Crónicas de Allaryia – Bran Morrighan https://branmorrighan.com Literatura, Leitura, Música e Quotidiano Mon, 28 Dec 2020 05:11:10 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://branmorrighan.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-Preto-32x32.png Crónicas de Allaryia – Bran Morrighan https://branmorrighan.com 32 32 Centenário no blogue do escritor Filipe Faria https://branmorrighan.com/2014/06/centenario-no-blogue-do-escritor-filipe.html https://branmorrighan.com/2014/06/centenario-no-blogue-do-escritor-filipe.html#respond Fri, 20 Jun 2014 09:15:00 +0000

É certo que a produção literária anda diminuta, mas ainda assim não podia deixar de destacar esta nova entrada no blogue de Filipe Faria. Autor das Crónicas de Allaryia e da série Felizes Viveram Uma Vez, partilha agora connosco uma prenda que recebeu este na Feira do Livro de Lisboa, mesmo com todos os seus leitores a reclamarem por não haver novo livro este ano. Podem ver a entrada aqui: http://www.allaryia.com/pearnon/?p=1443

Para quem o conhece sabe que estas demonstrações são raras, mas o que nós queremos mesmo saber agora é quando é que sai o terceiro livro de Felizes Viveram uma Vez. Quando é, Filipe?

As minhas opiniões aos seus livros:

A Manopla de Karasthan

Os Filhos do Flagelo

Marés Negras

A Essência da Lâmina

Vagas de Fogo

O Fado da Sombra

Oblívio

Perraultimato

O Andersenal

]]>
https://branmorrighan.com/2014/06/centenario-no-blogue-do-escritor-filipe.html/feed 0
E eis que me chega uma Edição de Luxo a casa! https://branmorrighan.com/2012/05/e-eis-que-me-chega-uma-edicao-de-luxo.html https://branmorrighan.com/2012/05/e-eis-que-me-chega-uma-edicao-de-luxo.html#comments Mon, 14 May 2012 13:48:00 +0000

Muito obrigada! Não é linda? Eheheh :)) Pena a caixa ter vindo um nada maltratada. Mas o resto está impecável! Em breve publico uma pequena opinião sobre os elementos extra do ‘Oblívio’. A opinião do livro podem lê-la aqui: https://branmorrighan.com/2012/02/opiniao-oblivio-cronicas-de-allaryia-7.html

]]>
https://branmorrighan.com/2012/05/e-eis-que-me-chega-uma-edicao-de-luxo.html/feed 6
A ‘Manopla de Karasthan’ de Filipe Faria está de Parabéns! https://branmorrighan.com/2012/04/manopla-de-karasthan-de-filipe-faria.html https://branmorrighan.com/2012/04/manopla-de-karasthan-de-filipe-faria.html#respond Sun, 29 Apr 2012 12:36:00 +0000

Parabéns nem atrasados, nem antecipados. É só porque já ninguém sabe precisar ao certo qual foi o dia, além de que persiste um ponto de discórdia entre aqueles que afirmam que a Manopla de Karasthan nasceu aquando da entrega do Prémio Branquinho da Fonseca, e os que algo razoavelmente insistem que não se pode dizer que um livro tenha verdadeiramente nascido enquanto não tiver sido publicado. Mas Novembro de 2011 já lá vai, e Abril de 2012 está quase a acabar, por isso… olha, parabéns e desculpa lá qualquer coisinha.

Não era bem este o tipo de festa que eu tinha imaginado, mas para a Manopla fica a intenção e para os leitores fica o seguinte e merecido esclarecimento.

A ideia original para comemorar o 10º aniversário d’A Manopla de Karasthan passava por disponibilizar ao público uma versão comemorativa do primeiro volume das Crónicas (o equivalente a uma «versão do realizador», tal como anteriormente referi). Basicamente, haveria duas versões do mesmo livro à venda no mercado, porque a mais recente edição da Manopla ainda não esgotou, e a tal «realidade do mercado livreiro actual» de que falei não passava de uma prova de bom senso de quem se mostra reticente em ter à venda dois produtos «iguais», quando um deles é só «melhor».

Noutros tempos, esta ideia talvez tivesse sido praticável, mas na actual conjuntura em que vivemos isso simplesmente não seria exequível, pelo que se optou pelo seguinte: publicar a edição comemorativa da Manopla como livro digital, de forma a não deixar passar o 10º aniversário, e em papel quando a mais recente edição esgotar, altura na qual a nova versão tomará o lugar da antiga e lhe concederá o estatuto de edição de coleccionador. Ou coisa parecida.

E pronto, é isso. A Manopla de Karasthan vai aventurar-se pelo admirável mundo novo do mercado electrónico e estreará o catálogo de livros digitais contemporâneos da Presença. Contava ter já hoje uma data para vos disponibilizar, mas finda esta semana, ainda não me souberam dizer quando estará à venda. Posso contudo adiantar o seguinte a quem porventura estiver interessado: caso tencionem dar um salto às feiras do livro de Lisboa e Porto, espera-vos lá uma promoção interessante, por isso esperem até lá…

Tirado de: http://www.allaryia.com/pearnon/?p=994


O Blog Morrighan dá os Parabéns ao autor e votos de muito sucesso.

Mais sobre o autor e os seus livros aqui:

http://branmorrighan.blogspot.pt/search/label/Filipe%20Faria

]]>
https://branmorrighan.com/2012/04/manopla-de-karasthan-de-filipe-faria.html/feed 0
Entrevista a Filipe Faria, Escritor Português – 10 Após o início das ‘Crónicas de Allaryia’ https://branmorrighan.com/2012/02/entrevista-filipe-faria-escritor.html https://branmorrighan.com/2012/02/entrevista-filipe-faria-escritor.html#comments Mon, 20 Feb 2012 18:20:00 +0000 Boa tarde! Terminada a minha leituras das ‘Crónicas de Allaryia’ de Filipe Faria, contactei o autor para uma nova entrevista em que este faz um balanço dos últimos 10 anos e nos desvenda um pouco do que é que os seus leitores podem esperar num futuro próximo.

Filipe, faz dois anos desde a nossa primeira entrevista, dez desde que escreveste o teu primeiro livro ‘A Manopla de Karasthan’. Entretanto já lançaste o último livro das Crónicas de Allaryia – ‘Oblívio’. Que balanço fazes destes últimos dez anos de escrita?
Positivo. Muito positivo. Contei a história que queria contar, consegui não ficar com cabelos brancos ao fazê-lo e descobri dessa forma o caminho que queria seguir na minha vida. Não será um caminho fácil, mas hoje sinto-me mais pronto do que nunca a percorrê-lo.

Há algum livro que seja, de certa forma, especial?
Terei de dar a resposta politicamente correcta: são todos. Cada um é especial à sua maneira, independentemente dos seus defeitos ou qualidades.

Qual é que te custou mais a escrever?
Seria de esperar que tivesse sido o último, mas à parte da última frase, a verdade é que o Oblívio me saiu de forma bastante fluida. Provavelmente terá sido o quarto, pois a sua concepção deu-se durante o meu primeiro (e felizmente único) bloqueio criativo.

Quanto à tua escrita, que transformações achas que ela sofreu ao longo deste tempo?
Ficou mais aprimorada e menos anglicizada, embora permaneçam alguns tiques. O importante é que posso afirmar com segurança que ela foi evoluindo.

Que feedback é que tens tido sobre a saga?
Muitas felicitações por ter conseguido levar a cabo a publicação de uma saga sete volumes, sobretudo. Também a confirmação de que no final ficou praticamente tudo explicado e/ou justificado, o que para mim foi um grande alívio. E, para grande satisfação minha, a nostalgia de leitores que cresceram a ler as Crónicas de Allaryia.

E sobre o ‘Oblívio’? O que é que os teus leitores mais têm comentado sobre este final tão esperado?
O final inesperado, em grande parte. Muitos ficaram agradavelmente surpreendidos, muitos ficaram com dúvidas, e estaria a mentir se dissesse que não houve algumas queixas de quem se sentiu de certa forma defraudado por a saga terminar sem ter verdadeiramente terminado. Mas foi assim que eu sempre imaginei o «final» das Crónicas – final esse que, como os leitores podem ter percebido com as duas últimas palavras do livro, não o é bem. O que aconteceu após sete volumes foi, sim, o fim de um ciclo, e o início de outro. Se repararem bem, a história acabou «bem» para as personagens, só não acabou é bem para o mundo de Allaryia, pois fica subentendido que algo de drástico e sem precedentes está para suceder. Dessa forma, a porta fica aberta para o meu regresso a Allaryia (sim, porque o meu regresso àquele que sempre será o meu mundo é inevitável) e as férias que eu vou tirar de Allaryia serão de certa forma paralelas aos anos que se irão passar após o final da saga. Quando regressar, nada será como dantes.



Também já anunciaste que na próxima feira do livro de Lisboa queres lançar a tua próxima obra. Podes falar-nos um pouco sobre ela?
Ainda não. Já estou a ficar impaciente e quero adiantar mais detalhes, mas quero mais ainda ver-me livre do meu estigma de dar prazos errados e mentir acerca de lançamentos futuros.

Que surpresas nos esperam num futuro próximo?
Além do lançamento de uma nova série na vindoura Feira do Livro, haverá também em breve uma surpresa para os leitores de Allaryia, uma vez que A Manopla de Karasthan fará 10 anos em 2012.

O que achas do blog Morrighan?
Não sou grande fã de redes sociais e derivados, mas acho notável o trabalho que tens desenvolvido no teu blogue, que não só conseguiu a atenção das editoras, como também desempenha hoje um papel importante na divulgação de muitas obras. Os meus parabéns e também um obrigado especial.

Obrigada Filipe pela tua disponibilidade e pelas simpáticas palavras.


Mais Sobre o Autor aqui no blog

Primeira Entrevista: https://branmorrighan.com/2010/03/filipe-faria-escritor-portugues.html

Opiniões dos outros livros:

A Manopla de Karasthan

Os Filhos do Flagelo

Marés Negras

A Essência da Lâmina

Vagas de Fogo

O Fado da Sombra

Oblívio

]]>
https://branmorrighan.com/2012/02/entrevista-filipe-faria-escritor.html/feed 1
Opinião: ‘Oblívio’ (Crónicas de Allaryia #7) de Filipe Faria https://branmorrighan.com/2012/02/opiniao-oblivio-cronicas-de-allaryia-7.html https://branmorrighan.com/2012/02/opiniao-oblivio-cronicas-de-allaryia-7.html#comments Wed, 15 Feb 2012 12:44:00 +0000

Oblívio (Crónicas de Allaryia #7)

Filipe Faria

Editora: Editorial Presença

Colecção: Via Láctea

Sinopse: Tomados pelo desânimo, os companheiros desta aventura enfrentam agora o seu maior desafio e o Oblívio ameaça a própria existência, da mesma forma que parece ser a sua única salvação. Na mais negra hora de Allaryia, a Sombra ergue-se triunfante, mas nem tudo o que parece é, e ainda falta a´O Flagelo jogar a sua última cartada… Por fim, o tão aguardado sétimo e último volume das Crónicas de Allaryia, o final da épica saga que cativou milhares de leitores e que assinala um marco no fantástico português.

Opinião: Fez mais ou menos dois anos que comecei a ler esta saga. Muito se passou desde então. As personagens passaram por todo o tipo de experiências que se possa imaginar e com elas fomo-nos divertindo, por vezes sofrendo, mas as ligações criadas com certas personagens foram inevitáveis e, agora que acabou, fica aquele sentimento de saudade.

Após sete volumes, o autor ainda me conseguiu surpreender com as suas opções. Confesso que não estava à espera de algumas atitudes/posições de algumas das personagens, mas também não sei bem dizer do que estava à espera. O que é certo é que parece que só neste último volume é que conseguimos ver a verdadeira essência de cada personagem. O que é que realmente os move, não obstante de todas as demandas a que cada um se propôs.

Não vou falar sobre a história pois seria impossível não colocar um spoiler ou outro, tendo em conta tudo o que já se passou. No entanto, é impossível não referir Seltor. Penso que qualquer leitor que chegue a este ponto vai estranhar o que o autor fez com esta personagem que, até então, era vista como algo demoníaco e que era quase sinónimo de destruição. Não é que ainda não o seja, mas o ponto de vista apresentado através de Seltor é no mínimo uma fonte de várias perguntas.

Fazendo um balanço do livro e também um pouco da saga, quero destacar as personagens Quenestil, Babaki, Slayra e Worick, por diversas razões e mais algumas.

Quenestil é o exemplo perfeito do que é viver uma vida com uma certa crença e, de repente, sofrer na pele que para essa Entidade é-lhe tudo indiferente. O nascimento ou a morte, a felicidade ou a autêntica destruição, não passam de desígnios que fogem à compreensão dos seres vivos.

Babaki porque foi uma das personagens que mais marcou estas Crónicas e porque, sem ele, a história da Allaryia não teria tido metade do impacto que teve logo ao início e que prendeu muitos dos leitores.

Slayra é aquela personagem feminina com uma personalidade muito própria, senhora de si e que, independentemente do que acham dela, age de acordo com o que é melhor para si e para os outros, apesar de para estes últimos nem sempre ser evidente.

Worick porque, pedras me partam, fez-me rir a série inteira. Sem dúvida uma personagem extremamente original, pouco irritante (o Taislin conseguia ser mais!) e sempre muito objectivo.

Quanto ao fim das Crónicas em si, bem, é um fim que parece mais um início, para ser sincera. As páginas finais deixam muito em aberto ou pelo menos com o potencial de ainda vir a ser explorado posteriormente. Não sei quais são as intenções do autor, mas quem sabe um dia voltaremos a ter novidades sobre este mundo. Foi uma leitura mais rápida que as anteriores, o autor foi mais moderado nas suas descrições e sem dúvida que o facto de haver constantemente acção, conseguiu com que em certas partes a leitura fosse compulsiva. Gostei.

Opiniões dos outros livros:

A Manopla de Karasthan

Os Filhos do Flagelo

Marés Negras

A Essência da Lâmina

Vagas de Fogo

O Fado da Sombra

Oblívio - www.wook.pt

]]>
https://branmorrighan.com/2012/02/opiniao-oblivio-cronicas-de-allaryia-7.html/feed 1
Opinião: ‘O Fado da Sombra’ (Crónicas de Allaryia #6) de Filipe Faria https://branmorrighan.com/2012/01/opiniao-o-fado-da-sombra-cronicas-de.html https://branmorrighan.com/2012/01/opiniao-o-fado-da-sombra-cronicas-de.html#comments Mon, 02 Jan 2012 13:30:00 +0000

O Fado da Sombra (Crónicas de Allaryia #6)

Filipe Faria

Editora: Presença

Colecção: Via Láctea

Sinopse: Os deuses estão mortos, e a sua queda deixa Allaryia à beira de uma espiral de desordem e destruição. As sementes dos planos d´O Flagelo germinam em segredo, e Aewyre Thoryn e os seus companheiros são os únicos que estão cientes da insidiosa ameaça, bem como os únicos em condições de a combater. Dá-se então início a uma desesperada corrida contra o tempo, enquanto servos renegados de Seltor conspiram para levarem a cabo a queda de Ul-Thoryn. Uma ameaça de tempos imemoriais acerca-se entretanto da Pérola do Sul, ameaçando cortar pela raiz a resistência contra O Flagelo. Este é ponto de viragem da Oitava Era, após o qual nada será como dantes em Allaryia, que neste sexto volume levanta a parada num inesquecível épico de acção e aventura.

Opinião: O sexto volume d’As Crónicas de Allaryia traz com ele imensos acontecimentos surpreendentes. Se nos volumes anteriores ficámos na expectativa do que é que iria acontecer aos nossos companheiros, neste muitas resoluções nos são apresentadas algumas delas surpreendendo-me mais do que imaginava.

Uma das personagens mais destacadas neste volume é Quenestil que finalmente encontra um sentido para tudo o que o vinha atormentando nos últimos livros. Depois de em Vagas de Fogo este ter ficado incubido de ir à procura do chamado fragor, Quenestil acaba por percorrer um caminho de descoberta de si mesmo. O animal em si é despertado ainda mais e é ele agora a única esperança como percursor das Vagas de Fogo.

Quanto a Aewyre, quando este finalmente chega ao seu reino não podia ficar mais desolado. O caos está instalado em Ul-Thoryn, a guerra está eminente e as conspirações não cessam. Vale-lhe o tão esperado reencontro com mais alguns companheiros que o vão tentando ajudar na sua tão difícil missão em tentar manter alguma estabilidade no reino enquanto se tentam preparar para uma guerra com o Flagelo.

A personagem que sem dúvida mais me surpreendeu foi Seltor. Todas as suas acções, desde que o conhecemos, nos levam a pensar que ele é o terrível da fita, o Flagelo, a sentença de morte para quem quer que seja. No entanto ‘O Fado da Sombra’ vem trazer alguma ambiguidade à nossa opinião sobre esta personagem. Ficamos mesmo sem saber o que pensar ao certo sobre ele.

O livro é bastante extenso e o facto de ter batalhas descritas em mais que uma dezena de páginas nem sempre ajudou à sua leitura. Mas uma coisa é certa, aprendo sempre palavras novas a cada volume que passa! Não obstante, foi um dos livros que mais gostei. Dá sem duvida um novo fôlego à recta final desta saga.

Em breve lerei o tão esperado final! Será que os amigos todos se vão reencontrar? Será que Aewyre voltará a si mesmo? Que acontecerá a Slayra e Quenestil? E Seltor, essa personagem enigmática, quais serão mesmo os seus desígnios? Filipe Faria soube como abrir o apetite nos capítulos finais. Muito bom.

Mais opiniões d’As Crónicas de Allaryia

A Manopla de Karasthan

Os Filhos do Flagelo

Marés Negras

A Essência da Lâmina

Vagas de Fogo

]]>
https://branmorrighan.com/2012/01/opiniao-o-fado-da-sombra-cronicas-de.html/feed 3
Opinião: “Vagas de Fogo” (Crónicas de Allaryia #5) de Filipe Faria https://branmorrighan.com/2011/07/opiniao-vagas-de-fogo-cronicas-de.html https://branmorrighan.com/2011/07/opiniao-vagas-de-fogo-cronicas-de.html#comments Wed, 27 Jul 2011 11:13:00 +0000

Vagas de Fogo (Crónicas de Allaryia #5)

Filipe Faria

Editora: Editorial Presença

Colecção: Via Láctea #51

Sinopse: As Crónicas de Allaryia são já um clássico da high fantasy portuguesa, aproximando-se, com este quinto volume, do furioso clímax da odisseia iniciada cinco anos atrás. Neste novo capítulo das Crónicas de Allaryia, os companheiros que deram início a uma quase ingénua demanda n’ A Manopla de Karasthan estão separados, perdidos, desesperançados. Embora poucos o saibam, a esperança reside em Aewyre Thoryn, mas cada um dos companheiros terá um papel a desempenhar no vindouro conflito. Privados do poder da sua união, vêem-se confrontados com a iminente imersão de Allaryia nas trevas que todos já julgavam desbaratadas. Porém, Seltor, o precursor destas, aprendeu com os erros do passado e os seus propósitos não aparentam de todo ser o que dele se espera…

Opinião: Separados, perdidos, sem rumo… É como se sentem os nossos companheiros desta longa demanda. A cada volume parece que encontram cada vez mais dificuldades, tudo parece mais sombrio e a esperança é cada vez menor. Mas é o futuro de Allaryia que está em risco e eles não vão desistir tão facilmente, nem que seja por aqueles que amam.

Vagas de Fogo é um livro extenso em que muito se passa e se desenvolve. Seltor está cada vez mais forte e persegue todos aqueles que lhe poderão fazer frente começando pelos deuses. Até o pilar começa a ficar infectado… Quando damos conta o Anátema tem tentáculos por todo o lado!

Um dos focos deste livro é Quenestil. O shura passa por momentos bastante atribulados com o seu eu interior. A sua missão em proteger os ehlan está cada vez mais difícil e o povo que os abrigou nesta parte da história, traz-lhe ainda em que pensar pois estão em eminência de guerra com Tanarch. Quenestil vê-se então numa situação em que tem que superar os seus próprios demónios e acaba por criar um sentimento de compaixão em nós bastante grande.

Também Alumno enfrenta grandes desafios aos seus ideais e já não sabe se até no seu mestre Zoryan pode confiar. A princesa e o thuragar encontram-se presos no castelo de Aereth e o nosso guerreiro Aewyre nem imagina o que se passa no seu reino.

Poderia caracterizar ‘Vagas de Fogo’ como o livro do caos nesta saga, pelo menos até agora. São lutas atrás de lutas, destruição atrás de destruição e fica quase impossível imaginar uma luz ao fundo do túnel.

A escrita do autor mantém-se característica. Nota-se alguma evolução desde o primeiro volume, mas penso que continua a pecar um pouco nos ‘tempos mortos’ que houve principalmente a meio do livro. Sendo um livro bastante denso, com quase 600 páginas, e toda aquela acção que houve no final e que me fez acelerar a circulação do sangue fez um pouco de falta noutras partes para a leitura não morrer.

Faltando apenas dois volumes para o final das Crónicas de Allaryia confesso que estou bastante curiosa por saber como é que o autor lidou com todos os ‘destinos’. Gostei.

]]>
https://branmorrighan.com/2011/07/opiniao-vagas-de-fogo-cronicas-de.html/feed 1
Opinião: “A Essência da Lâmina” (Crónicas de Allaryia #4) de Filipe Faria https://branmorrighan.com/2011/03/opiniao-essencia-da-lamina-cronicas-de.html https://branmorrighan.com/2011/03/opiniao-essencia-da-lamina-cronicas-de.html#comments Wed, 23 Mar 2011 01:05:00 +0000 A Essência da Lâmina (Crónicas de Allaryia #4)

Filipe Faria

Editora: Presença

Colecção: Via Láctea (# 30)

Nº de Páginas: 480

Sinopse: Pearnon, o Escriba, continua zelosamente a contar a história de um mundo que um dia foi seu, ao longo de incontáveis e conturbadas erasvol4 desde a sua criação. No livro anterior, a dolorosa e sangrenta demanda que levou Aewyre Thoryn e os seus companheiros através de Allaryia saldou-se numa pesada derrota, apesar de terem conseguido escorraçar os exércitos de Asmodeon, pois O Flagelo regressou das sombras. Agora que o pai de Aewyre morreu para salvar o próprio filho, este parte para a Cidadela da Lâmina, um inquietante local de segredos ocultos. O jovem príncipe terá de aprender a dominar a Essência da Lâmina, que partilha com Kror, ou lutar por ela com o drahreg num combate até à morte. Perigos milenares penetram insidiosamente uma vez mais em Allaryia, e as tramas urdidas pel’O Flagelo começam finalmente a revelar-se, e os pesadelos passados ameaçam tornar-se num perigo muito real no presente. A única esperança reside no êxito que Aewyre e os seus companheiros obtiverem nas suas missões. Mas será possível vencer entidades tão superiores às suas forças?

Opinião: O Flagelo voltou. Presságios de morte e destruição marcaram o final de ‘Marés Negras’ . Agora os companheiros separam-se e uma nova aventura começa.

‘A Essência da Lâmina’ é um livro diferente dos anteriores. Deixamos de ter aquela narrativa comum a tantos personagens para passarmos a oscilar entre os quatro grupos em que se separaram. É fácil ficarmos com saudades de cada um o que aumenta a nossa vontade de continuar a ler capítulo após capítulo. Outro factor que também contribui para tal é o facto de estarmos num ponto crítico da história. 

Aewyre precisa desesperadamente de descobrir como adquirir a Essência da Lâmina na sua totalidade sem que para isso Kror tenha de morrer ou arriscar-se a morrer na luta por ela. Para tal, dirige-se com o drahreg à Cidadela da Lâmina onde conhece Assión – o Alto Lamelar. Este acaba por se mostrar o único a poder realmente ajudá-lo e não da forma mais fácil nem menos dolorosa.

Fora o enredo principal, neste livro houveram, claramente, personagens que eu acho que merecem destaque. Achei que a personagem Heldrada, a única Lamelar mulher apresentada da Cidadela, consegue ser bastante peculiar pelo prazer que tira da dor. Vale a pena conhecê-la e à sua história. Outra personagem que surpreende logo à sua chegada é a Culpa. É raro humano ou não-humano que não sente um mínimo de culpa e este consegue usá-la para os seres se auto-destruírem. E de quem é que ele vai atrás? Pois bem, do nosso guerreiro. 

E não nos ficamos por aqui. Novas ameaças se levantam, algumas das mais inesperadas.

Não me querendo alongar muito mais, porque haveria por onde explorar, ‘A Essência da Lâmina’ é uma boa obra, cheia de acção bélica, política (no reino de Nolwyn), emoções à flor da pele e um grande sentimento de perda e de luta por tudo aquilo que pode ser salvo.

Quanto à escrita de Filipe Faria, mantém idêntica à dos livros anteriores. Algum palavreado mais complexo desnecessariamente, algumas descrições bastante longas, mas ao mesmo tempo consegue com que nos situemos de forma quase real na história e que consigamos visualizar tudo o que ele nos tenta transmitir.

Achei apenas que para o título que o livro tem, o final fosse diferente com coisas mais definidas e mais certas do que as que ficaram. No entanto, acaba por ser um factor de incentivo para iniciar o próximo livro e descobrir os próximos passos da única esperança de Allaryia, Aewyre Thoryn, para derrotar O Bastardo. Gostei Muito.

]]>
https://branmorrighan.com/2011/03/opiniao-essencia-da-lamina-cronicas-de.html/feed 3
Entrevista de Filipe Faria ao programa “Ler +, Ler Melhor” https://branmorrighan.com/2011/03/entrevista-de-filipe-faria-ao-programa.html https://branmorrighan.com/2011/03/entrevista-de-filipe-faria-ao-programa.html#respond Mon, 21 Mar 2011 12:34:00 +0000

]]>
https://branmorrighan.com/2011/03/entrevista-de-filipe-faria-ao-programa.html/feed 0
Passatempo ‘Oblívio’ de Filipe Faria https://branmorrighan.com/2011/02/passatempo-oblivio-de-filipe-faria.html https://branmorrighan.com/2011/02/passatempo-oblivio-de-filipe-faria.html#comments Tue, 15 Feb 2011 00:01:00 +0000

Oblívio (As Crónicas de Allaryia #7)

Filipe Faria

Editora: Presença

Colecção: Via Láctea (#94)

Nº de Páginas: 608

Bom dia! Em parceria com a Editorial Presença tenho 1 exemplar do livro ‘Oblívio’, último da série ‘As Crónicas de Allaryia’, editado pela Presença, de Filipe Faria!

Para se habilitarem a ganhar, basta responderem acertadamente às perguntas no formulário.

– O passatempo acaba Às 23h59m de dia 20 de Fevereiro de 2011

– Só será aceite uma participação por pessoa.

– Só serão aceites participações de Portugal

Para responder às perguntas basta consultarem este link 

FORMULÁRIO DESACTIVADO – FIM DE PASSATEMPO

]]>
https://branmorrighan.com/2011/02/passatempo-oblivio-de-filipe-faria.html/feed 3