Keep Razors Sharp – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:35:52 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Keep Razors Sharp – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [Playlist da Quinzena] 16 a 30 de Abril de 2016 – As Escolhas de Afonso Rodrigues https://branmorrighan.com/2016/04/playlist-da-quinzena-16-30-de-abril-de.html https://branmorrighan.com/2016/04/playlist-da-quinzena-16-30-de-abril-de.html#respond Sat, 16 Apr 2016 18:36:00 +0000

O passado dia 8 de Abril ficou marcado pelo regresso aos discos dos Sean Riley & The Slowriders e dada a altura oportuna decidi convidar o Afonso Rodrigues, vocalista de Sean Riley e também de Keep Razors Sharp, a partilhar connosco algumas músicas do seu gosto pessoal. Ficam aqui reunidas oito canções, sete estão no spotify, uma está em leitor bandcamp, e também vos deixo com as páginas das suas bandas. A fotografia que ilustra este post foi tirada por mim numa actuação lindíssima do Afonso a solo, no Musicbox Lisboa. 

Sean Riley & The Slowridershttps://www.facebook.com/SeanRileyTheSlowriders/

Keep Razors Sharphttps://www.facebook.com/KeepRazorsSharp/

1 – DIIV – Mire (grant’s song)

1992 de volta. Um das minhas músicas preferidas de um dos meus discos recentes de eleição

2 – Kurt Vile – Dust Bunnies

Mais um disco recente que adoro. Em repeat no final do ano passado. O KV é um dos meus escritores de canções preferidos dos últimos 10 anos

3 – ÉME – Partilhar a Vida.

Há imensas coisas fantásticas a acontecer na música portuguesa nesta momento. O EME é uma das que gosto mais. Adoro a escrita.

4 – Pega Monstro – Branca

Mais coisas portuguesas muito boas. Hit de verão para ouvir e sonhar com o regresso da desejada estação

5 – Drake – Star67

Ultimamente colei na mixtape “If You’re Reading This…”

Não simpatizo nada com a pessoa Drake, mas os beats e a produção desse disco… Adoro.

6 – Kanye West – FML

o disco que mais ouvi este ano (até agora). O Kanye é o génio tonto dos últimos anos… Mas faz coisas incríveis

7 – Black Mountain – Angels

Ontem na carrinha o Tiago Andre (a boy named sue) passou esta e quase me caiu uma lagriminha. Continuo super triste por não tido hipótese de ver o concerto no musicbox

8 – Black Lips – Bad Kids

Mais um hino de verão meio caos. Adoro os e nunca vi ao vivo. Este vamos tocar na mesma noite no Rock In Rio e estou super entusiasmado!

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[DESTAQUE] Keep Razors Sharp com novo single – The Lioness https://branmorrighan.com/2015/09/destaque-keep-razors-sharp-com-novo.html https://branmorrighan.com/2015/09/destaque-keep-razors-sharp-com-novo.html#respond Fri, 11 Sep 2015 17:11:00 +0000 Fotografia por Paulo Furtado

Com apenas um disco editado, os Keep Razors Sharp são já uma referência do rock psicadélico feito em Portugal. Esse primeiro trabalho já conta com vídeos lançados para I See Your Face, 9th e By The See, e eis que temos mais um single da banda portuguesa – The Lioness – cujo vídeo tem a assinatura de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman). Este foi filmado no Deserto de Tabernas (Almeria, Espanha) e contou com a participação dos 4 elementos da banda: Afonso Rodrigues, Luis Raimundo, Carlos BB e Bráulio. 

“Calor abrasador, quatro homens seguem pistas no deserto sob o olhar da natureza, que tudo controla, aqui. Não é claro o que procuram, mas é fundamental que não desistam da busca, que continuem, sempre. E quando menos se espera, no frio da noite, sob a vigília de um ser misterioso, encontram-se. A busca está terminada, encontramo-nos. Temo-nos uns aos outros.

Uma road trip de irmãos entre montanhas, bares perdidos no deserto, cadillacs abandonados e cenários de Sergio Leone. Um videoclipe.”

Paulo Furtado

Entrevista aos Keep Razors Sharp: 

http://www.branmorrighan.com/2015/04/entrevista-keep-razors-sharp-banda.html

Opinião do disco: 

http://www.branmorrighan.com/2014/10/opiniao-blog-morrighan-keep-razors.html

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[DESTAQUE] Começa hoje – Lisbon Psych Fest, com os portugueses Keep Razors Sharp https://branmorrighan.com/2015/04/destaque-comeca-hoje-lisbon-psych-fest.html https://branmorrighan.com/2015/04/destaque-comeca-hoje-lisbon-psych-fest.html#respond Fri, 10 Apr 2015 14:30:00 +0000 Fotografia de Mike Ghost

Começa hoje, no Teatro do Bairro, com abertura de portas pelas 21h, o Lisbon Psych Fest, produzido pela Killer Mathilda. O principal objectivo do festival é trazer à capital portuguesa música alternativa internacional ao mesmo tempo que visa promover bandas nacionais. Sendo este último o foco do BranMorrighan, o destaque do alinhamento de hoje, composto também por Tess Parks (CA), PAUW (NL), Thelightshines (UK) e Black Market Karma (UK), vai para os portugueses Keep Razors Sharp que irão fechar o palco de concertos como cabeças de cartaz.

O Teatro do Bairro, que outrora fora a instalação de uma imprensa gráfica no coração do Bairro Alto, será o espaço ideal para acolher esta simbiose de experiências musicais, visuais e sensoriais. O evento contará também com bancas de venda de vinil e merchandise, bem como a actuação, ao longo da noite, de DJs de referência da noite Lisboeta. 

Assim, como um novo festival europeu e com a cidade de Lisboa como um centro cultural cada vez mais relevante, o LPF ‘15 espera colocar a capital no mapa do movimento psych – um conceito que engloba vários subgéneros e que tem vindo a alastrar-se pela Europa e além. 

Os Keeps Razors Sharp, banda que me recuso a engavetar, mas que é habitualmente considerada de rock psicadélico, serão então os únicos portugueses do dia de hoje e se tiverem curiosidade sobre eles podem consultar os seguintes links:

Entrevista aos Keep Razors Sharp: 

http://www.branmorrighan.com/2015/04/entrevista-keep-razors-sharp-banda.html

Opinião do disco: 

http://www.branmorrighan.com/2014/10/opiniao-blog-morrighan-keep-razors.html

Facebook Keep Razors Sharp: 

https://www.facebook.com/KeepRazorsSharp

Mais informações sobre o Lisbon Psych Fest aqui: http://www.lisbonpsychfest.com/

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Entrevista a Keep Razors Sharp, Banda Portuguesa https://branmorrighan.com/2015/04/entrevista-keep-razors-sharp-banda.html https://branmorrighan.com/2015/04/entrevista-keep-razors-sharp-banda.html#respond Wed, 01 Apr 2015 18:17:00 +0000 Os Keep Razors Sharp são uma banda que teve a amizade como moto inicial e que muito tem surpreendido os amantes da música rock, mas não só. Os elementos – Afonso, Rai, Bráulio e Carlos BB – estão ou já passaram por bandas como Sean Riley & The Slowriders, The Poppers, Capitão Fantasma, Riding Pânico e Pernas de Alicate, sendo assim um conjunto que também já foi apelidado de “super banda”. Começaram a tocar muito antes do disco ser lançado e o primeiro concerto, com a formação completa, nem sequer foi em Portugal, mas em Espanha. Sobre isto e umas quantas curiosidades mais podem saber na entrevista que já decorreu há algum tempo, mas que só agora consegui transcrever.

Fotografia por Mike Ghost

A conversa começou na esplanada do cinema São Jorge com o Bráulio a contar-nos a história sobre como se juntaram, sendo que BB entrou na formação mais tarde: «Embora cada um vivesse na sua cidade, nós já convivíamos antes da banda. Há mais ou menos três anos, eu e o Afonso voltámos para Lisboa na mesma altura. Com esse regresso começámos a passar ainda mais tempo juntos com saídas à noite, saídas à tarde também (risos)… e eu na altura não estava com banda nenhuma, não tocava há algum tempo e um dia lembrei-me de desafiá-los a fazermos qualquer coisa. Tínhamos a sala de ensaio e as condições necessárias disponíveis, não tínhamos por que não experimentar. De uma maneira pouco regular começámos então a fazer alguns ensaios e umas jams, e com o tempo algumas pessoas que sabiam que estávamos a fazer alguma coisa começaram a ficar curiosas com o que poderia estar a sair dali. A partir daí fomos impondo metas a nós para termos um trabalho mais consistente.  Entretanto, o baterista que tínhamos, que também é um amigo nosso, não tinha a disponibilidade que passámos a precisar e foi nessa altura que surgiu o BB e que veio dar um ar novo e complementar aquilo que já estávamos a fazer.» 

O nome tem origem na assinatura de um deles, conta-nos o Afonso: «Durante o tempo que não vivi em Lisboa, como o Braúlio disse, eu e o Rai já estávamos a desenvolver uma relação de amizade há algum tempo. Como não nos encontrávamos muitas vezes, trocávamos muitas mensagens e e-mails, com ideias e músicas, etc. A partir de uma certa altura o Rai começou a acabar todas as cartas, e-mails, etc., com Keep Razors Sharp, passou a ser a sua assinatura. E eu achei piada à frase e entendia sempre aquilo como “mantém-te alerta, mantém-te atento, mantém-te rijo”. Quando começámos a pensar num nome para a banda, com o pessoal a mandar sugestões para o ar, eu perguntei ao Rai “Olha, aquilo com que acabas todos os teus textos é teu? Foste buscar a alguma canção, a algum poeta ou escritor?” e ele disse que não “é uma coisa que eu escrevo sempre” e significava exactamente aquilo que eu pensava que significava. Então achei que fazia todo o sentido e passou a ser esse o nome da banda.»

O primeiro concerto já com Carlos BB surge então em Espanha a convite de um promotor que já conhecia algumas das bandas dos elementos de KRS: «Numa fase inicial decidimos marcar um primeiro concerto, que acabou por ser  numa noite nas Cartaxo Sessions, com o único objectivo de nos dedicarmos aos ensaios. Ensaiávamos de forma esporádica e errática e quisemos focarmo-nos e dedicarmo-nos mais às canções. Depois quando o BB começou a tocar connosco recebemos esse convite do festival em Cárceres. (Afonso) 

Esse concerto acabou por surgir porque tanto o Afonso como o Rai já era habitués por lá e ele ficou curioso com o projecto conjunto e convidou-nos. Fomos lá sem ele sequer ouvir nada porque nem sequer tínhamos nada gravado, foi completamente às escuras. (Bráulio)»

O próprio Verão passado foi recheado de concertos e toda esta procura pelos Keep Razors Sharp deu-se ainda sem o disco estar cá fora. Na opinião da banda, as coisas aconteceram consoante os objectivos colocados foram sendo alcançados: «Nós fomos colocando metas para de alguma forma corrermos atrás delas, ou seja, nós sempre definimos primeiro o que queríamos fazer e depois… fizemo-lo (risos), e a questão dos concertos foi um bocadinho essa. Nós ainda não tínhamos data estipulada para a conclusão e lançamento do disco, a única coisa que sabíamos era que sempre que tínhamos um conjunto de canções que achávamos que estavam terminadas, marcávamos estúdios e íamos gravando essas canções. Eventualmente, haveria um momento no tempo em que teríamos canções suficientes para podermos escolher canções para o álbum. E então à medida que fomos fazendo essas sessões de gravação fomos lançado canções, a primeira foi em Dezembro de 2013, I See Your Face, e nessa altura tivemos o nosso primeiro concerto de apresentação aqui em Lisboa, no Musicbox. A recepção a esse single foi boa e foram aparecendo os contactos para os concertos. Com a chegada do Verão lançámos o segundo single, 9th, e continuámos a fazer os concertos. Na prática fomos fazendo canções e gravando canções a par dos concertos que íamos dando e que foram mudando ao longo do tempo.»

Artwork Sara Feio

O disco de estreia homónimo tem sido divulgado sempre com uma alusão à relação predador/presa e, nesse sentido, perguntei-lhes se criar um álbum conceptual era algo que estava pensado desde o início, mas a verdade é que não foi: «No final de termos as canções escritas, olhando para elas de uma forma um bocadinho externa e objectiva, se é que isso é possível para quem está envolvido no processo de criação, pareceu-nos que havia essa temática constante nas canções. Se bem que essa imagem da presa e do predador é uma coisa muito livre, na prática aplica-se a uma série de coisas que acabam por ser muito diferentes. Pode ser uma relação entre duas pessoas, pode ser a tua relação com coisas das quais dependes ou não… Isto obviamente não é algo literal, mas muito vago e geral, mas sim, essa imagem pareceu-nos patente nas canções.»

Existe ainda outra curiosidade que se prende com o facto de em muitos sítios na web os apelidarem de Super Banda. A saída do disco pela NOS Discos veio reforçar essa ideia anterior , mas a verdade é que eles não se sentem como tal: «Nós nunca nos sentimos como uma super banda e nunca foi ideia nossa a banda ser com determinados elementos para se poder criar essa super banda. Como te disse ao início foi simplesmente por uma relação de amizade próxima que coisas surgiram. Não deixa de ser bom para nós que nas críticas saia essa informação de super banda, acaba por ser bom para nós, mas não fomos à procura desse título.»

Não sei se eles estavam também à espera disso ou não, mas a verdade é que ao ouvir o disco deles senti que estávamos perante um trabalho que supera qualquer tipo de etiqueta, passando pelo sensual ao dançável com o rock e o psicadelismo como pano de fundo. Sendo este o meu feedback pessoal em relação ao disco, perguntei-lhes qual é que seria a verdadeira intenção deles com este trabalho e que influências tiveram: «Em primeiro lugar fico contente com a tua análise do disco e com aquilo que sentiste porque isso de facto é bom e é um pouco daquilo que precisamos. Quanto às influências elas devem ser mesmo só isso: coisas que te marcam e que influenciam aquilo que tu fazes. Nunca tentámos de forma alguma soar a ninguém ou que essas coisas que nós gostamos fossem espelhadas de forma muito clara naquilo que fazemos. Eu penso que além da nossa experiência passada pessoal e das nossas influências, o que nós fazemos tem uma identidade própria e soa a uma banda própria, e espero que isso acabe por soar dessa forma para as pessoas. Todos temos influências diferentes, todos fizemos coisas diferentes no passado, claro que temos muito terreno comum, mas aquilo que fazemos agora é de certa forma acidental e é de certa forma o resultado dos quatro, das quatro cabeças a pensarem e a expressarem-se ao mesmo tempo. E, esperamos nós, que de facto, não só como tu referes, seja possível abarcarmos vários territórios, coisas mais dançáveis, mais ruidosas ou mais experimentais, mas no fundo que isso tudo acabe por soar a Keep Razors Sharp e não a uma amálgama das bandas que já tivemos ou uma amálgama dos discos que temos em casa e que adoramos.»

Fotografia por Rui Aguiar

Dizem que Portugal é um país de modas e que por isso muitos dos seus artistas e bandas têm certos momentos de destaque por causa dessas ditas modas. No entanto, dada toda esta transversabilidade sonora, os Keep Razors Sharp certamente não se encaixam em nenhuma categoria específica e a minha curiosidade prendeu-se com a visão que eles têm do projecto para o futuro e que público pretendem alcançar: «Nós até aqui temos feito as coisas todas talvez de uma maneira muito subtil. Não fomos atrás de um género que quiséssemos fazer, não estamos a fazer nada porque é aquilo que as pessoas querem ouvir, portanto na verdade nem sei bem como te responder a essa questão porque nós fazemos as coisas com bastante espontaneidade e seguimos o rumo que as coisas por si próprias tomam. (Bráulio) 

Eu penso que, em primeiro lugar, se queres fazer música ou expressares artisticamente de qualquer forma com o objectivo de viveres disso, as tuas premissas estão erradas. Nunca deves partir para nada à procura de reconhecimento. O que nós fazemos é única e exclusivamente aquilo que queremos fazer e gostamos de fazer. Se isso tiver impacto, se as pessoas se relacionarem com isso – maravilhoso. Se houver muita gente a gostar da nossa música e senti-la como nós sentimos isso é absolutamente incrível. Se isso não acontecer, de qualquer das formas, a partir do momento em que o nosso disco sai o nosso objectivo – conseguir criar estas canções, ficarmos satisfeitos com elas, passarmos um bom momento uns com os outros durante todo este processo de criação e de gravação – está plenamente atingido. A partir daqui acontece aquilo que tiver de acontecer como aconteceu sempre aquilo que tinha de acontecer até este momento. (Afonso)»

Para terminarmos, e voltando ao disco, o trabalho de Keep Razors Sharp está disponível de forma gratuita no site da NOS Discos, mas também já tem distribuição física em algumas lojas: «Qualquer pessoa poder descarregar gratuitamente o disco e ouvi-lo é super positivo, mas mesmo sendo uma tendência recente nós também gostamos de discos e por isso a edição física era também importante para nós. Por essas imposições de estares num tipo de situação em que ofereces o disco digital gratuitamente, a edição física acaba por ter menos destaque, é normal, mas nós desenvolvemos um acordo que nos permite ter também os discos em lojas. E, claro, nos concertos também os podem encontrar que nós fazemos sempre questão de os ter por lá.»

O próximo concerto de Keep Razors Sharp é já no dia 10 de Abril no Lisbon Psych Fest e deixo-vos também com as ligações para o Facebook, NOS Discos e ainda o vídeo do mais recente single.

Facebook Keep Razors Sharp

https://www.facebook.com/KeepRazorsSharp

NOS DISCOS Keep Razors Sharp

nosdiscos.pt/discos/artistoptimusdiscos/keep-razors-sharp

OPINIÃO do Disco:

http://www.branmorrighan.com/2014/10/opiniao-blog-morrighan-keep-razors.html

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[DESTAQUE] Keep Razors Sharp lançam edição em Vinil https://branmorrighan.com/2015/01/destaque-keep-razors-sharp-lancam.html https://branmorrighan.com/2015/01/destaque-keep-razors-sharp-lancam.html#respond Wed, 28 Jan 2015 14:09:00 +0000

Em 2014 os Keep Razors Sharp apresentaram-se ao mundo. Lançaram dois singles, pisaram os palcos dos principais festivais e terminaram em grande com o lançamento do seu muito aguardado primeiro longa duração.

Bem recebidos pelo público e pela crítica, figurando na grande maioria das listas de Melhores do Ano, incluindo no Morrighan, preparam-se para continuar a espalhar o seu amor pela música. 

Em 2015 vão percorrer o país de Norte a Sul, numa tour que se estende a cada dia que passa. 

Para abrilhantar ainda mais o percurso, juntaram-se recentemente ao catálogo da mítica e respeitadíssima Rastilho Records pela qual vai ser editado, em vinil, o seu disco de estreia. Será uma edição especial e limitada que estará à venda em todos os concertos. 

Se 2014 foi o ano da revelação, 2015 será certamente o da celebração.

Pré Venda AQUI a partir de hoje. Nas lojas a 16 de Fevereiro.


Opinião do disco no Morrighan: 

http://www.branmorrighan.com/2014/10/opiniao-blog-morrighan-keep-razors.html

Tour:


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Keep Razors Sharp iniciam tour em Fevereiro – Apoio Antena 3 https://branmorrighan.com/2014/12/keep-razors-sharp-iniciam-tour-em.html https://branmorrighan.com/2014/12/keep-razors-sharp-iniciam-tour-em.html#respond Fri, 19 Dec 2014 11:51:00 +0000

Após um ano de grandes conquistas, já incluídos em vários tops do ano em publicações de referência, os Keep Razors Sharp preparam-se para voltar à estrada.

Em 2014, afirmaram-se como uma das mais recentes bandas a seguir atentamente. Pisaram os palcos de alguns dos maiores festivais nacionais (NOS Alive, Super Bock Super Rock, Carviçais Rock, Reverence Festival Valada…) e editaram o seu primeiro longa-duração, disponível para download gratuito em www.nosdiscos.pt, mas também à venda nas lojas FNAC, Louie Louie e plataformas digitais.

No seguimento dos concertos de apresentação do álbum homónimo e da excelente recepção do público e da crítica (“Keep Razors Sharp” tem sido uma presença constante nas listas dos melhores álbuns nacionais de 2014), é tempo agora de encetar um novo ano com uma rodada de espectáculos de norte a sul do país.

Opinião do Blogue Morrighan: http://www.branmorrighan.com/2014/10/opiniao-blog-morrighan-keep-razors.html

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[Opinião Blog Morrighan] Keep Razors Sharp, o disco que supera o Rock https://branmorrighan.com/2014/10/opiniao-blog-morrighan-keep-razors.html https://branmorrighan.com/2014/10/opiniao-blog-morrighan-keep-razors.html#respond Thu, 30 Oct 2014 23:34:00 +0000 Download GRÁTIS: nosdiscos.pt/discos/destaques/keep-razors-sharp

Falar de Keep Razors Sharp não é fácil. Podia ser, só que não é, de tão bom que se tornou descobri-los. Podemos ler muito na comunicação social sobre uma banda, mas só mesmo ouvindo e sentido é que podemos fazer as devidas observações. A primeira, para mim, é evidente: existe uma aura mística e sensual, por vezes até sexual, à volta do som de Keep Razors Sharp que é raro encontrar em qualquer outro projecto. 

O disco é iniciado por The Lioness, em tom dançante, com a bateria a marcar o passo e as guitarras e o baixo a levarem-nos por universos etéreos também através das vozes de Afonso e Rai. 

I See Your Face, o primeiro single deste disco, lançado ainda em 2013, assume a responsabilidade de elevar ainda mais a fasquia sonora. Nesta, é a guitarra que assume o início, seguida pelo baixo, levando-nos, durante três minutos e meio, a visitar um lado um pouco mais agressivo do seu som. A própria letra da música, aliada à melodia, projectam uma imagética de perseguição, quais predador e presa, num claro sinal de perigo. Perigo esse também para o ouvinte que facilmente fica viciado. 

Num tom mais calmo, quase deambulante, segue-se By the Sea, onde surge um «Baby I’m tired of sleeping alone» evocando memórias antigas, uma viagem pela marginal noite dentro, enquanto recordamos momentos mais intimistas.

Uma das coisas que mais me fascina neste disco é a capacidade que o conjunto tem de, de forma harmoniosa, mudar de registo de uma faixa para outra, fazendo emergir emoções completamente diferentes das anteriores. 9th é a quarta música do disco homónio de Keep Razors Sharp e, ao contrário da anterior, volta a um tom mais sombrio, mais atormentado. Temos guitarras vingativas, um baixo e uma bateria inconformados, a letra complementa, e o resultado é simplesmente fervoroso. 

Waiting Game dá continuidade a uma narrativa atraente, em que a voz e o rock mais psicadélico, nos voltam a remeter para um universo a dois de forças algo incompreensíveis, mas intensas. 

Princípio comedido, o de Five Miles, desafiante. Existe uma voluptuosidade no ritmo, na harmonia entre os vários instrumentos que encanta, que chama por nós. Seguida de Salt Flats, um pouco na mesma onda efémera, estas duas músicas acabam por funcionar um pouco como um interlúdio lírico do disco onde a beleza reside é fechar os olhos e deixarmo-nos levar.

Passada a calmia, é a vez a cabeça voltar a mexer com Cold Feet. Esta é uma daquelas músicas que ressuscita demónios, que apela à cautela da repetição através de ecos vocais e de compassos em loop

Sure Thing, novamente numa onda mais oriental, psicadélica, rompe as defesas de quem a ouve e obriga as pernas a mexer. Existe quase uma necessidade de corrermos para longe dos tormentos que nos assombram, em que por vezes a presa de torna no seu próprio predador. 

É em pé irrequieto que continuamos com Africa on Ice. O disco está quase a terminar, mas queremos tudo menos que chegue ao fim. Instalamo-nos confortavelmente numa nova diversidade sonora de pulsação forte, num arranjo de cordas harmonioso com os pedais e a bateria. Esta é aquela música que, iniciando, nos provoca o corpo e a dança só termina no último segundo. 

Scars & Bones, última música do disco, tem um registo mais íntimo, talvez mesmo a evocar um adeus ou, espero eu, um até breve. Esta é a música que mais viagem entre os vários géneros encontrados ao longo do álbum todo. Entre vozes e solos, a responsabilidade de balanço salta para o ouvinte. 

O meu balanço é notório – para uma banda que começou de forma completamente despretensiosa, cujas músicas resultaram do encontro a quatro em poucas idas ao estúdio, o álbum está uma relíquia. É sabida a experiência de cada um dos elementos em bandas anteriores/paralelas, mas raramente é certo que um projecto deste género funcione à primeira. No caso dos Keep Razors Sharp, não só funcionou como encantou e conquistou. Desde as puxadas mais rock, às viagens pelo psicadélico e à liberalidade do Indie, o equilíbrio é coisa que se tem, mas que se quer perder à medida que os ouvimos. Não há um género específico onde encaixar esta banda, nem os três acima mencionados são suficientes. E isso, meus caros, não é para todos.

Aproveito para deixar uma linha à Sara Feio, autora do artwork do disco que está fenomenal. Um autêntico reflexo do seu conceito e que o torna ainda mais bonito.

PS: Esta é uma daquelas bandas que me provoca a insatisfação de perceber tão pouco sobre música. Tudo o que aqui escrevi é subjectivo, uma vez que se tratam apenas das minhas interpretações. Estas podem até ser pobres no que toca a pormenores técnicos, mas posso assegurar que são ricas no que toca a emoções. Só posso esperar que uma coisa compense a outra.

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[DESTAQUE] Keep Razors Sharp lançam disco homónimo pela NOS Discos – Concerto no Jameson Urban Routes https://branmorrighan.com/2014/10/destaque-keep-razors-sharp-lanca-disco.html https://branmorrighan.com/2014/10/destaque-keep-razors-sharp-lanca-disco.html#respond Tue, 21 Oct 2014 16:34:00 +0000 Fotografia por Mike Ghost

Os Keep Razors Sharp são uma banda de amigos que começaram a frequentar a sala de ensaios nos intervalos das saídas à noite. O percurso iniciou-se naturalmente e as músicas foram surgindo sob a premissa de nunca se prenderem a estilos ou limitações estéticas.

O processo de composição é partilhado por todos e não faz parte do mesmo idealizar música fora das quatro paredes onde se encontram. Compõem unicamente quando estão juntos. Criam por camadas a partir da primeira ideia válida e partem para um processo de exploração em conjunto, num espírito de improviso e descoberta, onde as palavras são escolhidas por quem as canta.

O disco foi composto e gravado durante os últimos seis meses em três sessões de estúdio espalhadas no tempo e de espírito tão livre quanto a composição. Após o registo dos singles I See Your Face e 9th, com Nuno Roque, as gravações do restante material prosseguiram de forma tranquila, no Blacksheep Studios, com a colaboração dos produtores Makoto Yagyu (Paus, Riding Pânico, If Lucy Fell) e Guilherme Gonçalves (Coclea, Ex: Gala Drop). O clima foi de comunhão, de experimentação e as ideias lançadas para a mesa sorvidas, discutidas e apuradas. O resultado é um disco no qual a visão da banda, ao nível de som e espaço, foi enriquecida pelas várias contribuições ao longo do processo de gravação e mistura. 

A parte visual foi desenvolvida pela ilustradora Sara Feio que criou de raiz uma imagem com enfoque na dicotomia presa/ predador, temática amplamente explorada – sob diversas formas – na componente lírica das canções.

Keep Razors Sharp é uma viagem que em tudo reflecte paixão. Por vezes resultado directo da sua vivência, outras espelhando a sua ausência, mas sempre intensa e nunca indiferente. 

Alinhamento:

1 – THE LIONESS

2 – I SEE YOUR FACE

3 – BY THE SEA

4 – 9th

5 – WAITING GAME

6 – FIVE MILES

7 – SALT FLATS

8 – COLD FEET

9 – SURE THING

10 – AFRICA ON ICE

11 – SCARS & BONES

Download GRATUITO

http://nosdiscos.pt/discos/destaques/keep-razors-sharp

Ficha técnica:

Gravado por Guilherme Gonçalves, Makoto Yagyu e Pedro Tatanka nos Black Sheep Studios;

Misturado por Guilherme Gonçalves e Makoto Yagyu nos Black Sheep Studios;

Faixas 2 e 4 Gravadas e Misturadas por Nuno Roque no Estúdio Coutada do Som;

Masterizado por Miguel Pinheiro Marques no Bender Mastering Studio;

Produzido por Guilherme Gonçalves, Keep Razors Sharp e Makoto Yagyu;

Artwork por Sara Feio www.sarafeio.com 

CONCERTO: 

Jameson Urban Routes, dia 24 de Outubro no Musicbox Lisboa

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Primavera Music Fest a 2 de Maio no Faktory Club com Vaga-Lume, Keep Razors Sharp , Cavaliers of Fun e Basset Hounds https://branmorrighan.com/2014/04/primavera-music-fest-2-de-maio-no.html https://branmorrighan.com/2014/04/primavera-music-fest-2-de-maio-no.html#respond Thu, 17 Apr 2014 09:05:00 +0000

Na noite de 2 Maio, a La Dolce Productions realiza em Lisboa o seu mini festival de primavera e assinala assim a entrada na nova estação do ano. Mantendo a aposta permanente e contínua na apresentação ao público de material fresco de qualidade a surgir no panorama musical luso, esta noite exibe quatro bandas e três DJ`s, distribuídos por 2 pisos e ao longo de sete horas de música. Afirma-se assim o MUSIC FEST como uma celebração do circuito de música independente e emergente nacional. 

Em palco, Vaga-Lume (Rock Português), Keep Razors Sharp (Neo- Psychedelia / Post Rock / Shoegaze / Indie), Cavaliers of Fun (Electro Pop / Space Pop) e Basset Hounds (Indie Rock / Space Pop).São quatro os projectos com diferentes estilos musicais e que oferecem um espectro alargado sob trabalhos de valor recém editados (Cavaliers of Fun, Vaga-Lume) ou próximos de serem editados em 2014 (Keep Razors Sharp e Basset Hounds).

O talento passa depois para a cabine, com três DJ`s a animarem duas pistas distintas, apostados em prolongar a viagem sonora noite dentro. CREEPY PSYCHO abraça o piso 1 com sonoridades Rock n Roll / Indie, no piso 0 “underground” Divino Jack antecede concertos com Garage / Psychedelic e DJ André finaliza com a Dance Music (Techno / House). 

*** ALINHAMENTO ***

\ PISO 1 //

. CREEPY PSYCHO | 02.15 – 05.30 | Rock n Roll // Indie

. CONCERTO CAVALIERS OF FUN | 01.35 – 02.15 | Electro Pop // Space Pop // Synth Pop

. CONCERTO VAGA-LUME | 23.55 – 00.40 | Rock Português

\ PISO 0 //

. DJ ANDRÉ | 03.00 – 06.00 | Techno // House

. CONCERTO BASSET HOUNDS | 02.20 – 03.00 | Indie Rock // Space Pop // Psychedelic // Shoegaze

. CONCERTO KEEP RAZORS SHARP | 00.50 – 01.30 | Neo – Psychedelia // Post Rock // Shoegaze // Indie

. DIVINO JACK | 00.00 – 00.50 & 01.30 – 02.20 | Garage // Psychedelic

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