Twisted Freak – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:51:15 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Twisted Freak – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [Divulgação] ZigurArtists apresenta Dragão Inkomodo x twistedfreak – Vol I https://branmorrighan.com/2016/11/zigurartists-apresenta-dragao-inkomodo.html https://branmorrighan.com/2016/11/zigurartists-apresenta-dragao-inkomodo.html#respond Mon, 28 Nov 2016 15:49:00 +0000

O ano está quase a acabar, mas não podíamos deixá-lo chegar ao fim sem mais um lançamento. Sem mais demoras, apresentamos “Vol I”, split protagonizado e assinado por twistedfreak e Dragão Inkomodo, com arte visual do Tiago da Bernarda. Este é o primeiro de uma série de splits exclusivamente digitais, que tem o objectivo de procurar encontros mais ou menos inusitados entre membros da família Zigur e outros músicos, heróis e criadores. Enquanto escrevemos estas palavras, pelo menos outros três volumes estão a ser escritos e pensados por músicos que a seu tempo serão revelados. O que interessa saber é que estes serão compostos por temas originais: alguns escritos em estreita colaboração, outros sob o formato mais tradicional de remistura/reinterpretação.

Mas concentremo-nos neste “Vol I”, tomo que começou a ser pensado em Janeiro durante o primeiro concerto do Dragão Inkomodo, e que rapidamente se transformou numa bola de neve de potenciais encontros que queremos tornar realidade em 2017. Esperamos que nos cheguem em breve, mas por agora é altura de unir os pontos e desvendar o universo conjunto destes enfants-terribles.

De um lado, a imprevisibilidade dançável de Dragão Inkomodo, do outro a introspecção sónica de twistedfreak; no meio, um admirável mundo novo de dança, fisicalidade e possibilidades infinitas. São todos bem-vindos.

Tracklist:

Dragão Inkomodo – Numismática Túrgida de Cloroplastos

twistedfreak – Numismática Túrgida de Cloroplastos (dublagem pesada)

twistedfreak – Encanto Jacaré

Dragão Inkomodo – Encanto Jacaré (Inkomodo remix)

Todas as faixas foram compostas e produzidas por

Dragão Inkomodo e twistedfreak.

Masterização por José Silva.

Capa por Tiago da Bernarda.

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[Playlist da Quinzena] 1 a 14 de Fevereiro de 2015 – MixTape por Zé Silva (Twisted Freak) https://branmorrighan.com/2015/02/playlist-da-quinzena-1-14-de-fevereiro.html https://branmorrighan.com/2015/02/playlist-da-quinzena-1-14-de-fevereiro.html#respond Fri, 06 Feb 2015 10:49:00 +0000

Sobre o mix:

Foi um enorme desafio tentar compilar estas faixas afim de as misturar. São sons de artistas que me têm vindo a influenciar, alguns há mais tempo que outros, mas creio que todos espelham bem (não só em forma, mas também em conteúdo) os ambientes e trilhos que eu pretendo criar, quando estou a produzir. Deixo também a nota para o facto de estes temas saírem de sonoridades tão dispares quanto o soul, acid house, trip hop, ou até minimalismo, mas isso é também um reflexo da minha escolha díspar de samplagem. Alguns mais ou menos conhecidos que outros, mas todos eles escolhidos para uma pequena viagem num universo de música “diferente”, ou se quiserem, até, estranha.

Tracklist:

Seefeel – Extract

Love Inc. – Hot Love (Mike Mix)

Arthur Russell – In The Light of the Miracle

Raymond Scott – Little Miss Echo

My Bloody Valentine – Soon

Stevie Wonder – Race Babbling

A Guy Called Gerald – Voodoo Ray

Crustation – Down Down

Insides – Distractions

Steely Dan – My Rival

Mais sobre o Twisted Freak: 

http://www.branmorrighan.com/search/label/Twisted%20Freak

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[Opinião Blogue Morrighan] Twisted Freak tem novo EP – “Summer Nights”, pela ZigurArtists https://branmorrighan.com/2015/01/opiniao-blogue-morrighan-twisted-freak.html https://branmorrighan.com/2015/01/opiniao-blogue-morrighan-twisted-freak.html#respond Thu, 29 Jan 2015 09:02:00 +0000

Twisted Freak – Summer Nights EP

Depois de Sons distantes de uma alma perdida no Éter e We Play With Time, eis que nos chega mais um trabalho de Twisted Freak – Summer Nights. Se o cariz experimental é algo dado como certo, também se tem tornado uma certeza que a capacidade de ultrapassar barreiras e de surpreender com originalidade a cada produção é já uma qualidade intrínseca ao trabalho de José Silva. Summer Nights, não escondo, tornou-se rapidamente no meu disco de Twisted Freak preferido, não só pela sonoridade, como também pela narrativa estética do mesmo. 

Ouvido em loop nas primeiras horas depois de o ter descarregado, existe algo nestas músicas que me desassossega e tranquiliza ao mesmo tempo. É um álbum crepuscular, de sons quentes que evocam encontros e desencontros, paixão e, por vezes, até solidão. Existe um jogo entre o vazio e o todo, em que a cada momento escolhemos a porta que queremos abrir e nos deixamos levar pelas texturas rítmicas que muitas vezes surgem como oásis de recordações deleitáveis, mas também com sombras leves de alguma inquietação. 

Fly Fly Fly, a despedida deste EP, e a mais longa das composições, empreende uma viagem rica no que toca à exploração e conjugação da música electrónica e da samplagem, culminando numa harmonia que pede ao corpo que se deixe levar, dançando e expurgando tormentas, alcançando por fim a liberdade. Um disco provocador e de indelével beleza. 

Da Press Release: Valha-nos que as peripécias que atrasaram sucessivamente o lançamento de Summer Nights EP são directamente proporcionais à colecção de histórias e acontecimentos que o inspiraram, ou caso contrário não estaríamos a celebrar um regresso à estação mais quente.

Gravado por José Silva logo após a edição de We Play With Time, e masterizado por Ricardo Cabral no Quarto Escuro, este Summer Nights EP mantém-se fiel a um certo ambiente noir que caracterizou o LP de estreia de Twisted Freak, ora seguindo a electrónica mais atmosférica e exploratória, ora apresentando refrães e breaks orelhudos. No fundo, estes cinco temas carregam algumas noites em branco, resquícios de sol matinal, fumo e ecos de festas que ainda não acabaram.

Alinhamento:

1. Fluid Green

2. Fleenterlude

3. Summer Nights

4. U Have Stolen My Mind Completely

5. Fly Fly

Para ouvir e descarregar:

Bandcamp

Archive

Soundcloud

Facebook

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[Foto Reportagem Pré-Concertos] Twisted Freak + azul-revolto + The Allstar Project no Musicbox Lisboa (Luís Macedo) https://branmorrighan.com/2015/01/foto-reportagem-pre-concertos-twisted.html https://branmorrighan.com/2015/01/foto-reportagem-pre-concertos-twisted.html#respond Tue, 20 Jan 2015 12:13:00 +0000

Fotografias por Luís Macedo 

https://www.facebook.com/LuisMacedoPhotography

http://luismacedophoto.com/

Para quem vai andando dentro do circuito musical, de certo já se cruzou com fotografias do nosso querido Luís Macedo. Desde You Can’t Win, Charlie Brown, Gisela João, Sequin, entre outros, são vários os artistas que já passaram pelas suas lentes e fiquei mesmo muito contente quando este me propôs fazer uma espécie de história do aniversário do blogue no Musicbox. Aqui fica o primeiro set de fotos correspondente à montagem e soundcheck! O meu muito obrigada ao Luís pelas horas todas que lá passou connosco. O seu trabalho está impecável! 

Mais sobre o evento aqui: 

http://www.branmorrighan.com/search/label/Anivers%C3%A1rio%20no%20Musicbox

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E agora, o que se segue? [Diário de Bordo XLI] Festa de Aniversário no Musicbox, entre outras coisas https://branmorrighan.com/2015/01/e-agora-o-que-se-segue-diario-de-bordo-7.html https://branmorrighan.com/2015/01/e-agora-o-que-se-segue-diario-de-bordo-7.html#respond Sun, 18 Jan 2015 22:28:00 +0000 Fotografia por Vera Marmelo

«A foto que refiro é exactamente isso. Mostra uma pessoa tímida mas com carácter forte. És tu!»

Não sabia bem como começar este post. É o primeiro Diário de Bordo de 2015 e já vamos para a terceira semana de Janeiro. Também o título mudou – vários dos acontecimentos que “vinham aí” já aconteceram, mas cheguei a um ponto em que agora a pergunta é “E agora? Que me trará o futuro?”. Não é essa a pergunta que nos fazemos quando nos sentimos em tempos de mudança? Veremos. 

O início de 2015 ficou marcado por uma série de eventos e, antes de ir à passada Sexta-feira que não me sai da memória, quero também contar-vos ou relembrar-vos de outras coisas que também têm significado muito para mim. Para começar, o blogue fez então seis anos no dia 13 de Dezembro de 2014, mas andou em comemorações virtuais até dia 13 de Janeiro – sim, um mês, porque é essa a tradição desde 2012. Como os agradecimentos já foram feitos em post próprio, convido-vos a visitarem este link. Após o desfecho, faltam ainda apurar alguns vencedores, mas o balanço é totalmente positivo. Parceiros satisfeitos, leitores em delírio com os seus prémios… Não me posso mesmo queixar! Muito obrigada a todos os que fizeram parte desta festa virtual!

Isto de ter um blogue pessoal acaba por ser como ter direito a comemorar o aniversário duas vezes por ano. Os mimos que recebi durante o aniversário do blogue, muito direccionados para mim mesma enquanto Sofia Teixeira e depois enquanto autora do Morrighan, chegaram a trazer-me as lágrimas aos olhos. Foi o vídeo do Tio Rex, as mensagens que autores e parceiros me deixaram, e ainda o coração gigante da Vera Marmelo ao perguntar-me se me podia fazer um retrato. Tudo isto já foi relatado, mas acho que agradecer nunca é demais. Podem passar por todos estes marcos seguindo esta ligação

Antes de irmos à festa física propriamente dita, ficam aqui mais duas coisas que penso que ainda não partilhei convosco. Na RTP2 estreou um programa novo de literatura – Contentor 13 – que é, na verdade, o tal Projecto Mistério de que aqui fui falando. Foi a minha estreia em televisão como entrevistadora “fantasma”, mas os três programas que fiz deram-me um gozo do caraças e tenho muito orgulho no trabalho da VideoPlanos, a produtora do mesmo. 

Também o projecto Gerador, que já vai no terceiro número da sua Revista, tem uma pequena contribuição minha. Vai estar nas bancas a partir de dia 21 e lá poderão encontrar uma entrevista com o Mestre Grácio, construtor de guitarras portuguesas, que me deu um gosto enorme fazer. Foi mesmo muito bom entrar dentro daquela oficina e testemunhar o carinho e até o amor com que tratam as guitarras. 

Passemos agora ao que realmente me motivou a escrever este Diário de Bordo – a Festa de Aniversário do blogue no Musicbox. (É que o engraçado disto é que por vezes temos a tendência de pensar que somos super-heróis e que havendo motivação e força de vontade nada nos pára, mas não é bem assim… Depois da noite inesquecível de Sexta-feira, ontem tive jogo à hora de almoço e, se já não andava muito bem fisicamente, hoje acordei com umas dores que só agora me permitem sentar algum tempo à frente do computador para escrever. Mas sabem uma coisa? Valeu, e tem valido, tudo a pena!)

A divulgação e recepção da iniciativa foram fantásticas. Houve outros blogues e sites a divulgarem o aniversário, inclusive passou na própria Vodafone.FM (eu ouvi com os meus próprios ouvidinhos!), e ainda a Revista Sábado fez uma peça sobre os blogues que organizam festas e incluíram o nosso Morrighan como um desses blogues. O meu muito obrigada a todas as plataformas que ajudaram nesta divulgação! Foi uma experiência única, de facto, não estava à espera que dessem tanta atenção ao evento; talvez porque na literatura os blogues sejam muito menos valorizados e a minha experiência seja mais vasta nesse campo… (Mas isso são contas de outro rosário!)

16 de Janeiro de 2015 vai ficar para sempre gravado na minha memória de forma incontornável. Não só marca pela minha estreia na organização de noites de concertos (sim, espero que venham a haver mais!), como também acaba por ser o culminar de um período em que me entreguei à cena musical de alma e coração. Queria que fosse uma noite especial, que significasse alguma coisa para quem estivesse presente e esse cuidado esteve presente desde o primeiro dia em que idealizei esta noite. Desde as bandas ao local, queria que fosse especial para mim, mas que também para eles, protagonistas e casa acolhedora da festa do meu mais querido projecto – o Morrighan.

Fotografia por Nuno Capela

Algumas fotografias já estão disponíveis aqui, mas também esteve lá o fotógrafo Luís Macedo, desde o soundcheck, a registar cada momento. Mais tarde teremos fotos dele também. Tínhamos então um Musicbox mais calmo quando a noite começou, pelas 22h30, mas que rapidamente e começou a compor, acabando por encher e por tornar a moldura humana belíssima. Estiveram presentes tantas pessoas especiais, amigos que já não via há imenso tempo, mas que queriam estar lá para presenciarem o momento, pessoas da indústria que acabaram por ir e que me deram os seus parabéns pela festa, enfim! Eu estava numa pilha de nervos, queria que tudo corresse bem, e estava completamente deslumbrada por realmente a festa estar a acontecer com aquelas pessoas. Quem segue o Morrighan sabe que mais do que um blogue que fala de música é um blogue que vive das minhas emoções, do que sinto ao ler um livro, ouvir uma banda ou até mesmo conhecer certas pessoas – tudo acaba por tomar contornos bastante intensos para mim.

Foi nesse registo intenso que fiquei de peito cheio enquanto a noite de Sexta-feira decorria. Twisted Freak, da família ZirgurArtists, abriu a noite em tom crescendo, tanto a nível de textura musical como de atrevimento. Nunca o tinha visto ao vivo, mas tenho seguido o seu trabalho e foi um prazer vê-lo em palco a aplicar a sua magia na experimentação, desafiando conceitos e etiquetas, abraçando as sonoridades que deseja num jogo constante de conjugações.

O grande estreante desta noite foi o projecto azul-revolto, também ZirgurArtists. Com o primeiro EP – Ouija – lançado já no final de 2014, nunca antes tinham feito uma performance Live, mas foi digno de se ver. Para mim é dos projectos de electrónica que mais pode crescer e evoluir em Portugal. Tendo a oportunidade de convidar bandas para uma noite da minha curadoria, senti-me muito feliz quando eles aceitaram apresentar o seu trabalho na festa de aniversário. Na minha opinião, suspeita, claro, correu muito, muito bem. A coordenação foi boa, mesmo sendo a primeira vez ao vivo, e o trabalho visual, a projecção na tela, esteve sempre em sintonia com a música. Se os apanharem por aí, não percam a oportunidade de os ver! Vale a pena.

The Allstar Project – a banda que ainda hoje quase não acredito que aceitou estar presente. Cabeças de cartaz, os The Allstar Project são uma banda de post-rock que, só para terem uma noção, lá fora são comparados a Mogwai, Explosions in the Sky e afins. A meu ver, são do melhor que já vi e ouvi a nível mundial – e acreditem, já vi bastantes deste género. Há pouco tempo pude vê-los num teatro em Leiria e fiquei completamente vidrada enquanto os ouvia e acompanhava os vídeos conceptuais que ilustram as músicas não cantadas. Podem não ter voz, mas cada música tem uma melodia marcante, uma narrativa que se expande e que se complementa não só com a energia dos músicos em palco como também com as imagens projectadas. Para mim é um pouco complicado colocar em palavras o que sinto de cada vez que os ouço, mas principalmente de cada vez que os vejo. Acho que é uma experiência muito própria. Eu, pessoalmente, fico hipnotizada com as guitarras, com a velocidade alucinante com que por vezes são tocadas, contrastando com a delicadeza do que muitas vezes transmitem. Conjugadas com o baixo e com a bateria, a sonoridade do conjunto expele todo o tipo de emoções – amor, carinho, paixão, felicidade, tristeza, fúria, frustração, determinação e garra. Existe também um tom saudosista, a impossibilidade do possível, a procura, a interrogação. Mas vou parar com os devaneios, isto são tudo interpretações minhas, claro.

É complicado expressar o quão grata  me sinto por ter tido estes excelentes cinco músicos nesta noite tão especial para mim e para o blogue. Bem sei que havia fãs ao magote à espera que voltassem a Lisboa e por isso fico contente por ter contribuído para que isso acontecesse. Sinceramente, quem me dera poder vê-los num palco como o Primavera ou Paredes de Coura. Todos os palcos me têm parecido minúsculos para a dimensão e qualidade destes The Allstar Project que, mesmo sem tocarem com frequência há algum tempo, deram um concerto do caraças!

Fotografia por Vera Marmelo

Não me querendo alongar mais, termino com um último, mas muito especial, obrigada ao Musicbox Lisboa por ter acolhido desde o início esta minha iniciativa. Foi uma experiência de loucos, organizar tudo e mais alguma coisa com eles e com as bandas, mas valeu cada cabelo branco que aposto que está por nascer. Não sei para onde vai o blogue a partir de agora, mas sei que valeu a pena chegar até aqui. Poucos acreditam que faço isto a custo zero, o que se mantém, mas podem acreditar que esse desprendimento e essa “desobrigação” dá todo um outro gosto a tudo o que faço. Talvez por isso seja tão feliz a fazê-lo. Obrigada a todos os que me dão motivação para sair da minha zona de conforto e arriscar em fazer mais! Sim, porque realmente, por incrível que pareça, sou tímida, mas existe uma ferocidade na luta pelo que acredito que me faz disfarçar isso de forma bastante convincente até. Às vezes, pelo menos! Até ao próximo Diário de Bordo 🙂

Por aqui ainda se está…

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[Foto Reportagem] Twisted Freak + azul-revolto + The Allstar Project no Musicbox Lisboa (Nuno Capela) https://branmorrighan.com/2015/01/foto-reportagem-twisted-freak-azul.html https://branmorrighan.com/2015/01/foto-reportagem-twisted-freak-azul.html#respond Sat, 17 Jan 2015 19:42:00 +0000

Fotografias por Nuno Capela

Ainda não consegui sentar-me como deve ser a falar sobre a noite de ontem, mas não podia deixar de publicar já estas fotografias. Tive o privilégio de ter um dos meus melhores amigos, o Nuno Capela, presentes a na festa, e mesmo sem estar lá com o propósito de fotografar a noite acabou por tirar algumas fotos. Dos The Allstar Project não consta quase nada porque ele estava a sentir tanto o concerto que nem conseguiu pegar na máquina. Acreditem, isso quer dizer alguma coisa!

Foi uma noite mesmo memorável, mesmo inesquecível, e aproveito para agradecer a todos os que estiveram presentes. Foi mesmo muito bom ver o Musicbox cheio para a Festa de Aniversário! Em breve, um Diário de Bordo com todas as experiências. Também o fotógrafo Luís Macedo esteve presente desde o soundcheck e, assim que tal, teremos acesso às suas fotografias! Grande beijo a todos!

ACTUALIZAÇÃO: Post sobre a noite aqui: http://www.branmorrighan.com/2015/01/e-agora-o-que-se-segue-diario-de-bordo.html

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ZigurArtists – We Play With Time, disco de estreia de Twisted Freak já disponível para Download Gratuito https://branmorrighan.com/2014/05/zigurartists-we-play-with-time-disco-de.html https://branmorrighan.com/2014/05/zigurartists-we-play-with-time-disco-de.html#respond Mon, 12 May 2014 15:31:00 +0000

Há três anos, José Silva (ManInFeast, C(u)ore&Colours e colaborador de Thanato Schizo em palco e no álbum Origami) dava inconscientemente vida a Twisted Freak, numa série de demos sem pretensão de ser alguma coisa. Eram estudos, rascunhos e peças que, sabemos hoje, existiam para pertencer a um puzzle maior. Hoje, é o dia de tomar o pulso a esse puzzle (o décimo no humilde catálogo da ZigurArtists) apropriadamente chamado We Play With Time.

Já tanto escrevemos e pensámos sobre ele, que pouco nos resta a dizer. Foi gravado e misturado ao longo de seis meses em Lisboa e no Porto e é uma viagem tão intrigante, quanto intimista pelo universo muito próprio de TwistedFreak.

1. Screaming Lush

2. Come Mellow, Love is Fine

3. Fleshing Out

4. Baby, U Got a Stew Goin’

5. Along Swooped Something to Be

6. Last Night, Skin Crumble, Now I’m Burning

7. Bangin’ Whoopee

8. Time:Perception

Ficha técnica:

Todas as faixas foram produzidas, misturadas e masterizadas por José Silva. Masterização adicional cortesia de Porto RAW (obrigado Riscos!) e ESML (obrigado Barbas!) .

Artwork e design por João Pedro Fonseca.

Produção executiva: Afonso Lima

Editor: António M. Silva

Downloads:

Dropbox

Bandcamp

Archive

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Twisted Freak lança primeiro single de We Play With Time – artwork de João Pedro Fonseca https://branmorrighan.com/2014/04/twisted-freak-lanca-primeiro-single-de.html https://branmorrighan.com/2014/04/twisted-freak-lanca-primeiro-single-de.html#respond Mon, 28 Apr 2014 16:41:00 +0000

Twisted Freak é o pseudónimo que José Silva (nascido há 22 anos em Lamego), escolheu para assinar os seus trabalhos a solo (é também membro dos C(u)ore & Colours); “We Play In Time”, que será lançado no início de Maio via ZigurArtists, é o seu disco de estreia.

Gravado e produzido em casa ao longo dos últimos seis meses, é um trabalho que procura um equilíbrio entre o orgânico e o electrónico, bebendo influências dos mais variados quadrantes – aqui cabe do hip-hop à bass-music.

Também pode ser ouvido no bandcamp da ZigurArtists: https://zigurartists.bandcamp.com/album/we-play-with-time

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