Opinião: ‘A Cidade das Cinzas’ (Caçadores de Sombras #2) de Cassandra Clare

A Cidade das Cinzas (Caçadores de Sombras #2)

Cassandra Clare

Editora: Grupo Planeta

Sinopse: Clary Fray só que­ria que a sua vida vol­tasse ao nor­mal. Mas o que é nor­mal quando se é um Caça­dor de Som­bras? A mãe em estado de coma indu­zido por artes mági­cas, e de repente começa a ver lobi­so­mens, vam­pi­ros, e fadas? A única hipó­tese que Clary tem de aju­dar a mãe é pedir ajuda ao dia­bó­lico Valen­tine que, além de louco, sim­bo­liza o Mal e, para pio­rar o cená­rio, tam­bém é o seu pai. Quando o segundo dos Ins­tru­men­tos Mor­tais é rou­bado o prin­ci­pal sus­peito é Jace, que a jovem des­co­briu recen­te­mente ser seu irmão. Ela não acre­dita que Jace de facto possa estar dis­posto a aban­do­nar tudo o que acre­dita e aliar-​se ao dia­bó­lico pai Valen­tine… mas as apa­rên­cias podem iludir.

Opinião: Como é que ficarias se descobrisses que aquilo que tu és nada tem a ver com aquilo em que sempre foste levada a acreditar? Numa suposta normalidade em que não passavas de uma comum mortal para passares a ser algo que combate seres paranormais?

No volume anterior Clary descobriu que é uma caçadora de sombras. E mais, descobriu que mantém uma ligação proibida com alguém que lhe devia ser indiferente nos aspectos sentimentais amorosos mais fortes. Como se isso não bastasse, o seu pai é procurado por toda a Clave e parece que só sabe semear destruição à sua volta. E como não há duas sem três, Valentine acaba por atacar as pessoas que ela mais ama, apesar de ele garantir que não quer mal a ninguém… Só destruir a Clave!

Apesar de Clary ser a personagem principal, não há dúvidas que a minha personagem favorita é Jace. Determinado, sabe o que quer e o que não quer. Mesmo quando o pai lhe oferece um leque de possibilidades em que promete poupar todos os que lhe são queridos, Jace está convicto que não é do lado do pai que quer ficar.

Uma leitura leve, agradável e divertida que passa por bons momentos de acção e diálogos engraçados. No entanto, penso que faltou algo para fazer com que o livro fosse mesmo algo de extraordinário. O mundo está bastante bem construído, tem personagens muito interessantes, mas ao mesmo tempo a história tem-se vindo a tornar um pouco previsivel. Mesmo assim tem os ingredientes necessários para nos levar a querer ler o próximo volume ‘A Cidade de Vidro’. Gostei.

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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