[Playlist da Quinzena] 1 a 15 de Maio de 2016 – As Escolhas de Rui Gaspar

Começou mais uma quinzena e a verdade é que com ela vão sair mais trabalhos musicais incríveis. Acredito, do fundo do coração, que dia 6 de Maio sairão dois dos melhores discos de música portuguesa e um deles será o dos First Breath After Coma. Tem como título Drifter e nesta primeira quinzena decidi desafiar o Rui Gaspar, baixista da banda, a dar-nos a conhecer algumas das suas escolhas musicais, aproveitando assim para destacar também o lançamento do disco da sua banda. A verdade é que o Rui, para além de baixista dos FBAC, também tem produzido alguns vídeos para outras bandas. O primeiro, Big Pulse Waves dos Whales, estreou hoje directamente na página do NOS ALIVE. Talento e criatividade é coisa que não lhe falta, nem aos seus colegas de banda, por isso é irem ficando atentos à página de Facebook: https://www.facebook.com/firstbreathaftercoma12/

Seguem-se as escolhas do Rui! 

The Sound Providers ft Procussions – 5 minutes

Foi o primeiro contacto que tive com rap, o meu irmão mostrou-me esta música e a partir daí tornei-me um consumidor assíduo.

The Cinematic Orchestra ft Roots Manuva – All Things To All Men

Cinematic Orchestra habituam-nos à excelência e com esta colaboração do Roots Manuva a música ganha um peso acrescido.

Penguin Cafe Orchestra – Air à Danser

Tão leve. É ouvir e ser feliz.

José Afonso – Galinhas do Mato

Um dos meus temas preferidos do Zeca.

Arthur Russell – This Is How We Walk On The Moon

Um dos artistas que mais admiro. A combinação do violoncelo, da electrónica e da sua voz tão peculiar é algo de outro mundo.

Grandbrothers – Naive Rider

Conheco-os há muito pouco tempo, mas tornei-me logo um ouvinte compulsivo.

Kiasmos – Looped

O Ólafur Arnardls é um artista que admiro muito e neste projecto combina o seu talento com o do Janus Rasmussen, o resultado é um disco incrível.

The Acid – Ghost

Minimalismo.

Gil Scott-Heron – Me And The Devil

Este senhor impõe uma força às palavras que deixa poucos indiferentes. Conheci-o pelo último disco “I’m New Here”, e só depois me apercebi de todo o historial que ele já carregava. Um dos grandes.

Daniel Johnston – I Had Lost My Mind

Um gravador, um piano velho e uma voz sincera para fazer a canção. O Daniel Johnston encanta-me pela sua simplicidade e sinceridade.

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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