[Balanço] Os Artistas Portugueses no Vodafone Paredes de Coura VIII – Fast Eddie Nelson

Fotografia por Hugo Lima

Desafiei as bandas portuguesas que estiveram em Paredes de Coura a responderem a seis perguntas. Os nossos rockeiros sem espinhas de Fast Eddie Nelson já responderam!

1.Qual é a sensação de tocar no Vodafone Paredes de Coura? Existe algo que, para vocês, o diferencie de todos os outros locais de concertos?

Para mim é só o sítio mais bonito onde já tive o privilégio de tocar. Vindo de uma cidade industrial como o Barreiro tocar no Minho é sempre uma oportunidade de lavar a vista, em Paredes de Coura mais ainda porque a morfologia do local ainda o torna mais encantador. Por outro lado é dos festivais que oferece consistentemente os cartazes que mais me interessam ver. Acho que sai fora da esfera habitual dos festivais de verão em Portugal e ainda bem.

2.O que pensam da hora que vos atribuíram? Sentiram-se satisfeitos ou já começa a ser cansativo a filosofia de serem os portugueses sempre a abrirem os palcos?

Acho a melhor hora, muito sinceramente. Podemos tocar e depois ir ver as outras actuações descansados sem estarmos preocupados com a nossa. Acho mais importante fazer parte das coisas do que tocar a esta ou aquela hora.

3.Porque é que acham que isso ainda acontece?

O público é que decide o que é que tem mais interesse em ver, os festivais alinham as actuações de acordo com essa expectativa, baseados em vendas de discos e bilhetes vendidos em outros concertos, parece-me.


4.Que passo será necessário dar para que isso mude?

Acho que as mudanças a ocorrer neste e em qualquer outro tipo de espectáculos ao vivo depende sempre da vontade do público e da sua capacidade de transmitir isso a quem de direito. Mas como disse, esse assunto não me ocupa muito a cabeça. Se eu organizar um festival faço o alinhamento que quiser e as pessoas ou vão ou não vão.

5.Conseguiram usufruir do festival enquanto meros espectadores? 

Infelizmente tive que me pirar no dia a seguir à minha actuação. Ainda vi em palco o Seasick Steve e o Thurston Moore. Perdi os The Oh Sees, para grande infelicidade minha. São excelentes.

6.No fim, que balanço é que fazem deste Vodafone Paredes de Coura? Querem voltar?

O balanço só pode ser o melhor. Correu tudo bem e diverti-me bastante. Faço questão de voltar, ao festival e a Paredes de Coura que é um sítio fabuloso.

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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