Em Março, pela Porto Editora: A Bagagem do Viajante, de José Saramago

A Bagagem do Viajante

José Saramago

Págs.: 240

PVP: 16,60 €

Caligrafia da capa: Adelino Gomes

As crónicas de Saramago em A Bagagem do Viajante

Nova edição do livro tem caligrafia da capa de Adelino Gomes

LIVRO

A Bagagem do Viajante, um conjunto de mais de 60 crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino A Capital e no mítico Jornal do Fundão, entre 1969 e 1972. Apesar da censura da época, é neste livro que surge a história O Lagarto, já publicada pela Porto Editora, onde o autor, sem saber, já antevia os futuros acontecimentos revolucionários. No Diário de Notícias de 9 de outubro de 1998 lia-se, a propósito de A Bagagem do Viajante: «Uma escrita fluida para falar de “foguetes e lágrimas” ou de “o melhor amigo do homem”. E de “quando morri virado ao mar”. Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que “não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Dürer”. Para responder que: “Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei.” São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas.» 

AUTOR

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga. Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo. José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998. No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. 

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  • Sobre

    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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