La Dolce Productions – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:35:52 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png La Dolce Productions – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Fui Apanhada! https://branmorrighan.com/2014/09/fui-apanhada.html https://branmorrighan.com/2014/09/fui-apanhada.html#respond Fri, 05 Sep 2014 19:00:00 +0000

Por uma vez, os papéis inverteram-se! 

Há uns meses, entrevistei os JUBA – https://www.facebook.com/ptjuba –  e parece que, nos entretantos, fui apanhada pela fotógrafa da La Dolce Productions – https://www.facebook.com/ladolceproductions

Andava por ali no soundcheck tanto de JUBA como de Basset Hounds e até enquanto esperava a minha vez de entrevistar os JUBA fui apanhada! Eheheh, muito obrigada à equipa da La Dolce Productions, mais propriamente à Francisca Sousa. Impecáveis.

A entrevista pode ser lida aqui: http://www.branmorrighan.com/2014/08/entrevista-aos-juba-banda-portuguesa.html

]]>
https://branmorrighan.com/2014/09/fui-apanhada.html/feed 0
Entrevista aos JUBA, Banda Portuguesa https://branmorrighan.com/2014/08/entrevista-aos-juba-banda-portuguesa.html https://branmorrighan.com/2014/08/entrevista-aos-juba-banda-portuguesa.html#respond Wed, 13 Aug 2014 23:27:00 +0000 A música portuguesa nunca andou tão saudável, e prova disso é a quantidade de bandas portuguesas – boas – que tenho descoberto nos últimos tempos. Os JUBA são uma dessas bandas, descoberta através do Tradiio, e recentemente tive a oportunidade de me sentar uns minutos com eles à conversa sobre o seu percurso. Já com o primeiro álbum lançado, produzido nos estúdios de Makoto Yagyu e Fábio Jevelim (banda Paus), Mynah tem dado que falar e o futuro parece-me risonho. Fiquem então com estes quatro jovens rapazes, que ainda estão apenas no início de, espero eu, uma longa carreira.

Fotografia de Núria Murilhas

O início dos JUBA é-nos contado pelo Joel: «O Tomás e o Miguel já tocavam numa banda, e eu e o Isaac tocávamos noutra. Tivemos um concerto onde as duas bandas tocaram juntas e foi aí que nos conhecemos. Na altura virei-me para o Isaac, e disse-lhe “estes putos até tocam bem!” (risos). Depois a nossa banda acabou, a banda deles também, e eu sentia aquela necessidade de continuar a fazer música. Foi então que decidi fazer-lhes um convite, mais ou menos formal, via Facebook (risos), para tentarmos fazer alguma coisa. Já tinha mais ou menos uma ideia do que queria fazer, dos sons que queria explorar, e então encontrámo-nos, num cafezinho, tipo date romântico (risos). Começámos a tocar umas coisas em minha casa, na casa do Miguel, tudo muito acústico. Entretanto, sentimos falta um baterista, daquela punjança que só um baterista traz. Lembrei-me de falar com o Isaac, que é o melhor baterista que eu conheço, pelo menos o mais fofo (risos), e no primeiro ensaio conseguimos logo compor umas quantas músicas e houve logo química. A partir daí continuámos a fazer música até ao álbum e até agora.»

Joel, por Sofia Teixeira

Já o nome JUBA, vem da vontade de terem um nome simples, com apenas quatro letras. Lançado como estava, assim disseram os seus companheiros, Joel explica: «Queríamos um nome que ficasse no ouvido. Chegámos a ter imensos nomes, uma lista enorme, e houve um dia que eu estava na Wikipedia, a ver capitais de países, e encontrei o Sudão do Sul e a sua capital – JUBA. E foi por aí.»

Apesar da sonoridade agora alcançada como imagem de marca, os géneros das músicas das duas bandas anteriores dos elementos dos JUBA eram bastante diferentes. O Joel falou-nos um pouco sobre isso: «No início, ainda antes do Isaac estar a bordo, eu partilhei algumas bandas que andava a ouvir na altura, mas a ideia era fazer uma banda com guitarras limpas, em que a bateria fosse repetitiva, que o baixo assumisse mais a estrutura melódica e as guitarras fossem mais divergentes, que batessem uma com a outra com riffs dissonantes. JUBA acabou por não ser tanto isso, distorcemos mais as guitarras, e entrámos depois mais na onda psicadélica.»

Tomás, por Sofia Teixeira

Na minha opinião, o som de JUBA é muito único e genuíno, perguntei-lhes quais eram as suas influências. Tomás explica: «Não temos nenhuma influência directa.» Miguel adiciona: «Quando fui para a Tailândia também comecei a ouvir coisas mais asiáticas. Que acabámos por usar também um pouco no álbum.» Joel completa: «Quisemos fundir um pouco isso ao rock psicadélico, não sendo aquele rock psicadélico muito declarado, assumindo assim um lado mais indiano/asiático, mais melódico.»

Mynah foi editado o ano passado, em 2013, com a ajuda na gravação e produção do Fábio Jevelim e Makoto Yagyu. Foi unânime a influência dos dois artistas no resultado final do álbum: «Claro que sim. Principalmente, talvez, nas guitarras.», disse-nos o Miguel. «Eu lembro-me de estar na bateria e de eles me dizerem para experimentar algumas coisas diferentes e acabou por funcionar muito melhor.», acrescenta Isaac. A experiência destes dois artistas, acabou também por dar aquela visão de quem está de fora, ajudando-os a compreender o que poderia ser melhorado: «Nós estamos sempre “cá dentro”, e fica difícil perceber o que é que fica melhor e o que é que fica pior, e o facto de eles nos poderem ajudar nessa perspectiva foi importante. Tivemos isso tudo em conta antes de escolher onde gravar», afirmou o Tomás. Também o respeito que têm pelo trabalho deles é ponto assente.: «Eles os dois, aquela dupla, têm um selo muito específico nas bandas que gravam com eles e nós também procuramos um bocadinho isso. Ficamos satisfeitos porque temos o selo deles e a mãozinha deles. E as pessoas que conhecem o trabalho deles, reconhecem essa marca no nosso trabalho.»

Isaac, por Sofia Teixeira

Apesar do curto percurso da banda, nomes como o Optimus Alive, Milhões de Festa e Vodafone Mexefest já fazem parte do reportório de locais onde já actuaram. Perguntei-lhes como é que têm sido essas experiências ao vivo, com grandes massas de público: «Os melhores palcos são os festivais. Mas também gostamos de palcos íntimos. Concertos como os de Évora, numa sala pequena, são grandes concertos. O ano passado, no Fusing, tocámos no palco principal, mas ainda estávamos muito afastados do público, este ano foi muito diferente. Até podemos um álbum muito perfeito, com tudo muito arranjadinho, mas se o público não corresponde, não é a mesma coisa. É cliché, mas a verdade é que estamos ali para o público. A nível de montra de exposição da música, os grandes festivais são, sem dúvidas, os melhores palcos. Chegamos a mais pessoas e a pessoas diferentes. Nos palcos pequenos, aquilo é uma união, sentimos aquele clímax entre nós e o público (risos). Clímax é uma boa palavra. (risos)» 

Miguel, por Sofia Teixeira

Há quem diga que ser músico em Portugal não é fácil, e eu quis saber o que pensavam estes quatro rapazes que enfrentam agora o início da sua carreira: «Todos fazemos isto como hobbie, todos temos trabalhos para além da música. Apesar de nos últimos anos ter surgido uma nova vaga de muitas bandas de muito boa qualidade, acho que é muito difícil viver da música. É preciso ter muita coragem para assumir a música como o papel fundamental da vida das pessoas.»(Joel) «Pegando no exemplo do Makoto e do Jevelim, eles na realidade não vivem só de concertos. Se formos a falar de viver na música no sentido de concertos, acho que ninguém vive apenas disso. Eu, falo por mim, por querer viver da música, tentei procurar algo que está relacionado. Fui para televisão e neste momento sou sonoplasta. Na realidade não considero que viva da música, mas vivo do som. (risos)» (Tomás)

O futuro dos JUBA, promete coisas boas: «Neste momento, já estamos a trabalhar no nosso próximo álbum. Os concertos acabaram por algum tempo, também sentimos alguma saturação, já tocamos o Mynah há dois anos, ainda antes de ele sair, já o tocávamos, por isso agora queremos fazer um retiro outra vez. Ir para Sesimbra só os quatro, fazer o álbum e ver o que é que sai dali.» (Miguel)

_____

Foi muito bom conversar com eles, mesmo com o tempo limitado, e podem ir acompanhando a minha interacção com eles por aqui: http://www.branmorrighan.com/search/label/Juba

]]>
https://branmorrighan.com/2014/08/entrevista-aos-juba-banda-portuguesa.html/feed 0
JUBA e Basset Hounds, este Sábado,dia 26 de Julho, no Sabotage Rock Clube https://branmorrighan.com/2014/07/juba-e-basset-hounds-este-sabadodia-26.html https://branmorrighan.com/2014/07/juba-e-basset-hounds-este-sabadodia-26.html#respond Thu, 24 Jul 2014 11:41:00 +0000

JUBA + BASSET HOUNDS || 26 DE JULHO || SABOTAGE ROCK CLUB

O primeiro semestre do ano assistiu ao surgimento de vida nova na La Dolce Productions. A Loba que simboliza a promotora é agora uma verdadeira alcateia, à qual pertencem os JUBA (pt) e os Basset Hounds.

Com uma identidade artística e atitude vincadamente independente, ambas as bandas se assumem como figuras de proa da nova vaga de rock independente, moderno e original a despontar no país.

Apostadas em dar espectáculo, decidiram unir-se numa noite marcante no seu trajecto, juntando o público que as segue na celebração do momento especial que ambas vivem.

Numa noite quente de verão na cidade, uma única ideia ocupa a mente de todos, mandar a casa abaixo, celebrando o presente e o futuro do rock português, um futuro que lhes pertence.

Porta: 5€

___

JUBA

Os JUBA encontram-se a promover com estrondo o disco de estreia “Mynah” LP (Nov 13), uma representação perfeita do primeiro ano de existência da banda. Um álbum que foi feito para ser ouvido da primeira à última faixa, e onde uma bateria bem pisada, um baixo grosseiro e guitarras hipnóticas aliam-se para criar um misticismo sónico único.

“Mynah” foi o primeiro disco apoiado pela Vodafone FM, aclamado por público e imprensa, e lançou a banda numa preenchida agenda de concertos que os faz crescer a cada actuação, tendo já pisado palcos como o Milhões de Festa, Red Bull Tour Bus, Vodafone Mexefest e NOS Alive.

Página // www.facebook.com/ptjuba

Disco // http://juba.bandcamp.com/

Video // www.youtube.com/ptjuba

____

Basset Hounds

Os Basset Hounds vão para estúdio em Agosto gravar o seu primeiro registo, com edição prevista para o final do verão. O Single “Over The Eyes” é o cartão de visita à sonoridade da banda, e foi desde logo seleccionado por Henrique Amaro para a edição deste ano do Novos talentos Fnac.

A banda têm gerado enorme expectativa ao longo destes primeiros passos de um trajecto que se acredita e quer virtuoso.

Sustentados por apresentações poderosas e marcantes, trazem de novo a palco as suas atmosferas espaciais e experimentais, com impetuosas descargas electrizantes de guitarras sónicas e shoegazing.

Página // www.facebook.com/bassethoundsband

Música // http://bassethounds.bandcamp.com/

Video // www.youtube.com/BassetHoundsBand

]]>
https://branmorrighan.com/2014/07/juba-e-basset-hounds-este-sabadodia-26.html/feed 0
Primavera Music Fest a 2 de Maio no Faktory Club com Vaga-Lume, Keep Razors Sharp , Cavaliers of Fun e Basset Hounds https://branmorrighan.com/2014/04/primavera-music-fest-2-de-maio-no.html https://branmorrighan.com/2014/04/primavera-music-fest-2-de-maio-no.html#respond Thu, 17 Apr 2014 09:05:00 +0000

Na noite de 2 Maio, a La Dolce Productions realiza em Lisboa o seu mini festival de primavera e assinala assim a entrada na nova estação do ano. Mantendo a aposta permanente e contínua na apresentação ao público de material fresco de qualidade a surgir no panorama musical luso, esta noite exibe quatro bandas e três DJ`s, distribuídos por 2 pisos e ao longo de sete horas de música. Afirma-se assim o MUSIC FEST como uma celebração do circuito de música independente e emergente nacional. 

Em palco, Vaga-Lume (Rock Português), Keep Razors Sharp (Neo- Psychedelia / Post Rock / Shoegaze / Indie), Cavaliers of Fun (Electro Pop / Space Pop) e Basset Hounds (Indie Rock / Space Pop).São quatro os projectos com diferentes estilos musicais e que oferecem um espectro alargado sob trabalhos de valor recém editados (Cavaliers of Fun, Vaga-Lume) ou próximos de serem editados em 2014 (Keep Razors Sharp e Basset Hounds).

O talento passa depois para a cabine, com três DJ`s a animarem duas pistas distintas, apostados em prolongar a viagem sonora noite dentro. CREEPY PSYCHO abraça o piso 1 com sonoridades Rock n Roll / Indie, no piso 0 “underground” Divino Jack antecede concertos com Garage / Psychedelic e DJ André finaliza com a Dance Music (Techno / House). 

*** ALINHAMENTO ***

\ PISO 1 //

. CREEPY PSYCHO | 02.15 – 05.30 | Rock n Roll // Indie

. CONCERTO CAVALIERS OF FUN | 01.35 – 02.15 | Electro Pop // Space Pop // Synth Pop

. CONCERTO VAGA-LUME | 23.55 – 00.40 | Rock Português

\ PISO 0 //

. DJ ANDRÉ | 03.00 – 06.00 | Techno // House

. CONCERTO BASSET HOUNDS | 02.20 – 03.00 | Indie Rock // Space Pop // Psychedelic // Shoegaze

. CONCERTO KEEP RAZORS SHARP | 00.50 – 01.30 | Neo – Psychedelia // Post Rock // Shoegaze // Indie

. DIVINO JACK | 00.00 – 00.50 & 01.30 – 02.20 | Garage // Psychedelic

PROMOTORA

Facebook | www.facebook.com/ladolceproductions

Youtube | www.youtube.com/user/ladolceproductions/videos

Soundcloud | https://soundcloud.com/ladolceproductions

Instagram | http://instagram.com/ladolceproductions

Twitter | https://twitter.com/ladolceprod

ARTISTAS

Keep Razors Sharp | www.facebook.com/KeepRazorsSharp

Cavaliers of Fun | www.facebook.com/cavaliersoffun

Basset Hounds | www.facebook.com/bassethoundsband

Vaga-Lume | www.facebook.com/Vaga.Lume.banda

Creepy Psycho | www.facebook.com/pages/DJ-CREEPYPSYCHO/

]]>
https://branmorrighan.com/2014/04/primavera-music-fest-2-de-maio-no.html/feed 0