anda sozinha, sempre, desde sempre e para sempre a música vai precisar de quem a leve pela mão, ao colo ou de qualquer outra forma, como nós precisamos da música para nos transportar para sítios onde nunca na vida iremos de carro.

Parabéns Sofia pelo que tens feito nestes 8 anos, e sobretudo parabéns pela vontade e empenho, pela forma como abraças as bandas como se fosse tu a própria banda, é notável, é o motor deste Blog e o transporte de muita gente.

Obrigado.» Rui Estêvão

Não podia começar este texto de outra maneira senão com este pequeno testemunho do Rui. O Rui é uma pessoa que admiro imenso, que respeito imenso e vai ser sempre alguém que vou guardar com muito carinho e consideração, pois é daquelas pessoas que não tem pejo em dizer o que acha que deve dizer, em que sinto que é sincero no que diz, em que sinto que realmente acredita naquilo que faz e porque o faz, e isso é cada vez mais raro. Obrigada, Rui. Andava a guardar este testemunho para a noite de concertos no Musicbox porque nunca me vou esquecer como ele foi o primeiro radialista a convidar-me, e aos meus músicos convidados, a ir ao seu (antigo) programa Purpurina, na Antena 3, e a reconhecer o trabalho que já então almejava fazer. Foi em Janeiro de 2015, logo após ter levado ao Musicbox Twisted Freak, Azul-Revolto e The Allstar Project. Sem dúvida, uma noite para lá de memorável. Talvez por ter sido a primeira. Mas, na verdade, não me posso queixar, o ano passado tive o doce Mahogany, o imparável O Manipulador e uma espécie de super banda que acompanhou os Thunder & Co(nvidados)! Lembram-se? Foi lindo! 

E, de repente, estamos em Janeiro de 2017 e eu volto a ter nova noite no Musicbox com bandas que há meses estavam convidadas. Daily Misconceptions, Mira, Un Lobo! (que foi o Rui Estêvão que me deu a conhecer precisamente ainda em 2015) e os meus mais que declarados adorados First Breath After Coma, com a participação especial do Noiserv, artista que admiro muito já lá vão dez anos. Noutros posts já falei sobre estas bandas, o quão especiais são para mim, por isso só quero mesmo agradecer o facto de terem feito do dia 6 de Janeiro de 2017 uma noite que também não vou esquecer. Eram 21h30 e o Musicbox já tinha, à vontade, perto de uma centena de pessoas. Nunca tinha visto o Musicbox tão cheio tão cedo. Para meu espanto, e jogando por baixo, passaram cerca de 300 pessoas pela caixa mais linda do Cais do Sodré naquela noite. Um record, confesso. 

Foi um dia que, entre altos e baixos, correu para lá de extraordinariamente bem. Comigo as coisas não tinham começado muito bem, logo de manhã, por questões profissionais, e depois quando me dirigi ao Musicbox deparei-me com uma série de condicionantes que fugiam ao controlo de todos (muito obrigada pelos esforços, pela coragem e pelo coração enorme!). Ainda assim fizeram-se os soundchecks possíveis, o nervoso miudinho instalou-se, mas tudo foi decorrendo com tempo. Acho que foi o primeiro ano em que me pude sentar para jantar, porque normalmente o ritual já era ir pegar apenas num kebab qualquer em cinco minutos e de repente tudo começava. Desta vez sentámo-nos todos à mesa, falámos, rimos, foi bonito, muito bonito. 


Pouco depois das 21h30 já Daily Misconceptions estava em palco e não imaginam o orgulho que senti no João e na Sara. São duas pessoas de um coração tão bom e são duas pessoas tão simples, que parecia inacreditável a magia que se fazia operar em cima de palco, quer em termos sonoros quer em termos visuais. Foi um início incrível! Seguiram-se os Mira, Un Lobo!, tocando pela primeira vez em solo português! Era visível que havia muita gente curiosa para os ver, muitos me foram dizendo que estavam super curiosos, e a verdade é que estou orgulhosa da minha aposta, estou grata ao Rui por me ter colocado em contacto com o Luís, e Mira, Un Lobo! tem tudo para vir a ser muito grande! O fecho da noite ficou ao encargo dos First Breath After Coma, com o Noiserv a fechar com eles com a Umbrae e a Blup! Podia desmanchar-me e babar-me em elogios com todos, sem excepção, mas só quero reforçar o quão grata estou. Acho que o alinhamento desta noite, as fases em que as bandas se encontram, a forma como as conheci, como isto tudo veio a acontecer (que se calhar é desconhecido da maior parte de vocês) reflecte perfeitamente tudo aquilo em que tenho acreditado e em que me tenho empenhado em mostrar. Claro que tenho de deixar um agradecimento especial ao Noiserv, que não esteve presente no Sarau da Pataca por antes dessa data surgir já se ter comprometido comigo. Tenho de lhe agradecer o facto de acreditar no meu projecto e tenho de deixar aqui registado que para além dos YCWCB, acho que ele ficava mesmo bem numa banda de post-rock. Eheheh! Perdoem-me os devaneios, mas já sabem que por aqui a coisa torna-se bastante sem papas na língua 🙂

Obrigada, mais uma vez, a todos. Ao Musicbox, a toda a equipa técnica/logística/comunicação, a Daily Misconceptions e à querida Zigur Artists, a Mira,Un Lobo!, aos First Breath After Coma (à equipa toda), ao Noiserv, à Omnichord por ter sido a primeira editora independente, o primeiro projecto, que me fez abrir os olhos para uma realidade de música portuguesa tão rica e fervilhante e por agora me acolher na sua família. Obrigada também a todos os blogues e sites que ajudaram a divulgar, aos jornalistas que estiveram presentes e ao Nelson, da SBSR.FM por ter achado a noite interessante o suficiente para me entrevistar sobre a mesma. Obrigada ao André Anónimo pelo interesse e pelas horas todas que passou connosco a fotografar! E, por último, mas não menos importante, obrigada a todos os meus amigos que fizeram questão de comemorar esta data comigo, obrigada aos conhecidos e aos fãs de cada um destes projectos, eles merecem todo o vosso apoio! O que tenho vivido com o blogue tem sido para lá de incrível e inacreditável. Nem tudo tem sido um mar de rosas, mas o facto de ter a oportunidade de me expressar, de levar para o plano físico aquilo em que acredito, de ter centenas de pessoas a apoiarem, de receber mensagens com tanto carinho e força… Não tem preço. E embora já tenha várias vezes pensado em encerrar este espaço (acreditem que há muita (má) gente por aí a agoirar), acho que o bom que tenho feito com ele, quero acreditar, vale a pena o esforço e algumas coisas das quais vou abdicando para fazer acontecer. 

Entretanto, o Música em DX já escreveu sobre a noite e já me deixou completamente derretida! – http://www.musicaemdx.pt/2017/01/12/8o-aniversario-branmorrighan-fecha-celebracoes-ano-novo/

Segue-se a festa no Porto, com gente igualmente incrível, já no próximo dia 3 de Fevereiro! Amanhã ou Segunda-feira conto-vos tudo sobre isso!

Todas as fotografias pelo André Anónimo

Foto Reportagem Completa: http://www.branmorrighan.com/2017/01/foto-reportagem-8-aniversario.html

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[Foto Reportagem] 8º Aniversário BranMorrighan – Daily Misconceptions, Mira, Un Lobo!, First Breath After Coma, por André Anónimo https://branmorrighan.com/2017/01/foto-reportagem-8-aniversario-2.html https://branmorrighan.com/2017/01/foto-reportagem-8-aniversario-2.html#respond Mon, 09 Jan 2017 13:54:00 +0000

Fotografias André Anónimo

Enquanto não tenho tempo para escrever sobre esta noite magnífica, deixo-vos um cheirinho do que foi pela lente do André Anónimo que esteve connosco desde o soundcheck até ao último segundo. Muito obrigada, André! Foi mesmo uma noite bonita! Obrigada Daily Misconceptions, Mira, Un Lobo! e First Breath After Coma. Foi mesmo uma comemoração do caraças! Até já 🙂 

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