We Bless This Mess – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:34:44 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png We Bless This Mess – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Novo Disco de We Bless This Mess – ‘Awareness Songs and Side Stories’ – Disponível Dia 14 https://branmorrighan.com/2018/09/novo-disco-de-we-bless-this-mess.html https://branmorrighan.com/2018/09/novo-disco-de-we-bless-this-mess.html#respond Wed, 12 Sep 2018 17:39:00 +0000

WE BLESS THIS MESS
‘AWARENESS SONGS AND SIDE STORIES’ – NOVO ÁLBUM

Entrevista em antecipação ao novo disco: http://www.branmorrighan.com/2018/05/entrevista-we-bless-this-mess-sobre.html

‘Awareness Songs and Side Stories’ é o primeiro álbum em formato banda de We Bless This Mess que contém 9 temas, onde “Ocean”, lançada há quase um ano atrás, é a única em formato acústico e a que o projeto já nos tem acostumado. A mensagem está bem clara: foco no momento presente, observar o estado interior, não perder tempo nem energia e estar em paz connosco mesmos e com quem nos rodeia. Uma mistura consistente entre o punk-rock e a folk-americana, não se espera nada mais nada menos que guitarras enérgicas, uma bateria vibrante, coros e refrões apaixonantes. 

Agosto foi preenchido para We Bless This Mess marcando presença a solo em dois festivais de verão de importância máxima, tais como o Punk Rock Holiday (na Eslovénia), um dos mais relevantes e ativos na cena musical punk actualmente, e o gigante Sziget Festival (na Hungria). 

 

We Bless This Mess é um projecto criado pelo músico e tatuador Nelson Graf Reis. Movido pelas suas crenças, WBTM rege-se pela premissa de que “menos é mais”, ao mesmo tempo que pretende exteriorizar uma consciência positiva pelo mundo: “Nós respiramos, nós estamos vivos. Esta é a maior dádiva e é tão simples”, Nelson acrescenta.

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Entrevista a We Bless This Mess sobre “Awareness Songs and Side Stories”, o Novo Disco https://branmorrighan.com/2018/05/entrevista-we-bless-this-mess-sobre.html https://branmorrighan.com/2018/05/entrevista-we-bless-this-mess-sobre.html#respond Thu, 24 May 2018 15:45:00 +0000

Foi já há alguma tempo que tirámos a foto, mas alguma da malta é a mesma e o que é certo é que continuo a adorar todo o espírito do Nelson e de We Bless This Mess. Existe uma humanidade e uma paixão nas suas canções que nos tocam no nosso íntimo, tanto para o lado mais sensível e emocional, como para um lado mais efusivo e vibrante. 

Este ano sai novo disco, “Awareness Songs and Side Stories”, e é o primeiro em formato banda. Como recentemente saiu o primeiro single, Intentions, nada melhor do que uma entrevista de antecipação do disco. Desta vez decidimos fazer algo diferente e o Nelson respondeu às minhas cinco perguntas em vídeo! A edição ficou a cargo de Miguel Costa (https://www.facebook.com/miguelcontempla). Obrigada, Nelson e restante banda! Cá estaremos à espera desse belo disco! 

Podem acompanhar We Bless This Mess nas várias redes sociais:

Facebook – http://www.facebook.com/weblessthismess

Instagram – http://instagram.com/weblessthismess

Ouvir no Spotify 

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We Bless This Mess – Novo Single, “Ocean”, já disponível https://branmorrighan.com/2017/10/we-bless-this-mess-novo-single-ocean-ja.html https://branmorrighan.com/2017/10/we-bless-this-mess-novo-single-ocean-ja.html#respond Sun, 08 Oct 2017 16:34:00 +0000

We Bless This Mess revela novo single – “Ocean” 

O primeiro single do próximo álbum está no ar e faz-se acompanhar por um videoclip que carateriza na plenitude o espírito de Nelson Graf Reis e, consequentemente, de um projeto que abençoa esta confusão há já três anos.

We Bless This Mess chega até este lançamento com sessenta atuações somente durante 2017, entre as quais cinquenta fora de território português. Por entre tantos quilómetros percorridos, contam-se duas presenças em solo norte-americano, nas cidades de Nova Iorque e Austin.

“Ocean” é liricamente sincero e com um instrumental que vai direto ao assunto, não fugindo à regra do que tem vindo a ser a composição de We Bless This Mess.

Tema sob a chancela da Oh Lee Music em parceria com a Lusitanian Music Publishing, desde o álbum-coletânea “Volume 1”. Gravado e misturado, em Londres, por Ricardo Monteiro “Screaming Culture” e masterizado por Pete Maher (U2, The Rolling Stones, Jack White, entre outros).

NOVEMBRO

+ Tim Vantol, True Mountains, Tim Van Doorn

7.11 – ESPANHA – VIVEIRO – A Cova Meiga

8.11 – ESPANHA – A CORUÑA – Sala Mardigrás

+ Ducking Punches (solo act, Europe)

15.11 – UK – BRISTOL – Exchange

16.11 – UK – EXETER – Cavern

17.11 – UK – LONDON – Surya

18.11 – UK – BIRMINGHAM – The Sunflower Lounge

19.11 – UK – MANCHESTER – Gullivers 

20.11 – UK – YORK – Fibbers

22.11 – HOLANDA – AMESTERDÃO – Sugar Factory 

23.11 – ALEMANHA – BERLIM – Cassiopeia 

24.11 – ALEMANHA – COLÓNIA – Wohngemeinschaft 

25.11 – ALEMANHA – HAMBURGO – Astra Stube

26.11 – BÉLGICA – LEUVEN – Living Room Show

28.11 – ESPANHA – MADRID – Fun House Music Bar

29.11 – PORTUGAL – PORTO – TBA

30.11 – PORTUGAL – CASCAIS – Stairway Club

1.12 – PORTUGAL – LOULÉ – Bafo de Baco

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Beans On Toast com WBTM, no Cafe Au Lait (Porto) dia 22 de Setembro https://branmorrighan.com/2017/09/beans-on-toast-com-wbtm-no-cafe-au-lait.html https://branmorrighan.com/2017/09/beans-on-toast-com-wbtm-no-cafe-au-lait.html#respond Wed, 13 Sep 2017 08:47:00 +0000

22 SETEMBRO, sexta-feira

22h | Cafe Au Lait – Porto

Beans On Toast + We Bless This Mess

O britânico Beans On Toast, da editora Xtra Miles (Frank Turner, Skinny Lister, entre outros), desloca-se a Portugal pela primeira vez com data única na cidade do Porto.

Com o suporte de We Bless This Mess, numa noite marcada pela celebração de dois singer-songwritters, a entrada é gratuita e acontece dia 22 de setembro, pelas 22h, no Cafe Au Lait situado na Rua Galeria de Paris. 

Ambos os projetos encontram-se com a agenda bem preenchida. Beans On Toast atua dois dias antes no enigmático Reeperbahn Festival, onde We Bless This Mess esteve presente no ano passado, seguindo depois para uma digressão europeia de outubro a dezembro com os seus conterrâneos Skinny Lister, em crescimento sólido e exponencial. 

Já We Bless This Mess e, mais uma vez a solo, embarca numa tour com Ducking Punches, também da Xtra Miles Recordings, durante o mês de novembro. Esta digressão passa pela Inglaterra, Holanda, Alemanha, Bélgica, Espanha e Portugal. 

Evento (Facebook) | https://goo.gl/pHQRSb

Cafe Au Lait | https://www.facebook.com/aulait.cafe/

Beans On Toast | https://www.facebook.com/beansontoastmusic/

We Bless This Mess | https://www.facebook.com/weblessthismess

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Fevereiro, mês de Winter Folk Tour com Fast Eddie Nelson + WBTM + Tio Rex https://branmorrighan.com/2017/01/fevereiro-mes-de-winter-folk-tour-com.html https://branmorrighan.com/2017/01/fevereiro-mes-de-winter-folk-tour-com.html#respond Thu, 19 Jan 2017 16:53:00 +0000

Oh Lee Music apresenta:

Winter Folk Tour – PT & ESP

FAST EDDIE NELSON + WE BLESS THIS MESS + TIO REX

Três artistas e um Folk Collective

A Winter Folk Tour começa dia 10 de Fevereiro

Juntos para uma tour de Inverno, a decorrer durante o mês de Fevereiro, Fast Eddie Nelson (Nelson Oliveira), We Bless This Mess (Nelson Graf Reis) e Tio Rex (Miguel Reis), fazem-se à estrada para duas datas em Portugal e três datas em Espanha.

Não é difícil entender o conceito e a energia presente em torno destes concertos. “Do It Ourselves”, que significa exatamente “façamos nós mesmos”, é o que a Oh Lee Music, sob a bandeira de um The Folk Collective, coloca em prática com a maior das alegrias.

À semelhança de uma “Revival Tour” (USA) ou de uma “Restless Tour” (PT), os três artistas, num setlist em uníssono, interpretam as canções uns dos outros, sendo que o cantor “líder” é rotativo consoante o tema em causa. Em Setúbal, dia 10 de Fevereiro, The Fellow Man é o convidado especial. 

Lembre-se que Portugal, o país em foco na edição deste ano do Festival Eurosonic, teve na sua comitiva o artista We Bless This Mess que, por sua vez, convidou o músico Fast Eddie Nelson para subir ao palco na sua atuação do dia 12 de Janeiro. Seja em bares ou em festivais, o espírito colaborativo mantém-se. 

Estão assim reunidos todos os ingredientes para uma terceira tour coletiva em que se celebra a amizade e a paixão pela música.

EVENTOhttps://www.facebook.com/events/131520707347532/

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[Foto Reportagem] Concertos Why Portugal – Dia 10 – Surma no Musicbox https://branmorrighan.com/2016/11/foto-reportagem-concertos-why-portugal_13.html https://branmorrighan.com/2016/11/foto-reportagem-concertos-why-portugal_13.html#respond Sun, 13 Nov 2016 16:57:00 +0000

Fotografias de Nuno Capela e Sofia Teixeira

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ALL IS SOUND: Novo Disco & Tour de The Fellow Man e We Bless This Mess https://branmorrighan.com/2016/05/all-is-sound-novo-disco-tour-de-fellow.html https://branmorrighan.com/2016/05/all-is-sound-novo-disco-tour-de-fellow.html#respond Thu, 12 May 2016 17:43:00 +0000

THE FELLOW MAN e WE BLESS THIS MESS unem talento e criatividade num projeto colaborativo intitulado ALL IS SOUND. É um disco de 8 temas, um split record com 4 temas de cada um dos músicos, mas é também nome para uma tour “a meias”, com datas entre Portugal e UK.

Tendo como base a música folk, o disco expande-se num conjunto de sonoridades que, expressando o background de cada um dos artistas, resulta num trabalho dinâmico com uma combinação intempestiva e feita de um momento irrepetível em estúdio.

O formato físico do álbum “ALL IS SOUND” terá uma edição física única de 200 cópias.

Os 4 temas compostos por We Bless This Mess, que representam a primeira metade do disco, estão a partir de hoje disponíveis para audição no bandcamp da Oh Lee Records:

https://ohleerecords.bandcamp.com/album/all-is-sound

O primeiro espetáculo ao vivo será já na próxima sexta-feira, dia 13 de Maio, no Popular Alvalade.

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Entrevista a We Bless This Mess, Banda Portuguesa – Love and Thrive https://branmorrighan.com/2015/07/entrevista-we-bless-this-mess-banda.html https://branmorrighan.com/2015/07/entrevista-we-bless-this-mess-banda.html#respond Thu, 23 Jul 2015 13:32:00 +0000 We Bless This Mess é liderado por Nelson Graf Reis, já conhecido nas lides da música noutros projectos. Decidiu arrancar a solo, mas cedo se rodeou de amigos e agora toca em banda com outros companheiros. Num belo dia em Sintra, estive à conversa com eles e ainda deu para assistir a algumas gravações e showcases. Uma coisa é certa, a boa disposição e a sensação de tranquilidade é algo que nunca falta quando estamos por perto de We Bless This Mess. Bem gratos por tudo o que a vida lhes tem trazido, não deixam de ir atrás do que querem e do que sonham. Fiquem então com a pequena conversa que tivemos: 

Fotografia Nuno Capela

Tanto o Nelson como alguns companheiros vêm já de outro projecto Punk – Blackjackers. Perguntei então ao Nelson como e onde surge We Bless This Mess já que o EP de estreia foi gravado no Brasil: «O projecto começou cá. Foi com o Nuno Fangueiro, começámos a filmar uns vídeos e umas músicas e, de repente, decidi publicá-las e fazer um projecto. Só que não estava a pensar que acontecesse o que aconteceu. Eu já tinha o projecto há quase dois ou três meses, fui para o Brasil, por acaso mostrei-o a uma pessoa, que mostrou a outra e a outra e a outra, e as coisas avançaram.» O que é certo é que passado pouco tempo esgotaram um auditório, ainda no Brasil: «Foi um trabalho feito tanto da minha parte, como dos músicos, como de quem organizou o espectáculo. Toda a gente esteve focada para que aquilo acontecesse da melhor forma possível e aconteceu. Quando as coisas são bem trabalhadas, o fruto é equivalente.»

Tendo começado no Brasil, inicialmente o grupo não era o que podem ver na foto, mas outro com pessoas de lá: «Exactamente. Eu, no Brasil, decidi juntar uma banda e isso influenciou também o facto de eu chegar a Portugal e querer tocar em formato de banda. Já tinha pensado em fazer isso, mas depois decidi mesmo porque acho que o projecto ganhava outra dimensão. O meu trabalho aqui foi um bocado fácil porque eu já tinha na mira as pessoas para o projecto. Claro que, por acaso, o caso ali do Bacelar foi um acaso. Já em Portugal, ele estava connosco no dia em que fizemos o primeiro ensaio em banda e ele toca guitarra. Eu disse-lhe: “Ó moço, põe-te aí a tocar um bocadinho, fica aí…” e depois ficou na banda. (risos)»

Do Punk ao Folk ainda vai alguma distância, porquê a mudança? «Não sei. Eu gosto do Punk Rock, mas há uns anos para cá comecei a ouvir mais a onda Folk. Foi uma coisa que aconteceu com naturalidade. Não foi tipo, não houve uma rotura de “Ei, olha, agora deixei de ouvir Punk e agora só vou ouvir Munford & Sons” Neste momento acho que caminho para algo como Folk misturado com Punk, com Rock, mas tudo acústico, lá está.»

Fotografia Nuno Capela

Ao ouvir o disco, fiquei com a sensação que todo ele trazia uma onda muito positiva, de estar em paz e de bem com a vida. Foi propositado? «Eu acho que nem é de ser positivo ou negativo. É exactamente retirar isso e estar só experienciar isto que temos à nossa volta. Não é preciso colocar etiquetas “Ah, o bom, o certo e o errado”, não. Retiras isso tudo e tens… pronto, tudo. (risos) Retiras a mente e começas a ver com o coração.» A composição parece também ela minimalista, simples. Natural ou propositado? «Foi natural, mas quis também simplificar. Porque acho que quanto mais retiro, a música parece ficar mais preenchida por uma coisa que está lá, mas que não dá para ouvir – que é o silêncio. O silêncio entre as palavras, entre os sons é mesmo importante e estar uma atmosfera limpa na gravação também acho que é importante porque quando uma pessoa ouvir a música vai haver um ambiente, vai sentir-se em paz.»

O que mais se tem destacado quando se lêem artigos sobre WBTM é o facto de a performance ao vivo ser muito intensa ao nível de interacção com o público. Como é da tua perspectiva? «É isso, porque eu acho que este projecto sou eu, são as pessoas que tocam comigo, que me acompanham e toda a gente que está lá na sala. Porque uma coisa não acontece sem a outra. Então a interacção com o público… Eu acho que nem sequer há que designar público e o artista… Isso é tudo a mesma coisa. Estamos todos ali para nos divertir. Acho que não há muita diferenciação entre músico, público, técnico de som, gajo do merch ou o rodie. Acho que isso é tudo na cabeça das pessoas porque estamos ali todos juntos para a mesma coisa – que é ter um bom tempo.»

Também são muitos os concertos surpresa e as actuações não tão planeadas assim nas ruas das cidades. Porquê essa opção? «Porque é espontâneo e às vezes na espontaneidade surgem as melhores aventuras. Não sei… Não tenho muito aquela cena de ter tudo planeado, ter tudo pensado e estar-me a massacrar com isso. Eu passo para o papel tudo o que tenho a fazer e depois retiro o resto que tenho na minha cabeça.» Mas também costuma existir sempre a questão do dinheiro que muitas vezes preocupa os músicos e que com estas abordagens tal não é garantido. O dinheiro é ou não é uma preocupação? «Não. O dinheiro só falta quando nos preocupámos com ele. Se não nos preocuparmos nunca nos vai faltar. Não nos falta nada e nunca nos vai faltar.»

Fotografia Nuno Capela

Uma curiosidade da minha parte, a juntar a estas actuações espontâneas nas ruas, etc., é o facto de o Nelson ter claramente o “carimbo” de tatuador e ele próprio estar cheio de tatuagens. Perguntei-lhe se alguma vez se sentiu descriminado ou se as pessoas implicavam com isso: «Acho que não implicam muito. A minha avó no início implicava (risos), mas de resto… acho que não. Acho que a cena de te sentires discriminado pelas tatuagens parte de ti e não das pessoas que te discriminam. Só te sentes discriminado se quiseres. Por isso, essa história do  “Ai não sei quê, tenho tatuagens e as pessoas olham de lado para mim” isso é só vítimas. (risos) Ter tatuagens ou não ter, não me faz diferença nenhuma.»

Voltando à banda, a parte da promoção “gratuita” por parte de blogues, rádios, também é importante. No caso de WBTM, a Biruta Records tem feito um trabalho muito bom com a comunicação, mas esta não fica por aí: «Nós atingimos o público de várias formas. É um trabalho diário. Tanto o Rui, como o Bernardo, como eu, o Chico, o Fangueiro, o Bacelar, o Nuninho e muitas mais pessoas, elas estão a trabalhar todos os dias para que isto cresça. Claro que cada um tem a sua área – no caso do Rui (Biruta) é mais a cena da Assessoria –, mas cada um está focado na sua área a fazer o que faz melhor e a trabalhar todos os dias para isso e acho que não há muito segredo para fazer uma coisa bem-feita. É só fazê-la.»

Então e onde é que este projecto quer chegar? «Eu não é gostar de chegar. Eu vou chegar a todo o lado. Vou fazer tours mundiais, tocar nos melhores festivais no mundo. Eu tenho a certeza disso. (risos). Eu acho que aqui, às vezes, nós também nos diminuímos um bocadinho e tipo… se abrimos uma fronteira… Isto é tão global e mesmo funcionando diferente em todos os sítios, o objectivo é o mesmo. Trata-se da ligação com o público, se há uma conexão forte aí, tudo tem que funcionar. Hoje em dia, com a Internet, se uma pessoa quiser arranjar um contacto na Austrália, arranja em cinco minutos, e por aí fora.»

Para terminar, qual o palco máximo a ser pisado? Assim que seja um desejo realizado? «O sonho já está realizado, que é diferente. Porque estou vivo, o sonho já está realizado. Agora ambições que eu terei? Tocar em Glastonbury e tocar nessas cenas todas aí, mas lá está, acho que o maior palco de todos é a minha vida e a minha experiência

Recentemente lançaram um novo vídeo, que deixarei aqui e que contém cenários da tarde que passámos juntos, mas também vos deixo o link para a minha opinião do EP aqui.

Podem segui-los no Facebook aqui.

Sejam felizes e até já!

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We Bless This Mess tem novo vídeo – Contemplate https://branmorrighan.com/2015/06/we-bless-this-mess-tem-novo-video.html https://branmorrighan.com/2015/06/we-bless-this-mess-tem-novo-video.html#respond Mon, 22 Jun 2015 13:33:00 +0000

Há uns meses tive a oportunidade de conhecer pessoal o conjunto We Bless This Mess cujo coração é Nelson Graf Reis. Andámos pelas paisagens de Sintra à conversa, com músicas pelo meio, uma ou outra gravação, resultando num convívio diferente, um espírito de agradecimento por tudo o que nos rodeia e um optimismo inevitável. Ao ver agora este vídeo – Contemplate – dou conta dos inúmeros cenários gravados naquele dia e foi inevitável sorrir. Na verdade, todo este vídeo reflecte bem a alegria com que estes companheiros andam na estrada e as próprias letras são o reflexo disso mesmo. A entrevista sai esta semana.

artwork por OHQFDM

Hoje,  a Biruta Records lança uma edição limitada em CD (50 unidades)​​​ que contém os temas “Contemplate” e “June”​. As músicas foram captadas e mixadas pelo Cláudio do Lago Tavares (nos Estúdios Sá da Bandeira, Porto). Para presentear os fãs, as versões digitais do EP de estreia “Love and Thrive” (editada em Janeiro de 2015) e dos novos singles estão disponíveis para download livre a partir de hoje no Bandcamp da Biruta.​ We Bless This Mess estará em Tour um pouco por todo o país durante os meses de Junho e Julho.  

Banda Suporte a Rocky Votolato e Sam Alone:

20 Junho – LOULÉ – Bafo de Baco

21 Junho – LISBOA – Sabotage Club

24 Junho – VIANA DO CASTELO – Kommix Bar

25 Junho – LOULÉ – Festival Med

26 Junho – FARO – Fnac (13h30) ● Guess Bar (23h30)

27 Junho – ODEMIRA – Fnac Guia (16h00) ● Café Concerto O Cais (23h00)

28 Junho – ALFRAGIDE, LISBOA – Fnac (17h00)

11 Julho – V.N. GAIA – Fnac GaiaShopping (17h00)

11 Julho – MATOSINHOS – Fnac Mar Shopping (22h00)

(MAIS A ANUNCIAR EM BREVE)

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[Opinião Blog Morrighan] Love and Thrive, de We Bless This Mess https://branmorrighan.com/2015/01/opiniao-blog-morrighan-love-and-thrive.html https://branmorrighan.com/2015/01/opiniao-blog-morrighan-love-and-thrive.html#respond Fri, 23 Jan 2015 11:28:00 +0000

Love and Thrive, o primeiro EP oficial de We Bless This Mess, projecto a solo de Nelson Graf Reis, também conhecido como membro da banda Blackjackers, é o resultado de uma felicidade fortuita. Talvez o Nelson, ao viajar para o Brasil e ao mostrar as suas músicas, nunca tivesse pensado que ia sair de lá com disco gravado, mas a verdade é que saiu – e ainda bem. 

Se o título já é sugestivo de uma alegria quase infantil e genuína – Ama e Prospera – cada música vem ajudar a fechar esse círculo de vontade, do provocar o brilho nos olhos ao contemplarmos o que nos rodeia e também de vermos cada dia como um evento único. O ritmo folk, a voz alegre, o espírito dançante de celebração, fazem com que este pequeno disco (em duração), se torne em algo querido ao coração. 

I heard a man say “we only live once” 

but I live once every day 

Aside Heaven and Hell There’s Peace, a primeira faixa do disco começa logo com uma guitarra acústica a puxar pela batida do pé no chão. O ritmo animado, a letra esperançosa, fazem-nos entrar facilmente na melodia. Gosto do optimismo, deste jogo de encararmos o pior como algo passageiro. Para seguirmos em frente, o passado deve ficar onde está – lá atrás. 

And my breath is something conscious 

That fires from inside 

I’m no longer living on imaginary chairs 

Continuamos num ritmo mais calmo com Darling, em tom de balada, numa partilha de sonhos e de amor, numa perspectiva de força e persistência, de liberdade para amar e ser amado, para se lutar pela concretização do que se deseja. 

And if it’s not the moment 

turn around listen the sound of walls 

breacking down 

‘Being Alone’ Is Not ‘Being Lonely’, a terceira música que nos relembra que por vezes somos nós que construímos as nossas próprias paredes e barreiras, tendendo a esquecer que tudo passa, e que por vezes tudo é mais simples do que aquilo a que nos forçamos a viver. Uma visão muito optimista de como encarar a solidão. 

The music feels like the cure 

Every single need is fullfilled 

turn inside to know the answers

O ritmo mais acelerado volta com Silence, como uma corrida, uma vez mais, na busca da felicidade que depende, maioritariamente, de nós e da nossa postura perante a vida. Por vezes o silêncio que trazemos connosco tem mais respostas do que pensamos. E a música! A musica realmente sabe sempre a cura de estado de espírito! 

We speak to the world with the sound 

Oh Oh Oh!

A viagem termina de mãos dadas com Friend. Uma ode à amizade, com menos de dois minutos, mas que culmina nessa alegria intensa de se estar vivo, de se ter amigos e de realmente ter gosto em estar vivo e em aproveitar tudo que nos é dado. 

À parte das interpretações, existe uma energia vibrante na sonoridade de We Bless This Mess que faz com tudo esteja em perfeita sintonia. O nome do projecto, do disco, a forma como as músicas estão compostas, com a expressão vocal a ser a cereja no topo do bolo. É verdade que nem sempre tudo corre bem, que muitas vezes só nos queremos enfiar num buraco  e esquecer tudo, mas são discos como estes que também nos ajudam a olhar em frente e a continuar. Influências Country & Folk, sim, mas acima de tudo uma vontade enorme de viver e de se ter gosto no que se vive. 

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