Em Fevereiro, pela Porto Editora: A poeira que cai sobre a terra e outras histórias de Jaime Ramos, de Francisco José Viegas

A Poeira que Cai sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos

Francisco José Viegas

Págs.: 296

PVP: 15,50 €

25 anos de aventuras e mistérios do inspetor Jaime Ramos

Icónica personagem de Francisco José Viegas regressa numa mão cheia de histórias

Em 1991, Francisco José Viegas apresentava pela primeira vez ao público aquele que é provavelmente o mais conhecido inspetor português, Jaime Ramos. 25 anos e oito romances depois, a Porto Editora lançou a 4 de Fevereiro, aquela que é a primeira compilação de histórias protagonizada por este «anti-herói», A Poeira que Cai sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos. Aqui encontramos cinco histórias policiais, género que o autor reconstruiu à sua maneira, muito distintas no seu enredo, todas partindo ou chegando do Porto, cidade de muitos segredos, e onde o protagonismo de Jaime Ramos acaba por ser partilhado com fortes personagens femininas, algumas já conhecidas dos leitores. Com uma escrita inteligente, ritmada, oscilando entre a esperança e a melancolia, Francisco José Viegas traz de volta, em cinco episódios, o icónico inspetor que, na verdade, nunca nos abandonou.

LIVRO

O cenário de um crime e uma mulher: que é um misto de insatisfação e independência. Ora é uma jovem em roda livre, entregue à noite do Porto, ou uma mãe condecorada com as divisas e medalhas da aristocracia inglesa que se deslumbra com o Douro. Uma mulher arrebatadora que é um romance rock’n’roll, uma estrada de pó, ou uma atleta olímpica cujo corpo não pede explicações. Um corpo sem vida no meio de uma livraria, limpo, no meio dos romances – e Jaime Ramos lia romances, era uma vergonha –, ou uma mulher que espera o regresso do marido que não chega, o beijo de todos os dias, o cheiro do cigarro que lhe proibiu.

Cinco histórias reunidas agora em livro pela primeira vez. A todas elas é comum a figura da mulher e todas são guiadas pela voz do inspetor Jaime Ramos, cujo olhar, pela mão de mestre do autor, paira aqui como uma sombra, uma intromissão na vida interrompida, um vulto vigilante que se confunde com o fumo da cigarrilha ou do charuto. Um Jaime Ramos sozinho que conhece as mulheres e os homens demasiado bem.

AUTOR

Francisco José Viegas nasceu em 1962. Professor, jornalista e editor, é responsável pela revista Ler e foi também diretor da revista Grande Reportagem e da Casa Fernando Pessoa. Colaborou em vários jornais e revistas, e foi autor de vários programas na rádio e televisão. Da sua obra destacam-se livros de poesia (Metade da Vida, O Puro e o Impuro, Se Me Comovesse o Amor) e os romances Regresso por um Rio, Crime em Ponta Delgada, Morte no Estádio, As Duas Águas do Mar, Um Céu Demasiado Azul, Um Crime na Exposição, Um Crime Capital, Lourenço Marques, Longe de Manaus (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 2005), O Mar em Casablanca e O Colecionador de Erva. Os seus livros estão publicados na Itália, Alemanha, Brasil, França, Colômbia, Sérvia e República Checa.

IMPRENSA:

«Contam-se pelos dedos (de uma mão?) os anti-heróis da ficção portuguesa que perduram, ganhando substância na memória dos leitores. Um desses heróis é Jaime Ramos.»

Visão

«Com os seus livros, Francisco José Viegas dá uma reviravolta no modelo do romance policial. Um estilo de alto voo.»

Le Point

«A sua meteorologia atormentada transforma-se numa metáfora do destino humano.»

Le Monde

«Viegas reinventa um género (o policial), e, acima de tudo, faz uma notável biografia de Portugal.»

Expresso

«O que menos interessa é o enigma policial. Viegas constrói seus personagens como seres abandonados no mundo, e desenha paisagens únicas, de cinema.»

Folha de São Paulo

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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