A Memória de Shakespeare e Nove Ensaios Dantescos, de Jorge Luis Borges

A Memória de Shakespeare e Nove Ensaios Dantescos

Jorge Luis Borges

Género: Conto / Ensaio

Tradução: Cristina Rodriguez e

Artur Guerra

N.º de páginas: 120

Data de lançamento: 4 de

março

PVP: 13,30€

ISBN: 978-989-722-282-5

«Há devotos de Goethe, das Eddas e do tardio cantar dos nibelungos; Shakespeare foi o meu destino.»

LIVRO

A ideia para este conto terá surgido a Borges durante um sonho. Tudo o resto ter-se-á desvanecido, exceto a frase: «Eu vendo-lhe a memória de Shakespeare.» A partir daí, Borges construiu esta extraordinária história em que Hermann Soergel, um estudioso de Shakespeare, encontra um homem, Daniel Thorpe, que afirma ter a memória de Shakespeare e o dom de poder passá-la a quem a quiser receber. E Soergel desejou-o, não sabendo, porém, que chamava a si uma maldição. É este conto homónimo que dá título ao primeiro conjunto de ficções deste volume.

No segundo conjunto de textos – Nove Ensaios Dantescos – Borges escreve sobre alguns dos episódios mais célebres e enigmáticos da Divina Comédia, do poeta florentino Dante Alighieri. Recorrendo à sua inesgotável erudição, Borges expõe perante o leitor o falso problema de Ugolino de Pisa e classifica Dante como um verdugo piedoso, o juiz definitivo de todos os habitantes do inferno.

A presente obra é o décimo volume que a Quetzal publica no âmbito das Obras de Jorge Luis Borges.

http://quetzal.blogs.sapo.pt/

AUTOR

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses». Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas e, posteriormente, em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina. Em 1923, Borges publica o seu primeiro livro – Fervor de Buenos Aires –, mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção – é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve –, crítica e ensaio – género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho. Borges foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires, entre 1955 e 1973. Morreu em Genebra, em junho de 1986. 

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

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