[Queres é (a) Letra!] Dear Telephone – Automatic

Depois da extensa tour de apresentação do primeiro álbum, a banda recolheu-se dois anos em trabalho de ensaio e cada um dos seus elementos desdobrou-se em múltiplos projectos pessoais e colaborativos (Sensible Soccers, White Haus, Peixe-avião, Krake, Cavalheiro, PZ, entre outros). O regresso à caverna da composição trouxe um novo fôlego e uma identidade revista e aumentada, que culminou na edição de “Cut” e numa densa agenda de concertos, dos Teatros Municipais da Guarda e Vila Real, ao Gnration (na primeira parte das míticas Raincoats), Casa das Artes de Famalicão, Centro Cultural Vila Flor, até à Casa da Música, ao Festival Terrazeando em Santiago de Compostela e com fecho, no final de agosto, no Festival Vodafone Paredes de Coura.

Setembro deu início a um novo ciclo de vida do álbum, que a banda decide marcar com o lançamento do novo vídeo – Automatic. 

Sucedendo a “Slit”, filmado por André Tentugal, “Automatic” é o segundo capítulo-vídeo de “Cut”, álbum em que os Dear Telephone aprofundam a influência do cinema na sua música e lírica. Realizado por Miguel C. Tavares e Luis Moreira, protagonizado por Bruna Passos Costa, “Automatic” trata de lugares e arquitecturas, onde a personagem aparentemente solitária busca, em passo arriscado e decidido, o caminho de ser o que lhe apetecer, como numa vida-filme.

Late-night shelter

Roof-top pool light

Shoe, cross canvas of glass and tenfold


Worn-out rugs 

And wooden faces

Blue vest let down among the traces


In this drag, where I roam 

New, feels like home


Watch it all from 21 st floor, 

As a flash goes cross the sky 

And I, walk out the threshold, 

Rising through


This white empty ghostly room

It’s just another start


In this trail, where I roam 

 New, feels like home

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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