ZigurFest – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:34:39 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png ZigurFest – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 [DESTAQUE] ZigurFest 2018 – GRATUITO, CAMPISMO E CINCO NOVAS CONFIRMAÇÕES https://branmorrighan.com/2018/06/destaque-zigurfest-2018-confirmacoes-e.html https://branmorrighan.com/2018/06/destaque-zigurfest-2018-confirmacoes-e.html#respond Wed, 20 Jun 2018 13:52:00 +0000

O  verão  vai  assentando  arraiais  e  o  rumor  quente  da  brisa  de  verão  arrasta  com  paciência  ecos  de  ZigurFest.  Fiquemos  à  escuta: deslindam-se  os  nomes  de  Scúru  Fitchádu,  Vaiapraia  e  as  Rainhas  do  Baile,  Terra  Chã,  Savage  Ohms  e  Sereias.

Qual  terramoto  na  cena  portuguesa,  os  Scúru  Fitchádu são  a  banda  que  ninguém  esperava,  mas  toda  a  gente precisava.  Provando  que  não  há  limites  para  além  daqueles  impostos  por  nós  próprios,  a  banda  liderada por  Sette  Sujidade  tem  aberto  caminho  com  o  seu  cruzamento  imparável  de  punk  e  funaná.  

Da  transcendência  pelos  decibéis,  àquela  atingida  pelo  transe.  É  este  o  caminho  das  Savage  Ohms  e  o  seu  alinhamento  estelar  afecto  à  Maternidade  apontam  sem  medos  à  infinitude  do  cosmos  alimentadas  pela  motorik incessante  de  uma  secção  rítmica  no  ponto.  Kraut  à  séria,  para  viajar  sem  destino  certo.

Por  falar  em  viajar,  também  gostamos  de  o  fazer  a  dançar.  Lembrem-se  disso  quando  derem  de  caras  com  os  Terra  Chã,  dream-team  da  house  mais  onírica  que  por  cá  passou  –  e  editada  pela  recém-formada  Zabra  Records,  subsidiária  da  ZigurArtists  dedicada  a  fazer  esses  pés  a  mexer.  Formados  por  Fabrizio  Reinolds  e  Ricardo  Fialho,  têm  o  dom  de  evocar  paisagens  em  simultâneo  vívidas.  A  dança  como  libertação  é  o  mote.

Falando  de  libertação,  avançamos  serenamente  para  Vaiapraia  e  as  Rainhas  do  Baile.  Coletivo  recente  mas  definitivamente  icónico  em  Portugal,  têm-se  sabido  alinhar  com  a  pop-punk  simultaneamente  mais  doce  e  aguerrida  que  ouvimos  nos  últimos  anos.  As  suas  aparições  têm  tanto  de  concerto  como  de  performance,  sem  que  isso  diminua  a  capacidade  de  comunicar  pela  música  –  e  isso  deve-se  não  só  ao  companheirismo  raro  mas  também  à  vulnerabilidade  que  Rodrigo  Vaiapraia  imprime  na  banda.

Empreendimento  mutante  surgido  no  Porto,  os  Sereias  fazem  da  ferocidade  do  noise-rock  força  motriz  para  abrir  caminho  pelos  palcos  a  que  têm  subido.  A  dar  os  primeiros  e  muito  auspiciosos  primeiros  passos,  ostentam com  orgulho  e  eficácia  os  mandamentos  da  no-wave:  sem  forma,  sem  destino  aparente,  sem  referências  óbvias.  Apenas  a  facilidade  de  rugir  sempre  mais  alto  em  direção  a  um  clímax  que  é  sempre  inesperado.  Segurem-se  bem  para  este.

Como  boas  notícias  nunca  são  demais,  primeira  vez  em  oito  anos,  a  entrada  para  o  ZigurFest  será  totalmente gratuita  e  o  festival  terá  campismo  disponível  para  quem  vem  de  fora.  O  melhor  fim-de-semana  do  ano  regressa  a  Lamego  a  dobrar  e  de  29  de  Agosto  a  1  de  o  festival  estende-se  por  toda  a  cidade  –  a  começar  pelo  Teatro  Ribeiro  Conceição  e  na  Olaria,  sem  esquecer o  Castelo  ou  a  Alameda.

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[DESTAQUE] Entrevista à organização do TRC Zigurfest ’17 https://branmorrighan.com/2017/08/destaque-entrevista-organizacao-do-trc.html https://branmorrighan.com/2017/08/destaque-entrevista-organizacao-do-trc.html#respond Wed, 30 Aug 2017 13:49:00 +0000

A euforia e o ânimo já se encontram por todo o lado em Lamego. A sétima edição do TRC Zigurfest está a começar e tornou-se imperativo roubar uns minutos à organização, mais propriamente ao Afonso Lima, para ficarmos a saber mais sobre como é que o festival surgiu e qual tem sido a sua evolução. Desde ontem que na ZONA já há movimento e a partir das 16h de hoje já temos o Museu de Lamego a vibrar também. Horários no final da entrevista ou toda a info aqui

Ainda te lembras como surgiu a ideia de criar o TRC Zigurfest? 

Diria que há dois momentos: um prévio a tudo, que era quase um desejo antigo de cada um de nós poder realizar na nossa cidade natal, Lamego, um festival que acolhesse estilos de música dos mais diversos – de artistas que queríamos ver, mas não havia quem os programasse em Lamego. E houve várias tentativas de concretizar; outro é quando é feito o convite/desafio pelo director do Teatro Ribeiro Conceição para fazermos acontecer um festival dentro desse espectro de programação em 2011. Isto era de tal forma uma ideia comum, praticamente ainda não verbalizada, que perante o convite unimos esforços para fazer a primeira edição do TRC ZigurFest por percebermos que este era o espaço para podermos explorar essas nossas ideias. 

Que tipo de impacto é que consideram que o festival tem tido em Lamego? 

O primeiro impacto diria facilmente que será o de colocar Lamego num circuito nacional para a cultura mais emergente. Isso é importante para as camadas mais jovens a residir em Lamego não se sentirem excluídas no acesso a este tipo de cultura. Nós costumamos dizer “quem nos dera enquanto estávamos no secundário que houvesse um festival assim em Lamego”. Depois porque coloca também Lamego visível para públicos que lhe eram menos comuns. Lamego tem um turismo muito ligado à arte sacra e ao Douro (enquanto destino), mas tem muito mais para oferecer. Sentimos que conseguimos atrair um novo público a falar de Lamego, pelo menos a nível nacional, e de que somos um motivo válido e recorrente para se falar em Lamego quando se fala em atividade cultural a nível nacional.

Nos últimos anos o festival tem crescido e ganho prémios tanto nacionais como internacionais. Que balanço é que fazem deste crescimento? 

A nível de nomeações, prémios ou selos, isso sentimos honestamente que é uma consequência do nosso trabalho contínuo. É ótimo ter reconhecimento. Mas para medirmos o crescimento preferimos olhar para a quantidade de pessoas que se envolvem na realização do evento; nos artistas que já sentem que vir tocar a Lamego ao TRC ZigurFest é um bom passo na sua carreira musical; no público que, sendo desafiado a novas propostas, encontra identificação nas nossas propostas; nos lamecenses emigrados que já regressam à cidade fazendo coincidir com o festival; no envolvimento do comércio local, da diocese e de outras instituições; nos sorrisos e na troca de afeto e não deixam indiferente quem vem a Lamego experimentar o TRC ZigurFest.

Quais os maiores contributos que o festival traz para a música portuguesa?

Quando começámos ainda não haviam muitos palcos para quem queria dar os primeiros passos para tocar ao vivo. A distância que ia de começar a fazer musica até estar num festival era, para a maior parte dos músicos, enorme. Conjuntamente com os vários festivais que têm surgido um pouco por todo o lado contribuímos claramente para reduzir essa distância. No nosso caso, penso que a nossa diferenciação prende-se também por querermos sempre fugir ao óbvio. Isso faz com que alarguemos o espectro de artistas e estilos representados, permitindo ao público uma experiência diversificada e aos próprios artistas conhecerem esta conjugação circuitos diferentes.

Com um número cada vez maior de festivais em Portugal, ainda por cima sobrepostos, o que é que destaca, na vossa opinião, o Zigurfest dos outros? 

Queremos dar palco à nova musica portuguesa, e aí claro que teremos coincidências com outros programadores. No entanto, mantemos uma dose grande de risco e por isso procuramos programar artistas e conjugações menos óbvias, como por exemplo, a sequência de fecho de sábado: Pega Monstro, Chalo Correia e GPU Panic. Se vierem a Lamego poderão ver como esta inusitada sequência funcionará incrivelmente.

Noutro ponto, o local e o momento também é algo diferenciador, o ZigurFest ocorre numa cidade repleta de história, numa época que coincide com as festas populares – a romaria de nossa senhora dos remédios. Isto permite um choque cultural extremamente interessante, aproveitando todo o lado mais popular das festas da cidade, mas também podendo ver concertos de música menos óbvios, numa espécie de palco alternativo das festas.

Todos podemos concordar com o festival não é apenas sobre música, mas que também envolve arte contemporânea e outras expressões artísticas. Consideram que este é um festival aberto a todo o tipo de arte? 

A todo o tipo de arte seria um statement perigoso. 🙂 Nós realmente queremos ter uma componente de arte contemporânea forte no âmbito do TRC ZigurFest. Desde os espetáculos dos músicos, à cenografia isso é cada vez mais um complemento necessário a um festival que se pretende afirmar na vanguarda. Nesse sentido, temos de estar com a mente aberta para conseguirmos continuar a captar quais são as novas formas de expressão artística. 

Este ano vão para o segundo ano de ZONA – residências artísticas. Que feedback é que têm obtido? 

O feedback mais interessante é que temos público, essencialmente da região, à procura do que temos para oferecer nas propostas da ZONA, e que manifestamente querem que isto possa acontecer mais vezes em Lamego. Adicionalmente, os workshops anunciados com menos de uma semana estão prestes a esgotar (estamos neste momento a 2 dias de se realizarem).

Por outro lado, para nós também foi muito bom, termos tido mais de 30 candidatos ( e de muito boa qualidade) para a open call, que na verdade teve uma duração curta. Isto tudo deixa-nos bastante entusiasmados para as próximas edições.

O que é que melómanos e amantes de arte podem esperar da edição de 2017 do TRC Zigurfest? 

Uma programação desafiante, várias descobertas de novos talentos, ou talentos menos conhecidos, num ambiente familiar onde a proximidade, o entusiasmo e o gosto pela descoberta são constantes. A melhor recomendação é que venham experimentar o TRC ZigurFest.

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[DESTAQUE] TRC ZIGURFEST 17 com CARTAZ FECHADO – DIA ZERO, ZONA E HORÁRIOS https://branmorrighan.com/2017/08/destaque-trc-zigurfest-17-com-cartaz.html https://branmorrighan.com/2017/08/destaque-trc-zigurfest-17-com-cartaz.html#respond Sun, 27 Aug 2017 10:52:00 +0000

Dia 31 de Agosto começa mais uma bela edição do TRC Zigurfest, um dos festivais mais bonitos e mais apaixonados do nosso país. Desde a sua primeira edição apostam na música emergente em Portugal, e desde o último ano que também têm apostado em residências artísticas. À beleza de Lamego junta-se o talento fervilhante, a vontade de fazer acontecer e a concretização sólida de quem acredita que se pode fazer mais e melhor pela arte em Portugal. Do cartaz, devo confessar, tenho aqueles que já habitam no meu coração desde que soube da sua existência: a electrónica cada vez mais apurada dos Whales, a alegria festiva e até romântica dos Nice Weather For Ducks e aquele jazz capaz de nos arrancar deste universo dos The Rite of Trio. Mas fora estes posso aconselhar sem qualquer problema Stone Dead, Acid Acid, Coelho Radioactivo, Galgo, Lama, Madraste e Nils Meisel. Do cartaz foram aqueles que já vi e que gostei. Os que não mencionei foi porque nunca vi, mas se estão neste festival é porque valem a pena ver, portanto tentaria espreitar cada um deles. Confesso que tenho uma curiosidade muito aguçada com Madrasta (do querido Manuel Molarinho – Baleia Baleia Baleia e Manipulador), GPU Panic (do Guilherme Ribeiro – Salto), e ultimamente não param de me falar dos The Twist Connection, que espero poder ver brevemente. Acima de tudo o cartaz do Zigurfest consegue ser um cartaz para deliciosas descobertas. Infelizmente não vou poder estar presente (este ano o doutoramento está com prazos mesmo apertados), mas se puderem, força! Tenho a certeza que não se vão arrepender. Bom festival! (Deixo-vos com as infos oficiais e horários).

Mesmo que quiséssemos, não dava mesmo para aguentar mais as novidades: para fechar de vez o cartaz desta edição, convidámos GPU Panic, Twist Connection, LYFE, Madrasta, Nils Meisel e Whales. Com estes nomes, chega também a confirmação de que além dos habituais Palcos Teatro Ribeiro Conceição, Castelinho e Olaria, vamos também instalar-nos na renovada Alameda do Castelo e no Parque Isidoro Guedes (este último apenas no dia 31 de Agosto).


Abrimos as hostes com o nosso LYFE, beatmaker lamecense que depois de alguns anos em incubação parece ter assentado definitivamente num alter-ego que encontra harmonia entre o esclarecimento digital da vaporwave e os beats redondinhos de J Dilla. Aceleramos para GPU Panic, projeto que Guilherme Tomé Ribeiro mantém paralelamente aos mui portugueses Salto, e que lhe tem servido para ir do escapismo mais textural a terrenos mais dançáveis. Chega com a bagagem cheia da sua passagem pela Red Bull Music Academy em 2016 e com a boa responsabilidade de fechar o festival em comunhão física. 


Ainda no campo electrónico, mas mais experimental e difuso, encontramos Nils Meisel. Produtor luso-alemão a residir em Portugal há já vários anos, Nils serve-se das variações microscópicas na música que cria para criar momentos de transe e manipulação corporal como há muito não víamos. Música para o corpo é o que criam também os The Twist Connection. Encabeçados pelo lendário Kaló, que desde os Bunnyranch não tínhamos o privilégio de ver a liderar uma formação, alinham-se pelo diapasão daquele rock apuradíssimo (e caótico) que fez de Coimbra uma cidade lendária.


 Também eléctricos, mas com uma voltagem que convida à contemplação e introspeção – um pouco como ensina a cartilha dos Slint e dos Tortoise – são os Madrasta. Powertrio como mandam as regras, com baixo, bateria e guitarra, editaram recentemente o belíssimo “Matiné” (pela Honeysound) e é esse disco que vêm agora apresentar a Lamego. Por fim, abram alas para os Whales, jovem formação de Leiria que, com conta peso e medida, cruzam o groove do rock à euforia da electrónica. A atravessar uma fase de metamorfose, são para manter debaixo de olho na sua estadia a norte.


Mas temos (ainda) mais prendas para vocês. No dia 30 de Agosto, quarta-feira, começamos lentamente a descerrar o pano para a edição deste ano com o “Dia Zero” e quatro concertos especiais em tantos outros pontos da cidade. O luso-brasileiro Luca Argel, mestre da miscigenação musical entre Portugal e Brasil, toca na Igrega do Desterro; a Primeira Dama de Manuel Lourenço e os Talea Jacta de Pedro Pestana e João Filipe Pais sobem ao Museu de Lamego para mostrar de que é (des)feito o ritmo, enquanto que Sallim se apresenta no Museu Diocesano para mostrar o que é afinal isto de fazer belíssimas canções em português. 


Num prolongamento do cruzamento artístico iniciado em 2012 com o concerto de RA + JP, acolhemos a segunda edição da ZONA – Residências Artísticas de Lamego. Com o objetivo de introduzir na cidade e no município obras de expressão artística contemporânea, convidámos os artistas Tatiana Marta Silva e a dupla Cooperativa Ladra: Miguel F + Inês Barbosa para se mudarem para Lamego durante o mês de Agosto. O resultado deste período de criação e produção artística será apresentado a 31 de Agosto, 1 e 2 de Setembro. 


A ZONA inaugura também um novo segmento este ano, desta feita orientado para as artes acusmáticas, com curadoria de Manuel Guimarães e António M. Silva. Tratam-se de quatro instalações sonoras que pretendem funcionar como interpretações audíveis dos locais históricos onde se encontram expostas. Servindo-se de espaços que delimitam a geografia do festival e que este ano se transformam assim numa espécie de fronteira sonora (ou roteiro audível) do TRC ZigurFest, O Som do Espaço vai ocupar a Cisterna e a Torre do Castelo, o Museu de Lamego e os Claustros da Sé Catedral. As instalações foram criadas por nial, Daily Misconceptions, José Miguel Silva e Vitor B. Pereira e podem ser ouvidas de 28 de Agosto a 3 de Setembro. 


Os concertos especiais serão gratuitos, mas limitados à lotação de cada um dos espaços. Os horários e divisão de concertos por palco podem ser consultados em baixo ou na imagem em anexo. 


Os bilhetes para a 7ª edição do TRC ZigurFest já estão à venda na Bilheteira do TRC e na Ticketea. O passe de 3 dias custa 5 euros, ao passo que os bilhetes diários têm um preço de 3 euros.



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[DESTAQUE] ZONA – Residências Artísticas de Lamego https://branmorrighan.com/2016/08/destaque-zona-residencias-artisticas-de.html https://branmorrighan.com/2016/08/destaque-zona-residencias-artisticas-de.html#respond Sun, 28 Aug 2016 12:48:00 +0000

Este ano inauguram as primeiras residências artísticas de Lamego: ZONA. ZONA é uma plataforma criada e fundada pelo artista plástico João Pedro Fonseca, sediado em Lisboa mas natural de Lamego, que visa dinamizar e integrar no município lamecense as mais vertentes expressões artísticas contemporâneas. Para tal, são abertas “open calls” nacionais, através das quais os artistas seleccionados poderão residir e trabalhar na cidade com o objectivo da investigação e produção artística. De modo a envolver a cidade no seu trabalho, cada artista tem a possibilidade de escolher uma zona da cidade para a sua peça ser apresentada ou perpetuada na comunidade local.

Para esta primeira edição, que tem o apoio do Município Lamego e o Teatro Ribeiro Conceição, foram convidados cinco artistas plásticos emergentes. André Costa, André D. Costa, Duarte Fonseca, Inês Apolinário e Rui Costa vão produzir uma ou mais peças inspiradas na imagética do festival TRC Zigur Fest que serão depois apresentadas numa exposição colectiva nos dias 1, 2 e 3 de Setembro no Teatro Ribeiro Conceição.

Site: http://cargocollective.com/zonalamego

Facebook: https://www.facebook.com/zonalamego


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TRC ZigurFest – Cartaz Fechado e Horários https://branmorrighan.com/2016/08/trc-zigurfest-cartaz-fechado-e-horarios.html https://branmorrighan.com/2016/08/trc-zigurfest-cartaz-fechado-e-horarios.html#respond Wed, 24 Aug 2016 12:24:00 +0000

Roundhouse Kick, Killimanjaro, Berlau & AM Ramos, Marvel Lima, Solar Corona, Fazenda e OZO são as últimas confirmações para os dias 2 e 3 do TRC ZigurFest. Por sua vez, Leviatã, Citizen:kane, Rapaz Improvisado, Homem em Catarse e Desterronics serão os grandes responsáveis por agitar as hostes no dia 1 de Setembro, que marca o arranque oficial do festival em Lamego.

Os horários de actuação e distribuição de bandas por palcos, também já podem ser consultados no site oficial.

Os bilhetes estão à venda no Teatro Ribeiro Conceição, têm um preço de 3 euros (bilhete diário) ou 5 euros (bilhete geral). Vale a pena relembrar que todos os concertos do dia 1 e nos dias 2 e 3 de Setembro no Castelinho e na Olaria são gratuitos. 

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Surma, Baleia Baleia Baleia, TORTO e 800 Gondomar são as mais recentes confirmações para o TRC ZigurFest 2016 https://branmorrighan.com/2016/08/surma-baleia-baleia-baleia-torto-e-800.html https://branmorrighan.com/2016/08/surma-baleia-baleia-baleia-torto-e-800.html#respond Thu, 04 Aug 2016 12:49:00 +0000

Depois de confirmados os Pop Dell’ Arte, Dragão Inkomodo e Galo Cant’às Duas, é altura de anunciar uma nova ronda de confirmações e dar-vos quatro grandes razões para não perderem o TRC ZigurFest ‘16. Surma, Baleia Baleia Baleia, TORTO e 800 Gondomar são os nomes agora confirmados para o plantel de luxo que entre em campo nos dias 1, 2 e 3 de Setembro em Lamego.

SURMA

Apesar da sua ainda curta carreira, Surma é um nome a seguir com atenção no panorama nacional. Acolhida pelo festival-irmão Um Ao Molhe desde o primeiro momento, a sua música de cariz pop minimalista tem-lhe valido comparações com nomes como Björk ou The XX. Com composições de filigrana e uma voz frágil, mas carregada de certezas, será sem dúvida um dos momentos mais íntimos e bonitos do festival.


B A L E I A

B A L E I A

B A L E I A

Nada nem ninguém nos preparou para os Baleia Baleia Baleia, mas eles existem e ao que tudo indica não se vão embora tão cedo. Dupla nascida no seio da ZigurArtists e formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria), é um daqueles casos em que o todo é maior do que a soma das partes. O mesmo é dizer que os Baleia Baleia Baleia não estão para brincadeiras e prometem festa a rodos com o seu punk-rock dançável e sempre mordaz. Actualmente a preparar o disco de estreia, saem do estúdio para nos vir mostrar do que são feitos.

T O R T O

Há já muito tempo que devíamos a Lamego o regresso de uma das bandas mais admiráveis do nosso país. Da última vez que os vimos, estavam a tocar à lareira de uma das salas mais bonitas da cidade, o Clube de Lamego. Agora, depois de lançado o novo e incrível “Escabroso” e de passagens por palcos como o NOS Primavera Sound, Serralves em Festa ou Bons Sons, os TORTO regressam para encher o Teatro Ribeiro Conceição.

8 0 0

G O N D O M A R

Directamente de Rio Tinto chegam-nos os 800 Gondomar, este trio de rock de valor acrescentado, que nos últimos meses se tem dedicado a arrasar palcos por todo o país. Intensidade é palavra de ordem nas aparições ao vivo destes jovens rapazes e com duas edições na bagagem, eles têm sabido aproveitar a onda aparentemente incessável do punk/rock mais garageiro, abraçando com corpo e mente a tradição de alguns dos nomes maiores deste movimento.

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TRC ZIGURFEST 2016 – Pop dell’Arte, Dragão Inkomodo e Galo Cant’às Duas são as Primeiras Confirmações https://branmorrighan.com/2016/08/trc-zigurfest-2016-pop-dellarte-dragao.html https://branmorrighan.com/2016/08/trc-zigurfest-2016-pop-dellarte-dragao.html#respond Mon, 01 Aug 2016 14:18:00 +0000

Pop dell’Arte, Dragão Inkomodo e Galo Cant’às Duas são as três primeiras confirmações para o TRC ZigurFest 2016, que este ano regressa a Lamego para a sua 6ª edição. Uma das novidades para este ano é a inclusão de mais um dia, decorrendo entre 1 e 3 de Setembro.

Já vos tínhamos dito que este ano regressávamos aos sítios do costume nos dias 1, 2 e 3 de Setembro, mas ainda não vos tínhamos dito com quem. Assim, é com muito prazer que anunciamos que este ano vamos ter connosco os Pop Dell’ Arte, Dragão Inkomodo e Galo Cant’às Duas.


Nunca escondemos que uma das melhores coisas de se fazer este festival é a possibilidade de conhecer e trabalhar de perto com alguns dos nossos heróis. Ainda não os conseguimos trazer todos – a lista é enorme e todos os anos cresce mais um pouco -, mas não somos de desistir e este ano não hesitámos nem um bocadinho em apontar baterias para concretizar este sonho: o de ver os Pop Dell’ Arte a tocar finalmente no Teatro Ribeiro Conceição e a tocar pela primeira vez alguns dos temas que vão fazer parte do novo disco. Um luxo, a que se juntam dois nomes a quem se augura um futuro não menos que brilhante. São eles os Galo Cant’às Duas, binómio imparável de jazz-fusão bucólico e telúrico, e Dragão Inkomodo, produtor benjamim que tivemos o prazer de editar e de quem ainda vamos ouvir falar muito este ano.


À semelhança dos outros anos, os concertos do festival vão-se dividir entre o Teatro Ribeiro Conceição e a mítica Rua da Olaria, onde estarão instalados os palcos Castelinho e Olaria. A estes, juntam-se ainda os concertos do dia 0 do festival, que vão decorrer em vários espaços emblemáticos da cidade de Lamego (a anunciar brevemente). O TRC ZigurFest, que acontece nos dias 1, 2 e 3 de Setembro é organizado pela ZigurArtists com o apoio da Câmara Municipal de Lamego e do Teatro Ribeiro Conceição. Os restantes nomes, preços e horários serão anunciados em breve.

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Sobre os Prémios do Portugal Festival Awards (votações terminam amanhã) https://branmorrighan.com/2015/11/sobre-os-premios-do-portugal-festival.html https://branmorrighan.com/2015/11/sobre-os-premios-do-portugal-festival.html#respond Sun, 08 Nov 2015 14:31:00 +0000 Votação termina dia 9 de Novembro

O Portugal Festival Awards vai para a sua terceira edição e é importante salientar que a sua existência tornou possível o conceito de carimbo de distinção para os festivais e artistas que ganham prémios. De alguma maneira, ter o selo de melhor festival, seja de que categoria for, ou de melhor artista, acaba por ser usado como um selo que é apresentado como distintivo quando cada entidade – festival ou artista – pretende reforçar a sua qualidade. Existe a votação do público, existe a votação do júri, mas independentemente de quem ganha e quem perde, o facto é que quando olhamos para os nomeados damos conta que existe muita coisa a ser feita em Portugal, algumas das quais nem sequer temos noção.

Não pretendo ser isenta no texto que se segue, fica desde já o aviso. Este até poderia ser um post apenas de reflexão, mas como as votações acabam amanhã acho importante relembrar alguns dos esforços feitos em prol do que é a música portuguesa. Apesar do esforço que faço por acompanhar o que se vai fazendo de norte a sul do país, é claro que muito me escapa, daí ser impossível falar com imparcialidade.

No que toca a festivais em Portugal, há pelo menos cinco de que todos têm sempre noção dado o seu mediatismo: NOS Primavera Sound, Vodafone Paredes de Coura, NOS Alive, Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste. Claro que não é à toa que os prefixos são das maiores marcas de telecomunicações de Portugal e daí também serem dos maiores festivais no nosso país. Mas há muito mais a ser feito, com muito empenho e paixão. Dos cinco que mencionei até agora, há um que não falho há pelo menos cinco anos – Paredes de Coura. É um festival muito especial, quem lá passa não esquece e fica com saudades. Os cartazes nunca desiludem, acabo por conhecer sempre música nova e as bandas portuguesas presentes podem não ser mediáticas, mas são boas. Também o NOS Primavera Sound é um outro mundo, mas do qual só fiz parte um ano. Sem dúvida que quero voltar a repetir a experiência, torcendo para que mais bandas portuguesas possam integrar as fileiras dos palcos. Dos restantes festivais, o Sudoeste não me vê a sombra e o deslumbramento com o Alive e o SBSR tem-se perdido ao longo dos anos. Gabo o palco da Antena 3 no SBSR e o facto de ter levado boas jovens bandas portuguesas.

A questão agora é também esta, pelo menos na minha óptica. Eu sei que quem vai aos grandes festivais de música não vai pelas bandas portuguesas, mas pelos nomes internacionais que se calhar não veriam noutro contexto. Porém, verdade seja dita, muitas bandas começam a ganhar mais propostas ou mais notoriedade por terem conseguido marcar presença nesses festivais, mesmo que seja para tocarem meia hora a abrirem o palco secundário. Estiveram presentes, vai para o currículo, o interesse aumenta. Mais ou menos, mas acho que percebem a ideia.

O que eu não percebo muito bem é como é que desvalorizamos ou desprezamos festivais que se dedicam exclusivamente à música portuguesa, à cultura portuguesa e que lutam pelo talento dos nossos músicos tentando dar-lhes condições e experiências únicas. E aqui quero relembrar o Fusing que desapareceu por deixar de ser economicamente viável, mesmo quando oferecia experiências para além do cartaz de excelência, mas olhando para o presente e futuro possíveis quero dar três exemplos com que fui tomando contacto mais próximo – Festival Bons Sons, Um ao Molhe e Zigurfest.

Começando pelo Bons Sons, este foi o festival que mais me surpreendeu este ano. A dedicação das pessoas, a forma como os palcos foram planeados e as bandas distribuídas, o acolhimento caloroso, o envolvimento das pessoas da aldeia em algo que realmente se nota que tem muito daquele povo, marca quem por lá passa. Foi incrível a quantidade de bandas portuguesas que por lá passaram, os géneros distintos e para todos os gostos, das mais emergentes às mais antigas e já afirmadas. Na minha opinião acho que o Bons Sons acaba por ser uma escola de música portuguesa. Penso que mesmo para os artistas as experiências que vivem lá acabam por ser diferentes. Ou, pelo menos, tem sido esse o feedback que me tem chegado. E depois existe toda a questão da sustentabilidade, da preocupação com o ambiente, do merchandising personalizado e feito à mão pelas pessoas da aldeia, entre tantas outras coisas. E vai fazer 10 anos. Nas condições em que é feito todos os anos, penso que isso reflecte muita dedicação e paixão, porque não retribuir?

 

A uma escala mais pequena, temos o Um ao Molhe e o Zigurfest. O Um ao Molhe, para quem não conhece, é um festival itinerante de one-man/woman-bands. É fruto de muita dedicação e compromisso por quem acredita que os músicos também se devem unir e colaborar num caminho que costuma ser bastante solitário. O festival ainda só teve uma edição, mas a segunda já está a ser preparar e com uma lista ainda maior de artistas portugueses. É um projecto ao qual estou atenta, que quero apoiar como puder e que espero que vocês possam a vir acompanhar e até estarem presentes.

O Zigurfest é o meu calcanhar de aquiles pois ainda não consegui estar presente em nenhuma edição. A ZigurArtists, organizadora do festival, está recheada de pessoas valorosas e com as quais gosto de colaborar sempre que posso. O festival, em Lamego, tem proporcionado experiências únicas e exclusivas a quem lá passa (e que faz questão de me contar para eu me ficar a sentir ainda pior por ser apenas uma pessoa e não me conseguir multiplicar!). Quando conhecemos o trabalho, as condições, o empenho e as motivações de quem se dá ao trabalho de lutar pelos artistas portugueses, é impossível não querermos fazer parte da experiência.

Tendo um blogue que se dedica de alma e coração à divulgação de música portuguesa, achei que esta altura em que o Portugal Festival Awards vai ter mais uma edição tornava oportuno fazer uma reflexão da minha experiência com os festivais. É claro que existem dezenas de outros festivais, não os estou a desprezar ou a desvalorizar, mas só posso falar daquilo que sei e testemunho.

Em relação aos artistas portugueses nomeados, quero deixar um mega abraço de apoio aos Thunder & CO., projecto que tenho acompanhado desde que Nociceptor saiu e que espero que continue a singrar. Não que não goste dos outros nomeados, mas fazendo a reflexão de 2015 foram quem mais ouvi, com quem mais interagi e com quem senti mais afinidade. 

Que a cerimónia seja muito bonita e que quem merece seja reconhecido! 

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TRC ZigurFest com Cartaz Fechado e Compilação de Aniversário https://branmorrighan.com/2015/08/trc-zigurfest-com-cartaz-fechado-e.html https://branmorrighan.com/2015/08/trc-zigurfest-com-cartaz-fechado-e.html#respond Thu, 13 Aug 2015 15:03:00 +0000

JP Simões, Mandíbulas, Big Red Panda e Batsaykhan Tuul, Medeiros/Lucas, Sabre, Cajado, The Sunflowers e Tresor&Bosxh são as últimas confirmações para a quinta edição do TRC ZigurFest, apresentando assim um cartaz de luxo no que à música nacional diz respeito.

Estes nomes juntam-se aos já anunciados Cave Story, HHY & The Macumbas, Evols, daily misconceptions, azul-revolto, Corona, Mahogany, Tar Feather e Plus Ultra.

Mas as novidades não se ficam por aqui. Em jeito de comemoração do aniversário da editora e dos cinco anos do TRC ZigurFest, lançámos aos artistas da casa o desafio de recriar temas editados pela Zigur em cinco anos de existência. Esses temas ganham agora uma nova dimensão, uma nova vida até, numa colecção de dez temas a que chamámos Antologia e que estará disponível para venda, em edição limitada, durante o festival. A primeira amostra pode ser ouvida aqui e vista ali.

O TRC ZigurFest decorre nos dias 28 e 29 de Agosto e vai levar a Lamego um total de 18 bandas distribuídas por três palcos: Grande Auditório (no Teatro Ribeiro Conceição), Palco Olaria e Palco Castelinho (ambos na rua da Olaria). Os bilhetes custam entre € 3,00 (diário) e € 5,00 (passe geral) e dão acesso aos concertos do Teatro Ribeiro Conceição. Os concertos na rua da Olaria são gratuitos.

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Novas Confirmações TRC Zigurfest – Mahogany, daily misconceptions, entre outros https://branmorrighan.com/2015/07/novas-confirmacoes-trc-zigurfest.html https://branmorrighan.com/2015/07/novas-confirmacoes-trc-zigurfest.html#comments Fri, 10 Jul 2015 14:36:00 +0000

Os dias sucedem-se e estamos cada vez mais próximos do TRC ZigurFest. Para combater a ansiedade própria da época, deixaram-nos uma nova ronda de confirmações para o festival. HHY & The Macumbas, Mahogany, Tar Feather, Evols, Plus Ultra e daily misconceptions são mais uma parte da armada que vai invadir Lamego nos dias 28 e 29 de Agosto.

Começaram por dar carta-branca aos HHY & The Macumbas (colectivo do Porto de formação variável, mas sempre liderados pelo carismático Jonathan Uliel Saldanha), que vão testar a resistência das fundações do Teatro Ribeiro Conceição com o seu dub ritualístico e selvagem. E vamos assistir ao renascimento dos Evols, que vão mostrar do que é afinal feito o tão aguardado novo disco, “Evols II”.

Mas há mais. Mahogany, que editou o belíssimo “a house in iceland” na ZigurArtists no início deste ano, promete abraçar-nos com o seu calor e levar-nos o coração para outras coordenadas. A viagem prossegue nas mãos de João Zinho, que é como quem diz daily misconceptions. Com “LOP” ainda fresco (também editado pela ZigurArtists em 2015), vamos criar espaço para mergulhar nas paisagens e texturas sonoras sempre felizes do produtor radicado no Porto.

E porque vamos precisar de combustível para o corpo, vamos deixar-nos levar pela brutalidade dos Plus Ultra, trio histórico do Porto que no recém-editado “Vol. 1”volta a moldar o rock a seu bel-prazer. Por último, mas nunca menos importante, vamos poder escutar (e dançar) as novas matérias densas que Tar Feather (Diogo Tudela) tem estado a criar ao longo deste ano.

Também a partir de hoje, saibam que podem acompanhar todas as novidades relativas ao TRC ZigurFest com a Antena 3, que temos todo o prazer em anunciar como a rádio oficial do festival.

O TRC ZigurFest acontece nos dias 28 e 29 de Agosto, no Teatro Ribeiro Conceição e em vários espaços da vizinha rua da Olaria. Estas confirmações juntam-se aos anteriormente anunciados Cave Story, azul-revolto e Corona.

Sobre Mahogany: http://www.branmorrighan.com/search/label/Mahogany

Sobre Daily Misconceptions: http://www.branmorrighan.com/search/label/Daily%20Misconceptions

Sobre a ZA: http://www.branmorrighan.com/search/label/Zigur%20Artists

Sobra o João Pedro Fonseca: http://www.branmorrighan.com/search/label/Jo%C3%A3o%20Pedro%20Fonseca

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