[Queres é (a) Letra!] Especial Exclusivo – Mahogany – a house in iceland – to where all lights go

Está um belo sol lá fora, mas dizem que amanhã já chove. A mãe natureza é assim mesmo, com o seu próprio ritmo, mostrando-nos as suas maravilhas, assim as queiramos descobrir. Também a vida é feita de equilíbrios, umas vezes somos brindados com acontecimentos que nos deixam extasiados e felizes, outras vezes somos postos à prova de formas extremamente duras e até de forma repetida. Independentemente disso, existe sempre uma nesga de luz à qual nos podemos agarrar. Seja na descoberta que nos rodeia e na valorização do que o universo nos vai dando, seja nas pessoas que temos na nossa vida e que nos ajudam a dar pequenos passos em frente. to where all lights go é, para mim, uma música de esperança e de força. Espero que o Duarte me perdoe estas pequenas extrapolações que são só minhas, mas o que fazer quando se sente tanto um disco assim? Deixo-vos novamente o link para a minha opinião do disco aqui. De resto ouçam, sorriam e sejam felizes! 

baby, baby, are you lost in new these streets

tell me and i will take you to where you need to be

how could life in so little time have done you so much wrong

so young, so fragile, and yet you’ve suffered for so long

baby, baby why do you wander in this world

life has scarred you deeply, you’re so young yet look so old

and how could life in so little time leave scars so deep

a beaten dove with broken wings, you’re unable to fly and be free


so join me; let us sleep outside tonight 

no, don’t close your eyes, look high above

the stars are shining bright 

whenever you feel lost remember me in your pain

the starlit sky we share tonight will make all your tears flow away


there’s yet much to be discovered 

much yet to be found

wipe the tears from your face, child, and take a look around

the trees, the birds, the blue sky, the rainbow and the falling rain

you can always rely on mother nature where all men have failed


and baby, baby, have you found hope

did you find out when shadows reign to where all lights go 

remember love, it can be found and where it dwells

i’ll always keep you in my heart but for now i will bid you farewell 

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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