[FreshFindings] Descobrindo Meg Blumberg com Wading

A música instrumental é um dos géneros musicais mais poderosos. Sem qualquer letra que possa enviesar o nosso discernimento, a música instrumental é capaz de nos levar por paisagens e emoções tão íntimas que por vezes descobrimo-nos chocados com tal arrebatamento. Ao ouvir Meg Blumberg senti precisamente esse choque. “Wading”, o tema que vos trago, é o primeiro single do seu próximo EP. É composto por uma sequência de piano, acompanhada por cordas e por outros sons orgânicos, que nos remete para uma espécie de hiato interior e contemplativo. Existe uma espécie de mistura entre alegria e melancolia e entre força e fraqueza. Claro que a interpretação deste tipo de canções é sempre muito pessoal, mas há que destacar como a sensibilidade e a simplicidade desta composição conseguem tornar-se tão comoventes. Olhando para as suas referências, não será de admirar o grande potencial que se sente nas suas composições. Ficarei atenta.

Influenced by the likes of Dustin O’Halloran, Ólafur Arnalds, Max Richter and other neo-classical giants, Meg’s piano compositions are truly a blend of old and new. Her style is deliberate and visceral, weaving rich narratives through measured shifts in movement and dynamics. She oftentimes implements a melody-driven discipline in composition, whereby the central theme of a piece takes an unrivaled lead and establishes the character or mood with which to build around. This is not to say that Meg’s work is minimalist; she isn’t afraid to take a piece somewhere unexpected or furnish it with complementary layers. Rather, she doesn’t let harmony or instrumentation overshadow the main communication of her work, which is to be found in the melody.

Música adicionada à playlist do blogue FreshFindings no Spotify.

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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