Nova versão de a máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe, com prefácio de Caetano Veloso

a máquina de fazer espanhóis

valter hugo mãe

Págs.: 320

Capa: mole com badanas

PVP: 17,70 €

Caetano Veloso prefacia romance de Valter Hugo Mãe

Porto Editora publica nova edição, a 19.ª, de a máquina de fazer espanhóis

A 8 de setembro, a Porto Editora publica uma nova edição, a 19.ª, de a máquina de fazer espanhóis, romance que estava ausente das livrarias portuguesas desde 2014 e com o qual o escritor venceu o Grande Prémio PT de Literatura (atual Grande Prémio Oceanos de Literatura), um dos mais importantes do Brasil. Esta nova edição conta com um prefácio altamente elogioso de Caetano Veloso. A capa da nova edição, tal como as restantes novas edições da “tetralogia das minúsculas” (composta por o nosso reino, o remorso de baltazar serapião, o apocalipse dos trabalhadores e a máquina de fazer espanhóis), é da autoria da equipa de design da Porto Editora a partir de ilustrações da artista plástica islandesa Ingibjörg Birgisdóttir. Com a máquina de fazer espanhóis está completa a reedição dos romances do autor na Porto Editora, que contam com prefácios de grandes nomes da literatura internacional. Esta publicação antecede em poucas semanas o início das comemorações oficiais dos 20 anos de percurso literário de Valter Hugo Mãe e o lançamento de um novo romance do escritor.

EXCERTOS DO PREFÁCIO DE CAETANO VELOSO:

«Impacta-me que, exatamente quando da minha entrada na velhice, chegue-me às mãos o trabalho de um jovem em que a contemplação do inexorável avanço da idade é a motivação de um exercício exuberante de escrita, onde a força da memória vocabular e emocional (força que define um verdadeiro escritor) surge luminosamente.» «A fortuna crítica e o sucesso abrangente deste romance no Brasil exibem feições comoventes. Momento profundo das relações afetivas entre Brasil e Portugal, a máquina de fazer espanhóis, um livro tão exclusivamente português, com seu linguajar coloquial lusitano e suas referências às intimidades da vivência da história política de Portugal, faz o leitor brasileiro mergulhar na dimensão portuguesa de sua vida, reencontrar origens de tantas das suas fraquezas em face de um grande sonho – e de tantos enternecimentos em face de sinceras modéstias. Faz o leitor brasileiro enriquecer suas perguntas quanto à capacidade de grandeza, à realidade de suas responsabilidades.» 

LIVRO

a máquina de fazer espanhóis é um dos mais importantes romances contemporâneos. Surpreendente retrato da vida dos velhos, este livro fala intimamente dos fantasmas da portugalidade e da candura que, afinal, existe mesmo nos momentos mais tristes. A vida de um barbeiro reformado é o modo de ilustrar os conceitos de família e solidão, amizade e compromisso. Este é um livro delicadíssimo, corajoso e inesquecível.

AUTOR

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em países como o Brasil, a Alemanha, a Espanha, a França ou a Croácia. Publicou seis romances: A desumanização; O filho de mil homens; a máquina de fazer espanhóis (Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano); o apocalipse dos trabalhadores; o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros; As mais belas coisas do mundo e O rosto. A sua poesia foi reunida no volume contabilidade, entretanto esgotado. Publica as crónicas Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras e Casa de Papel na revista 2, suplemento de domingo do jornal Público.

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  • Sobre

    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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