Opinião: ‘Alera – A Princesa Herdeira’ de Cayla Kluver

Alera – A Princesa Herdeira

Cayla Kluver

Editora: Grupo Planeta

Sinopse: Uma violenta rivalidade entre dois reinos ameaça evoluir para um estado de guerra. No meio deste con˜ito, uma princesa voluntariosa encontra-se dividida entre o dever e o desejo.

Obrigada a casar com o homem que o pai escolheu para lhe suceder no trono, a jovem princesa Alera de Hytanica vê-se forçada a enveredar pelo pior dos destinos, o casamento com o arrogante e colérico Steldor. Quando o misterioso e sedutor Narian chega a Hytanica, vindo do território inimigo trazendo segredos e noções inconcebíveis acerca do papel das mulheres na sociedade, os desejos de Alera põem em causa o futuro do reino.

A descoberta do terrível passado de Narian mergulha Alera num mundo obscuro de intrigas palacianas e con˜itos pretéritos, a ponto de não saber em que acreditar, nem em quem con‰ar.

Opinião: Alera – A Princesa Herdeira, inicia a primeira saga da autora Cayla Kluver em Portugal. Tendo a escritora finalizado o primeiro rascunho desta obra aos 14 anos e tendo ganho em 2008 alguns prémios relativos à mesma, foi com grande curiosidade que peguei nela. Não sabia se havia de esperar algo mais para o juvenil, se para o jovem/adulto, mas o que é certo é que acabou por se tornar uma leitura bastante agradável.

Alera é a princesa herdeira de um trono cheio de história e de lendas. Conta-se que Hytanica está protegida por uma qualquer aura que impede que Cokyri e os seus soberanos consigam apoderar-se desta terra. Estando a chegar à idade de se casar, Alera vai ter de fazer uma escolha muito difícil. Optar pelo que é melhor para o seu reino ou então decidir seguir um caminho próprio e arriscado. Principalmente depois de conhecer Narian.

Na última guerra entre hytanicanos e cokyrianos, muitos bebés foram raptados para depois aparecerem mortos. Todos, menos um. Dezassete anos mais tarde, aparece Narian, o único bebé sobrevivente. Ninguém sabe como é que sobreviveu ou que vida é que levou nem porque foi raptado, mas quando se apercebem que veio cheio de conhecimentos da cultura cokyriana, se interrogado sobre as mesmas põe essa informação ao dispôr do rei hytanico.

Os soberanos cokyrianos não ficaram contentes com o desaparecimento de Narian de Cokyri e rapidamente começam a fazer investidas contra Hytanica. Em que posição se colocarão os hytanicanos? Protegerão um dos seus ou acharão que poderão ser traídos a qualquer momento?

A história está bem escrita, tendo por vezes descrições um pouco longas demais, mas que ao mesmo tempo ajudam um leitor mais exigente a nível visual a projectar as suas imagens. Consegue-se notar que foi escrito por alguém jovem não sendo, ainda assim, infantil. Para quem gosta de uma história de aventura com magia e ainda algum romantismo, penso que passará umas boas horas de leitura com esta obra. Deixou-me bastante curiosa para a continuação. Gostei.

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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