Aquisições Outubro 2012 (1)

OPINIÃO: https://branmorrighan.com/2012/11/opiniao-o-tempo-do-anjo-os-canticos-de.html

Toby O’Dare é um assassino a soldo com fama no submundo do crime. Numa teia de pesadelo e de missões letais, é um homem sem alma e sem nome, às ordens de um misterioso mandante.

Quando um dia se cruza com um estranho ser, um serafim, Toby O’Dare terá de escolher entre salvar ou destruir vidas. E ele, que sonhara em tempos ser padre, viaja no tempo até ao século XIII, em Inglaterra, época de inquietação e trevas onde judeus são acusados de assassinatos rituais e crianças desaparecem em circunstâncias misteriosas.

O Tempo do Anjo, um thriller metafísico sobre anjos e assassinos, marca o regresso de Anne Rice como mestra na criação de histórias que cativaram leitores de várias gerações.

OPINIÃOhttps://branmorrighan.com/2012/11/opiniao-o-anjo-das-trevas-os-canticos.html

«Sonhei com anjos. Vi-os e ouvi-os numa enorme e interminável noite galáctica. Vi as luzes que simbolizavam estes anjos, voando aqui e ali, em laivos de um brilho irresistível […] Senti amor em redor de mim neste vasto e contínuo domínio de som e luz […] E algo semelhante a tristeza apoderou-se de mim e confundiu toda a minha essência com as vozes que cantavam, porque as vozes cantavam sobre mim.»

Assim começa o novo romance assombroso de Anne Rice, um thriller sobre anjos e assassinos, que nos conduz novamente aos mundos obscuros e perigosos de tempos passados. Anne Rice leva-nos para outros domínios, desta vez para o mundo de Roma no século XV, uma cidade de cúpulas e jardins suspensos, torres altas e cruzes por debaixo de nuvens sempre em mudança; colinas familiares e pinheiros altos… de Miguel Ângelo e Rafael, da Sagrada Inquisição e de Leão X, segundo filho de um Medici, dissertando sobre o trono papal…

E nesta época, neste século, Toby O’Dare, antigo assassino por ordem do governo, é convocado pelo anjo Malquias para resolver um terrível crime de envenenamento e para procurar a verdade sobre a aparição de um espírito irrequieto — um diabólico dybbuk. O’Dare em breve se vê envolvido no seio de conspirações negras e contra-conspirações, rodeadas por uma ameaça sombria e ainda mais perigosa, porque o véu do terror eclesiástico a cobre.

Enquanto embarca numa viagem de expiação, O’Dare é ligado ao seu próprio passado, com assuntos claros e obscuros, ferozes e ternos, com a promessa de salvação, e com uma visão mais profunda e rica do amor.

OPINIÃO: https://branmorrighan.com/2012/10/opiniao-cidade-das-almas-perdidas.html

O demónio Lilith foi destruído e Jace liberto do cativeiro. Quando os Caçadores de Sombras chegam, porém, nada encontram além de sangue e vidros partidos. O rapaz que Clary ama desapareceu, bem como o que odeia. A magia da Clave não consegue localizar o paradeiro de nenhum dos jovens, mas Jace não pode ficar afastada de Clary. Quando se reencontram, Clary descobre o horror causado pelamagia de Lilith – Mal. Apenas um punhado de pessoas acredita na salvação de Jace. Juntos, Alec, Magnus, Simon e Isabelle negoceiam com a sinistra rainha Seelie, ponderam acordos com demónios e recorrem, por fim, às implacáveis construtoras de armas Irmãs de Ferro, que poderão forjar uma arma capaz de destruir a ligação entre Sebastian e Jace. E terão de fazer tudo isto sem Clary, mergulhado num perigoso jogo, na mais completa solidão. O preço da sua derrota não será apenas a própria vida mas também a alma de Jace. Ela está disposta a fazer o que for necessário por Jace, mas poderá continuar a confiar nele?

Na Academia Maxfield, as escolhas são: Sociedade – Caos – Variantes

Benson terá de juntar-se a um dos grupos para sobreviver.

Mas está determinado a fugir.

Só há uma pessoa em quem pode confiar: ele próprio.

Benson Fisher pensou que uma bolsa para frequentar a Academia Maxfield seria o seu passaporte para uma vida com futuro. Estava enganado.

Agora, vive num colégio cercado por uma vedação de arame farpado. Um colégio onde câmaras de vigilância monitorizam todos os seus movimentos. Onde não há adultos. Onde os alunos se dividiram em grupos para sobreviver. Onde a punição por violar as regras é a morte.

Mas, quando descobre, por acidente, o verdadeiro segredo do colégio, Benson percebe que cumprir as regras poderá trazer-lhe um destino pior do que a morte, e que a fuga – a sua única esperança de sobrevivência – talvez seja uma missão impossível.

A matemática tem muitas vezes má reputação, sendo caracterizada como árida e difícil. Mas Alex Bellos, escritor, matemático e jornalista consegue deixar os leitores viciados em números. Seja ao escrever sobre o modo como a álgebra resolveu problemas de trânsito na Suécia, ao visitar o Campeonato do Mundo de Cálculo Mental para desvendar os segredos do cálculo-relâmpago ou ao explorar as ligações entre os ananases e os dentes bonitos, este livro é um guia cativante, que traz à vida a beleza da matemática.

Bellos viajou por todo o planeta e mergulhou na história para desvendar fascinantes histórias de façanhas matemáticas, desde as inovações de Euclides, o maior matemático de todos os tempos, às criações do mestre Zen do origami, uma das áreas mais activas do trabalho matemático.

Ao longo de doze capítulos, o autor transporta-nos pelo mundo físico e pelas províncias do universo matemático. Revela a história de uma tribo nativa que apenas consegue contar até cinco e relata as mais recentes descobertas acerca da intuição matemática – incluindo a revelação de que as formigas conseguem efectivamente contar todos os passos que dão.

Viajando até à baía de Bangala, entrevista um sábio hindu sobre as brilhantes intuições matemáticas do Buda, e no Japão visita o avô do Sudoku e apresenta-nos as estimulantes delícias dos jogos matemáticos. Explica por que é impossível aos nossos iPods escolherem as canções ao acaso.

Sondando as muitas intrigas do número mais adorado de todos, o pi, visita dois irmãos tão obcecados por esse número que construíram um supercomputador no seu apartamento de Manhattan para o estudarem.

Ao longo da obra, a viagem é acrescida de uma quantidade de ilustrações intrigantes, como as dos quebra-cabeças conhecidos por tangram e a criação de croché de uma professora de matemática norte-americana que num certo dia percebeu de repente que poderia tricotar uma representação de um espaço hiperdimensional que ninguém conseguira ainda visualizar.

Outras Aquisições de Outubro:

Aquisições (2): https://branmorrighan.com/2012/10/aquisicoes-de-outubro-2.html

Aquisições (3): https://branmorrighan.com/2012/10/aquisicoes-de-outubro-3.html 

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    Olá a todos, sejam muito bem-vindos! O meu nome é Sofia Teixeira e sou a autora do BranMorrighan, o meu blogue pessoal criado a 13 de Dezembro de 2008.

    O nome tem origens no fantástico e na mitologia celta. Bran, o abençoado, e Morrighan, a deusa da guerra, têm sido os símbolos desta aventura com mais de uma década, ambos representados por um corvo.

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