Em Março, pela Porto Editora: publicação da mortalidade, de Valter Hugo Mãe

publicação da mortalidade

Valter Hugo Mãe

N.º de Páginas: 200

PVP: 18,80 €

A poesia reunida de Valter Hugo Mãe

publicação da mortalidade inclui poemas inéditos

publicação da mortalidade é o livro que reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, há muito esgotada e agora revisitada, reorganizada e trabalhada pelo autor, que acrescentou poemas inéditos. Uma viagem pelos diferentes momentos da criação poética do autor, somos neste livro surpreendidos por imagens intensas, espelho da vulnerabilidade perante a dureza do mundo, uma poesia íntima que comove e perturba com a maneira própria como são tratados os seus temas fundamentais: sagrado, criação, solidão, amor, fragilidade, violência.

à mínima palavra santa

a sobra de um gato

se move na casa


animal litúrgico


deus é proibido pela

sinfonia que começa


escutar

de todo o modo

é prece

AUTOR

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em países como o Brasil, a Alemanha, a Espanha, a França ou a Croácia. Publicou sete romances: Homens imprudentemente poéticos; A desumanização; O filho de mil homens; a máquina de fazer espanhóis (Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano); o apocalipse dos trabalhadores; o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros; As mais belas coisas do mundo e O rosto. A sua poesia está reunida no volume publicação da mortalidade (Assírio & Alvim). Publica a crónica Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras. 

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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