SDE – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:53:23 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png SDE – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Vencedor do Passatempo: O Armazém, de Rob Hart https://branmorrighan.com/2020/04/vencedor-do-passatempo-o-armazem-de-rob.html https://branmorrighan.com/2020/04/vencedor-do-passatempo-o-armazem-de-rob.html#respond Sun, 19 Apr 2020 21:59:00 +0000

Viva! Cá estamos para anunciar mais um vencedor, desta vez para O Armazém, de Rob Hart. Este passatempo contou com 625 participações e o vencedor escolhido através do random.org foi:

André Silva , 509

Parabéns André! Tens um mail na tua caixa de correio para responderes com os teus dados para que o livro te possa ser entregue. Obrigada a todos mais uma vez e em breve mais passatempos.

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Vencedor do Passatempo: O Despertar de Cthulhu, de Lovecraft e François Baranger https://branmorrighan.com/2020/02/vencedor-do-passatempo-o-despertar-de.html https://branmorrighan.com/2020/02/vencedor-do-passatempo-o-despertar-de.html#respond Tue, 18 Feb 2020 19:08:00 +0000

Viva! Cá estamos para anunciar mais um vencedor, desta vez para O Despertar de Cthulhu, de Lovecraft e François Baranger. Este passatempo contou com 559 participações e o vencedor escolhido através do random.org foi:

Daniela Eira , 257

Parabéns Daniela! Tens um mail na tua caixa de correio para responderes com os teus dados para que o livro te possa ser entregue. Obrigada a todos mais uma vez e em breve mais passatempos.

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Opinião: Styxx, de Sherrilyn Kenyon https://branmorrighan.com/2020/01/opiniao-styxx-de-sherrilyn-kenyon.html https://branmorrighan.com/2020/01/opiniao-styxx-de-sherrilyn-kenyon.html#respond Tue, 07 Jan 2020 19:25:00 +0000

Styxx – Parte Um e Parte Dois

Sherrilyn Kenyon

Editora: Edições Saída de Emergência (Chá das Cinco)

Sinopse: Os gémeos Styxx e Acheron tiveram poucos anos de paz antes de serem separados pelas intrigas que os pretendem destruir a ambos. Styxx vive na sombra do irmão, relegado para fora do reino e atormentado pelos deuses que veem nele um perigo para todo o panteão. As traições são constantes. E a lealdade é uma palavra que Styxx não conhece. Quando conhece Bethany, todo o mundo de Styxx se transforma. Escondendo a sua identidade para evitar mais tormentos, Styxx começa a confiar na mulher que revolucionou o seu mundo. Mas, mais uma vez, a sua confiança é abalada com segredos mais dolorosos do que a traição. E quando já não há ninguém em quem confiar e a escuridão ameaça a alma, haverá algum caminho para a redenção?

OPINIÃO: Estava a tentar lembrar-me há quantos anos leio Sherrilyn Kenyon, mas já lhe perdi a conta. E é com grande ânimo que volto a escrever sobre mais um dos seus capítulos na saga Dark Hunters (ou Predadores da Noite, em português). Confesso que os últimos volumes não me entusiasmaram muito, mas com Styxx, e as mais de mil páginas dos dois volumes, foi fácil relembrar-me do porquê de continuar a ler história após história. No entanto, aviso-vos já: Styxx está longe de ser uma leitura fácil e animada. Segundo aviso: amantes de Acheron, preparem-se… No final deste livro conheceremos uma versão (talvez) inesperada do tão amado guerreiro.

Por norma, a receita da autora é bastante simples: vidas difíceis, traumas inimagináveis, um amor que ultrapassa tudo e todos, uma ponta de esperança e a tão aguardada redenção. Paz não é coisa que dure muito tempo, porém em Styxx testemunhamos todo um novo nível de inferno, agonia e vergonha. Acheron e Styxx nasceram como irmãos gémeos, mas as parcas souberam como amaldiçoá-los bem. Ambos são de uma beleza sobrenatural, mas o primeiro tem olhos que o denunciam como pertencendo aos deuses. Styxx, sem esses olhos, acaba por ser o mortal de aspecto sobrenatural que todos desejam, de todas as maneiras possíveis e imaginárias. Como se cada um não tivesse a sua própria cruz para carregar, Styxx foi ainda abençoado com os pensamentos dos que o que lhe rodeiam e de cada vez que Acheron é castigado, ele sente os castigos como se fosse ele mesmo a sofrê-los. Já não bastava ser castigado a torto e a direito só por respirar, nos poucos momentos em que a esperança de paz parece alcançável, chegam-lhe dores impossíveis de superar. Só podem significar uma coisa: Acheron está a ser alvo de violência física. 

Percorrer estas centenas de páginas, dos dois volumes, foi uma autêntica epopeia. A autora foi de uma sensibilidade e de uma brutalidade tão intensas, que tanto fiquei de coração comovido com os irmãos a tentarem dormir no mesmo quarto de pés colados um ao outro, como também tive acessos de náusea com algumas das suas descrições de violações e abusos a todos os níveis. Sherrilyn Kenyon já nos habitou a histórias violentas e sangrentas, mas a narrativa de Styxx parece ter saído do pior dos pesadelos em tantas dimensões… Os sentimentos de isolamento, desespero, solidão, desapego, loucura e insanidade estão presentes ao longo de quase toda a narrativa. Se quem leu Acheron achava que não podia haver evolução mais tortuosa, pois bem, apresento-vos Styxx. Isto causa-me um misto de sentimentos em relação ao livro. Se por um lado admiro a escrita da SK, por outro lado, pela primeira vez, senti que não havia qualquer equilíbrio ou qualquer história de amor que pudesse compensar a brutalidade horrorosa com que Styxx teve que lidar ao longo de milhares de anos. 

A história de amor é bonita e a personagem feminina, Bethany, é uma protagonista forte e empática, mas apesar do caminho de redescoberta que Styxx faz com Bethany, a verdade é que a certa altura eu já só pensava que tudo era injusto e impossível demais para ser verdade. Como é que Styxx ainda prevalecia episódio após episódio de horrores de nos deixarem a ponto de vomitar várias vezes. A segunda parte é ligeiramente mais leve, porém ainda assim tem outro tipo de crueldade. Por exemplo, todos sabemos que Acheron é capaz de visualizar passado/presente/futuro de quase todos menos dos que lhe são próximos. E Acheron tem ajudado dezenas de guerreiros a alcançarem a sua redenção. Seria de esperar que o tipo de postura que ele tem com os outros predadores da noite, em termos de lhes dar uma oportunidade de provarem o seu valor, se estendesse também aos que lhe são próximos. Como o irmão, Styxx, por exemplo. Mas até isto vamos descobrir que não é assim tão simples. 

Resumindo e concluindo: se ainda não leram, preparem-se para o que aí vem. Desculpem algum spoiler involuntário, mas penso que não escrevi nada que coloque em causa a leitura. Quanto muito estou imensamente curiosa por saber o que acham de Styxx, o que acham desta faceta da escritora e, por último, se o Acheron continua a ser o vosso preferido! De qualquer maneira, mesmo após mais de vinte livros da escritora, esta é uma saga que quero continuar a acompanhar e que bate os meus records de números de livros lidos de uma escritora. 

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Passatempo: O Armazém, de Rob Hart https://branmorrighan.com/2019/12/passatempo-o-armazem-de-rob-hart.html https://branmorrighan.com/2019/12/passatempo-o-armazem-de-rob-hart.html#respond Thu, 26 Dec 2019 10:47:00 +0000

Viva!

Mais um fantástico passatempo desta vez com a parceria das Edições Saída de Emergência para o exemplar de O Armazém, de Rob Hart! Para se habilitarem a ganhá-lo basta preencherem correctamente o formulário com as seguintes regras:

– O Passatempo termina às 23h59 do dia 2 de Fevereiro

– Só será aceite uma participação por dia

– Só serão aceites participações de Portugal

– Partilhar o link deste post numa rede social não é obrigatório, mas agradece-se a divulgação

Boa Sorte!

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Passatempo: O Despertar de Cthulhu, de Lovecraft e François Baranger https://branmorrighan.com/2019/12/passatempo-o-despertar-de-cthulhu-de.html https://branmorrighan.com/2019/12/passatempo-o-despertar-de-cthulhu-de.html#respond Wed, 25 Dec 2019 11:24:00 +0000

Viva!

Mais um fantástico passatempo desta vez com a parceria das Edições Saída de Emergência para o exemplar de O Despertar de Cthulhu, de Lovecraft e François Baranger! Para se habilitarem a ganhá-lo basta preencherem correctamente o formulário com as seguintes regras:

– O Passatempo termina às 23h59 do dia 31 de Janeiro

– Só será aceite uma participação por dia

– Só serão aceites participações de Portugal

– Partilhar o link deste post numa rede social não é obrigatório, mas agradece-se a divulgação

Boa Sorte!

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Sugestões de Natal, por João Morales: O Despertar de Cthulhu, de H. P. Lovecraft https://branmorrighan.com/2019/11/sugestoes-de-natal-por-joao-morales-o_29.html https://branmorrighan.com/2019/11/sugestoes-de-natal-por-joao-morales-o_29.html#respond Fri, 29 Nov 2019 16:05:00 +0000

O Despertar de Cthulhu

H. P. Lovecraft (ilustrações de François Baranger)

Saída de Emergência

72 págs

27,70 euros

O ambiente e o estilo remetem imediatamente para o universo do autor: «Se afirmar que a minha imaginação, um pouco extravagante, concebeu imagens simultâneas de um polvo, de um dragão e de uma caricatura humana, não estarei a ser infiel ao espírito do objecto. Uma cabeça carnuda e tentaculada encimava um corpo escamoso e grotesco com asas rudimentares, mas era o aspecto geral, na sua totalidade, que o tornava mais chocante e assustador. Atrás da figura, estava uma vaga sugestão de um fundo arquitectural ciclópico».

Este é um dos contos fundamentais de H. P. Lovecraft, texto seminal na construção de toda a sua iconografia, e demonstração superior da sua capacidade de prender o leitor ao livro, ao mesmo tempo que o suga para o seu interior, obrigando-o a conviver com as horrendas e minuciosas descrições que definem a verosimilhança da escrita de um dos pais da literatura de terror.

Francis Thurston encontra nos documentos herdados do seu tio-avô diversas referências a um culto ancestral que envolve criaturas terríficas, sacrifício, artistas acossados pela loucura após contacto com seres inclassificáveis e uma horda de seguidores de um deus pagão, adormecido e paciente, cuja eclosão poderá estar eminente.

O tom da narrativa é convincente, fornecendo-a pausada e bem articulada, emergindo o leitor num mundo fantasmagórico que ganha espessura a cada voltar de página, explorando a auto-sugestão e a imaginação, dando uso às capacidades literárias e narrativas de Lovecraft. Intenso nas descrições, sem descurar espaço para cada um visionar a sua própria aventura, possuidor de uma cadência ritmada que assegura uma leitura compulsiva e recompensadora.

Esta edição da Saída de Emergência para O Despertar de Cthulhu (conto escrito em 1926 e publicado dois anos depois) apresenta-se num formato de álbum (26,2 cm x 35 cm) com capa dura e eficazes ilustrações da autoria de François Baranger (artista com ampla experiência no mundo do cinema e dos videojogos), autonomizando o conto numa peça de colecção, ideal para os apreciadores deste autor conservarem em grande destaque um dos textos axiais da literatura de horror de todos os tempos.

João Morales

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Vencedor do Passatempo: Styxx – Parte I, de Sherrilyn Kenyon https://branmorrighan.com/2019/11/vencedor-do-passatempo-styxx-parte-i-de.html https://branmorrighan.com/2019/11/vencedor-do-passatempo-styxx-parte-i-de.html#respond Thu, 07 Nov 2019 15:32:00 +0000

Viva! Cá estamos para anunciar mais um vencedor, desta vez para Styxx – Parte I, de Sherrilyn Kenyon. Este passatempo contou com 324 participações e o vencedor escolhido através do random.org foi:

Inês Oliveira , 155

Parabéns Inês! Tens um mail na tua caixa de correio para responderes com os teus dados para que o livro te possa ser entregue. Obrigada a todos mais uma vez e em breve mais passatempos.

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Passatempo: Styxx – Parte I, de Sherrilyn Kenyon https://branmorrighan.com/2019/09/passatempo-styxx-parte-i-de-sherrilyn.html https://branmorrighan.com/2019/09/passatempo-styxx-parte-i-de-sherrilyn.html#respond Fri, 06 Sep 2019 10:03:00 +0000

Viva!

Mais um fantástico passatempo desta vez com a parceria das Edições Saída de Emergência para o exemplar de Styxx – Parte I, de Sherrilyn Kenyon! Para se habilitarem a ganhá-lo basta preencherem correctamente o formulário com as seguintes regras:

– O Passatempo termina às 23h59 do dia 10 de Outubro

– Só será aceite uma participação por dia

– Só serão aceites participações de Portugal

– Partilhar o link deste post numa rede social não é obrigatório, mas agradece-se a divulgação

Boa Sorte!

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Opinião: A Jaula do Rei, de Victoria Aveyard https://branmorrighan.com/2019/09/opiniao-jaula-do-rei-de-victoria-aveyard.html https://branmorrighan.com/2019/09/opiniao-jaula-do-rei-de-victoria-aveyard.html#respond Wed, 04 Sep 2019 10:03:00 +0000

A Jaula do Rei

Victoria Aveyard

Editora: Edições Saída de Emergência

Sinopse: Quando a faísca da rapariga-relâmpago se apaga, quem ilumina o caminho para a rebelião? Mare Barrow foi capturada e está impotente sem o seu poder, vivendo atormentada pelos erros do passado. Ela está à mercê do rapaz por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos da sua mãe, fazendo de tudo para manter o controlo de Norta — e de sua prisioneira. Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante da Pedra Silenciosa, a Guarda Escarlate organiza-se, deixando de agir nas sombras e preparando-se para a guerra. Entre os guerreiros está Cal, o príncipe exilado, que no meio das dúvidas tem apenas uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta. Sangue vermelho e prateado correrá pelas ruas. A guerra está a chegar…

OPINIÃO: Mare, Maven e Cal. Bem, mas que trio mais… desconcertante! Não há maneira de eu me ligar completamente a qualquer um deles. O que não é necessariamente mau. Passo a explicar. A Jaula do Rei é o terceiro livro da série Rainha Vermelha. O primeiro livro surpreendeu-me e foi com enorme avidez que o li. O segundo livro também li com um ritmo bastante grande, porém, confesso, aborreceu-me. Na altura justifiquei: a escrita da autora é bastante boa, mas Mare é um tiro no escuro. A forma como as personagens têm vindo a ser construídas tem tanto de momentos altos como de momentos vazios de significado. 

No início de A Jaula do Rei, eu tinha a esperança que, de alguma maneira, o enredo voltasse a ser vibrante, intrigante e, de preferência, o mais imprevisível possível. As expectativas saíram um pouco ao lado, embora ache que houve uma evolução mais consistente neste volume do que no anterior. Do trio que mencionei inicialmente, Maven tornou-se o protagonista com mais potencial, claramente. Tenho acompanhado algumas discussões online entre #teammaven e #teamcal, mas a forma como Victoria Aveyard tem conduzido a trama não me deixou margens para sentir qualquer compaixão por Cal ou sequer Mare. Portanto, aqui estou eu, #teammaven – não no sentido amoroso, porque o romance em si tem sido um dos pontos mais fracos, mas no sentido que para mim é o mais interessante e promissor. 

Perdoem-me esta divagação, mas esta dualidade permanente – em que simpatizo com o universo criado, mas não simpatizo assim tanto com os protagonistas, em que até acho que existe um enorme potencial, mas não o vejo a ser concretizado – faz-me reflectir sobre quando é que a balança pende para sentirmos que estamos perante uma série que só pode ser ou muito boa ou muito má. No meu caso, vou esperar pelo desfecho para perceber o meu sentimento final. Existem personagens muito boas, que ainda se encontram nas sombras, e que pode ser que tomem comando no que falta da história. 

Resumindo e concluindo: desculpem não falar sobre os desenvolvimentos neste volume, mas dado isto ser uma série, não me faz sentido expor acontecimentos que possam eventualmente causar spoilers a quem ainda não leu os anteriores; vou ler esta série até ao fim porque todas estas alianças e “desalianças” dão-me esperança que o fim possa vir a ser épico, mesmo que não acabe bem. Na verdade, para mim, acho que a única forma de eu ficar impressionada com o final desta trama é com os protagonistas a não terem, necessariamente, um final feliz, mesmo que a sociedade encontre o seu caminho para a paz. Veremos o que acontece! 

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[DESTAQUE] Está Tudo Fodido, de Mark Manson https://branmorrighan.com/2019/06/destaque-esta-tudo-fodido-de-mark-manson.html https://branmorrighan.com/2019/06/destaque-esta-tudo-fodido-de-mark-manson.html#respond Tue, 11 Jun 2019 21:47:00 +0000

Está Tudo F*dido

MARK MANSON

Chancela: Desassossego

Data 1ª Edição: 31/05/2019

ISBN: 9789898892379

Nº de Páginas: 288

Dimensões: [160×230]mm

Encadernação: Capa Mole

LIVRO

Vivemos numa época estranha. Apesar de termos mais liberdade, saúde e riqueza do que em qualquer outra época da história, tudo à nossa volta parece terrivelmente f*dido: aquecimento global, queda de governos, economias em colapso e todos permanentemente ofendidos nas redes sociais. Temos acesso a tecnologia, a educação e a formas de comunicar que os nossos antepassados nem sequer imaginavam, mas ainda assim sentimos uma esmagadora desesperança. Afinal, o que é que se passa connosco?

Com a sua habitual mistura de erudição e humor, Mark Manson desafia-nos a olhar para o mundo com outros olhos. Com base em investigação psicológica e na sabedoria intemporal de filósofos como Platão e Nietzsche, o autor disseca a política e a religião e mostra como as duas se tornaram desconfortavelmente semelhantes. Analisa a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as definições de fé, felicidade, liberdade e até da própria esperança.

Um livro de leitura obrigatória que nem todos merecemos, mas de que todos precisamos.

AUTOR

MARK MANSON cresceu em Austin, no Texas, viveu em Boston e viajou por todo o mundo durante sete anos. É um autor bestseller do The New York Times e escreve sobre uma grande variedade de temas, no âmbito do desenvolvimento pessoal. Para além da sua atividade de bloguer e empreendedor, publica regularmente artigos com a BBC, CNN, Business Insider, Time, entre outros. Vive atualmente em Nova Iorque.

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