João Pedro Duarte – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 06:10:24 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png João Pedro Duarte – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Opinião: ‘Uma Espécie de Sentido’ de João Pedro Duarte https://branmorrighan.com/2012/12/opiniao-uma-especie-de-sentido-de-joao.html https://branmorrighan.com/2012/12/opiniao-uma-especie-de-sentido-de-joao.html#respond Sat, 22 Dec 2012 19:39:00 +0000

Uma Espécie de Sentido

João Pedro Duarte

Editora: Esfera do Caos

Sinopse: Se «A Casa do Sonho Pagão» foi a obra de estreia de um autor carregado de talento, este livro revela-nos uma nova faceta de João Pedro Duarte: a sua capacidade para escrever uma história empolgante, cheia de ritmo e vivacidade, que conjuga a ficção científica e o thriller com a paixão!

Uma profecia humorística sobre uma sociedade matriar­cal no século XXII.

Depois da epidemia da gripe, da destrui­ção da camada de ozono e das doenças psicológicas mortais, surge a esterilidade masculina a ameaçar a raça humana. As mulheres desta Era estão nos lugares de poder e, mais habi­litadas e resistentes, são obrigadas a salvar a humanidade sozinhas.

Miriam, médica, e David, faxineiro, cruzam-se no labo­ratório que mantém em cativeiro o último casal fértil. O romance promete e continua no Clube dos Corações Partidos. Mas o rapto do recém-nascido por um pedófilo desencadeia uma reviravolta no destino da História!

Será que chegaram os dias do Apocalipse, ou os heróis descobrirão o sentido da vida na nossa espécie?

Opinião: Após a leitura de A Casa do Sonho Pagão a minha curiosidade sobre esta obra foi inevitável. Numa escrita descontraída e humorística, João Pedro Duarte traz até nós um livro que se lê de um único fôlego e que nos faz soltar umas quantas gargalhadas.

É uma história de encontros e desencontros, sendo o amor o tabu predominante. Sendo esta uma sociedade matriarcal em que os homens apenas servem para as tentativas de procriação, – e mesmo assim tão terríveis a fazê-lo, pois a maioria é estéril – o amor não tem lugar no seio dos sentimentos das mulheres.

O rapto do recém-nascido por parte de um pedófilo, ex-apresentador e ex-presidiário relembrando alguém demasiado familiar ao público português, acaba por dar um certo abanão à história levando os nossos protagonistas a percorrerem caminhos bastante distintos.

A escrita do autor faz-nos lembrar os guiões de cinema ou de teatro, com bastante diálogo e linguagem informal. Apesar de ser uma leitura leve e até agradável, confesso que não senti aquela empatia/ligação com nenhuma personagem em especial e por isso talvez não tenha dado o devido apreço à obra.

Relembro que João Pedro Duarte é o autor de A Casa do Sonho Pagão e também um dos autores de Já Não Se Fazem Homens Como Antigamente. Vale a pena descobri-lo.

]]>
https://branmorrighan.com/2012/12/opiniao-uma-especie-de-sentido-de-joao.html/feed 0
Opinião: ‘Já Não Se Fazem Homens Como Antigamente’ https://branmorrighan.com/2011/08/opiniao-ja-nao-se-fazem-homens-como.html https://branmorrighan.com/2011/08/opiniao-ja-nao-se-fazem-homens-como.html#respond Wed, 31 Aug 2011 13:38:00 +0000

Já Não Se Fazem Homens Como Antigamente

Daniela Pereira, João Pedro Duarte, Miguel Almeida, Pedro Miguel Rocha

Editora: Esfera do Caos

Sinopse: Lá diz o povo que rir é o melhor remédio. E que a brincar se dizem as coisas sérias. E também as patetices, se tudo correr pelo melhor. Este livro levanta assim questões fundamentais para o futuro da humanidade: Os velhotes não deveriam ter o Viagra comparticipado pelo SNS? Se as pessoas das relações virtuais fossem assim tão interessantes estariam mesmo nos chats? Não seria já altura de perdermos a vergonha e abastecermos a nossa despensa de artigos da Sex Shop? Estas histórias falam sobre o prato principal, o Amor, isso é garantido! Mas com o acompanhamento de outros sabores como a ilusão, a obsessão, ou a tão portuguesa saudade, num registo humorístico, sentimental e despretensioso.

Opinião: Vivemos em tempos em que as relações entre as pessoas estão cada vez mais difíceis. Então entre homens e mulheres então parece que de um momento para o outro se perdeu qualquer tacto ou originalidade. “Já Não se Fazem Homens Como Antigamente” vem mostrar isso mesmo sendo quase uma sátira à nossa sociedade.

Começamos logo muito bem desde o início com um Proémio de Luís Miguel Rocha que nos dá uma introdução ao que tanto se fazia antigamente que agora… nada!

Continuamos com o conto da Daniela Pereira “Clara ou a cinderela dos tempos modernos” em que temos um casal, tipo Barbie e Ken, que tentam agradar ao máximo um ao outro e que apesar de terem uma relação perfeitamente estável, vivem inseguros da sua imagem e se realmente um amará o outro. As técnicas que usam para se tal são mirabolantes!

Avançamos então para algo muito original, uma peça de teatro intitulada “Paciência do chinês – Um peça em três actos e bué cenas” de João Pedro Duarte. Mais uma vez temos um casal como protagonistas desta trama que também eles procuram encontrar um sentido na sua vida amorosa. Está bastante divertido e sem dúvida que hão-de haver muitos Alexandres e Dianas pelo nosso mundo fora.

De seguida temos o conto do Miguel Almeida – “Ele tomou viagra, ele chamou a polícia”. Fartei-me de rir com este conto! Solidónio é um idoso de 82 anos que não está nada contente com a sua condição de velho. A idade é uma coisa macabra e maldosa que lhe rouba tanta coisa e ao mesmo tempo só lhe traz lembranças de como era em tempos idos. Custa-lhe ver o “penduricalho” naquelas condições e decide que ainda não é assim tão velho para se sentir já dessa maneira. Então confronta o seu médico e de uma maneira muito persistente tenta-lhe explicar as suas razões pela qual quer tanto tomar Viagra! Muito divertido!

Por fim, mas na minha opinião o melhor e o mais realista, temos o conto de Pedro Miguel Rocha – “A Lâmina do Amor”. O autor conseguiu em poucas páginas (mais ou menos 20 páginas, o conto mais pequeno do livro) espelhar completamente como é que tantos casamentos são destruídos por nada, por ilusões que não passam disso mesmo. Vamos ouvindo falar de homens que deixam as mulheres por terem conhecido outras via internet, por se deixarem enredar em sentimentos que não fazem sentido. Até que ponto uma pessoa se pode sentir apaixonada por outra sem nunca a ter visto? Até que ponto podemos confiar nesses sentimentos ficando dispostos a largar tudo por eles? Gostei muito deste conto, sem dúvida, e vale mesmo a pena ler.

Fazendo uma apreciação global da colectânea, só posso dizer que devia ser leitura obrigatória para toda a gente. A sinopse explica bastante bem o conceito do livro e nem eu o diria de melhor forma. Recomendo!

]]>
https://branmorrighan.com/2011/08/opiniao-ja-nao-se-fazem-homens-como.html/feed 0
Convite – “Já não se fazem homens como antigamente” https://branmorrighan.com/2010/11/convite-ja-nao-se-fazem-homens-como.html https://branmorrighan.com/2010/11/convite-ja-nao-se-fazem-homens-como.html#respond Wed, 24 Nov 2010 18:21:00 +0000

]]>
https://branmorrighan.com/2010/11/convite-ja-nao-se-fazem-homens-como.html/feed 0
Especial Blog BranMorrighan na Feira do Livro de Lisboa – Notícias e Fotos do dia 1 de Maio https://branmorrighan.com/2010/05/especial-blog-branmorrighan-na-feira-do.html https://branmorrighan.com/2010/05/especial-blog-branmorrighan-na-feira-do.html#comments Sat, 01 May 2010 19:39:00 +0000 Olá a todos!!!

Como prometido aqui fica o balanço do meu roteiro para o dia 1 de Maio na feira do livro de Lisboa!

Quanto aos autores:
Começo pelo Filipe Faria pois foi o primeiro. Eram 15h, estava o pessoal a meter-se todo à volta do espaço de autografos quando chega o Filipe. Como a Sandra chegou atrasada, lá fui eu tentar perder a vergonha e fui ter com ele (Pode não parecer, mas eu quase tremia!! Não estou habituada a ter que me apresentar seja a quem for). Tenho a dizer que o Filipe é uma pessoa cinco estrelas e super disponível. Já estava farto era de tanta foto!!! Acho que ele já tinha vontade de me chutar ao pontapé =P
Quando a Sandra chegou, fila descomunal. Ela é super comunicadora! Está lá connosco, conversa sobre o que for, impecável. Tirei imensas fotos (fiquei péssima em todas) e no geral foi divertidíssimo. O Filipe deve lançar o seu ultimo livro em Dezembro e a Sandra só daqui a um ano (este ano, Férias!!).
Já era 16:30 quando consegui sair de ao pé deles…

Dirigi-me até ao stand da saída de emergência, que está uma bela treta!, e lá estava o David a dar autografos a uma leitora… Quando chegou a minha vez, apresentei-me e dei-lhe o livro de contos (que nem sequer estava na mesa que tinha os seus romances todos) e ele foi todo sorridente e muito simpático.. Até tirou fotos comigo!
Quanto aos próximos livros, diz que tem imensos livros iniciados mas que pela altura do halloween vai lançar outro livro de contos. Romances, só para o ano.

Depois, andei perdida à procura do João Pedro Duarte! Quando o encontrei, meteu-se logo comigo por causa da crítica (=P) Conheci, também, o autor da Esfera do Caos, o Francisco Abreu, que é uma pessoa hiper impecável.
Ainda fiquei quase uma hora a trocar ideias com o João e com o Francisco.
O João é uma pessoa impecável, divertido e sempre muito disponível! Foi muito porreiro “discutir” com ele o que achei menos bom no seu livro A Casa do Sonho Pagão. Ele acolheu muito bem a minha crítica e deu-me o ponto de vista dele. Que a vertente pagã é para dar o colorido ao livro. Que o que é importante é perceber que todas as pessoas, lá bem no fundo, são iguais e todos nós temos segredos.

Foi um dia super porreiro, em que visitei todos os autores que queria, adorei estar com todos e por favor, não digam que me esqueci deste ou daquele autor. Estive com quem queria, com as pessoas que acho que neste momento merecem mais a minha atenção e a vossa do que outros já bem mais famosos. Concordem ou não, é o meu ponto de vista.
Quero também destacar, o grupo impecável que conheci e que vocês poderão ver nas fotos. Ajudaram-me com as fotografias com a Sandra e o Filipe e até a mamã da Joana (uma das raparigas) foi tão, tão simpática!! Obrigado a todos pela simpatia =)

Mais fotos em: http://www.facebook.com/home.php?#!/album.php?aid=164986&id=530543261

]]>
https://branmorrighan.com/2010/05/especial-blog-branmorrighan-na-feira-do.html/feed 5
Opinião: A Casa do Sonho Pagão de João Pedro Duarte https://branmorrighan.com/2010/04/opiniao-casa-do-sonho-pagao-de-joao.html https://branmorrighan.com/2010/04/opiniao-casa-do-sonho-pagao-de-joao.html#comments Fri, 23 Apr 2010 22:16:00 +0000 A Casa do Sonho Pagão

João Pedro Duarte

Editora: Esfera do Caos

Nº de Páginas: 253

Sinopse: Uma história de amor e traição de inspiração gótica, passada em Lisboa, numa Casa que reúne um grupo de jovens com muitas cicatrizes da vida. Vagabundos que procuram afectos nos labirintos da sociedade contemporânea e que encontram os seus valores no paganismo, música, dança, sexo, droga e artes circenses. Paira sobre eles o Corvo de uma fábula infantil, o herói corajoso que não desiste de lutar pelo seu Sonho. Uma conspiração vai alterar o curso dos acontecimentos. No combate entre a inocência e a violência, qual será o destino da Casa do Sonho Pagão?

Opinião: Ler este livro foi um misto de aventura e apreensão. Tal como diz na sinopse, o livro retrata um grupo de jovens pagãos, todos eles muito diferentes uns dos outros, mas que vão comunhando para um mesmo fim – a sobrevivência da Casa do Sonho Pagão. Ou assim pensamos nós. A Casa do Sonho Pagão é onde o grupo se reúne e onde ensinam a Arte às crianças.

O romance está muito bem delineado, tem uma trama bastante envolvente em que a intriga está sempre presente despertando a nossa curiosidade a cada segundo que passa.

Ao longo do romance, vai sendo contada uma história paralela – O Corvo da Crista Grisalha – que em muito nos mostra, de outra forma, o que vai acontecendo ao longo do livro.

Ao início achei a escrita um pouco confusa mas, ao longo do livro, esta foi evoluindo e foi sendo cada vez mais fácil de ler. Gostei bastante da história no geral. Achei alguns desfechos genialmente dramáticos em que o autor consegue transmitir exactamente aquilo que se calhar qualquer um de nós sentiria e mostra também a inevitabilidade dos acontecimentos.

Com uma linguagem entre as personagens extremamente real, o livro é um misto de riso e espanto.

No entanto, tenho que apontar alguns aspectos menos bons. Quanto à escrita acho que o primeiro terço do livro tem demasiados entrangeirismos e que é utilizada uma linguagem demasiado real. Como posso transmitir isto? Expressões como “ya”, “Ché”, ou outras do género, eu ouço na rua mas não estou habituada a ler num livro. Por outro lado, compreendo que, se essas expressões não estivessem lá, talvez não fossem tão características.

Depois outro aspecto pessoal e, peço a quem está a ler esta opinião, que tenha consciência disso mesmo. É uma crítica minha, sob a minha prespectiva.

Como toda a gente que frequenta este blog já deve ter reparado, sou pagã. Sou e não tenho vergonha de o admitir, apesar de tanto preconceito que ainda há nos dias de hoje.

Quando comecei a ler este livro, pensei que fosse tratar de forma mais fiel a imagem dos pagãos. O autor teve, sim, o cuidado de pesquisar certas práticas wiccanas e tentou transmiti-las de forma fiel. Eu como sou druida, essa parte pouco me afectou. O que me afectou um pouco foi a imagem que acho que o livro transmite dos pagãos.

Do meu ponto de vista, pareceu-me que todos os pagãos são malucos, ou têm taras, ou andam metidos na droga ou são delinquentes.

Achei que este aspecto ficou pouco trabalhado. Há que ter em conta que o paganismo ainda é visto com maus olhos por muita muita gente. Enfim, é mais um desabafo que outra coisa. Com isto não pretendo denegrir o livro, de forma nenhuma!!!

Acho que o livro está bastante interessante, é um romance bom de se ler com acontecimentos imprevisiveis e que ao mesmo tempo relatam tanto da humanidade.

João Pedro Duarte é, assim, um autor a ter debaixo de olho. Certamente irei ler o seu outro livro publicado.

Nota: 7/10

]]>
https://branmorrighan.com/2010/04/opiniao-casa-do-sonho-pagao-de-joao.html/feed 1
Entrevista a João Pedro Duarte – Escritor Português https://branmorrighan.com/2010/04/joao-pedro-duarte-escritor-portugues.html https://branmorrighan.com/2010/04/joao-pedro-duarte-escritor-portugues.html#comments Tue, 13 Apr 2010 23:09:00 +0000 Olá a todos! Como já tem sido habitual, hoje quero apresentar-vos mais um escritor português! Desta vez, João Pedro Duarte que, sempre divertidíssimo e simpático, me ajudou e apoiou nesta causa. É bom conhecer autores simpáticos, humildes e divertidos e o João é um exemplo! Podem comprová-lo na sua entrevista que se segue:

Sobre mim:

As obras falam pelos autores, e por isso não acho muito interessante palrar sobre mim. Tal como não me desperta especial atenção saber se o Salman Rushdie gosta mais dos ovos mexidos ou estrelados. Mas pronto, já que perguntas aqui vai, na esperança de não ficar um tipo egocêntrico, pomposo e arrogante. Nasci em Lisboa em 1976. Uiiii, grande ano (dizem)! Em Março. Uiii, sou Peixes! Deve ser por isso que prefiro um bom bitoque (excepto às terças e quintas, nesses dias sou vegetariano ferrenho). Vamos ao que interessa? Para a minha escrita é super relevante o facto de gostar de viajar e das belas das tertúlias com amigos e desconhecidos já entornados. Gosto de aprender com as pessoas as várias maneiras de se ser humano. Por isso também a paixão pela Psicologia Clínica. A escrita, essa, mais do que um prazer, é uma necessidade. E caso estejam interessados na minha opinião, não deixem de provar ovos escalfados com ervilhas!

Estilo e Ritmo de Escrita:

Gostava de meter tudo no mesmo saco: literatura de cordel, poesia, policial, erótico, romance histórico e contos infantis. Mas com a mudança de casa encafuei o saco sabe lá Deus onde, e por isso mais tarde publiquei o que me restava: livros de difícil categorização, mas que arrisco serem da prateleira do fantástico. Isto porque um fala de bruxaria e mitologia e outro é uma visão futurista da humanidade. Mas na realidade são apenas descrições ficcionadas das pessoas que nos rodeiam e das subculturas em que se organizam. Dos seus dramas de fazer chorar as pedras da calçada, e das suas alegrias galifonas que fazem valer a vida a pena.

Influências:

Das mais variadas. Depende do que estou a escrever. Para “A Casa do Sonho Pagão” faz sentido referir Aleister Crowley, Gerald Gardner, Marion Zimmer Bradley, Neil Gaiman, Sandra Carvalho, Anne Bishop, Mia Couto, ou Agualusa. Investiguei também muitos livros de Antropologia, Esoterismo ou História. Para além disso, este é um livro recheado de referências musicais: The Cure, Metallica, Nick Cave, David Bowie, Snow Patrol etc. Para o “Uma Espécie de Sentido”, já recorri a outro género de autores, como Woody Allen ou Saramago.

O livro que mais gostou de escrever e porquê:

São todos meus filhos, inclusivamente aqueles que estão por nascer. Jamais optaria por algum deles. De maneiras que é assim 😉

O que nos espera no futuro:

Sangue, suor e lágrimas. Assim, de repente, só para assustar! Tenho um fraquinho por livros malditos, confesso. Sinto que para criar precisamos de uma boa dose de liberdade e ireverência. Para fazer igual ao que os outros fazem mais vale estar quieto. E também odeio me repetir! Por isso será certamente uma obra extremamente emotiva e trabalhada, mas diferente. Para não ser totalmente criptográfico, aqui vai: estou a estudar a riquíssima História de Portugal.

Dicas e Conselhos a jovens que querem ser escritores:

Um bom artista não é um gajo que bebe uns copos, conhece gente famosa e tem um penteado à fosga-se. É um criativo que trabalha como o caraças. Investe muito de si e procura pelas oportunidades. Por isso não deixem de concorrer ao Prémio Literário Esfera das Letras 2010! Vejam o Regulamento em:
http://www.esferadocaos.pt/docs/premio_literario_esfera_das_letras.pdf

Livros do autor editados pela Esfera do Caos:

A Casa do Sonho Pagão

A obra de estreia de um autor carregado de talento!

Inquietante! Provocador! Surpreendente!
E tudo isto numa bandeja de choro e riso, pois se para alguém a Pátria é a Língua, neste livro a Pátria é o Amor.

SOBRE O LIVRO:
Uma história de amor e traição de inspiração gótica, passada em Lisboa, numa Casa que reúne um grupo de jovens com muitas cicatrizes da vida. Vagabundos que procuram afectos nos labirintos da sociedade contemporânea e que encontram os seus valores no paganismo, música, dança, sexo, droga e artes circenses. Paira sobre eles o Corvo de uma fábula infantil, o herói corajoso que não desiste de lutar pelo seu Sonho. Uma conspiração vai alterar o curso dos acontecimentos. No combate entre a inocência e a violência, qual será o destino da Casa do Sonho Pagão?

Uma Espécie de Sentido

Se «A Casa do Sonho Pagão» foi a obra de estreia de um autor carregado de talento, este livro revela-nos uma nova faceta de João Pedro Duarte: a sua capacidade para escrever uma história empolgante, cheia de ritmo e vivacidade, que conjuga a ficção científica e o thriller com a paixão!

Uma profecia humorística sobre uma sociedade matriar­cal no século XXII.
Depois da epidemia da gripe, da destrui­ção da camada de ozono e das doenças psicológicas mortais, surge a esterilidade masculina a ameaçar a raça humana. As mulheres desta Era estão nos lugares de poder e, mais habi­litadas e resistentes, são obrigadas a salvar a humanidade sozinhas.
Miriam, médica, e David, faxineiro, cruzam-se no labo­ratório que mantém em cativeiro o último casal fértil. O romance promete e continua no Clube dos Corações Partidos. Mas o rapto do recém-nascido por um pedófilo desencadeia uma reviravolta no destino da História!
Será que chegaram os dias do Apocalipse, ou os heróis descobrirão o sentido da vida na nossa espécie?

Links úteis com sinopses:
http://www.esferadocaos.pt/catalogo_detalhe_esfera_contemp88.html
http://www.esferadocaos.pt/catalogo_detalhe_esfera_contemp98.html
https://branmorrighan.com/2009/07/joao-pedro-duarte-casa-do-sonho-pagao.html
https://branmorrighan.com/2009/12/joao-pedro-duarte.html
http://www.joaopedroduarte.net/

Para terminar, posso dizer que já estou a ler o primeiro livro do João Pedro Duarte e que até agora despertou-me imensa curiosidade.
Deixo também o bichinho da curiosidade, a quem quiser, dizendo que em breve farei um passatempo para atribuir 3 exemplares de A Casa do Sonho Pagão deste autor.

Obrigado João por toda a atenção 🙂 Boa sorte!

]]>
https://branmorrighan.com/2010/04/joao-pedro-duarte-escritor-portugues.html/feed 2