[Diário de Bordo] Os 28, pela lente do Nuno Capela

Ufa. Que semana! Que dias! E ontem fiz 28 anos! O tempo tem passado tão a correr que ontem não foi excepção. Acordei com trabalho por fazer e só pelo hora de almoço é que consegui uma espécie de tréguas para relaxar e aproveitar a desculpa do aniversário para fazer uma pausa. Fui almoçar com os meus lindões mais próximos, éramos sete, dizem que é um número mágico. Eu também acredito que as sete pessoas àquela mesa são mágicas à sua maneira. Maravilhosas são de certeza, para me aturarem! Comemos até cair para o lado e depois eu, o Nuno Capela e o Eugénio Ribeiro (best e afilhado) fomos até à Feira do Livro. Como o Nuno Capela anda sempre de máquina em punho, ainda me sacou umas quantas fotos, mas ele raramente me envia o que tira, tirando estas duas. 

Na primeira estava à espera de um telefonema quando me virei para ele e lá estava ele!; na segunda estava armada em palhaça, mas o raio do rapaz está mesmo sempre preparado e apanhou bastante bem o momento. Estes dois rapazes, o Nuno e o Eugénio, são mesmo das pessoas mais fantásticas que tenho na minha vida e acreditem que muito do que sou se deve por os ter conhecido. A eles e à Telma, à Rita, ao Rui e ao Miguel que também estiveram no almoço connosco! As duas primeiras moças do meu coração ofereceram-me uma moldura com retratos nossos tirados no último ano e, olhando para elas, a cumplicidade comprova tudo! Da Feira do Livro trouxe livrinhos novos, claro que sim! Trouxe o Pensa Num Número, de John Verdon, Os Meus Problemas, de Miguel Esteves Cardoso e ainda Viagem ao Centro da Terra, de Júlio Verne.

Jantar foi com a família mais linda! Nada substitui a família. E gosto deste balanço de poder ter toda a gente importante no meu aniversário. Não sou de grandes noitadas, aquela moda dos jantares com comida e bebida à discrição nunca ganhou muito comigo e só não fui ver o Benjamin Clemantine porque já o tinha visto duas vezes, uma delas fora de Portugal e porque normalmente a sua música mexe tanto comigo que não quis arriscar ir largar umas lágrimas. Menina, eu sei. 

No final do dia, pena foi chegar a casa e aperceber-me de que estava “sem blogue”. Houve uma transferência de domínio e esqueci-me que o blogger exige uma configuração de DNS própria e a coisa ia dando para o torto. Imaginem que de repente fiquei sem administração do blogue! Um bug, uma treta qualquer, e lá foi o pânico durante horas até que a outra pessoa que tenho como administradores me pudesse ajudar a resolver isto. Esta coisa dos DNSs demorava perto de 24h a regularizar, por isso espero que esta noite fique toda a gente com acesso ao blogue novamente. Muito obrigada à pessoa que me ajudou ontem com isto! 🙂 

Deixo-vos com a fotografia e o poema que tanto se adequa ao sentimento que partilho com ela. Muito obrigada a todos por continuardes desse lado! Por aqui só posso prometer fazer jus a mais um ano de muito trabalho, empenho, luta e dedicação por aquilo que gosto! Quem se quiser juntar à festa de aniversário, que só aconteceamanhã, é a partir das 22h no Musicbox Lisboa, com três bandas do melhor que se faz em Portugal! Mil beijos! 

PS: Do meu doutoramento falo depois. A coisa está preta. Fique a alegria! 

PS2: Nunca deixem morrer a criança que cada um tem connosco. É diferente ser-se infantil de sabermos tirar aquele prazer genuíno e de nos sentirmos surpreendidos por pequenas coisas. E se as coisas não correm bem, vamos sempre a tempo de tentar novamente ou de começar um novo caminho.


“Recomeça…

Se puderes,

Sem angústia e sem pressa.

E os passos que deres,

Nesse caminho duro

Do futuro,

Dá-os em liberdade.

Enquanto não alcances

Não descanses.

De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,

Vai colhendo

Ilusões sucessivas no pomar

E vendo

Acordado,

O logro da aventura.

És homem, não te esqueças!

Só é tua a loucura

Onde, com lucidez, te reconheças.” 

Miguel Torga 

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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