Opinião: “Jasmyn” de Alex Bell

Jasmyn
Alex Bell

Editora:Europa-América
Nº de Páginas:299

Sinopse:Jasmyn Gracey está presa num mundo triste e cinzento desde a morte do seu marido Liam e só a música do seu violino a consola. Porém, ela não fica indiferente a estranhos acontecimentos.
No funeral de Liam, seis cisnes negros tombam do céu. Gracey descobre uma estranha miniatura de um cavaleiro negro entre os haveres de Liam e tem a certeza de que alguém a observa.
Para desvendar o misterioso passado de Liam, Gracey viaja entre castelos de contos de fadas, na Alemanha, um hotel de gelo, na Suécia, e as catacumbas de Paris. E nada será como dantes.

Opinião: Jasmyn é daqueles livros que quando olhamos para ele, não sabemos bem o que esperar. A capa é bastante atractiva, a sinopse semeia curiosidade, mas nada fazia prever o quanto vim a gostar desta leitura. Foi viciante, compulsiva e encantadora.

A autora consegue misturar elememtos como fantasia, lendas antigas, mistério, suspense e romance, cada um na dose que deve ter e nunca demais. As descrições dos cenários atraem-nos para aquele mundo e com uma narração na primeira pessoa, é ainda mais fácil incorporar a personagem principal.

Jasmyn Gracey, uma mulher destemida, mas eternamente apaixonada, depara-se com a morte do seu marido (Liam) e com o acontecimento absurdo de caírem cisnes negros do céu durante o seu funeral. Em casa, quando pega no seu álbum de fotografias de casamento, a sua cara não é a sua cara, recebe uma visita muito estranha que não acredita que o seu marido morreu e ainda, numa tarde ao chegar a casa, depara-se com ela virada de pés para o ar. Algo está errado e é a partir de Ben, irmão de Liam, que ela parte à procura de respostas. A relação entre Jasmyn e Ben é atribulada, mas é um dos pontos mais fortes de todo o livro. Nada do que parece é, por mais que tentemos adivinhar o que realmente é.

Ao longo de todo o livro, vão sendo levantadas várias perguntas e há sempre uma que fica por responder quase até ao fim. Confesso que fiquei muito surpreendida. Tinha pensado em N hipóteses, mas não na que se acabaria por revelar.
Para quem for um curioso da lenda dos cisnes mágicos e da lenda do Rei Ludwig da Baviera (conhecido como rei-louco ou rei-cisne), não pode perder este livro. Adorei saber mais sobre esta persnagem histórica e a maneira como foi incorporada no romance está impecável.

Resumindo, adorei esta leitura, apaixonou-me desde início e não posso deixar de recomendar “Jasmyn” a todos que gostem de um bom livro de mistério e fantasia, e ainda seja um curioso pela rei da Baviera.

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Vc
Vc
10 anos atrás

Não vi grande interesse neste livro, mas com esta opinião acho que mudei de ideias… Dás-me sempre a volta à cabeça, Morrighan! 😛

  • Sobre

    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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