Zigur Artists – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:34:39 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Zigur Artists – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [DESTAQUE] ZigurFest 2018 – GRATUITO, CAMPISMO E CINCO NOVAS CONFIRMAÇÕES https://branmorrighan.com/2018/06/destaque-zigurfest-2018-confirmacoes-e.html https://branmorrighan.com/2018/06/destaque-zigurfest-2018-confirmacoes-e.html#respond Wed, 20 Jun 2018 13:52:00 +0000

O  verão  vai  assentando  arraiais  e  o  rumor  quente  da  brisa  de  verão  arrasta  com  paciência  ecos  de  ZigurFest.  Fiquemos  à  escuta: deslindam-se  os  nomes  de  Scúru  Fitchádu,  Vaiapraia  e  as  Rainhas  do  Baile,  Terra  Chã,  Savage  Ohms  e  Sereias.

Qual  terramoto  na  cena  portuguesa,  os  Scúru  Fitchádu são  a  banda  que  ninguém  esperava,  mas  toda  a  gente precisava.  Provando  que  não  há  limites  para  além  daqueles  impostos  por  nós  próprios,  a  banda  liderada por  Sette  Sujidade  tem  aberto  caminho  com  o  seu  cruzamento  imparável  de  punk  e  funaná.  

Da  transcendência  pelos  decibéis,  àquela  atingida  pelo  transe.  É  este  o  caminho  das  Savage  Ohms  e  o  seu  alinhamento  estelar  afecto  à  Maternidade  apontam  sem  medos  à  infinitude  do  cosmos  alimentadas  pela  motorik incessante  de  uma  secção  rítmica  no  ponto.  Kraut  à  séria,  para  viajar  sem  destino  certo.

Por  falar  em  viajar,  também  gostamos  de  o  fazer  a  dançar.  Lembrem-se  disso  quando  derem  de  caras  com  os  Terra  Chã,  dream-team  da  house  mais  onírica  que  por  cá  passou  –  e  editada  pela  recém-formada  Zabra  Records,  subsidiária  da  ZigurArtists  dedicada  a  fazer  esses  pés  a  mexer.  Formados  por  Fabrizio  Reinolds  e  Ricardo  Fialho,  têm  o  dom  de  evocar  paisagens  em  simultâneo  vívidas.  A  dança  como  libertação  é  o  mote.

Falando  de  libertação,  avançamos  serenamente  para  Vaiapraia  e  as  Rainhas  do  Baile.  Coletivo  recente  mas  definitivamente  icónico  em  Portugal,  têm-se  sabido  alinhar  com  a  pop-punk  simultaneamente  mais  doce  e  aguerrida  que  ouvimos  nos  últimos  anos.  As  suas  aparições  têm  tanto  de  concerto  como  de  performance,  sem  que  isso  diminua  a  capacidade  de  comunicar  pela  música  –  e  isso  deve-se  não  só  ao  companheirismo  raro  mas  também  à  vulnerabilidade  que  Rodrigo  Vaiapraia  imprime  na  banda.

Empreendimento  mutante  surgido  no  Porto,  os  Sereias  fazem  da  ferocidade  do  noise-rock  força  motriz  para  abrir  caminho  pelos  palcos  a  que  têm  subido.  A  dar  os  primeiros  e  muito  auspiciosos  primeiros  passos,  ostentam com  orgulho  e  eficácia  os  mandamentos  da  no-wave:  sem  forma,  sem  destino  aparente,  sem  referências  óbvias.  Apenas  a  facilidade  de  rugir  sempre  mais  alto  em  direção  a  um  clímax  que  é  sempre  inesperado.  Segurem-se  bem  para  este.

Como  boas  notícias  nunca  são  demais,  primeira  vez  em  oito  anos,  a  entrada  para  o  ZigurFest  será  totalmente gratuita  e  o  festival  terá  campismo  disponível  para  quem  vem  de  fora.  O  melhor  fim-de-semana  do  ano  regressa  a  Lamego  a  dobrar  e  de  29  de  Agosto  a  1  de  o  festival  estende-se  por  toda  a  cidade  –  a  começar  pelo  Teatro  Ribeiro  Conceição  e  na  Olaria,  sem  esquecer o  Castelo  ou  a  Alameda.

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[DESTAQUE] Entrevista à organização do TRC Zigurfest ’17 https://branmorrighan.com/2017/08/destaque-entrevista-organizacao-do-trc.html https://branmorrighan.com/2017/08/destaque-entrevista-organizacao-do-trc.html#respond Wed, 30 Aug 2017 13:49:00 +0000

A euforia e o ânimo já se encontram por todo o lado em Lamego. A sétima edição do TRC Zigurfest está a começar e tornou-se imperativo roubar uns minutos à organização, mais propriamente ao Afonso Lima, para ficarmos a saber mais sobre como é que o festival surgiu e qual tem sido a sua evolução. Desde ontem que na ZONA já há movimento e a partir das 16h de hoje já temos o Museu de Lamego a vibrar também. Horários no final da entrevista ou toda a info aqui

Ainda te lembras como surgiu a ideia de criar o TRC Zigurfest? 

Diria que há dois momentos: um prévio a tudo, que era quase um desejo antigo de cada um de nós poder realizar na nossa cidade natal, Lamego, um festival que acolhesse estilos de música dos mais diversos – de artistas que queríamos ver, mas não havia quem os programasse em Lamego. E houve várias tentativas de concretizar; outro é quando é feito o convite/desafio pelo director do Teatro Ribeiro Conceição para fazermos acontecer um festival dentro desse espectro de programação em 2011. Isto era de tal forma uma ideia comum, praticamente ainda não verbalizada, que perante o convite unimos esforços para fazer a primeira edição do TRC ZigurFest por percebermos que este era o espaço para podermos explorar essas nossas ideias. 

Que tipo de impacto é que consideram que o festival tem tido em Lamego? 

O primeiro impacto diria facilmente que será o de colocar Lamego num circuito nacional para a cultura mais emergente. Isso é importante para as camadas mais jovens a residir em Lamego não se sentirem excluídas no acesso a este tipo de cultura. Nós costumamos dizer “quem nos dera enquanto estávamos no secundário que houvesse um festival assim em Lamego”. Depois porque coloca também Lamego visível para públicos que lhe eram menos comuns. Lamego tem um turismo muito ligado à arte sacra e ao Douro (enquanto destino), mas tem muito mais para oferecer. Sentimos que conseguimos atrair um novo público a falar de Lamego, pelo menos a nível nacional, e de que somos um motivo válido e recorrente para se falar em Lamego quando se fala em atividade cultural a nível nacional.

Nos últimos anos o festival tem crescido e ganho prémios tanto nacionais como internacionais. Que balanço é que fazem deste crescimento? 

A nível de nomeações, prémios ou selos, isso sentimos honestamente que é uma consequência do nosso trabalho contínuo. É ótimo ter reconhecimento. Mas para medirmos o crescimento preferimos olhar para a quantidade de pessoas que se envolvem na realização do evento; nos artistas que já sentem que vir tocar a Lamego ao TRC ZigurFest é um bom passo na sua carreira musical; no público que, sendo desafiado a novas propostas, encontra identificação nas nossas propostas; nos lamecenses emigrados que já regressam à cidade fazendo coincidir com o festival; no envolvimento do comércio local, da diocese e de outras instituições; nos sorrisos e na troca de afeto e não deixam indiferente quem vem a Lamego experimentar o TRC ZigurFest.

Quais os maiores contributos que o festival traz para a música portuguesa?

Quando começámos ainda não haviam muitos palcos para quem queria dar os primeiros passos para tocar ao vivo. A distância que ia de começar a fazer musica até estar num festival era, para a maior parte dos músicos, enorme. Conjuntamente com os vários festivais que têm surgido um pouco por todo o lado contribuímos claramente para reduzir essa distância. No nosso caso, penso que a nossa diferenciação prende-se também por querermos sempre fugir ao óbvio. Isso faz com que alarguemos o espectro de artistas e estilos representados, permitindo ao público uma experiência diversificada e aos próprios artistas conhecerem esta conjugação circuitos diferentes.

Com um número cada vez maior de festivais em Portugal, ainda por cima sobrepostos, o que é que destaca, na vossa opinião, o Zigurfest dos outros? 

Queremos dar palco à nova musica portuguesa, e aí claro que teremos coincidências com outros programadores. No entanto, mantemos uma dose grande de risco e por isso procuramos programar artistas e conjugações menos óbvias, como por exemplo, a sequência de fecho de sábado: Pega Monstro, Chalo Correia e GPU Panic. Se vierem a Lamego poderão ver como esta inusitada sequência funcionará incrivelmente.

Noutro ponto, o local e o momento também é algo diferenciador, o ZigurFest ocorre numa cidade repleta de história, numa época que coincide com as festas populares – a romaria de nossa senhora dos remédios. Isto permite um choque cultural extremamente interessante, aproveitando todo o lado mais popular das festas da cidade, mas também podendo ver concertos de música menos óbvios, numa espécie de palco alternativo das festas.

Todos podemos concordar com o festival não é apenas sobre música, mas que também envolve arte contemporânea e outras expressões artísticas. Consideram que este é um festival aberto a todo o tipo de arte? 

A todo o tipo de arte seria um statement perigoso. 🙂 Nós realmente queremos ter uma componente de arte contemporânea forte no âmbito do TRC ZigurFest. Desde os espetáculos dos músicos, à cenografia isso é cada vez mais um complemento necessário a um festival que se pretende afirmar na vanguarda. Nesse sentido, temos de estar com a mente aberta para conseguirmos continuar a captar quais são as novas formas de expressão artística. 

Este ano vão para o segundo ano de ZONA – residências artísticas. Que feedback é que têm obtido? 

O feedback mais interessante é que temos público, essencialmente da região, à procura do que temos para oferecer nas propostas da ZONA, e que manifestamente querem que isto possa acontecer mais vezes em Lamego. Adicionalmente, os workshops anunciados com menos de uma semana estão prestes a esgotar (estamos neste momento a 2 dias de se realizarem).

Por outro lado, para nós também foi muito bom, termos tido mais de 30 candidatos ( e de muito boa qualidade) para a open call, que na verdade teve uma duração curta. Isto tudo deixa-nos bastante entusiasmados para as próximas edições.

O que é que melómanos e amantes de arte podem esperar da edição de 2017 do TRC Zigurfest? 

Uma programação desafiante, várias descobertas de novos talentos, ou talentos menos conhecidos, num ambiente familiar onde a proximidade, o entusiasmo e o gosto pela descoberta são constantes. A melhor recomendação é que venham experimentar o TRC ZigurFest.

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[Divulgação] ZigurArtists apresenta Dragão Inkomodo x twistedfreak – Vol I https://branmorrighan.com/2016/11/zigurartists-apresenta-dragao-inkomodo.html https://branmorrighan.com/2016/11/zigurartists-apresenta-dragao-inkomodo.html#respond Mon, 28 Nov 2016 15:49:00 +0000

O ano está quase a acabar, mas não podíamos deixá-lo chegar ao fim sem mais um lançamento. Sem mais demoras, apresentamos “Vol I”, split protagonizado e assinado por twistedfreak e Dragão Inkomodo, com arte visual do Tiago da Bernarda. Este é o primeiro de uma série de splits exclusivamente digitais, que tem o objectivo de procurar encontros mais ou menos inusitados entre membros da família Zigur e outros músicos, heróis e criadores. Enquanto escrevemos estas palavras, pelo menos outros três volumes estão a ser escritos e pensados por músicos que a seu tempo serão revelados. O que interessa saber é que estes serão compostos por temas originais: alguns escritos em estreita colaboração, outros sob o formato mais tradicional de remistura/reinterpretação.

Mas concentremo-nos neste “Vol I”, tomo que começou a ser pensado em Janeiro durante o primeiro concerto do Dragão Inkomodo, e que rapidamente se transformou numa bola de neve de potenciais encontros que queremos tornar realidade em 2017. Esperamos que nos cheguem em breve, mas por agora é altura de unir os pontos e desvendar o universo conjunto destes enfants-terribles.

De um lado, a imprevisibilidade dançável de Dragão Inkomodo, do outro a introspecção sónica de twistedfreak; no meio, um admirável mundo novo de dança, fisicalidade e possibilidades infinitas. São todos bem-vindos.

Tracklist:

Dragão Inkomodo – Numismática Túrgida de Cloroplastos

twistedfreak – Numismática Túrgida de Cloroplastos (dublagem pesada)

twistedfreak – Encanto Jacaré

Dragão Inkomodo – Encanto Jacaré (Inkomodo remix)

Todas as faixas foram compostas e produzidas por

Dragão Inkomodo e twistedfreak.

Masterização por José Silva.

Capa por Tiago da Bernarda.

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SAHU, by nial https://branmorrighan.com/2016/11/sahu-by-nial.html https://branmorrighan.com/2016/11/sahu-by-nial.html#respond Tue, 15 Nov 2016 18:56:00 +0000 Artwork João Pedro Fonseca

De tempos a tempos surgem discos de origens algo inexplicáveis. Pelo menos para quem ouve, e para quem possa não fazer ideia de quem está por trás da teia de sons que nos invadem assim que colocamos a primeira música a tocar. SAHU é um disco que vem das profundezas do universo. Existe uma sensibilidade e uma brutalidade nas texturas que se cruzam em cada tema, que dali só pode surgir matéria, qual big bang. No bandcamp, o autor das músicas diz que este trabalho é fruto da inspiração que proveio de uma viagem à Índia. Se fecharmos os olhos, mesmo que nunca tenhamos visto uma fotografia do país não é difícil começar a desenhar contornos paisagísticos. Nota-se um forte vínculo à sonoridade associada ao local, mas há muito mais entrelaçado. Tenho de admitir, a cada música, cada vez que o piano entra em cena, principalmente quando é engolido por tecidos mais densos, há algo em mim que se arrepia, que mergulha profundamente num espaço sensorial etéreo, puro e ao mesmo tempo em estado bruto. O uso minimalista de samples e a forte componente electrónica – diversa, umas vezes pueril, outras dissonante – transformam-se nos aliados perfeitos para uma viagem que vai para lá da observação através da audição, tornando-se uma experiência completa, física, a roçar a transcendência, pois o corpo teima em responder ao estímulos, também ele viajando. Não sei quando vou ter a oportunidade de ver nial ao vivo, mas confesso que é a minha maior curiosidade neste momento. 

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TRC ZigurFest – Cartaz Fechado e Horários https://branmorrighan.com/2016/08/trc-zigurfest-cartaz-fechado-e-horarios.html https://branmorrighan.com/2016/08/trc-zigurfest-cartaz-fechado-e-horarios.html#respond Wed, 24 Aug 2016 12:24:00 +0000

Roundhouse Kick, Killimanjaro, Berlau & AM Ramos, Marvel Lima, Solar Corona, Fazenda e OZO são as últimas confirmações para os dias 2 e 3 do TRC ZigurFest. Por sua vez, Leviatã, Citizen:kane, Rapaz Improvisado, Homem em Catarse e Desterronics serão os grandes responsáveis por agitar as hostes no dia 1 de Setembro, que marca o arranque oficial do festival em Lamego.

Os horários de actuação e distribuição de bandas por palcos, também já podem ser consultados no site oficial.

Os bilhetes estão à venda no Teatro Ribeiro Conceição, têm um preço de 3 euros (bilhete diário) ou 5 euros (bilhete geral). Vale a pena relembrar que todos os concertos do dia 1 e nos dias 2 e 3 de Setembro no Castelinho e na Olaria são gratuitos. 

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Surma, Baleia Baleia Baleia, TORTO e 800 Gondomar são as mais recentes confirmações para o TRC ZigurFest 2016 https://branmorrighan.com/2016/08/surma-baleia-baleia-baleia-torto-e-800.html https://branmorrighan.com/2016/08/surma-baleia-baleia-baleia-torto-e-800.html#respond Thu, 04 Aug 2016 12:49:00 +0000

Depois de confirmados os Pop Dell’ Arte, Dragão Inkomodo e Galo Cant’às Duas, é altura de anunciar uma nova ronda de confirmações e dar-vos quatro grandes razões para não perderem o TRC ZigurFest ‘16. Surma, Baleia Baleia Baleia, TORTO e 800 Gondomar são os nomes agora confirmados para o plantel de luxo que entre em campo nos dias 1, 2 e 3 de Setembro em Lamego.

SURMA

Apesar da sua ainda curta carreira, Surma é um nome a seguir com atenção no panorama nacional. Acolhida pelo festival-irmão Um Ao Molhe desde o primeiro momento, a sua música de cariz pop minimalista tem-lhe valido comparações com nomes como Björk ou The XX. Com composições de filigrana e uma voz frágil, mas carregada de certezas, será sem dúvida um dos momentos mais íntimos e bonitos do festival.


B A L E I A

B A L E I A

B A L E I A

Nada nem ninguém nos preparou para os Baleia Baleia Baleia, mas eles existem e ao que tudo indica não se vão embora tão cedo. Dupla nascida no seio da ZigurArtists e formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria), é um daqueles casos em que o todo é maior do que a soma das partes. O mesmo é dizer que os Baleia Baleia Baleia não estão para brincadeiras e prometem festa a rodos com o seu punk-rock dançável e sempre mordaz. Actualmente a preparar o disco de estreia, saem do estúdio para nos vir mostrar do que são feitos.

T O R T O

Há já muito tempo que devíamos a Lamego o regresso de uma das bandas mais admiráveis do nosso país. Da última vez que os vimos, estavam a tocar à lareira de uma das salas mais bonitas da cidade, o Clube de Lamego. Agora, depois de lançado o novo e incrível “Escabroso” e de passagens por palcos como o NOS Primavera Sound, Serralves em Festa ou Bons Sons, os TORTO regressam para encher o Teatro Ribeiro Conceição.

8 0 0

G O N D O M A R

Directamente de Rio Tinto chegam-nos os 800 Gondomar, este trio de rock de valor acrescentado, que nos últimos meses se tem dedicado a arrasar palcos por todo o país. Intensidade é palavra de ordem nas aparições ao vivo destes jovens rapazes e com duas edições na bagagem, eles têm sabido aproveitar a onda aparentemente incessável do punk/rock mais garageiro, abraçando com corpo e mente a tradição de alguns dos nomes maiores deste movimento.

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[DESTAQUE] ZigurArtists – O Ano em Discos e Concertos https://branmorrighan.com/2016/02/destaque-zigurartists-o-ano-em-discos-e.html https://branmorrighan.com/2016/02/destaque-zigurartists-o-ano-em-discos-e.html#respond Thu, 18 Feb 2016 17:41:00 +0000

A ZigurArtists é uma das labels independentes de Portugal que mais acarinho. A par com a Omnichord Records, tem sido a label que mais me tem surpreendido com as suas produções tão diferentes e únicas. Os dois aniversários comemorados até agora, tanto em 2015 como em 2016 e tanto no Porto como em Lisboa, contaram sempre com bandas da ZA e é um orgulho testemunhar que o crescimento continua.

Este ano começou com o lançamento de “S O M A”,  o incrível novo EP de azul-revolto que ainda há-de ser falado por aqui, no primeiro Label Day no Porto e também no 7º Aniversário no Maus Hábitos. Avizinham-se ainda muitos concertos do mesmo, por isso apanhem o nosso azul-revolto onde puderem!

Mas a ZA não fica por aqui. Além do Um ao Molhe – que este ano co-produzem e que nos vai levar um pouco a todo o lado – das noites Combustão Lenta, de mais Label Days noutras paragens, do TRC ZigurFest e dos concertos que vão programar no Teatro Ribeiro Conceição em Lamego, existe uma particular ansiedade por ter nas mãos aqueles que serão os discos que vão fazer o 2016 da ZA.

Desta forma e citando os mesmos: “é com muito prazer que vos dizemos que teremos discos novos de Daily Misconceptions (Our Little Sequence of Dreams sai a 22 de Março, e o primeiro single – remisturado por gente como O Manipulador, Twisted Freak ou Gobi Bear – é editado já no dia 19 de fevereiro), Tales and Melodies e Sax on the Road (ambos a compor para editar no segundo semestre). Já nial, SSA e Dragão Inkomodo (o prolífero produtor está a preparar um split com Twisted Freak e um novo longa duração) estreiam-se pela nossa família em meados deste ano. Ansiosos? Nós também.”

Podem crer que por aqui estou bem ansiosa e espero poder acompanhar tudo bem de perto! As datas de edição e outros pormenores serão reveladas atempadamente. Deixo-vos com as datas de concertos já anunciadas!

https://zigurartists.bandcamp.com/
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[DESTAQUE] Zigur Label Day no Damas, Lisboa, no 21 de Novembro https://branmorrighan.com/2015/11/destaque-zigur-label-day-no-damas.html https://branmorrighan.com/2015/11/destaque-zigur-label-day-no-damas.html#respond Wed, 11 Nov 2015 19:18:00 +0000

Quando há pouco mais de dois anos introduzi a música no BranMorrighan, as primeiras pessoas que conheci, e às quais ganhei logo um grande carinho, estavam ligadas a esta grande família que é a ZigurArtists. Tem sido um gosto e um orgulho enorme vê-los crescer e por isso gostava de lhes dar publicamente os parabéns por esta iniciativa e apelar-vos a que apareçam no Damas, no dia 21, e venham conhecer o trabalho de cada um destes artistas. Eles são todos completamente diferentes uns dos outros, têm todos uma paixão incomensurável pelo que fazem e sem dúvida que merecem o nosso apoio. Venham muitos mais dias como este! 

Com a época de festivais definitivamente encerrada, parámos para recuperar o fôlego e estamos prontos para começar outra vez. Por isso, decidimos fazer gazeta ao frio do inverno e trocá-lo pelo calor humano da nossa família que, no dia 21 de Novembro, vai estar em peso nas Damas, em Lisboa (um espaço que nos é querido desde o dia zero), para aquilo que decidimos chamar Zigur Label Day.

Em espírito de celebração pura, vamos juntar debaixo do mesmo tecto os muito nossos Twisted Freak, Mahogany, veabis&tubbhead + Burgueses Famintos, azul-revolto, O Manipulador, Cajado, Sax On The Road e daily misconceptions. A eles segue-se o inclassificável ZA SoundSystem, que ficará responsável por encerrar a festa com um aceitável nível de deboche.


São nove os projectos que, entre as quatro da tarde e as quatro da madrugada, vão celebrar a Zigur, uma família que começou em Lamego e entretanto cresceu para chegar a Lisboa, Porto, Algarve, Santo Tirso e Beja. O Zigur Label Day de 21 de Novembro é a primeira de várias iniciativas que servirão para apresentar a família Zigur e a sua editora. Em breve, serão conhecidos os locais e artistas que vão participar nos

próximos Label Days.

Facebook: https://www.facebook.com/events/475527122631893/

Bandcamp: zigurartists.bandcamp.com

Horários e alinhamento:

16h00 – Abertura de portas

16H45 – Twisted Freak

17H30 – veabis&tubbhead + Burgueses Famintos

18H15 – Mahogany

19H00 – azul-revolto

22H00 – O Manipulador

22H45 – Cajado

23H30 – Sax On The Road

00H15 – daily misconceptions

01H00 – ZA SoundSystem

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[DESTAQUE] “SAMO” é o trabalho de estreia de Burgueses Famintos https://branmorrighan.com/2015/10/destaque-samo-e-o-trabalho-de-estreia.html https://branmorrighan.com/2015/10/destaque-samo-e-o-trabalho-de-estreia.html#respond Wed, 07 Oct 2015 15:46:00 +0000 https://www.facebook.com/BurguesesFamintos

BURGUESES FAMINTOS SÃO:

João Silveira • Texto e Voz

Manuel Molarinho • Baixo, Pedais e Loopstation

Misturado e Masterizado por João Santos

Design por Basquiat, canalizado por

Burgueses Famintos e Luís Soares

Gosto. Existe uma beleza única inerente às obras de arte que se conseguem expressar a vários níveis, com várias camadas, que despem quem o espectador, o assistente que começa passivo evoluindo para um envolvimento íntima com essa mesma obra. A voz toma conta da dimensão narrativa e os instrumentos da dimensão sensitiva – a conjugação resulta numa profunda viagem aos locais inconformados, aos medos, às coisas não ditas, às emoções não exprimidas. É um reflexo e uma reflexão sobre o nosso papel perante nós mesmos e perante a sociedade, perante o nosso dia-a-dia e os locais que percorremos de forma indiferente. E depois a nossa relação com o outro. A languidez e as paixões, a loucura e o romper as névoas do pensamento. Não sei, é uma experiência muito pessoal. Intensa, até solitária, mesmo que nunca completamente sozinhos. A composição musical está de tal maneira bem conseguida que os ritmos irrompem pelo nosso peito, fazem mexer as nossas pernas e braços, tomam conta do nosso corpo dando-lhe uma nova vida, incitando a um grito que cresce no peito e que está por ganhar som. SAMO é aquele trabalho que se ouve, que se sente, mas que por momentos também se vive. Entre a crítica incisiva, a fome da libertação e a expiação íntima, os Burgueses Famintos conseguiram algo genial. 

Deixo-vos com a informação oficial: 

Diz-se que no princípio havia o Verbo, mas antes o ruído preparou a terra para o ver chegar. Seria impossível dizer quanto tempo passou até ao pó assentar, até a narrativa se criar a partir de uma nostalgia rebelde sobre o passado, até que viesse a união do ruído ao Verbo.

Os Burgueses Famintos nasceram de forma quase acidental, sem que se precisasse de fazer luz numa noite perdida e enterrada de 2014. Os burgueses são Manuel Molarinho (baixo) e João Silveira (voz), famintos e entregues a um delírio textual e sónico captado ao primeiro take.

Ao longo de meia-hora, o improviso é a regra, o erro é estrutural e a tensão subjacente a este diálogo – em que o baixo e a voz ocupam o mesmo plano de importância – é o combustível de um exercício ora sombrio, ora palpitante. Baseado em SAMO, saído da pena e mente de João Silveira e a publicar pela A Tua Mãe* em Outubro de 2015, o disco de estreia dos Burgueses Famintos move-se por terrenos pantanosos e distópicos, mas não totalmente desconhecidos – principalmente para quem já se aventurou em registos como Priest They Called Him. Da voz aparentemente calma de Silveira, discorrem visões das grandes cidades, que se diluem no turbilhão eléctrico com que Molarinho preenche esta faixa.

Burgueses Famintos estará disponível a partir de 12 de Outubro no Bandcamp da Zigur.

Próximos concertos:

9/10: Mercado Negro, Aveiro, 23h30 (entrada livre)

10/10: Snob, Guimarães, 17h30 (entrada livre)

10/10: Carpe Diem, Santo Tirso, 23h00 (3 euros)

17/10: DAMAS, Lisboa, 18h30 (entrada livre)

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TRC ZigurFest com Cartaz Fechado e Compilação de Aniversário https://branmorrighan.com/2015/08/trc-zigurfest-com-cartaz-fechado-e.html https://branmorrighan.com/2015/08/trc-zigurfest-com-cartaz-fechado-e.html#respond Thu, 13 Aug 2015 15:03:00 +0000

JP Simões, Mandíbulas, Big Red Panda e Batsaykhan Tuul, Medeiros/Lucas, Sabre, Cajado, The Sunflowers e Tresor&Bosxh são as últimas confirmações para a quinta edição do TRC ZigurFest, apresentando assim um cartaz de luxo no que à música nacional diz respeito.

Estes nomes juntam-se aos já anunciados Cave Story, HHY & The Macumbas, Evols, daily misconceptions, azul-revolto, Corona, Mahogany, Tar Feather e Plus Ultra.

Mas as novidades não se ficam por aqui. Em jeito de comemoração do aniversário da editora e dos cinco anos do TRC ZigurFest, lançámos aos artistas da casa o desafio de recriar temas editados pela Zigur em cinco anos de existência. Esses temas ganham agora uma nova dimensão, uma nova vida até, numa colecção de dez temas a que chamámos Antologia e que estará disponível para venda, em edição limitada, durante o festival. A primeira amostra pode ser ouvida aqui e vista ali.

O TRC ZigurFest decorre nos dias 28 e 29 de Agosto e vai levar a Lamego um total de 18 bandas distribuídas por três palcos: Grande Auditório (no Teatro Ribeiro Conceição), Palco Olaria e Palco Castelinho (ambos na rua da Olaria). Os bilhetes custam entre € 3,00 (diário) e € 5,00 (passe geral) e dão acesso aos concertos do Teatro Ribeiro Conceição. Os concertos na rua da Olaria são gratuitos.

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