[Teatro] [In]quietArte e o espectáculo O CORNUDO IMAGINÁRIO

O CORNUDO IMAGINÁRIO

Acolhimento do TEATRO DA CORNUCÓPIA

No TEATRO DO BAIRRO ALTO

28 a 30 de Agosto às 21h30.

No original Sganarelle Ou Le Cocu Imaginaire, foi representada pela primeira vez a 28 de Maio de 1660 é uma peça emblemática de Molière.

Trata-se de uma comédia de enganos. O que os nossos olhos vêem nem sempre é aquilo

que realmente acontece, e toda esta história o retrata.

Esganarelo vê a sua Mulher com outro e a Mulher vê Esganarelo com Outra, a prometida do primeiro.

Todos estes momentos vão levar a um atribulado e complicado enredo de traições que… talvez nunca tenham acontecido.. ou aconteceram?! Venha tirar as suas conclusões.

Esganarelo Parecia que estava morta mas não tinha nada. Basta uma coisinha assim. Mas agora

já está curada. Olha a minha mulher!

Mulher Oh meu Deus, que homem tão engraçado.

Esganarelo Mas em que é que ela repara com tanta atenção? Aquele retrato não me deixa nada

satisfeito. Há aqui uma suspeita que me põe a raiva a saltar!

Mulher (sem o ver) Nunca tinha visto nada assim. Que moldura tão bonita! (cheira a moldura) E

cheira bem!

Esganarelo O quê? A beijar?! Já chega.

O CORNUDO IMAGINÁRIO surge, tal como a [In]quietArte, da necessidade de democratizar e descentralizar a cultura. É o segundo ano consecutivo a montar um espectáculo com uma base de actores recém formados unida ao grupo de teatro amador do Sardoal (GETAS), a terra onde nasci e cresci. Queremos levar (mais) cultura ao maior número de locais possível. Queremos tanto dar quanto receber o que estas zonas menos acarinhadas têm para oferecer. O Sardoal e o GETAS não foram, de todo, actores

apáticos nesta produção; foram emanação de cultura, de estética, interesse, soluções… O CORNUDO IMAGINÁRIO tornou-se um exemplo de teatro para e pela comunidade. Nasceu da boa vontade e empenho desta equipa, que tal como a do ano passado, mostrou aquilo que faz melhor. E por sentirmos que as periferias deviam ser mais tidas em consideração, achámos de interesse trazer a tão chamada província à capital. Continuamos a criar a nossa pegada com a consciência que trabalhar com amor e dedicação vai mostrar que estamos aqui. 

Leonardo Garibaldi

A partir do texto de Molière; versão de Filipe Abreu e Leonardo Garibaldi

Direcção e Figurinos :: Leonardo Garibaldi

Cenografia :: José Paulo de Sá

Desenho de Luz e Produção :: Filipe Abreu

Assistência e Som:: Filipa Fragoso

Cartaz :: Lourenço Santos

Fotografia de Cartaz :: João Porfírio

Fotografia de Cena :: Jorge Paulo de Sousa

Interpretação :: Bruno Bernardo, Carlota Mora, Cristina Curado, Diogo Demétrio, João

Cachola, Margarida Castro, Rita Silvestre, Rui Westermann, Soraia Tavares

Uma produção [In]quietArte, com a colaboração do GETAS

Apoios: Câmara Municipal do Sardoal, Teatro da Cornucópia, Escola Superior de Teatro e

Cinema, Teatro da Cornucópia, Casa Falcão e Bricampo.

M|6

[In]quietArte

A [In]quietArte é uma associação cultural artística com foco nas artes cénicas e do espectáculo fundada há pouco mais de um ano. A associação é composta na sua totalidade por jovens finalistas ou estudantes e não recebe qualquer tipo de apoio público ou privado regular.

Em 2013 levou a cena os seguintes espectáculos: D. QUIXOTE E SANCHO PANÇA, No Centro Cultural Gil Vicente, Sardoal; O SOLÁRIO, na Malaposta; e AUDIÊNCIA, no Teatro Municipal Mirita Casimiro. Apresenta agora o quarto espectáculo: O CORNUDO IMAGINÁRIO.

MOLIÈRE

Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière (Paris, 15 de janeiro de 1622 — Paris, 17 de Fevereiro de 16731), foi um dramaturgo francês, além de actor e encenador, considerado o pai da Comédia Francesa. Nas suas peças de teatro retratou temas do quotidiano com um olhar crítico e satírico. Mostrou o pedantismo dos falsos sábios, a pretensão dos burgueses enriquecidos, a corrupção em diversos sectores sociais e as mentiras dos médicos ignorantes. Molière também retratou de forma extraordinária os grandes defeitos e virtudes da alma humana. Comportamentos e sentimentos como a inveja, cobiça, orgulho, avareza e arrogância são objectos importantes para a composição das suas obras. 

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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