Super Bock Super Rock – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:36:00 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Super Bock Super Rock – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 A minha relação com o Super Bock Super Rock (PS: Amanhã vou lá estar) https://branmorrighan.com/2015/07/a-minha-relacao-com-o-super-bock-super.html https://branmorrighan.com/2015/07/a-minha-relacao-com-o-super-bock-super.html#respond Fri, 17 Jul 2015 20:22:00 +0000

Quando eu era miúda tive a maior sorte da vida que, na altura, foi ganhar um bilhete para o SBSR num passatempo da CP, isto vai para 2004. Foi lá que vi os Muse pela primeira vez, foi lá que vibrei que nem uma maluca com os Linkin Park (que na altura para mim eram os maiores, no alto dos meus 15 anos) etc. etc. Também foi no Parque Tejo que vi Tool pela primeira, tal como Alice in Chains, Deftones, Placebo, System of a Down, Prodigy, etc. etc. Três aninhos em que num dia ou outro consegui ir sem que me lembre de pagar grande coisa (os tostões eram mesmo contados), mas onde me perdi toda no meio dos moches – ainda era mais destemida do que agora as costas me permitem ser! 

Depois, uma série de acontecimentos na minha pessoal/desportiva levaram a que ficasse limitada fisicamente e festivais era coisa que nem pensar durante uns bons anos! Voltei então, desta já na cidade do pó, em 2011! Outra vez um passatempo (viva o site da Super Bock!) a ditar o meu regresso aos festivais com Arcade Fire, Portishead, Slash, Elbow, entre tantos outros a deliciarem-me. No ano seguinte voltei (viva o Site da Super Bock x2!) e no outro também. Só no último paguei e foi mais barato, não se pode fazer magia para esticar um orçamento que não existe. Entretanto, acho que se chama crescer, deixei de ter paciência para passatempos, o grupo de amigos com quem o fazia também se foi dispersando e o ano passado já não fui ao SBSR. 

Mas há muita coisa que posso dizer sobre este festival, entre o antes e o depois, e entre as minhas intenções em anos anteriores e no dia que amanhã se avizinha – o único ao qual vou este ano ao SBSR. A maior diferença é que apesar dos meus gostos não terem mudado muito, o meu foco mudou, e de que maneira. E talvez, no fundo, tudo isto faça sentido. O ano passado só fui um dia ao Alive (aquele 12 de Julho para mim era imperdível) e de resto passei no Fusing e em Paredes de Coura. Este último, já devem saber por esta altura, é uma relação de amor eterno e de entusiasmo que não baixa, para além de dias na vila só música portuguesa. Já o Fusing, sendo novidade, tinha uma única razão de ser – a música portuguesa. Entre finais de 2013 e os dias de hoje, descobri todo um novo mundo fascinante de talento nacional. Já “trabalhava” há uns anos com a literatura nacional e decidi virar-me também para a música. E isso traz-me ao cerne da questão – amanhã vou porque uma banda portuguesa me convidou. 

Existe maior sentimento de gratidão e de reconhecimento que este? Apesar do Fusing, NOS Primavera Sound e Paredes de Coura já me terem cedido entrada (isto desde o ano passado), tanto o Alive como o SBSR não me deram – o que respeito. O problema é que quando se tem um doutoramento para fazer, inúmeras questões médicas, entre tantas outras despesas, o investimento é seleccionado, tal como os promotores seleccionam quem acham que merecem ir aos seus festivais. 

E isto causa-me um misto de tristeza e faz-me valorizar cada vez mais a reciprocidade. Este festival foi aquele a que mais edições fui, de todos, apesar de Paredes de Coura estar no bom caminho para o ultrapassar. Passei lá momentos inesquecíveis com grupos de amigos totalmente diferentes. As primeiras três edições com colegas do secundário que só uma é que voltei a ver e a repetir a dose em 2013 – a otária da Joana na foto com o Sapo! love u! – e depois em adulta com colegas da faculdade e outras pessoas já de contextos completamente diferentes. 

As idas à praia, as noites intermináveis, o facto de numa das edições vermos um segurança a invadir uma tenda sem saber de quem era só para descansar, oh eu sei lá! E claro, todos aqueles episódios que obviamente não vou partilhar aqui porque isso já seria partilhar demais. Eheheh. Nem sequer estou a referir o quanto significou para mim e para a minha cultura musical algumas das idas e algumas das bandas que vi e com quem vi. 

Chegada a edição de 2015 algo mudou de forma considerável – eu só queria saber que bandas portuguesas é que iam estar em que dias e em que palcos, abrindo excepção para Florence + The Machine, das poucas bandas internacionais que nunca vi ao vivo e que venero. Aliás, não tenho problema nenhum em admitir isto, todas as acreditações eu peço são para dar destaque, em primeiro lugar, às bandas portuguesas e depois abordar tudo de forma mais leve (afinal sou só uma e só posso estar num local de cada vez), valorizando também o ambiente e a envolvência com o público. 

Não havendo acreditação e não havendo orçamento para um passe, fiquei triste quando me disseram que não me iriam dar a acreditação até porque o palco Antena 3 e o palco Carlsberg têm estado recheados de coisas boas e todas elas nacionais. É então que recebo uma mensagem que me deixou de peito cheio e grata, grata, grata. Não é só pelo convite, mas também porque nunca vi a banda ao vivo e andava cheia de curiosidade! Mais, coincidência das boas, é no dia da minha “Florência”, ou seja, o meu dia ficou tão infinitamente melhor! Cereja no topo do bolo é que já entrevistei todos os artistas portugueses que vão estar no palco Antena 3 (são todos uns amores!) e também já estive à conversa com os Throes and the Shine que irão actuar no palco Carlsberg. 

É verdade, mesmo no meio das coisas menos boas, existem aquelas que me fazem esquecer tudo o que não é positivo. Há pequenas acções que valem muito mais do que até quem as faz tem noção. Por isso, publicamente, muito muito muito obrigada! Já tenho o meu percurso mais ou menos montado, espero que dê para ver tudo o que quero, mas parece-me que sim! 

Em relação às acreditações, eu hei-de escrever um post sobre isso. Não porque me sinta injustiçada, nada a ver com isso, mas porque acho relevante que se perceba a postura de quem pede uma, no meu caso o que penso que poderia ser a reciprocidade entre alguns meios de virtuais e promotoras. Mas eu não percebo nada disto. Só tenho um blogue onde gosto de falar do que me apetece e de mimar os nossos músicos que, conhecendo, acho mais talentosos! Não me posso queixar, também eu tenho sido mimada quanto baste por eles.

Quem for amanhã pode deixar comentário ou mensagem no facebook e encontramo-nos por lá! 

Abreijos! 

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21º Super Bock Super Rock no Parque das Nações e com Florence and The Machine https://branmorrighan.com/2014/12/21-super-bock-super-rock-no-parque-das.html https://branmorrighan.com/2014/12/21-super-bock-super-rock-no-parque-das.html#respond Wed, 03 Dec 2014 12:25:00 +0000

Se muita gente se queixava do pó do Meco, agora queixam-se da centralidade e da perda da mística do Super Bock Super Rock. É impossível agradar a gregos e troianos, mas aqui fica a grande novidade desta nova edição do SBSR – os palcos serão no Parque das Nações e no facebook do festival as imagens já começaram a ser desvendadas: https://www.facebook.com/sbsr

Lembro-me que o meu primeiro SBSR há mais de 10 anos atrás, foi precisamente no Parque das Nações, embora noutro local, quase em Sacavém. Os cartazes foram memoráveis nesses anos e só posso esperar que este regresso possa trazer com ele essa mesma enormidade. A primeira confirmação já é pública e são os grandes Florence and The Machine, com a nossa Florence Welch a voltar a Portugal. 

Deixo-vos com a informação oficial: 

A banda de Florence Welch aterra em Lisboa, no dia 18 de Julho – um nome já conhecido por milhares e milhares de fãs em Portugal (e arredores), prometendo uma familiaridade imediata com os presentes, amigos e conhecidos.

Falamos de uma banda indie que rapidamente alcançou êxito suficiente para vender massivamente e correr as playlists festivaleiras… Sem falsa modéstia, as músicas dos Florence and the Machine são poderosas, vivas de cor e multifacetadas – remexendo em géneros como o soul, o rock e o pop electrónico dançável. A sintonia é perfeita: dos cabelos fogosos de Florence que se afinam com os tons encarnados dos nossos 20 anos, à voz calorosa e irradiante que abençoará a nova casa do Super Bock Super Rock, Lisboa.

Sumptuosa de registo, a voz e o jeito interpretativo de Florence Welch são os protagonistas de todas as canções dos LPs até agora editados: “Lungs” (2009) e “Ceremonials” (2011). Menção para os troféus arrecadados pela banda: vencedores de um Brit Award e nomeados para vários Grammys, os Florence and the Machine são imbatíveis ao vivo, servindo de mote para a celebração de 20 anos do primeiro festival de Verão nacional.

Preparemo-nos para a primeira “flor” londrina a brotar no renovado, e mais iluminado, Super Bock Super Rock da história. A Super “máquina” festivaleira está prestes a arrancar.

Site oficial: www.florenceandthemachine.net

Facebook: www.facebook.com/florenceandthemachine 

Youtube: https://www.youtube.com/user/FlorenceMachineVEVO

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Cat Power a 18 de Junho no 20º Super Bock Super Rock https://branmorrighan.com/2014/05/cat-power-18-de-junho-no-20-super-bock.html https://branmorrighan.com/2014/05/cat-power-18-de-junho-no-20-super-bock.html#respond Fri, 16 May 2014 10:32:00 +0000

17, 18, 19 de Julho, Herdade do Cabeço da Flauta 

Junto à Praia do Meco, Sesimbra 

www.superbocksuperrock.pt | facebook.com/sbsr 

E à 20ª edição, o Super Bock Super Rock não poderia deixar de surpreender. Aos nomes já anunciados, junta-se um gigante, icónico e inefável do universo indie: Cat Power. 

A vida de Chan Marshall pode ser rica de volatilidades, viva de tempestades e de momentos limite. No entanto, o génio musical e criativo nunca esmoreceu. Apesar das dificuldades pessoais Cat Power surpreendeu – ou melhor, arrebatou! – sempre, como autora e intérprete. Dos tempos dos idos 90, onde em Nova Iorque criou, compôs e produziu os seus primeiros discos – com a preciosa ajuda de gente como Steve Shelley (Sonic Youth) e Tim Foljahn (Two Dollar Guitar) -, aos voos grandiosos pela Matador Records, de onde jorraram discos como “Moon Pix” ou “You Are Free”, Marshall provou ser rara, com um jeito muito pessoal. Até “The Greatest”, épico registo quase soul de 2006, as canções de Cat Power exploraram a melancolia tendo como base o género folk, aqui e ali com componentes da pop independente. 

Em 2012, depois de 6 anos sem editar um disco exclusivamente de originais, voltou com “Sun”. O título diz muito e é revelador de uma renovada esperança artística. A estética que incorpora a obra é temperada por electrónica (com pop dentro) e por sons de galáxias distantes das das primeiras obras. Cat Power tem encantado o mundo e os melhores palcos com “Sun”. Chegou a vez de Portugal, e o Super Bock Super Rock é o festival que se honra de receber e oferecer a todos os apaixonados da melhor música alternativa, uma das mais brilhantes artistas do mercado musical alternativo: Cat Power. 

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Cults, C2C e Dead Combo no 20º Super Bock Super Rock https://branmorrighan.com/2014/05/cults-c2c-e-dead-combo-no-20-super-bock.html https://branmorrighan.com/2014/05/cults-c2c-e-dead-combo-no-20-super-bock.html#respond Wed, 07 May 2014 08:39:00 +0000

O cartaz do 20º Super Bock Super Rock cresce a olhos visto e recentemente confirmaram-se 3 novos nomes que tocam géneros diferentes, mas sempre com o selo inegável de qualidade que é marca indelével do Festival: Cults, C2C e Dead Combo.

De Nova Iorque, Cults. O muito jovem par constituído por Brian Oblivion e Madeline Follin, tem dois discos no seu reportório e ocupa, com apenas 4 anos de carreira, um lugar sólido como uma das melhores bandas indie-pop da actualidade. Vão estar na Herdade do Cabeço da Flauta no dia 18 de Julho.

Os 4 franceses Pfel, 20Syl, Atom e Greem fazem dos C2C (também conhecidos por Coups2Cross), um dos melhores colectivos ao vivo da Europa. Entre discos girados num rodopio infernal, beats electro e ritmos hip-hop, os de Nantes vão incendiar o Meco de celebração e frenesim a cada uma das suas performances, no último dia do Festival, 19 de Julho.

Também no dia 19, Dead Combo, a dupla constituída por Tó Trips e Pedro Gonçalves, vem ao Super Bock Super Rock com o novíssimo a “A Bunch of Meninos”, o elogiadíssimo quinto álbum de originais da dupla que se formou há uma década. Os Dead Combo são sinónimo de mestria e incomparabilidade. Donos de um som singular, feito de guitarras e baixos enlaçados imaculadamente, exploram os sons do rock e dos blues, com muito Portugal dentro, e que se traduz numa música com identidade e personalidade de uma dupla reconhecida e amada, em Portugal mas já também além-fronteiras.

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20º Super Bock Super Rock – Nova confirmação: The Kills a 19 Julho https://branmorrighan.com/2014/05/20-super-bock-super-rock-nova.html https://branmorrighan.com/2014/05/20-super-bock-super-rock-nova.html#respond Sun, 04 May 2014 11:49:00 +0000

Há uns dias foi confirmado para o dia 19 de Julho da 20ª edição do Super Bock Super Rock carrega em si os melhores ingredientes do rock ‘n’ roll dos nossos dias: os The Kills vêm juntar-se num dia de puro rock aos já anunciados Kasabian, Foals, Albert Hammond Jr e SKATERS.

Dupla constituída por Alison Mosshart e Jamie Hince, fazem do género mais amante das guitarras arte maior, revelando um talento incrível para a composição de temas que arrebatam a crítica e o público, de disco em disco. Do imediatismo garage punk dos dois primeiros discos, conseguiram com os últimos “Midnight Boom” (2008) e “Blood Pressures” (2011), acrescentar ao seu reportório faixas cheias de rock melodioso, forte, temperado de blues e de uma melodia prodigiosa estruturada, como é habitual, com os elementos percussivos que lhe são marca. Nas letras, sempre inundadas de carga sensual, há também espaço para relações menos libidinosas e mundividências particulares dos dois. Em estúdio são, de registo para registo, cada vez mais ponderados e reflectidos na ciência de compor.

Ao vivo, a história tem elevado os The Kills ao patamar dos melhores: em palco, há poucos como eles.

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Eddie Vedder no 20º Super Bock Super Rock https://branmorrighan.com/2014/03/eddie-vedder-no-20-super-bock-super-rock.html https://branmorrighan.com/2014/03/eddie-vedder-no-20-super-bock-super-rock.html#respond Mon, 24 Mar 2014 10:48:00 +0000

O músico que agora se confirma para a 20ª edição do Super Bock Super Rock, tem elevado os sons do Rock ‘n’ Roll aos lugares mais altos do nosso céu, transformando-se num ícone de muitas gerações: Eddie Vedder.

Ao serviço dos Pearl Jam há 24 anos, Eddie Vedder é um dos mais incríveis músicos de palco que a história musical contemporânea já conheceu. A sua carreira a solo revela o seu lado autoral, e tem sido marcada por raras, mas elogiosas edições. Nome forte em várias bandas sonoras, venceu em 2007 o Globo de Ouro para a Melhor Canção Original, “Guaranteed”, um dos temas do trabalho que compôs para o filme de Sean Penn, “Into the Wild”. Em 2011 lançou “Ukelele Songs”, aclamado registo de originais, nomeado para um Grammy.

Nas raras e sempre mágicas actuações ao vivo a solo, interpretando o seu repertório e presenteando o público com interpretações de temas emblemáticos da sua banda, o seu enorme carisma enche os maiores palcos e hipnotiza as multidões.

Eddie Vedder, amante do sol, do nosso mar e dos portugueses, não se dispensa de participar na festa de 20 edições do Super Bock Super Rock. Vai tocar no dia 18 de Julho, num cenário onde o sol, o mar e milhares de fãs se cruzam, prontos a recebê-lo de braços abertos.

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Kasabian a 19 de Julho no Super Bock Super Rock https://branmorrighan.com/2014/03/kasabian-19-de-julho-no-super-bock.html https://branmorrighan.com/2014/03/kasabian-19-de-julho-no-super-bock.html#respond Wed, 12 Mar 2014 15:01:00 +0000

20º Super Bock Super Rock 

17, 18, 19 de Julho, Herdade do Cabeço da Flauta 

Junto à Praia do Meco, Sesimbra 

www.superbocksuperrock.pt | facebook.com/sbsr 

O rock ‘n’ roll tem o seu lugar preferido no Super Bock Super Rock. Para a 20ª Edição, confirma-se mais um nome que tem como cartão-de-visita a incrível e explosiva capacidade de oferecer enormes concertos ao vivo: Kasabian. 

Estrearam-se em 2004 e, para celebrar o facto, o grupo de Leicester prepara para Junho a edição do seu quinto álbum de originais. O Palco Super Bock terá o privilégio de receber no dia 19 de Julho, as primeiras canções do registo mais recente a lançar em 2014. As expectativas são enormes, porque dos Kasabian podemos esperar o melhor indie-rock britânico, feito de arranjos precisos de electrónica mas, sobretudo, de riffs frementes e incontidos de guitarras, embaladas por ritmos que regulam, inevitavelmente, os movimentos dos corpos de quem assiste. Donos de imensos prémios – NME Awards, Brits, entre outros -, a sua qualidade como banda ao vivo é inegável e, sem exageros, nunca desiludem. Rock, sem vergonhas e para dançar, é a eterna e cumprida jura dos Kasabian. 

Já confirmados

Dia 17 – Massive Attack, Disclosure, Tame Impala, Metronomy, Jake Bugg, Panda 

Bear, Erlend Øye, Vintage Trouble, The Cat Empire 

Dia 18 – The Legendary Tigerman, Woodkid 

Dia 19 – Kasabian, Foals, Albert Hammond Jr., SKATERS

Kasabian

Nasceram em 1997, em Leicester, Inglaterra, mas os Kasabian só se estrearam em 2004, com disco homónimo. Daí para cá, o quarteto constituído por Tom Meighan, Sergio Pizzorno, Chris Edwards e Ian Matthews, tem galgado num jeito veloz as preferências de muitos dos que apreciam os acordes feitos daquela pop tão britânica que nomes como os Oasis e Stone Roses souberam elevar, com rock pujante dentro, ao jeito dos Primal Scream. Com 4 discos em carteira (Kasabian – 2004 -, Empire -2006 -, West Ryder Pauper Lunatic Asylum – 2009 -, Velociraptor! – 2011), os Kasabian enchem estádios, arrebatam plateias, disparando riffs enlaçados em subtilezas electrónicas numa energia louca que mexe com os sentidos. As grandes canções dos Kasabian e a sua qualidade como banda ao vivo fizeram com que, ao longo dos anos que levam de carreira, vencessem alguns NME Awards, Brits, entre outros. Têm disco novo para lançar em Junho, bem a tempo de desfilar no Super Bock Super Rock.

Site: www.kasabian.co.uk/gb/home

Facebook: www.facebook.com/kasabian?fref=ts

Vídeos: Fire – http://www.youtube.com/watch?v=agVpq_XXRmU 

Vídeos: Underdog – http://www.youtube.com/watch?v=Gw09tAcNB0Q

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Mais uma confirmação fantástica! Sem dúvida que este ano o Super Bock Super Rock está a ficar muito requintado!

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Erlend Øye, Panda Bear, SKATERS e Vintage Trouble no 20º Super Bock Super Rock https://branmorrighan.com/2014/03/erlend-ye-panda-bear-skaters-e-vintage.html https://branmorrighan.com/2014/03/erlend-ye-panda-bear-skaters-e-vintage.html#respond Sat, 08 Mar 2014 11:53:00 +0000

Durante esta semana foram anunciadas quatro confirmações. Panda Bear, que estará no Musicbox, em djset, no dia 29 de Março (para quem tiver curiosidade). Erlend Øye, que esteve recentemente no Mexefest e é já uma cara conhecida dos portugueses. Skaters, que têm apenas dois anos de existência e lançam agora o seu primeiro álbum “Manhattan”. Também os Vintage Trouble, que vêm pela primeira vez a Portugal e prometem abanar o palco com o seu rock. 

O festival decorre nos dias 18, 19 e 20 de Julho no Meco.

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Tame Impala, Woodkid e The Legendary Tigerman no Super Bock Super Rock 2014 https://branmorrighan.com/2014/02/tame-impala-woodkid-e-legendary.html https://branmorrighan.com/2014/02/tame-impala-woodkid-e-legendary.html#respond Thu, 20 Feb 2014 11:17:00 +0000

São bandas já experientes em palcos portugueses, mas que nunca são demais rever. Tame Impala esteve em 2013 no Optimus Alive, The Legendary Tigerman é já um clássico e Woodkid esteve recentemente no Vodafone Mexefest. 

Um cartaz que está a ficar composto e bem composto. 

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Confirmações para o 20º Super Bock Super Rock https://branmorrighan.com/2014/02/confirmacoes-para-o-20-super-bock-super.html https://branmorrighan.com/2014/02/confirmacoes-para-o-20-super-bock-super.html#respond Mon, 10 Feb 2014 22:10:00 +0000

Na agenda os dias já estão marcados e são eles os dias 18, 19 e 20 de Julho. As primeiras confirmações foram as da primeira imagem e hoje as da segunda. Não tenho queixa nenhuma a fazer, pelo contrário, e só espero que as condições sejam, no mínimo, as do ano passado. Claro que agradecemos sempre condições melhores!

Disclosure e Metronomy já são bandas que acabam por vir a Portugal todos os anos, em festivais diferentes, e também Foals esteve no Coliseu há relativamente pouco tempo para um grande concerto. Vamos esperar pelas próximas confirmações. Quem é que vocês gostavam que fosse? 

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