Aquisições de Setembro 2013 (4)

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2013/10/opiniao-desumanizacao-de-valter-hugo-mae.html

«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»

Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.

O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2013/09/opiniao-travessia-de-wm-paul-young.html

Anthony Spencer é um empresário de sucesso, um homem orgulhoso e egocêntrico que não olha a meios para conseguir os seus objetivos. Um dia, o destino prega-lhe uma partida: um AVC deixa-o nos cuidados intensivos, em estado de coma.

Entre a vida e a morte, Anthony vê-se num mundo que espelha a dor e a tristeza que tem dentro de si. Confuso, sem compreender exatamente onde está e como foi ali parar, viaja pela sua consciência para compreender quem realmente é e descobrir tudo o que tem perdido ao longo da vida: a esperança, a amizade genuína e o amor verdadeiro, sentimentos que há muito o seu coração deixara de sentir.

Em busca de uma segunda oportunidade, Anthony fará uma jornada de redenção e encontro com o seu verdadeiro ser.

Holly O’Neill tem uma loja de roupas vintage, um filho de dez anos que ama e uma fada madrinha misteriosa que, a cada momento crucial da sua vida, tem um berloque para adicionar à sua pulseira, que assim se torna o seu bem mais precioso. Um dia, quando encontra a pulseira de outra pessoa num dos casacos da sua loja, sente que tem de a reunir com o seu proprietário.

Greg é um corretor da bolsa e tem uma namorada perfeita com quem quer casar, mas decidiu deixar Wall Street para prosseguir a sua verdadeira paixão: a fotografia. Holly e Greg não se conhecem e não têm nada em comum. Vai ser precisa a magia de Nova Iorque, um pouco de sorte e outra pulseira da felicidade para os fazer encontrar…

Três anos após o Fim do Mundo, o silêncio reina ainda nas Catacumbas…

Após a queda da Ordem, o mundo está a voltar lentamente à vida. Maddy sente-se finalmente em paz, agora que está livre das regras brutais da organização. Mas para Maggie, nascida e criada no seio da Ordem, este é um tempo de caos e desolação. Maddy e Maggie vivem a mil quilómetros de distância uma da outra mas têm uma coisa em comum: ambas nasceram com a marca das runas na pele. Um símbolo que remonta ao tempo em que o mundo era governado por deuses que habitavam Asgard. Asgard está agora em ruínas, e o poder dos deuses foi há muito destruído. Pelo menos, é o que todos pensam… Mas nada se perde para sempre. Os deuses ainda não desistiram. Eles cobiçam o poder das runas que as duas jovens detêm. Maddy e Maggie rapidamente se veem  envolvidas numa luta sem tréguas que as aproximará uma da outra e na qual os seus limites serão postos à prova e as suas lealdades testadas ao limite. MAIS UMA APAIXONANTE VIAGEM AO CORAÇÃO DAS LENDAS NÓRDICAS.

OPINIÃOhttp://www.branmorrighan.com/2013/11/opiniao-um-atalho-no-tempo-de-madeleine.html

Quando a história começa, as personagens principais, Meg Merry e o seu irmão mais novo, Charles Wallace, vivem com a mãe e os irmãos, Sandy e Dennys. Meg tem dificuldade em adaptar-se à escola e sente a falta do pai, um cientista, que desapareceu há mais de um ano enquanto efetuava uma experiência que envolvia viajar no tempo. Um ser estranho de outro mundo visita o lar dos Murry e fornece uma pista importante sobre o paradeiro do Sr. Murry. Meg, Charles Wallace e o amigo Calvin O’Keefe começam então uma viagem perigosa no tempo e no espaço para salvarem o Sr. Murry. São assistidos pelas estranhas visitas dos Murry, a Sra. Quéisso, a Sra. Quem e a Sra. Qual. As crianças veem-se em breve no centro de uma luta entre o bem e o mal, que ameaça destruir a liberdade e a individualidade. Pelo caminho, desenvolvem força, coragem e capacidades que não sabiam ter. Para Meg, em especial, a viagem é mais do que uma aventura ou uma missão para ajudar os outros: é também uma viagem de autodescoberta que muda as suas ideias sobre si própria e as pessoas que a rodeiam.

Outras Aquisições de Setembro:

Aquisições (1): http://www.branmorrighan.com/2013/09/aquisicoes-de-setembro-de-2013-1.html

Aquisições (2): http://www.branmorrighan.com/2013/09/aquisicoes-de-setembro-de-2013-2.html

Aquisições (3): http://www.branmorrighan.com/2013/09/aquisicoes-de-setembro-de-2013-3.html

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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