Lançamentos – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 06:01:37 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Lançamentos – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Amanhã – Comic Con! Apresentação do livro da escritora Sandra Carvalho – A Noite do Caçador https://branmorrighan.com/2019/09/amanha-comic-con-apresentacao-do-livro.html https://branmorrighan.com/2019/09/amanha-comic-con-apresentacao-do-livro.html#respond Thu, 12 Sep 2019 20:20:00 +0000

Tenho andado desaparecida porque há uma novidade que vos vou contar brevemente e que me tem tirado o tempo TODO! Ainda assim, há sempre tempo para aqueles que mais gostamos e admiramos. Assim sendo, terminei ontem a leitura do magnífico A Noite do Caçador, da Sandra Carvalho, e amanhã tenho a honra de o apresentar, pelas 10h45 na Comic Con! Vemo-nos por lá? Brevemente deixo-vos aqui um textinho sobre o que achei do livro, mas amanhã poderão ouvir em primeira mão pessoalmente! 

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Entrevista a Nuno Nepomuceno – Uma viagem a Pecados Santos – Morte, Fé, Sexo, Traição https://branmorrighan.com/2018/01/entrevista-nuno-nepomuceno-uma-viagem.html https://branmorrighan.com/2018/01/entrevista-nuno-nepomuceno-uma-viagem.html#respond Wed, 17 Jan 2018 08:59:00 +0000

Nuno Nepomuceno, escritor já bem conhecido aqui no blogue, apresenta na próxima semana o seu mais recente romance Pecados Santos. Já se encontra em pré-venda e estará disponível para compra a partir do dia 19 de Janeiro. Dado que o acompanho desde o início da sua carreira, esta era uma conversa que urgia acontecer. Relembro que logo nos primeiros dias de 2018, não só apresentei a Nova Imagem, Novo Romance, Nova Editora do autor, como também todo o percurso para cada etapa nos seus Diários de Bordo. Segue a entrevista. Brevemente escreverei também a opinião do livro. 

Podemos dizer que a tua carreira literária, composta por uma trilogia e um romance a solo, tem sido em crescendo. Que balanço é que fazes da trilogia Freelancer e d’A Célula Adormecida?

Positivo, felizmente. Há dois livros que destaco. O Espião Português, porque foi um êxito comercial inesperado, tendo já vendido mais de 4000 exemplares. Em Portugal, tudo o que superar a marca dos 1500 é considerado um grande sucesso.

E depois há A Célula Adormecida. Considero que beneficiou da experiência que adquiri com a trilogia, mostrando um escritor mais maduro, para além do reconhecimento que me trouxe. Há um antes e um depois na minha carreira marcado pela edição desse livro.

Está prestes a sair um novo romance que promete dar que falar. O que é que nos podes desvendar sobre ele?

Trata-se de um thriller passado no seio das comunidades judaicas de Londres e Lisboa, onde uma série de homicídios inspirada em episódios bíblicos começa a ocorrer. Mas não vai ser a intriga ou as descrições dos crimes que irão dar destaque ao livro. A narrativa é muito forte e integra capítulos de grande violência psicológica e sexual.

Antes de mergulharmos no livro em si, o processo até este estar terminado foi tudo menos linear. Mudaste de editora, vais ter um site novo, uma imagem nova. Está a ser fácil esta transição?

Tem sido suave e compensatória. A Cultura Editora, apesar de ser uma chancela recente, é liderada por uma equipa muito experiente e profissional, que tudo tem feito para corresponder às minhas necessidades enquanto autor do livro. Acho que cheguei finalmente a casa.

A renovação da minha imagem e site tem dado um pouco mais de trabalho, pois exigiu várias reuniões e deslocações, mas já terminou. Os resultados falam por si. Eu nunca fui tão popular como neste momento e estou grato aos profissionais que me acompanham atualmente, não só pela competência que têm, mas pela inspiração que me dão, motivando-me a fazer ainda melhor e a exigir mais de mim.

Pelos Diários de Bordo publicados, dá para ver que tens sempre um processo criativo muito preciso e organizado. Queres partilhar com os teus leitores as tuas bengalas na escrita dos teus romances?

Não considero ser possível ensinar alguém a escrever um livro. Cada um tem o seu método e ou sabemos intimamente o que fazer, ou nem vale a pena tentarmos. Julgo ser esse o mal de todos aqueles que não acabam ou não publicam. Não se pode partir para a redação de um livro a achar que vai ser fácil ou sem ter uma noção concreta de o que se quer fazer

A partir daí, para mim, tudo começa com a pesquisa. Tenho uma ideia, junto-lhe um título e vou aprofundar o conceito que tenho dentro da minha cabeça. Findo este processo, arranco com outro, ou seja, visitar os locais que escolho para a ação, se não os conhecer já. Isso, normalmente, traz-me logo algumas imagens. E depois começo a escrever. Redijo, reescrevo, corto, mudo, edito, revejo e avanço. Não desisto até estar satisfeito.

Ficas muito desamparado quando há algo que não corre como o previsto?

Os meus livros fazem parte de mim e cada obstáculo com o qual me deparo dói sempre muito. Mas celebrei recentemente 5 anos de carreira e com o tempo tenho aprendido a lidar com isso, a ignorar o que não passa de ruído.

Como é que acabaste por conseguir escrever este teu último livro dentro do prazo que tinhas estipulado, se umas semanas antes te parecia impossível?

Acho que a minha experiência acabou por ser fundamental. Tenho o meu método, no qual confio, e não permito desvios. Apesar de me ter atrasado, eu sabia que iria progredir mais depressa na 2ª parte do livro, pois tal acontecera sempre anteriormente. O mais complexo é construir a casa. Se as fundações foram bem executadas, fechá-la e acabá-la poderá tornar-se extremamente simples. E depois existiu outro fator, o qual foi preponderante. O facto de ter optado por narrativas diferentes e mais ousadas, motivou-me. E isso é essencial na superação.

Mergulhando agora em Pecados Santos, quais os maiores desafios que encontraste ao escrevê-lo?Encontrar motivação. Acho que sou um escritor que tem apresentado sempre livros com qualidade e que tem feito um esforço para não repetir fórmulas. Tu própria reconheceste isso quando leste A Célula Adormecida, o quão inovador era. Mas ver o nosso trabalho partir constantemente em desvantagem face à concorrência só porque esta vem de fora e eu sou português, pode tornar-se difícil de enfrentar. Entre um thriller meu e o de um autor estrangeiro, a maioria dos leitores irá preferir comprar o segundo, apesar de muitas vezes nem sequer ter alguma vez ouvido falar no escritor. Nós achamos sempre que o que fazemos é de qualidade inferior.

Nenhum dos teus outros romances tem essa componente de violência psicológica e sexual tão desenvolvida. Que reação esperas dos teus leitores?

Será uma surpresa, pois tenho uma imagem discreta, de alguém que não é transgressor, mas acho que vão gostar. Não se trata de erotismo ou violência gratuita. São momentos catalisadores da ação, que a fazem avançar, que motivam as personagens a agir ou evoluir. Gosto de pensar que qualquer leitor aprecia um livro com personagens bem desenvolvidas. A minha intenção foi apenas essa, enriquecer a intriga, oferecendo-lhe novas dimensões. Poderei estar a chocar algumas pessoas, mas na realidade não trago qualquer novidade. Todos sabemos que o ser humano é capaz de uma crueldade indiscritível.

Achas que esta introdução na tua escrita mostra outra faceta de ti enquanto escritor?

Sim, mais uma. Julgo que nunca irei copiar o modelo que utilizei no livro anterior para redigir o seguinte. Não acredito nisso. Para mim, a escrita tem de ser motivadora, desafiante. E eu quero que os meus leitores sintam que são fãs de um escritor imprevisível, que a qualquer momento poderá surgir com algo completamente inesperado.

De onde vem o teu interesse pela religião?

Tem sido uma oportunidade de aprendizagem, sobretudo. Sejamos nós crentes ou não, a religião faz parte das nossas vidas. Há todo um conjunto de referências com as quais convivemos diariamente e que não compreendemos na íntegra. Para escrever sobre elas, e assim perceber melhor a sociedade em que me insiro, tive de as estudar primeiro. De uma certa forma, escrever sobre religião é uma forma de me tornar numa pessoa melhor.

O que é que te tem motivado a escrever neste tema?

A noção de que, ao fazê-lo, estarei a contribuir para a informação dos meus leitores. Poderei tocar muitos ou quase nenhuns, mas se o conseguir fazer com alguém, já será suficiente para mim. Para além de que os thrillers religiosos são um género que sempre me atraiu. Poder transportar este tipo de elementos para um livro meu é um desafio.

Os teus livros acabam por ser uma forma interessante e empolgante de saber factos históricos e referências religiosas. Achas que é importante as pessoas terem consciência das diferenças entre as diversas religiões?

Muito, sim. Se pensarmos bem, grande parte dos conflitos que persistem atualmente têm origem em diferentes fés. É o caso da Guerra Civil na Síria ou da tensão existente em Israel, o que depois tem repercussões a outros níveis com efeito direto no Ocidente, como os movimentos migratórios no presente ou a 2ª Guerra Mundial no passado. Ao mostrar o que é na realidade o verdadeiro Islão, como fiz com A Célula Adormecida, ou ao desmistificar a crença judaica, como faço agora com Pecados Santos, espero contribuir para que as pessoas se tornem mais esclarecidas e, como tal, mais tolerantes. Há demasiado ódio na nossa sociedade.

És um homem religioso?

Fui educado de forma católica, tal como a maioria de nós, portugueses, e acredito na existência de Deus. Atualmente frequento a igreja apenas em ocasiões especiais, como cerimónias, embora tente reger a minha vida e o meu comportamento de acordo com a educação que me foi dada.

O que é que os corvos, que por norma estão mais ligados ao paganismo, realmente significam para ti?

É uma pergunta curiosa, esta. Para mim, são apenas aves. Vejo-as com frequência na zona onde resido, a voar em círculos sobre as casas ou pousadas nos campos. Para Afonso, o protagonista dos meus dois últimos livros, é mais como um mau presságio. Os corvos marcam episódios traumáticos da vida deste homem. O professor Catalão sente-se intimidado por eles.

Quanto de ti tem o protagonista?

Pouco ou quase nada. Há sempre um ou outro ponto de contacto, que poderei ter introduzido em momentos de menor inspiração, mas com o tempo tenho aprendido a manter um certo distanciamento. Escrever é menos doloroso assim.

Não podia terminar esta entrevista sem referir um ser que já quase todos os teus leitores conheceram ou viram em alguma fotografia. Tens um patudinho muito bonito contigo, o Kimi. Que papel é que ele tem tido na tua vida tão atribulada entre o trabalho e a escrita? Ele deixa-te escrever sossegado ou anda sempre à tua volta?”

Eu resido numa vivenda e o Kimi fica na rua. Costumo dizer que assim, cada um tem a sua casa e o seu espaço. Como escrevo sempre com o apoio de alguns documentos em papel, como apontamentos de pesquisa ou sobre o enredo do livro, trabalhar no exterior não se torna muito prático. Faço-o dentro de casa, sendo, por isso, mais fácil concentrar-me. Mas normalmente, se tenho o dia todo para escrever, acabo por ir realizando vários intervalos, durante os quais lhe dou atenção. Às vezes não consigo e tenho de regressar ao trabalho, porque ele está a dormir. Como é novinho e tem alguma dificuldade em estar sossegado, faz muitas sestas.

Por outro lado, também reorganizei as minhas rotinas diárias desde que o trouxe para casa. Passei a levantar-me mais cedo para o poder passear de manhã e ficar com algum tempo livre para trabalhar, além de ter abdicado da prática desportiva, que faço atualmente com menos regularidade. São opções que mudaram o meu estilo de vida, mas das quais não me arrependo. Trata-se de um cão muito afetivo, que faz imensa companhia. 

E agora aquela pergunta da praxe. Apesar de este romance não estar sequer apresentado, já tens ideias para um novo? Ou vais esperar para ver como este é acolhido?

Já. Mantenho um bloco de notas onde registo algumas das ideias que vou tendo, o qual já tem algumas páginas preenchidas. Algumas delas poderão ser aproveitadas, outras até mesmo descartadas. Mas ainda não tomei qualquer decisão, além de que, findo o período mais intenso de promoção a este livro, irei tirar alguns meses para descansar, nos quais nem sequer irei fazer pesquisa. Pecados Santos deixou-me exausto. É um livro muito intenso. E eu sinto que não tenho mais nada a provar.

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[DESTAQUE] Em Janeiro, pela Cultura Editora: Pecados Santos, de Nuno Nepomuceno https://branmorrighan.com/2018/01/destaque-em-janeiro-pela-cultura.html https://branmorrighan.com/2018/01/destaque-em-janeiro-pela-cultura.html#respond Tue, 09 Jan 2018 20:21:00 +0000

Pecados Santos

Nuno Nepomuceno

Editora: Cultura Editora

Género: Romance | Mistério | Policial

Formato: 15*23 cm

N.o págs: 448

ISBN: 978-989-8886-10-1

PVP: 18,95€

Data de publicação: 19/Jan/2018

LIVRO

Um rabino é encontrado morto numa das mais famosas sinagogas de Londres. O corpo, disposto como num quadro renascentista, representa o sacrifício do filho de Abraão, patriarca do povo judeu. 

O caso parece ficar encerrado quando um jovem professor universitário a lecionar numa das faculdades da cidade é acusado do homicídio. Mas é então que ocorrem outros crimes, recriando episódios bíblicos em circunstâncias cada vez mais macabras. E as dúvidas instalam-se. Estarão ou não estes acontecimentos relacionados? Porque insistirá a sua família em pedir ajuda a um antigo professor, ele próprio ainda em conflito com os seus próprios pecados? As autoridades contratam uma jovem profiler criminal para as ajudar a descobrir a verdade. Mas conseguirá esta mente brilhante ultrapassar o facto de também ela ter sido uma vítima no passado?

AUTOR 

Nuno Nepomuceno venceu em 2012 o Prémio Literário Note! com O Espião Português, o seu primeiro romance. Seguiram-se A Espia do Oriente e A Hora Solene, com os quais concluiu a trilogia Freelancer, ambos publicados em 2015, o mesmo ano em que integrou a coletânea Desassossego da Liberdade com o conto «A Cidade». Em 2016 lançou A Célula Adormecida, o primeiro thriller psicológico da sua carreira. Já foi n.º 1 do top de vendas de livros policiais em lojas como a Fnac, Bertrand, Wook e Amazon. Desde 2017 que passou a ser representado pela Agência das Letras. Notabilizado pela sua narrativa elegante, Pecados Santos assinala o seu regresso ao thriller psicológico.

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[AGENDA] CARLOS RUIZ ZAFÓN EM LISBOA https://branmorrighan.com/2016/12/agenda-carlos-ruiz-zafon-em-lisboa.html https://branmorrighan.com/2016/12/agenda-carlos-ruiz-zafon-em-lisboa.html#respond Wed, 07 Dec 2016 18:13:00 +0000

Fãs de Carlos Ruiz Zafón, apontem o dia 11 de Dezembro, às 17h30, na vossa agenda! Vão poder conhecer finalmente um dos vossos autores preferidos, mas não se esqueçam que só podem levar um exemplar convosco para autógrafos. Ele só assinará um exemplar por pessoa. Encontramo-nos por lá?

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[DESTAQUE] Comemorações dos 20 anos de livros de Valter Hugo Mãe https://branmorrighan.com/2016/10/destaque-comemoracoes-dos-20-anos-de.html https://branmorrighan.com/2016/10/destaque-comemoracoes-dos-20-anos-de.html#respond Tue, 04 Oct 2016 13:20:00 +0000

Para celebrar os 20 anos de livros de Valter Hugo Mãe, a Porto Editora preparou dois grandes eventos. As iniciativas, que duram todo o dia, acontecem no Porto e em Lisboa. No dia 8 de outubro, o São Luiz Teatro Municipal, recebe o segundo destes eventos, que contará com a participação de figuras como Teresa Salgueiro, Ana Bacalhau ou Pedro Lamares, para além de diversos académicos de diferentes proveniências e ainda de momentos dedicados às crianças.

Programação completa disponível em portoeditora.pt/vhm20anos

O NOVO ROMANCE

Três anos depois de A Desumanização, obra aclamada por leitores e críticos de vários países, e numa altura em que assinala 20 anos de percurso literário, Valter Hugo Mãe regressa com Homens imprudentemente poéticos, um novo e magistral romance que a Porto Editora faz chegar às livrarias a 3 de outubro. Ao sétimo romance, motivado pela tradição japonesa da honra e da espiritualidade, Valter Hugo Mãe apresenta uma visão deslumbrante do mais inspirador Oriente. Na esteira da herança de Wenceslau de Moraes, Hugo Mãe procura auscultar o Japão para entender a beleza dos seus modos – a profundidade da cultura e da sua prudência poética. Segundo o poeta José Tolentino Mendonça, este novo livro constitui «uma luminosa parábola que fica a reverberar muito tempo depois». Já o romancista Richard Zimler considera que «as fascinantes personagens deste romance vivem num Japão que é ao mesmo tempo mitológico e íntimo, criado pela imaginação prodigiosa e profundamente poética do autor».

SINOPSE

Num Japão antigo o artesão Itaro e o oleiro Saburo vivem uma vizinhança inimiga que, em avanços e recuos, lhes muda as prioridades e, sobretudo, a capacidade de se manterem boa gente. A inimizade, contudo, é coisa pequena diante da miséria comum e do destino. Conscientes da exuberância da natureza e da falha da sorte, o homem que faz leques e o homem que faz taças medem a sensatez e, sobretudo, os modos incondicionais de amarem suas distintas mulheres. Valter Hugo Mãe prossegue a sua poética ímpar. Uma humaníssima visão do mundo.

O AUTOR

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em países como o Brasil, a Alemanha, a Espanha, a França ou a Croácia. Publicou seis romances: A desumanização; O filho de mil homens; a máquina de fazer espanhóis (Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano); o apocalipse dos trabalhadores; o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros; As mais belas coisas do mundo e O rosto. A sua poesia foi reunida no volume contabilidade, entretanto esgotado. Publica as crónicas Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras 

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“LET’S GET LOST HERE”, Photobook por Kid Richards – Lançamento e Exibição a 30 DE SETEMBRO https://branmorrighan.com/2016/09/lets-get-lost-here-photobook-por-kid.html https://branmorrighan.com/2016/09/lets-get-lost-here-photobook-por-kid.html#respond Mon, 26 Sep 2016 08:59:00 +0000

Lançamento do Photobook “Let’s Get Lost Here” de Kid Richards

30 de Setembro, 2016 / 18h30 – 21h00

Local: Teatro Praga, Rua das Gaivotas 6, 1200-202 Lisboa

Convidados: Nuno Calado, Vera Marmelo, Pedro Norton

Exposição Pop-Up “Let’s Get Lost Here” by TARA – True Artists Run Art / Curadoria: Marta Cruz

Bruno Cantanhede (Kid Richards) nasceu em Leiria, 1988. Músico e fotógrafo autodidata, estudou artes e frequentou o curso de Arquitectura até ao 4º ano.

Desde aí tem feito inúmeras coisas que o deixam feliz.

“Character, like a photograph, develops in darkness.” (Yousuf Karsh)

Entre 2015 e 2016 o Bruno viajou até Milão.

Dessa mesma viagem emergiu um diário de instantes de uma pessoa submersa no instante do olhar do Bruno.

Esses mesmos instantes transformaram-se numa história vivida num Passado que não avistou o Futuro.

No Presente existe o diário de uma história de horizontes escuros e ambiciosos que o ajudam a encontrar o lugar onde quer estar um dia, que pode ser já num amanhã ou quem sabe depois, desde que seja!

Um livro de fotografias a preto e branco, contrastadas, escuras e sujas que relatam o inicio, meio e fim de instantes entre duas pessoas numa cidade.

Entre detalhes arquitetónicos e movimentos urbanos solitários temos “flashs” de intimidade que decifram a história.

Marta Cruz, texto de apresentação de “Let’s Get Lost Here”

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AMANHÃ: Lançamento do livro Vamos Comprar um Poeta, de Afonso Cruz https://branmorrighan.com/2016/04/amanha-lancamento-do-livro-vamos.html https://branmorrighan.com/2016/04/amanha-lancamento-do-livro-vamos.html#respond Mon, 18 Apr 2016 13:53:00 +0000

Informação de agenda: Lançamento do livro Vamos Comprar um Poeta, de Afonso Cruz

A sessão de apresentação do livro Vamos Comprar Um Poeta, de Afonso Cruz decorrerá amanhã, dia 19 de abril, às 18h30, na Livraria LeYa na Buchholz. O livro será apresentado por Ondjaki e haverá uma leitura de excertos por Marta Bernardes.

Agradecemos toda a divulgação que for possível dar a esta nota e convidamos os jornalistas a comparecer na sessão.

Sobre o livro Vamos Comprar um Poeta

Numa sociedade imaginada, o materialismo controla todos os aspetos das vidas dos seus habitantes. Todas as pessoas têm números em vez de nomes, todos os alimentos são medidos com total exatidão e até os afetos são contabilizados ao grama. E, nesta sociedade, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. A protagonista desta história escolheu ter um poeta e um poeta não sai caro nem suja muito – como acontece com os pintores ou os escultores – mas pode transformar muita coisa. A vida desta menina nunca mais será igual…

Gostava de ter um poeta. Podemos comprar um? A mãe não disse nada, limitou-se a levantar a louça, quatro pratos de sopa, quatro colheres de sopa e informar os comensais, eu e o pai e o meu irmão, de que a carne seria servida de seguida, dentro de trinta segundos. O pai acabou de mastigar um bocado de pão, cerca de treze gramas, moveu os maxilares cinco vezes e inquiriu:

    Porque não um artista?

A mãe disse:

    Nem pensar, fazem muita porcaria, a senhora 5638,2 tem um e despende três a quatro horas por dia a limpar a sujidade que ele faz com as tintas naqueles objectos brancos.

    Telas.

    Isso.

    Muito bem, disse o pai, compramos um poeta. De que tamanho?


Uma história sobre a importância da Poesia, da Criatividade e da Cultura nas nossas vidas, celebrando a beleza das ideias e das ações desinteressadas

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Afonso Cruz apresenta a banda portuguesa que marcou o rock do século XXI – The Empire. https://branmorrighan.com/2016/03/afonso-cruz-apresenta-banda-portuguesa.html https://branmorrighan.com/2016/03/afonso-cruz-apresenta-banda-portuguesa.html#respond Thu, 31 Mar 2016 11:11:00 +0000


Os The Empire marcaram a música portuguesa no arranque do novo século. 

O romance de João Valente explica o como e o porquê.

The Empire é a estreia literária de João Valente. O autor, que em 2014 foi escolhido como um dos Novos Talentos Fnac na categoria de Literatura, conta-nos a história de Mário, Ricardo, Tiago e Eddie, que de adolescentes sonhadores ascenderam a lenda do rock do século XXI. 

É já no dia 1 de Abril, sexta-feira, que João Valente se apresenta ao público leitor, em duas iniciativas. O autor marcará presença no Ensaio Geral da Ferin, uma parceria da Booktailors com a Rádio Renascença na histórica livraria lisboeta. Far-se-á acompanhar pelo músico David Fonseca, numa conversa moderada por Maria João Costa, que terá início pelas 18.45. Nessa mesma noite, pelas 21.00, a Fnac Colombo será palco do lançamento oficial do livro The Empire. A apresentação ficará a cargo de Afonso Cruz.

Mas quem foram, afinal, os The Empire? Quatro amigos cujas vidas foram movidas pelo sonho da música; uma banda portuguesa mundialmente aclamada, contudo ignorada no seu país; o fenómeno de milhões de discos vendidos, legiões de fãs e salas de concerto esgotadas. Foram, na verdade, muito mais do que isso. Os excessos, as digressões, um dos mercados mais difíceis do mundo: Mário, Tiago, Ricardo e Eddie não sabiam o que os esperava.

É numa escrita fluida que João Valente faz uma retrospectiva biográfica da vida destes quatro adolescentes que se conheceram por acaso, envoltos no comum cenário visual das calças rasgadas, dos cabelos compridos e das t-shirts de bandas de rock. Comandados pelo sonho da música, começaram com a gravação de uma demo num estúdio recôndito, mas acabaram por marcar a música feita em Portugal. A partir de agora, marcarão também a literatura.

Entrevista ao autor: 

http://www.branmorrighan.com/2016/03/entrevista-joao-valente-autor-do-livro.html

Lançamento: 1 de Abril | 21.00 | Fnac Colombo

Apresentação de Afonso Cruz


João Valente no Ensaio Geral na Ferin com David Fonseca: 1 de Abril | 18.45 | Livraria Ferin

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Lançamento de Céu Nublado com Boas Abertas, com apresentação de Luísa Costa Gomes https://branmorrighan.com/2016/03/lancamento-de-ceu-nublado-com-boas.html https://branmorrighan.com/2016/03/lancamento-de-ceu-nublado-com-boas.html#respond Wed, 02 Mar 2016 10:26:00 +0000

Céu Nublado com Boas Abertas

Nuno Costa Santos

Edição/reimpressão:2016

Páginas: 256

Editor: Quetzal Editores

ISBN: 9789897222641

Idioma:Português

COMPRAR AQUIhttp://goo.gl/xIjCPN

LIVRO

Os Açores com todo o seu mistério e isolamento. A busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção. Um homem volta à sua terra para cumprir uma missão que lhe foi atribuída por um avô que morreu: a de recolher histórias recentes dessa terra, a ilha de São Miguel, nos Açores. Esta é a narrativa de um regresso aos lugares onde cresceu e um duplo diálogo: com o antepassado que lhe deixou uma herança inesperada e com o presente insular impuro, algures entre o sagrado e o profano. Um livro de histórias que se cruzam.

As histórias do avô, internado na estância do Caramulo, durante os anos 40 do século passado, e as das personagens com as quais o protagonista se vai encontrando: um navegador francês em apuros, um traficante de droga ressentido, uma stripper ruiva com anúncio no jornal, um homem que voltou para vingar uma recusa antiga, um fã de Kafka que descobriu que o escritor tinha o sonho de viver nos Açores, um casal chinês que procura a integração num arquipélago estrangeiro, alguém que caminha de madrugada com um terço na mão. 

Céu Nublado com Boas Abertas é também a busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção: a literatura.

AUTOR

Nuno Costa Santos nasceu em 1974. É escritor e guionista para cinema, dramaturgo, autor de programas radiofónicos e televisivos. Na televisão, destaque para Melancómico, Zapping e Serviço Público.

É colaborador permanente da revista Ler (Círculo de Leitores), onde assina o espaço Provedor do Leitor (ou Como fazer amigos na literatura).

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É HOJE! Apresentação da Colectânea Desassossego da Liberdade https://branmorrighan.com/2015/07/e-hoje-apresentacao-da-colectanea.html https://branmorrighan.com/2015/07/e-hoje-apresentacao-da-colectanea.html#respond Sat, 04 Jul 2015 10:02:00 +0000

Estão mais do que convidados a aparecerem hoje, pelas 19h15, n’O Bom, o Mau e o Vilão (Rua do Alecrim, 21). Não só teremos a apresentação desta colectânea especial como estarão presentes boa parte dos autores que a compuseram, incluindo o nosso artista plástico João Pedro Fonseca! 

Venham que haverá muito boa disposição, muitos sorrisos e uns miminhos! 

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