Tales and Melodies – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:34:46 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Tales and Melodies – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [DESTAQUE] HOJE – Um ao Molhe, no Bartô, com Tales and Melodies, Mahogany e John Curllin https://branmorrighan.com/2015/04/destaque-hoje-um-ao-molhe-no-barto-com.html https://branmorrighan.com/2015/04/destaque-hoje-um-ao-molhe-no-barto-com.html#respond Sat, 11 Apr 2015 11:01:00 +0000

O festival itinerante Um ao Molhe continua a viajar pelo país e hoje voltam a Lisboa, ao Bartô do Chapitô! Vamos ter John Curllin e os já nossos conhecidos Mahogany e Tales and Melodies. Os concertos começam pelas 22h é aparecerem e fazerem a festa! 

Sobre Tales and Melodies:

http://www.branmorrighan.com/search/label/Tales%20and%20Melodies

Sobre Mahoganyhttp://www.branmorrighan.com/search/label/Mahogany

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[6 Anos Blogue Morrighan] Festa de Aniversário no Maus Hábitos (PORTO) – Cartaz Oficial por João Pedro Fonseca https://branmorrighan.com/2015/02/6-anos-blogue-morrighan-festa-de.html https://branmorrighan.com/2015/02/6-anos-blogue-morrighan-festa-de.html#respond Mon, 02 Feb 2015 21:47:00 +0000 Cartaz por João Pedro Fonseca

Depois de um Musicbox Lisboa que encheu para ver e aplaudir Twisted Freak, azul-revolto e The Allstar Project, eis que chega a vez do blogue BranMorrighan avançar para norte com outros projectos! Porque não é só em Lisboa que acontecem as coisas giras, e porque aqui a blogger tem uma forte costela nortenha, eis que a comemoração destes 6 Anos chega também ao Porto! 

Quem nos recebe é o já mítico Maus Hábitos – Espaço de intervenção Cultural, e no cardápio vamos ter mais projectos que marcaram o primeiro ano do blogue na cena musical e que merecem ser ouvidos e vistos. No alinhamento da noite começaremos com o tio mais famoso de Portugal, Tio Rex, com a sua guitarra vibrante a apresentar o seu “5 Monstros”; seguimos para o rock português de O Abominável, grupo portuense cheio de garra que lançou recentemente o seu primeiro LP “Enteléquia”; Tales and Melodies, de guitarra pujante e vozes sonantes, é quem continua com o espectáculo a apresentar o seu primeiro trabalho “There’s Always Something Related to It”; por fim temos Les Crazy Coconuts, jovem banda de Leiria, 2º Lugar na última edição do Festival Termómetro, que nos traz uma mistura de rock’n’roll com electrónica, tendo o sapateado um lugar de destaque e de requinte na performance ao vivo. 

Alinhamento (4€)

22h30 . Tio Rex

23h30 . O Abominável

00h30 . Tales and Melodies

01h30 . Les Crazy Coconuts

Marquem já na agenda! Mais informações, aqui: https://www.facebook.com/events/344825079036952/?ref=3&ref_newsfeed_story_type=regular !

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[Playlist da Quinzena] 16 a 31 de Janeiro de 2015 – As Escolhas de José Santos (Tales and Melodies) https://branmorrighan.com/2015/01/playlist-da-quinzena-16-31-de-janeiro-4.html https://branmorrighan.com/2015/01/playlist-da-quinzena-16-31-de-janeiro-4.html#respond Fri, 16 Jan 2015 09:00:00 +0000

Esta playlist apresenta músicas de bandas que foram importantes na criação do conceito de Tales and Melodies, no entanto, existem outras músicas/álbuns/bandas que pesaram, e continuam a pesar, tanto ou mais do que os exemplos apresentados. A escolha foi feita com base na sonoridade e na simplicidade estrutural. Considerei como fio condutor a atitude que as músicas transparecem. Uma coisa é certa sobre todas… São músicas que me deixam do avesso… no bom sentido, obviamente.

1.Little Room – The White Stripes

2.End Of The World – Deap Vally

3.The Difference Beteween us – The Dead Weather

4.To Bring you my Love – Pj Harvey

5.My Stomach Is The Most Violent Of All Of Italy – Legendary Tiger Man

6.U R A Fever – The Kills

7.Cold Light – Yeah Yeah Yeahs

8.Andy you’re a Star – The Killers

9.Broken Boy Soldier – The Raconteurs

José Santos é músico e é o mentor do projecto Tales and Melodies. Recentemente lançaram o seu primeiro EP oficial – There’s Always Something Related to It – e andam agora a apresentá-lo pelo país. Esta segunda quinzena de Janeiro fica marcada pela sua Playlist que se destaca pela escolha de músicas fortes e de outras bandas carismáticas. O rock é uma constante, mas as várias expressões do mesmo levam-nos à resposta de quais poderiam ser as influências de Tales and Melodies. É que eu já sei que os músicos gostam pouco que isso lhes seja perguntado, ou pelo menos nunca têm bem uma resposta, e por isso esta Playlist serve de complemento à entrevista ontem publicada e que podem ler aqui: http://www.branmorrighan.com/2015/01/entrevista-jose-santos-tales-and.html

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Entrevista a José Santos (Tales and Melodies), Músico Português https://branmorrighan.com/2015/01/entrevista-jose-santos-tales-and.html https://branmorrighan.com/2015/01/entrevista-jose-santos-tales-and.html#comments Thu, 15 Jan 2015 15:28:00 +0000 A distância é tramada, mas é para isso que a internet também serve, para a tentar encurtar. Ainda tentámos algumas vezes conciliar viagens e voltas para fazer a entrevista em pessoa, mas eu queria mesmo publicá-la este mês e por isso aqui fica o resultado de alguma interacção virtual. José Santos é o mentor do projecto Tales and Melodies que já foi falado aqui no blogue, inclusive no Queres é (a) Letra! Editou recentemente, pela ZirgurArtists o disco There’s Always Something Related to It, que para mim foi um dos melhores EPs de 2014, trazendo um trabalho conceptual, intenso e cru. No final da entrevista, deixo-vos o player e links das páginas para os poderem seguir de perto! Amanhã, temos nova Playlista da Quinzena, precisamente do José Santos! O meu muito obrigada 🙂

Esta entrevista é a propósito de Tales and Melodies (TAM), mas antes de pegares na guitarra já dançavas com o baixo noutros projectos musicais. Fala-nos desse teu percurso antes de surgir Tales and Melodies.

Olá Sofia, antes de mais, deixa-me agradecer-te esta oportunidade e todo o apoio que tens demonstrado à música nacional, inclusive, no que me é mais próximo, apoio à ZigurArtits e ao projecto Tales and Melodies.

Bem, no fundo, isto de ser músico já cá está há muitos anos. A guitarra com que hoje toco foi-me oferecida pelo meu pai quando tinha cerca 14 anos, tive quatro aulas de música, em formato banda, nas quais aprendi a tocar a “Zombie” dos Cranberries. Logo aí fitei o som do baixo e aprendi também a tocar a malha. Mas era guitarrista! Depois disso o professor não apareceu mais e fiquei abandonado à sorte de quem vivia num mundo em que era difícil conheceres algo diferente daquilo que a rádio e tv ofereciam. 

Mais tarde juntei-me com uma malta que precisava de um baixista para uma banda Punk. Pedi um baixo emprestado a um amigo, começámos a ensaiar e arranjámos alguns concertos pela zona. O tempo foi passando e conheci a malta de Lamego, Pina, Manel e Afonso. Integrei a formação que inicialmente se chamava Purge mas que passou a 1327p4e com a entrada do Sérgio. Sai Manel entra Lobão, entretanto estamos em 2009, sai o Sérgio, o nome é ManInFeast e editamos um EP. Foi uma coisa que sempre vi como sonho… Concretizou-se! 

Já agora, o que é que te fascinou mais na guitarra, ou no baixo, para optares por fazer música através dos mesmos?

Agora que me fazes pensar nisso, acho que, quando comecei a tocar, via as coisas deste prisma: música – guitarra. Penso que não escolhi, é como se já estivesse dentro de mim. O baixo acabou por surgir pela necessidade e por muita vontade de querer ter uma banda. Sou no fundo um wannabe! hahaha

O que é que te fez criar TAM? 

Cerca de um ano depois de ter saído de MIF encontrei-me com este pensamento: “A fazer alguma coisa na música, é esta a altura! Ou agora, ou vou cismar que podia ter feito algo para o resto da vida”.

Começo a idealizar umas coisas, comprei algum material e comecei a compor cenas novas. Sempre tive a ideia de criar um projecto a solo. Havia coisas que não conseguia demonstrar em banda e que sentia necessidade de as expressar. Mostrei as coisas ao pessoal da Zigur, sempre muito em rascunho (sou sempre assim), eles mostraram-se motivados e acreditaram no meu projecto, o que me fez aceitar a primeira oportunidade de concerto. Daí para a frente foi rockar sempre que possível.

O primeiro registo que temos deste projecto data do TRC Jam Club em 2012 e é precisamente a gravação de três temas lá tocados. Não é muito comum o primeiro trabalho ser algo ao vivo, porquê esse adiantamento? 

Quando comecei TAM eu tinha um plano: “Sinto coisas, quero exprimi-las e quero começar já porque amanhã pode ser tarde”. Gravar o primeiro concerto permitiu-me uma promo para poder agendar outros concertos, e no fundo foi um pouco isso.  

A promessa era de que um disco de estúdio estaria cá fora no primeiro semestre de 2013, mas foi no segundo de 2014 que tivémos acesso a There’s Always Something Related to It. O que é que provocou este atraso? 

Passou assim tanto tempo? Hehe. A sério, isto tem uma explicação…

Depois de começar a dar uns concertos continuei a compor com o propósito de editar um álbum. Durante o decorrer desse mesmo período de tempo, fui afinando pormenores sobre a identidade conceptual do projecto e acabei por perceber que o álbum teria de ficar em standby. Daí ao EP foi um passo pequeno. No fundo isto resume-se à diferença na abordagem às músicas e à consequente sonoridade. 

São quatro músicas que representam “mais um reflexo da única condição que é comum a todos nós: a humana.” Na tua óptica, enquanto compositor deste disco, este é um trabalho conceptual? O que é que pretendes mostrar não só com a sonoridade forte como também com as letras? 

Sim, considero que este é um disco conceptual, na medida em que, não se esgota na sonoridade ou nas palavras. Nenhuma das letras pretende contar uma história que se encerra em si. O que pretendo quando componho é que o ouvinte faça parte da música. Desde que me lembro, a música representa, para mim, um caminho para o auto-conhecimento, essencialmente a que ouço. Talvez seja demasiado pretensioso mas, no fundo, o que pretendo é que o ouvinte se relacione com música numa relação de reciprocidade, na qual ambos têm um papel importante na descoberta. O ouvinte deve descobrir a música descobrindo-se a si próprio. Acho que é isso…

Ao contrário da amostra anterior, neste disco optaste por inserir uma voz feminina que acaba por trazer também um contraste bastante sensual, até provocador, às músicas de T&M. Foi mesmo essa a intenção? Teres um trabalho que acaba por despir quem houve de qualquer tipo de pudor? 

Sim. Toda a temática do EP se direcciona para momentos de relações entre pessoas, mesmo na “There’s a Way Back Home”, onde as coisas parecem simples, está implícita uma relação. O “voltar” pressupõe na sua essência uma relação. A voz da Erica vem permitir que se enriqueça o imaginário em volta desses momentos. Acho que cumpre bastante bem esse propósito, não só na “Weather and Pleasure”, mas também na Ode to The Moon, na qual participa o Guilhermino Martins. Juntamo-nos para cantar em coro o amor pelo inalcançável!  

Para além da versão digital, quem quiser pode retroceder uns bons 20 anos no tempo e obter uma K7 com as mesmas músicas. Estou curiosa, porquê voltar às cassetes e não fazer um CD? 

A era da música digital alterou isto tudo. Ainda cheguei a encomendar cassetes de cenas portuguesas através da Zine da Rastilho e as capas eram tão importantes quanto as músicas. Agora parece que isso não tem valor nenhum, mas vai voltar a ter… Não tem a ver com modas e cenas hipster. Tem a ver com a forma de sentires as coisas. A net está ali ao lado, mas a net só nos mostra parte da obra. Apreciar música não se resume a clicar no play. Acredito que, mais tarde ou mais cedo, as pessoas se voltem a aperceber disso. Hoje em dia toda a gente é culta e toda a gente sabe de tudo porque o Google está sempre ali ao lado, mas na verdade, creio que muito pouca gente sabe de si. Quando a tendência for o inverso, a obra volta a interessar como um todo. A cassete surge porque era a melhor forma de eu comunicar esta minha ideia e de tentar lembrar o pessoal do que é ouvir música. Dá trabalho, requer tempo, requer condições. A cassete obriga a sair do computador para carregar play. É uma espécie de dificuldade a superar para se receber o prémio! Tales and Melodies não é música “muzak”.

Nunca assisti a nenhum concerto, embora isso vá mudar brevemente, mas estou curiosa: para quem pondera ir a um concerto vosso, o que é que lhes podes dizer que os convença, mesmo que não vos conheçam, a estar presente? 

Simples. O concerto de Tales and Melodies geralmente conta com o seguinte: malhas agressivas, momentos de introspecção, histórias cantadas, sapateado (eu a alterar os loops na pedaleira) e boa disposição. Por vezes surge a oportunidade de ter alguns amigos a tocar comigo e isso é sempre uma surpresa, tanto para mim, como para o público. 

Quanto a perguntas mais soft: sei que não vives da música e que o teu tempo nem sempre abunda, mas tens algum hobbie fora o trabalho e a música? 

Sou, acima de tudo, um gajo curioso. Gosto de fazer muitas coisas, ou de, pelo menos, tentar entender como se fazem. Isso limita o meu nível de comprometimento com tudo. Adoro animação 2d, desenhar, escrever, fotografia, design. Tenho alguns projectos em cada uma destas áreas, mas anda tudo muito devagarinho!  

Pensas em vir viver da música um dia? Como é que olhas para esse lado da tua vida? 

Penso que não. Não iria conseguir viver com a minha inquietude. A música tem um papel importantíssimo na minha vida, mas não consigo pensar em deixar de parte a arquitectura. Se calhar estou enganado e, a certo ponto, uma vontade será maior do que a outra…Mas por enquanto penso que não será.

E num futuro próximo, o que é que nos espera do projecto? 

Num futuro próximo podem contar com os concertos que já estão agendados e com mais alguns que se estão a agendar. Entretanto há-de surgir por aí um álbum. Não me atrevo a dizer datas para não voltar a falhar! 

Mais sobre Tales and Melodies no Morrighan:

http://www.branmorrighan.com/search/label/Tales%20and%20Melodies

Página de Facebook: 

https://www.facebook.com/TalesandMelodies

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[Queres é (a) Letra!] Especial Exclusivo – Tales and Melodies – There’s Always Something Related to It – There’s a Way Back Home https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales_28.html https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales_28.html#respond Fri, 28 Nov 2014 11:09:00 +0000

Esta é, provavelmente, a música mais melancólica e mais intimista do EP There’s Always Something Related to It dos Tales and Melodies. É com There’s a Way Back Home que termino esta sessão de Queres é (a) Letra! e, apesar de haver um caminho de volta a casa, já tenho estou com saudades deste processo de descoberta. Esta letra, em particular, acaba por ser um encerrar de uma narrativa intensa, pessoal, que no meio da obscuridade acaba por passar um sentido de esperança. Amores e desamores, paixões e ódios, lutas interiores e a busca por uma identidade, são estas as emoções que este EP me foi passando ao longo de cada música. Mas foi o rock, esse rock cru e até meio noir que mais me seduziu. Muito bom. 

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[Queres é (a) Letra!] Especial Exclusivo – Tales and Melodies – There’s Always Something Related to It – Ode to the Moon https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales_27.html https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales_27.html#respond Thu, 27 Nov 2014 09:56:00 +0000

Ode to the Moon, é a terceira faixa do disco There’s Always Something Related to It e a protagonista deste Queres é (a) Letra! Num registo mais compassado, estamos perante uma música que nos apresenta um contraste entre o dia e a noite e as várias interpretações que podemos tirar dali. Cada música é mesmo uma história e a beleza deste disco acaba por estar não só nas melodias cruas e sedutoras, mas também na imagética que acaba por projectar.

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[Queres é (a) Letra!] Especial Exclusivo – Tales and Melodies – There’s Always Something Related to It – Weather and Pleasure https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales_26.html https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales_26.html#respond Wed, 26 Nov 2014 10:43:00 +0000

Voltamos para mais um Queres é (a) Letra! do disco There’s Always Something Related to It com a faixa Weather and Pleasure. Este foi o primeiro single, digamos assim, com lançamento do vídeo que podem assistir no fim do post. É uma música bastante forte, com uma lírica intensa e de um passivo-agressivo que nos remete para os desejos contidos, as palavras não ditas, as atitudes por tomar.O confronto entre as vozes do José e da Erica tem uma carga sensual e sexual que, juntamente com a guitarra suja, confere à música uma forma de expressão libertadora dos fantasmas e correntes que habitam a mente. Estamos perante um duo que, definitivamente, vale a pena ver e ouvir.

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[Queres é (a) Letra!] Especial Exclusivo – Tales and Melodies – There’s Always Something Related to It – Hide From The Light https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales.html https://branmorrighan.com/2014/11/queres-e-letra-especial-exclusivo-tales.html#respond Tue, 25 Nov 2014 08:21:00 +0000

Hoje começamos mais um Queres é (a) Letra!, desta vez com os Tales and Melodies que editaram recentemente o disco There’s Always Something Related to It pela ZigurArtists. Com artwork do nosso já conhecido João Pedro Fonseca e colaboração da Erica Ferreira na voz, este trabalho contém quatro músicas e pode ser obtido tanto digitalmente – http://zigurartists.bandcamp.com/album/theres-always-something-related-to-it – como através de uma tradicional cassette – saber tudo aqui: https://www.facebook.com/TalesandMelodies

«Histórias contadas em cima de uma guitarra rock que expressam pensamentos com o intuito de fazer pensar e sentir.», é com este resumo que José Santos apresenta o seu trabalho e basta ouvi-lo por uma vez para perceber que faz jus à sua palavra. A distorção na guitarra, a postura sem filtros e a exalar crueza, dão uma animosidade à música que eleva os instintos primitivos de quem ouve cada uma das músicas. Estamos perante um Retro Rock saudosista, que a cada canção nos conta uma história, uma reflexão, do seu autor. É a natureza humana em formato musical, bela na sua composição, agressiva na sua concretização.

Fiquemos com o primeiro tema – Hide From The Light! 

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[DESTAQUE] Novembro começa mais bonito com Tales and Melodies – There’s Always Something Related To It https://branmorrighan.com/2014/11/destaque-novembro-comeca-mais-bonito.html https://branmorrighan.com/2014/11/destaque-novembro-comeca-mais-bonito.html#respond Mon, 03 Nov 2014 19:07:00 +0000

Artista: Tales and Melodies

Título:  There’s Always Something   Related to It

Género: Rock/Experimental

Edição: Digital 

Artwork:  João Pedro Fonseca

Tales and Melodies – There’s Always Something Related To It

Há dois anos, numa noite quente do TRC Club (numa altura em que ainda se chamava TRC Jam Club), Tales and Melodies dava os primeiros passos de um caminho que mesmo depois de tantos quilómetros, ainda só vai no início.

Se  aquela gravação ao vivo – que viria a chamar-se “A Fresh New Start” – serviu como um prólogo introdutória, e os concertos que se seguiram foram prolíferos capítulos em que se escreveu a identidade de Tales and Melodies, “There’s Always Something Related To It” pode – e deve – ser visto como a segunda parte de uma história que é maior que todos nós.

José Santos está mais maduro e isso nota-se. Neste pequeno-grande EP, a pujança da guitarra, a crueza das batidas e a pungência da voz unem-se sem roubar o espaço que as letras (e pensamentos) precisam para contar mais uma história: ora em alusão a um imaginário pessoal, ora versando sobre a existência quotidiana e humana.

Mais do que um disco, “There’s Always Something Related To It” (que foi gravado nos Blind & Lost Studios, com produção, mistura e masterização de Guilhermino Martins) é mais um reflexo da  única condição que é comum a todos nós: a humana.

Podem ouvir e sentir este novo capítulo neste link. Aqui, podem ver o vídeo de “Weather and Pleasure”. E podem também escrever-nos para zigurartists@gmail.com e encomendar a edição especial em cassete deste EP, disponível por € 3,00 (envio à cobrança).

Ficha Técnica:

Todas as faixas foram compostas e gravadas por José Santos nos Blind & Lost Studios.

Vozes adicionais por Erica Ferreira e Guilhermino Martins.

Produção por Guilhermino Martins e José Santos.

Mistura e masterização por Guilhermino Martins.

Conceito por João Pedro Fonseca, José Santos e Afonso Lima.

Artwork e ilustração por João Pedro Fonseca.

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