Em Setembro, pela Elsinore: Ódio à Poesia, de Ben Lerner

Ódio à Poesia

Ben Lerner

«Poesia: que espécie de arte acomoda o desagrado do seu público e que espécie de artista se alinha em defesa de tal desagrado, até mesmo encorajando-o?»

LIVRO

A poesia, entre outros aspetos, tem uma caraterística que a distingue de todos os outros géneros literários: nenhuma como ela acende tanta polémica, tanta aversão, seja por parte de leitores, não-leitores ou, inclusivamente, de poetas.

De um modo quase instintivo, conseguimos distinguir se determinado poema é bom ou medíocre e, ao mesmo tempo, condená-lo de monótono, pretensioso, elitista, bacoco ou, simplesmente, inútil. Detestar a poesia parece ser, mais do que uma tarefa reservada a críticos, uma espécie de hobby partilhado que ultrapassa fronteiras e períodos históricos.

Mas de onde vem todo este ódio, esta tão grande facilidade em acusá-la? Em Ódio à Poesia, o poeta e ensaísta norte-americano Ben Lerner tenta uma possível resposta, recolhendo exemplos na História da Literatura e na sua experiência autoral.

AUTOR

Nasceu em Topeka, EUA, em 1979. Bolseiro da Fulbright Fellowship, Guggenheim e MacArthur Foundation, é professor de Inglês na Brooklyn College e autor de dois romances e de três livros de poesia.A sua obra foi diversas vezes premiada, recebendo, entre outros, o Preis der Stadt Münster für Internationale Poesie e o Hayden Carruth Prize.

IMPRENSA

«Lerner demonstra que, ao pensarmos constantemente que a poesia é um falhanço embaraçoso, continuamos, de algum modo, a ter alguma esperança de que consiga ter sucesso.» The Economist

«Mesmo que Lerner não escreva mais nada, este é um livro que pertence ao futuro.» The New York Review of Books

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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