Pedro e os Lobos – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:34:46 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Pedro e os Lobos – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [DESTAQUE] Encontramento – O encontro entre a Jigsaw e Pedro e os Lobos na estrada https://branmorrighan.com/2015/02/destaque-encontramento-o-encontro-entre.html https://branmorrighan.com/2015/02/destaque-encontramento-o-encontro-entre.html#respond Sun, 22 Feb 2015 19:00:00 +0000

Encontramento

a Jigsaw e Pedro e os Lobos na estrada

Num tempo há muito ido e de que já não há memória, foram construídas duas estradas em Portugal. Edificadas por um César qualquer e gémeas quais Rómulo e Remo, embora não fossem dar a Roma – como todos os caminhos deveriam ser – seguiram o seu caminho tortuoso sem nunca terem sido concluídas, sem chegarem ao seu destino, fosse ele onde fosse. E não seria Roma. Nem Pavia.

Uma nascia em Lisboa e a outra em Coimbra. Vencidas primeiro por estradas de breu e depois por auto-estradas com 6 faixas de rodagem, hoje em dia são apenas utilizadas por alguns peregrinos mais avisados.

Algures a meio do seu caminho solitário, encontram-se e cruzam-se sobrepostas. É nesse cruzamento, onde os mundos se tocam e onde não se está nem cá, nem lá, que aparece um homem a quem tenha a intrepidez de o chamar a meio da noite, e a quem alguns se atrevem a chamar de Diabo.

Contam os mais audazes que foi nessa intersecção, num passado bem mais recente mas incerto em data, que um músico, num pacto de morte sem retorno, trocou a sua alma pela mestria dos seus dedos, com esse mesmo homem de duas caras, ou Mefistófeles, como outros o nomeiam. 

A esse lugar perdido, onde o sul e o norte se encontram, e embora quase todos duvidem da sua existência, todos lhe dão o mesmo nome: Encontramento.

Gito Lima

Encontramento é a junção perfeita de duas bandas que se completam na estrada, a Jigsaw e Pedro e os Lobos!

Os a Jigsaw, compostos por Jorri e João Rui e recomendados pela revista francesa Les Inrockuptibles, têm neste momento um novo disco, “No True Magic”, em que as raízes continuam a ser Folk, o Blues, a literatura e um conceito: “a imortalidade”. Depois da “perda da inocência” e da “construção da identidade”, os a Jigsaw falam-nos agora da aceitação dos termos da nossa mortalidade. “No True Magic” aborda a questão da suspensão da mortalidade. Talvez porque até ao fim acreditamos na promessa dos milagres – ou no milagre maior da imortalidade.

Essa imortalidade acontece juntamente com momentos especiais que se cruzam na nossa vida e um desses momentos é esta tour com Pedro e os Lobos.

Pedro e os Lobos é o projecto a solo do músico e compositor Pedro Galhoz que tem um novo trabalho discográfico, “Um mundo quase perfeito”, onde o artista convidou músicos que admira e com os quais sonhava um dia colaborar. A paixão pelas guitarras, o gosto pela simplicidade e a interpretação de paisagens revestindo-as de cor musical resultam num conjunto de faixas que entrelaçam o clássico com o contemporâneo. Este disco, realista, puro e sem subterfúgios, perdendo por vezes o balanço das palavras e o politicamente correcto, apresenta-se com letras desprovidas de grandes revestimentos, puras na sua essência e no relato da condição humana.

Encontramento apresenta-se como o encontro de duas bandas que seguiram diferentes caminhos sem nunca perderem de vista um possível momento em que os seus caminhos se poderiam cruzar e vir a dar frutos. Num só palco, duas bandas, dois discos e a colaboração entre eles.

Estas são as datas confirmadas (muitas mais em breve):

– 28 de Fevereiro/ Cine Teatro de Alcobaça

– 14 de Março/ Theatro Circo, Braga

– 26 de Setembro/ Teatro Avenida, Castelo Branco

http://www.ajigsaw.net/

https://www.facebook.com/ajigsaw

https://pt-br.facebook.com/pedroeoslobos

Entrevista a Pedro Galhoz

http://www.branmorrighan.com/2014/12/entrevista-pedro-galhoz-pedro-e-os.html

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Entrevista a Pedro Galhoz (Pedro e os Lobos), Músico Português https://branmorrighan.com/2014/12/entrevista-pedro-galhoz-pedro-e-os.html https://branmorrighan.com/2014/12/entrevista-pedro-galhoz-pedro-e-os.html#respond Sun, 28 Dec 2014 18:22:00 +0000 Pedro e os Lobos é um projecto do músico português Pedro Galhoz que em Outubro de 2014 viu um novo disco a ser lançado – Um Mundo Quase Perfeito. É um disco com muitos convidados e que também ele próprio convida o ouvinte a percorrer intensos acordes de guitarra, vozes sonantes e letras que dão que pensar por caminhos por vezes límpidos, outras vezes obscuros, apelando aos clássicos Blues. É um disco frio na sua conceptualidade, mas quente na sua sonoridade, e foi sobre ele que convidei o Pedro Galhoz a falar um pouco. O meu muito obrigada pela disponibilidade e simpatia e no final da entrevista encontram o player para o disco e ligação para o Facebook. 

:: Olá, Pedro! Conta-nos, lembras-te do teu primeiro contacto com a música? Quando é que sentiste que era da música que querias viver?

Viver da música é quase como um sonho contínuo e ao mesmo tempo intermitente, é viver dia após dia no fio da navalha, mas decidi querer ser músico inconscientemente, foi crescendo comigo.

:: Porquê a guitarra como instrumento de eleição? Que referências é que trazes sempre contigo?

A guitarra foi um amor à primeira vista, os velhos Blues  bem dos primórdios, dos escravos e das plantações de algodão, os Songwriters Americanos e o Rock mais espontâneo do anos 70 foram sempre a minha grande influencia, poderia enunciar aqui umas dezenas de nomes, mas penso que não vale a pena, o importante é que eles deixaram uma semente musical e eu tento regá-la e crescer enquanto artista.

:: Tiveste outros projectos antes de “Pedro e os Lobos”. Fala-nos um pouco desse teu trajecto, o que mais te marcou e te ensinou.

Comecei nos anos 90 com um projecto chamado LovedStone, banda que assinou pela Valentim de Carvalho ( Norte/Sul), fruto da onda Grunge que era a grande moda da altura, foram os primeiros passos, diverti-me muito, demos muitos concertos éramos jovens ( LOL).

Depois no final dos anos 90 surgem os Plastica, banda que fundei, assinámos pela EMI, fizemos um primeiro disco, depois como nos queriam obrigar a cantar em Português, optámos por editoras mais indies e surgiu  a Discos Liliput de Madrid/Espanha que recebeu a banda de braços abertos, penso que ainda hoje o disco ” The red light Undrground” é um disco de referência na onda Indie psicadélica em Espanha.

Foram tempos de verdadeiro Rock n Roll, faz-nos sentir vivos! ( risos), tocamos com grande bandas como os Oasis, The Suede, Sonic Youth, James, entre outros…chegámos também a actuar no mítico The Cavern Club em Liverpool e assinámos ainda por uma editora Alemã, foram tempos maravilhosos de muito trabalho e diversão, temos um verdadeiro mar de histórias para contar, dava um bom romance ( risos).

Sobretudo aprendi a crescer, e perceber que existe um tempo para tudo e que devemos sempre dar o próximo passo sem medo.

:: “Um Mundo Quase Perfeito” é então o teu mais recente disco que conta com várias colaborações. Dado o título e as suas próprias letras, foi pensado como um álbum conceptual?

Penso que essa “conceptualidade” é fruto do momento que atravessamos, sou um observador do que me rodeia, gosto de o ser e são os episódios do dia a dia que me inspiram enquanto escritor de canções.

O facto de estarmos a a perder uma série de valores importantes para a qualidade da condição humana despertou em mim o alerta, quando acordamos e lemos que um terço das crianças portuguesas passam fome, não podemos ficar indiferentes ou se ficamos é porque pactuamos com o regime.

” Um mundo quase perfeito” reveste-se de alguma ironia, a palavra ” quase ” assume aqui um papel importante, é um ” quase ” com uma dimensão gigantesca, infelizmente.

As colaborações resultam sobretudo de duas questões, por um lado o facto de eu não cantar obriga-me a pensar sempre em alguém para interpretar as minhas canções, por outro lado cada canção que componho remete para um imaginário e tento convidar pessoas que na minha óptica preencham esse imaginário.

:: Cada faixa foi composta já a pensar no emparelhamento com o músico convidado? Como é que se deu esse processo?

Este é um processo que se prende sobretudo com o sentimento empregue em cada canção e com a letra dessa mesma canção, gosto de convidar pessoas que admiro e que revejo como parte do meu Universo musical.

Cada canção é como uma paisagem que tem os seus elementos bem definidos, cada instrumento e cada convidado são parte da vida dessa paisagem.

:: Todo o disco aborda muito a morte, a sua inevitabilidade, as sombras, o próprio ser humano e as suas idiossincrasias. Qual a origem das letras?

As letras que escrevo são quase sempre fruto de situações que vivi ou que observei, são simples constatações da vida dos seres humanos comuns, gosto de relatar relações humanas, de valorizar coisas nobres da vida como por exemplo o Amor e a Liberdade, a Morte é retratada sem qualquer preconceito e acima de tudo admiti-la como uma inevitabilidade tão natural como o próprio nascimento.

:: Quanto de ti, Pedro Galhoz, é que este disco tem? Dirias que os registos conseguem ser autobiográficos?

Este disco e todo o projecto Pedro e os Lobos tem acima de tudo uma parte autobiográfica na medida em que sou eu o compositor e produtor de todo o trabalho, o facto de produzir as musicas e as letras de forma solitária são por si só uma forma de autobiografia, pois embora aborde múltiplos assuntos, esses assuntos serão sempre uma visão singular do mundo que me rodeia, as letras são a minha posição perante esse mundo e por vezes o fruto dessas vivências na primeira pessoa, não sou um santo e desconfio sempre dos que se apresentam como tal.

:: Ao vivo, costumas ter os convidados todos contigo? Quem vai ver um concerto de “Pedro e os Lobos”, o que é que pode esperar?

O conceito dos concerto é diferente do disco, ao vivo tenho uma banda fixa, com uma cantora também fixa, no entanto há sempre espaço para convidados que não têm de ser obrigatoriamente os do disco, ao longo dos tempos tenho semeado algumas amizades e podem acontecer surpresas quando menos se espera.

Gosto cada vez mais de música orgânica sem recorrer a máquinas ou outros subterfúgios, não gosto de dois concertos iguais, dou muita importância ao estado de espírito e ás emoções, se conseguirmos provocar algum sentimento nas pessoas é porque o concerto correu bem, não somos “enterteiners”!

:: Numa vertente mais pessoal, consideras que é fácil para um artista português disseminar o seu trabalho? Com que olhos é que vês o estado da cultura em Portugal?

Faço música e gravo discos há 20 anos, nunca foi fácil, mas se fosse penso que não teria o mesmo prazer, é a luta que nos mantém vivos.

Sei que somos um país pequeno com sucessivos governos que castram a cultura, que desinvestem no ser humano e que desvalorizam a criatividade.

Cabe a alguns de nós marcar a diferença e liderar a resistência, não me importo de ir à frente nessa batalha, pois não quero que os nossos filhos acabem todos á frente de um televisor a consumir lixo.

Se olharmos para a cultura portuguesa, temos boas referencias em todos os campos, é por esses que nos devemos guiar.

:: Que outras coisas gostas de fazer para além da música? Tenho uma curiosidade em particular, gostas de ler ou tens alguma obra que te tenha marcado?

Para além da música gosto muito de viajar, gosto de cinema, de ler e do mar, não consigo estar muito tempo longe do mar.

Sou fã do Chaplin, do Saramago e do Picasso foram verdadeiros revolucionários.

:: Para terminarmos, dia 26 tocas no Sabotage Club, depois disso, o que se segue?

Para já temos marcado 29 de Janeiro em Castro Verde, 30 de Janeiro em Faro, 7 de Fevereiro no Fundão 21 de Fevereiro em Alcobaça comos A Jigsaw e 28 de Março vamos encerrar o Festival Sons de Vez em Arcos de Valdevez, outras datas surgirão em breve na nossa agenda.




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[Música] Pedro e os Lobos com novo disco – Um Mundo Quase Perfeito – Concertos de Apresentação e Digressão https://branmorrighan.com/2014/09/musica-pedro-e-os-lobos-com-novo-disco.html https://branmorrighan.com/2014/09/musica-pedro-e-os-lobos-com-novo-disco.html#respond Mon, 15 Sep 2014 09:00:00 +0000

PEDRO E OS LOBOS apresentam novo EP – UM MUNDO QUASE PERFEITO

Data de lançamento – 06 de OUT

Concerto de apresentação: 08 de OUT | Pensão Amor, Lisboa

Após o lançamento do primeiro single de apresentação do novo trabalho de Pedro e os Lobos – Alma e Sangue em colaboração com Aldina Duarte na voz – é agora divulgado o lançamento oficial do EP que integra este tema.

Composto por sete temas originais, Um Mundo Quase Perfeito, está disponível em formato físico e digital a partir de 6 de Outubro, data oficial de lançamento.

Convidei músicos que admiro, alguns deles amigos de longa data com quem sonhava um dia colaborar e o dia chegou. Vale a pena sonhar!“, é desta forma que Pedro Galhoz descreve o processo que levou à criação deste projeto, dividido em duas partes que se completam entre si.

A paixão pelas guitarras, os velhos Blues sempre como referência e o gosto pela simplicidade resultam numa interpretação pessoal de paisagens musicais que reflectem vários estados de espírito.

Um Mundo Quase Perfeito, realista, puro e sem subterfúgios, perdendo por vezes o equilíbrio das palavras e o politicamente correcto, apresenta-se com letras desprovidas de grandes revestimentos, puras na sua essência e no relato da condição humana.

Um Mundo Quase Perfeito é igualmente um título revestido de alguma ironia, pois assenta num paralelismo em que se compara o mundo que temos, com o que poderíamos ter.

Os sete temas deste EP resumem, assim, meia etapa de um trajecto que chegará ao seu termino, com a edição do Lado B em 2015.

O disco conta com a participação de inúmeros cantores e músicos conhecidos dos portugueses como Aldina Duarte, António Manuel Ribeiro (UHF), Carlos Pacman Nobre (5-30 entre outros), João Rui (A Jigsaw) e Tó Trips (Dead Combo).

É precisamente o single gravado com João Rui dos A Jigsaw – Volta à Morte – que acompanha este lançamento e cujo vídeo já se encontra disponível no seguinte link: https://www.youtube.com/watch?v=BeVFop1szDA. A realização e produção é de Miguel Barrento, Nuno Portugal e Rui Berton e o tema pretende mostrar a versatilidade do trabalho.

Ao vivo Pedro e Os Lobos estreiam Um Mundo Quase Perfeito na Pensão Amor, em Lisboa, no dia 8 de Outubro pelas 22h30. A entrada para este espetáculo é gratuita e limitada à lotação do espaço.

De seguida, a banda estará em digressão para apresentação do álbum nos seguintes locais:

18 de Outubro

Cine Teatro João Mota – Sesimbra – 22.00h | Bilhete – 7,5€ ou 5€ em pré venda.

30 de Outubro

Salão Brazil – Coimbra – 21.30h

31 de Outubro

Showcase Fnac Coimbra – 22.00h – Entrada Livre

07 de Novembro

C.C.Olga Cadaval – Sintra – 22.00h – Bilhete 8€

Um mundo quase perfeito

1 – Os braços do Sol c/ participação de Tó Trips na guitarra acústica

2 – Dança

3 – Volta à morte c/ participação de João Rui (A Jigsaw) na voz

4 – O Diabo sabe o meu nome c/ participação de António Manuel Ribeiro (UHF) na voz

5 – Alma e sangue c/ participação de Aldina Duarte na voz

6 – Num Mundo quase perfeito c/ participação de Carlos Pacman Nobre na voz (letra declamada)

7 – Na noite fria

Gravado e misturado por Juan Carlos Casado (Kallé) e Pedro Galhoz no estúdio Mysound (http://www.mysound.pt)

Produção – Pedro Galhoz

Edição e distribuição física: Ranging Planet

Edição e distribuição digital: Nmusic

Link para audição completa do EP: https://soundcloud.com/pedro-e-os-lobos/sets/um-mundo-quase-perfeito

Site oficial: pedroeoslobos.com

Facebook: https://www.facebook.com/pedroeoslobos

Youtube: https://www.youtube.com/user/PedroeosLobos?feature=mhee

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Novo Vídeo: Pedro e os Lobos c/ Aldina Duarte – “Alma e Sangue” https://branmorrighan.com/2014/07/novo-video-pedro-e-os-lobos-c-aldina.html https://branmorrighan.com/2014/07/novo-video-pedro-e-os-lobos-c-aldina.html#respond Wed, 23 Jul 2014 07:54:00 +0000

Vídeo do tema Alma e Sangue

Single de estreia do novo álbum de Pedro e os Lobos

Tema conta com a colaboração de Aldina Duarte na voz

Alma e Sangue é o single de estreia do novo álbum de Pedro e Os Lobos que conta com a participação de Aldina Duarte. Um convite que surgiu naturalmente e que junta os dois artistas de forma harmoniosa e equilibrada.

Alma e Sangue é, sem qualquer dúvida, uma das músicas da vida do músico e compositor Pedro Galhoz. Uma canção áspera e ao mesmo tempo apaixonada, em que o desespero e o longo caminho até à degradação levam a uma inevitável união na busca da sobrevivência.

Um tema belíssimo, que se entranha no ouvinte, numa melodia sofrida e de uma intensidade sublime. 

O vídeo de Alma e Sangue foi realizado por Rui Berton e Hugo Sousa, editado por Rui Berton e, além da participação dos músicos Pedro Galhoz e Aldina Duarte, conta também com a presença de dois bailarinos da Quorum Ballet – Mathilde e Elson.

Este é o primeiro tema do novo trabalho de Pedro e Os Lobos a ser lançado dia 6 de Outubro e que conta com várias colaborações com artistas conhecidos do grande público como António Manuel Ribeiro (UHF), Carlos Nobre (Da Weasel, 5-30, etc.), Tó Trips (Dead Combo), entre outros.

Ficha técnica do vídeo:

Realização: Rui Berton e Hugo Sousa

Câmara: Rui Berton e Hugo Sousa

Edição: Rui Berton

Músicos: Pedro Galhoz e Aldina Duarte

Bailarinos: Mathilde e Elson

Agradecimentos: Quorum ballet por ter cedido os bailarinos

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